Questões de Concurso sobre Endoscopia Ginecológica

 
 
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Uma paciente de 23 anos de idade refere que, após ter tido coito desprotegido com parceiro desconhecido durante uma festa, há oito dias iniciou com feridas muito dolorosas na vulva. Ao exame físico, constatou-se a presença de duas lesões ulceradas, de bordas irregulares eritematosas, com fundo coberto por exudato purulento, odor fétido e sangramento ao toque. Esse quadro sugere uma infecção sexualmente transmissível (IST) cujo agente etiológico provável seria


A

Staphiloccocus aureus.


B

Haemophilus ducreyi.


C

Treponema pallidum.


D

Chlamydia trachomatis.


E

Neisseria gonorrheae.

Paciente 42 Anos, passado de um parto normal e sem uso de métodos anticoncepcionais, com quadro de ciclos menstruais irregulares há 2 Anos, procura o Ginecologista com relato de dor na porção superior das costas, piorando com a inspiração e quadros de vertigem e síncope, de início há 24 horas. Para ferramenta diagnóstica, foi solicitado dosagem de b-hcg sérica, ultrassonografia transvaginal, sendo diagnosticado gravidez ectópica em região tubária direita, com presença de massa anexial de 4,3cm sem visualização de batimentos cardíacos.


Sobre o tratamento da gravidez ectópica NÃO podemos informar que:


A

A laparoscopia resultou em tempo operatório menor, menor perda sanguínea, menos necessidade de analgésicos e menor período de internação hospitalar.


B

Cada método é sucedido, de acordo com os estudos, por número similar de gestações uterinas subsequentes.


C

Os custos da laparoscopia foram significativamente menores em relação à laparotomia, embora alguns pesquisadores argumentem que os custos são similares quando são considerados os casos convertidos para laparotomia


D

A laparotomia não oferece vantagem potencial sobre a laparoscopia caso se esteja planejando salpingostomia.


E

A laparotomia deverá sempre ser utilizada como via de acesso à cavidade em casos de gravidez ectópica.

A Endometriose é uma doença crônica, progressiva, que tem o seu principal sintoma da doença é a dismenorreia. A Endometriose atinge uma parcela das mulheres em nosso país e no mundo. Pelo fato de ainda existir crenças que consideram que o seu diagnóstico necessite de anatomopatológico, a prevalência exata da doença na população feminina não pode ser definida de forma exata.


Sobre o quadro clínico da Endometriose podemos afirmar:


A

A cólica menstrual não é resultado da secreção de citocinas na cavidade pélvica.


B

Devido ao ambiente inflamatório, decorrente da secreção de citocinas, ocorre diminuição do peristaltismo uterino, com a irritação de nociceptores peritoneais.


C

Com a progressão da doença, os implantes se aprofundam e são incapazes de formar dores neuropáticas.


D

O exame ginecológico nos casos de acometimento de doença superficial é, em geral, ineficaz, podendo estar presente dor a mobilização do colo.


E

O toque ginecológico não se faz de forma fundamental na orientação do radiologista em seu exame de imagem.

O corpo uterino pode ser acometido por neoplasias malignas primárias de natureza epitelial ou mesenquimal. O carcinoma de endométrio é o quarto tipo de câncer mais frequente nos países ocidentais. O Diagnóstico e tratamento do carcinoma endometrial possui grande importância dentro da Ginecologia, dessa forma, tendo como atitudes CORRETAS em sua condução:


A

O rastreio em mulheres assintomáticas não é realizado, exceto naquelas que possuem alto risco para desenvolvimento do câncer de endométrio, que são: uso de estrogênio sem oposição de progesterona, história familiar de síndrome de câncer colorretal não polipóide e mulheres na pós menopausa com ciclos anovulatórios.


B

Como existe uma taxa de falso negativo nas biópsias endometriais de aproximadamente 20%, na mulher com suspeita de câncer de endométrio, um resultado negativo exigirá um prosseguimento da investigação.


C

10% dos cânceres endometriais em pacientes com sangramento uterino pós menopausa não serão diagnosticados quando a Ultrassonografia for utilizada como método diagnóstico.


D

No tratamento cirúrgico do câncer de endométrio a oclusão tubária antes da manipulação uterina não é recomendada.


E

A presença de citologia peritoneal positiva e frequente e de fácil diagnóstico, dada a aparência de malignidade das células mesoteliais reativas.

Sobre vasos pélvicos podemos afirmar:


A

A aorta descende pelo espaço retroperitoneal à esquerda da linha média. Ao nível de L3 divide-se em três ramos: dois laterais e mais calibrosos, artérias ilíacas comuns direita e esquerda, e um ramo medial, menos calibroso, a artéria sacral média.


B

A artéria ovariana tem origem diretamente da porção ânterolateral da aorta, ao nível de L3-L4, caudalmente à origem das artérias renais.


C

A veia cava inferior está localizada a direita da espinha lombar, e é formada pela união das veias ilíacas comuns direita e esquerda a nível de L4.


D

A artéria ilíaca comum direita e retroperitoneal e apresenta o intestino delgado, os nervos simpáticos e o ureter anteriormente.


E

A artéria sacral média tem sua origem pela parte anterior da aorta, pouco acima da sua bifurcação.

A histeroscopia ambulatorial possibilita o diagnóstico diferencial de mioma submucoso com mioma intramural, adenomioma, pólipo endometrial fibroso, restos embrionários e adenocarcinoma de endométrio. Dessa forma, a textura, consistência, superfície, aspecto vascular e coloração são dados muito característicos. Considerando o diagnóstico histeroscópico entre essas patologias, NÃO podemos afirmar que:


A

Pólipos fibrosos sésseis apresentam-se com aspecto e consistência semelhantes aos dos miomas submucosos, o padrão vascular e da superfície fazem o diagnóstico diferencial.


B

O mioma submucoso degenerado surge a visão histeroscópica como lesão fibroelástica branco-amarelada, com áreas amolecidas e irregulares.


C

O adenomioma se apresenta branco, com consistência endurecida e por vezes limites menos precisos.


D

Na histeroscopia a palpação da lesão com pinça auxilia no diagnóstico diferencial.


E

Não é frequente a coexistência de mioma com adenomiose.

Quais patologias participam do diagnóstico diferencial da Endometriose peritoneal? Assinale V ou F:


(_) Adenomiose.

(_) Doença inflamatória pélvica.

(_) Pólipos endometriais.

(_) Miomatose uterina.

(_) Cistite Intersticial.


A sequência CORRETA é:


A

V, F, V, F, F.


B

V, V, F, F, V.


C

F, F, V, V, V.


D

F, V, F, V, V.


E

V, V, V, V, V.

Pode-se encontrar tumores anexiais de diversas etiologias em mulheres de todas as idades, desde recém-nascidas até na pos-menopausa avançada. Assim, é inquestionável a importância ao Ginecologista habituar-se à rotina propedêutica destes tumores. Durante a avaliação das massas anexiais, a ultrassonografia tem papel relevante, e diante da suspeição de malignidade.


Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F) em relação aos critérios ultrassonográficos de malignidade durante uma avaliação ultrassonográfica desses tumores.


(_) Unilateralidade

(_) Doppler apresentando IR > 0,4 e IP > 1,0

(_) Irregularidade e espessamento da parede do tumor

(_) Presença de septos grosseiros

(_) Definição de formações vegetantes intracísticas

(_) Presença de formações pupilares


A sequência CORRETA é:


A

V, F, V, F, F.


B

V, V, F, F, V.


C

F, F, V, V, V.


D

F, V, F, V, V.


E

V, V, V, V, V.V

O dispositivo intra-uterino (DIU) é o método contraceptivo mais utilizado em todo o mundo e sobre esse método assinale a alternativa INCORRETA:


A

Seus mecanismos de ação incluem alterações do muco cervical e atrofia endometrial dificultando a migração espermática bem como a implantação ovular.


B

A inserção pode ser feita imediatamente após um evento obstétrico como o parto ou abortamento, porém nesse período existe maior risco de expulsão espontânea do dispositivo.


C

São consideradas contra-indicações absolutas a nuliparidade e história de gravidez ectópica prévia.


D

A utilização de antibiótico profilático antes da inserção não deve ser feita de rotina.


E

Dentre as complicações durante a inserção a síndrome vaso-vagal é uma condição rara, mas que pode acometer cerca de 1,8% das mulheres, caracterizando-se por bradicardia, náuseas, tontura e vômitos.

Uma paciente de 48 anos de idade procurou o pronto-socorro com queixa de metrorragia. Ela relatou que há dois dias iniciava sangramento menstrual e que o volume tinha aumentado muito, não sendo contido por absorvente comum e por isso, foi necessário o uso de fralda geriátrica. A paciente alega sensação de fraqueza, mal-estar, tonturas e que os ciclos menstruais estão muito irregulares nos últimos 12 meses. Ela não se lembra a data da menstruação anterior e ao exame físico, a paciente apresenta-se hipocorada e com FC = 112 bpm e PA = 80 mmHg x 50 mmHg sentada.

Considerando esse caso, assinale a alternativa correta.


A

Trata-se de um caso de sangramento uterino anormal crônico cujo acompanhamento deve ser ambulatorial.


B

A primeira medida a ser adotada nesse caso é a realização de ecografia transvaginal para identificar a etiologia do sangramento.


C

Para tratamento, pode ser indicada uma pílula com 15 mcg a 20 mcg de etinilestradiol duas vezes ao dia, por sete dias.


D

O uso do estrogênio endovenoso (EV), em altas doses, causa rápido crescimento do endométrio, estimula a contração das artérias uterinas e promove a agregação plaquetária e a coagulação.


E

Se a paciente tiver um histórico de trombose venosa profunda, evento ocorrido há menos de seis meses, estará contraindicado o uso de estrogênios, devendo ser utilizado como alternativa mais segura o ácido tranexâmico EV a cada oito horas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) publicaram as Recomendações Práticas Selecionadas para Uso de Métodos Anticoncepcionais. Acerca da inserção do dispositivo intrauterino de cobre DIU T Cu 380 A no útero das mulheres que desejam usar esse método contraceptivo, assinale a alternativa correta.


A

É contraindicado inserir o DIU T Cu 380 A imediatamente após um parto ou durante a cesariana.


B

Pode-se inserir um DIU T Cu 380 A no útero da mulher, desde que se esteja razoavelmente certo de que a mulher não está grávida, independentemente da menstruação.


C

Em mulheres com amenorreia durante a lactação exclusiva, é preciso evitar inserir um DIU T Cu 380 A.


D

É necessário realizar uma ultrassonografia prévia para identificar malformações genitais e, nesses casos, evitar a inserção do DIU T Cu 380 A.


E

Deve-se evitar a inserção de DIU T Cu 380 A em mulheres nuligestas.

A paciente foi submetida à colangioressonância que evidenciou via biliar distal com 4 mm de diâmetro e longa, com colédoco médio dilatado de 12 mm e com um cálculo neste local também de 12 mm.


Qual a conduta endoscópica recomendada?


A

Papilotomia endoscópica tática, dilatação da papila e varredura com basket.


B

Papilotomia endoscópica e litotripsia.


C

Papilotomia endoscópica, dilatação da papila e varredura com balão.


D

Papilotomia endoscópica e colangioscopia com SpyGlass.

No que se refere ao vírus HPV, às doenças por ele induzidas e a respectiva prevenção, assinale a alternativa correta.


A

Os subtipos de HPV de alto risco oncogênico, envolvidos em cerca de 70% dos casos de câncer de colo uterino, são o 6 e o 11.


B

A infecção pelo vírus HPV dos tipos 6, 11, 16 e 18 é prevenível por vacina, e após completar o esquema vacinal, é recomendável a realização de sorologia a fim de verificar se houve soroconversão.


C

Atualmente o Ministério da Saúde disponibiliza a vacina dentro do Programa Nacional de Imunizações para qualquer pessoa de 9 a 14 anos de idade.


D

A estratégia de rastreio anual utilizando testes moleculares para HPV é a mais utilizada em países desenvolvidos, em vez da colpocitologia oncótica.


E

A colpocitologia oncótica é um exame de alta sensibilidade (acima de 95%), porém tem baixa especificidade.

Uma paciente de 66 anos de idade, nulípara, procurou atendimento ambulatorial queixando-se de dor nas relações sexuais, ardência e prurido constante em região de introito, além de urgência miccional, perda de urina aos médios esforços. Ela refere menopausa aos 48 anos de idade e nunca fez uso de reposição hormonal. Ao exame físico, notou-se que a vulva estava com aspecto atrófico e mucosa vaginal pálida e com perda do pregueamento. Distopias vaginais ausentes.


Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa correta.


A

A reposição de creme estrogênio vaginal poderia ajudar na dispareunia, porém não teria efeito para melhorar a perda urinária aos esforços.


B

Em razão da queixa de prurido e ardor, levando-se em conta a idade da paciente, a prescrição de pomada contendo corticosteróide seria a primeira escolha.


C

Nesse caso, estaria indicado o laser vaginal que tem maior eficácia que o estrogênio tópico na condição que acomete a paciente.


D

A prescrição de terapia de reposição hormonal oral está bem indicada para alívio dos sintomas.


E

É pouco provável que a causa dos sintomas da paciente seja infecção fúngica.

Uma mulher jovem, com prole constituída, foi submetida à histerectomia total em razão da presença de miomas uterinos gigantes e de sangramento uterino anormal. Durante o ato cirúrgico, o cirurgião, para retirar o colo uterino, desinseriu por completo o anel paracervical. Quais ligamentos formam esse anel?


A

Redondos, cardinais e uterossacros


B

Pubovesicouterinos, cardinais e uterossacros


C

Pubovesicouterinos, cardinais e largos


D

Cardinais, uterossacros e largos


E

Redondos, largos e pubovesicouterinos

A Cardiotocografia (CTG) consiste no registro simultâneo da frequência cardíaca fetal, dos movimentos fetais espontâneos e das contrações uterinas. Depende da integração do sistema nervoso central, autônomo e do sistema cardiovascular. De acordo com o exposto, analise as seguintes afirmativas:


I - A CTG apresenta alta sensibilidade, baixa especificidade e alta taxa de falso-positivo para acidose fetal;

II - Para sua realização, é necessário um período prévio de jejum prolongado e pode ser realizada manipulação fetal para obtenção de melhores resultados;

III - Os parâmetros avaliados na CTG convencional são linha de base, variabilidade, acelerações transitórias, desacelerações, contrações e micro-oscilações;

IV - Em relação à frequência cardíaca fetal, os fetos prematuros tendem a ter valores na extremidade superior e fetos pós-termos na extremidade inferior da normalidade;

V - O padrão de CTG caracterizado por onda em forma de sino, com variabilidade de 5-15 bpm, com frequência de 3 a 5 ciclos/min e ausência de desacelerações é denominado não reativo.


Estão CORRETAS as afirmativas:


A

I, II e III.


B

I e IV.


C

I, II, III, IV e V.


D

IV e V.


E

II, IV e V.

Gestante, 21 anos, primípara, vai para a primeira consulta de pré-natal com 14 semanas. Foram solicitados os exames laboratoriais de 1º trimestre. Após 4 semanas a gestante retorna com resultado e se diz preocupada com o valor da Glicemia de Jejum. Ao olhar o exame, você se depara com um resultado de 102mg/dL. A melhor conduta é:


A

Tranquilizar a gestante e orientar que ela deve realizar exame de TOTG 75g na 24ª semana gestacional.


B

Informar à gestante que ela já tem diagnóstico de Diabetes Mellitus gestacional, orientar mudanças de estilo de vida (dieta hipoglicêmica e exercícios físicos regulares) com retorno após 15 dias com perfil glicêmico para nova reavaliação.


C

Informar à gestante que ela já tem diagnóstico de Diabetes Mellitus gestacional e iniciar insulina NPH.


D

Informar à gestante que ela tem diagnóstico de Diabetes na gestação, iniciar Metformina e solicitar TOTG 75g na 24ª semana gestacional.


E

Solicitar nova Glicemia de Jejum, pois são necessários dois exames alterados para confirmar Diabetes Mellitus gestacional.

As tubas uterinas comunicam a cavidade uterina com a cavidade peritoneal, possuem cerca de 10 cm de comprimento e são definidos anatomicamente como órgãos ocos, tubulares, localizados na borda superior do ligamento largo, ao qual estão ligadas por uma dobra peritoneal chamada de mesossalpinge, sendo dividida em quatro partes: o infundíbulo, a ampola, o istmo e a porção intramural. A esterilização tubária é um dos métodos mais usados na contracepção para mulheres com prole constituída. Sobre esse tema NÃO podemos afirmar que:


A

O risco maior de falha ocorre nos dois primeiros anos após a laqueadura.


B

Quando ocorre gravidez , por insucesso da técnica, a chance de ser ectópica é da ordem de 30 a 80%.


C

As fístulas útero peritoneais ocorrem mais quando se utiliza anéis ou clipes.


D

As complicações no momento da laqueadura não são comuns.


E

As complicações menores relacionadas à laqueadura tubária incluem sangramentos de pequena monta, perfuração uterina e transecção da tuba.

A terapêutica hormonal (TH) da menopausa envolve uma gama de hormônios, diferentes vias de administração e doses e, ainda, esquemas diversos. Os riscos e os benefícios da TH diferem entre as mulheres na transição da menopausa em comparação com aquelas mais velhas, e sua prescrição exige clara indicação e ausência de contraindicações. De acordo com o Consenso Brasileiro de Terapêutica Hormonal da Menopausa da Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), configura contraindicação ao uso de TH na menopausa


A

sangramento vaginal de causa desconhecida.


B

hipertensão arterial controlada.


C

diabetes controlado.


D

hepatite C sem comprometimento hepático.


E

antecedente pessoal de neoplasia de colo uterino de células escamosas, de ovário, de vagina, de vulva ou colorretal.

Acerca da endometriose, assinale a alternativa correta.


A

É uma doença ginecológica crônica, benigna, não estrogênio-dependente e de natureza multifatorial que acomete principalmente mulheres em idade reprodutiva.


B

Pode ser definida pela presença de tecido que se assemelha à glândula e (ou) ao estroma endometrial fora do útero, com localização exclusiva na pelve feminina.


C

Tratamento clínico hormonal é eficaz no controle da dor pélvica e deve ser a terapêutica de escolha na ausência de indicações absolutas para cirurgia. Os progestagênios e os contraceptivos orais, combinados com as medicações de primeira linha são indicados para tratar esses quadros, mas não devem ser oferecidos a mulheres com desejo reprodutivo.


D

Não há grande associação entre endometriose e infertilidade, tanto que cirurgia e (ou) técnicas de reprodução assistida raramente são necessárias para o tratamento dos casais.


E

A fisiopatologia da endometriose já não é mais tema de discussão, uma vez que a teoria de Sampson ou da menstruação retrógrada se mostrou a única com embasamento em evidências clínicas e experimentais.

   
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