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Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha uma comunidade de baixa renda com elevada prevalência de diabetes tipo 2, hipertensão e obesidade, associada a condições de insegurança alimentar e baixa escolaridade. Durante visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Dificuldade da população em seguir tratamentos devido a condições financeiras e acesso limitado a alimentos saudáveis.
• Falta de adesão a consultas de rotina.
• Baixo engajamento da comunidade em ações preventivas.
A equipe decide implementar um projeto de Educação Popular em Saúde (EPS), buscando promover autocuidado, corresponsabilidade e participação comunitária.
Diante desse contexto, qual a conduta mais adequada:
A EPS deve focar em grupos de risco individuais, como diabéticos ou hipertensos, sem considerar fatores sociais ou interações familiares, pois isso evita dispersão de recursos.
A EPS deve ser dialógica, participativa e contextualizada, envolvendo a comunidade na identificação de problemas, construção de soluções adaptadas à realidade socioeconômica.
A equipe deve priorizar informações técnicas padronizadas, distribuídas em folhetos e palestras, esperando que a população siga as orientações sem participação ativa, para garantir eficiência do programa.
A equipe deve priorizar apenas a adesão aos protocolos clínicos, sem considerar a realidade social, pois a educação em saúde Integra abordagem clínica e promoção da saúde, com planejamento multiprofissional.
Na atenção primária, um médico de família acompanha uma comunidade com alta prevalência de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Conforme os princípios da promoção da saúde e da prevenção de agravos crônicos, a estratégia mais efetiva e sustentável para reduzir complicações a longo prazo é:
Intensificar apenas o uso de medicamentos anti-hipertensivos e hipoglicemiantes.
Realizar consultas médicas sem integração com outros profissionais de saúde.
Priorizar internações hospitalares preventivas em pacientes de risco.
Focar exclusivamente em exames laboratoriais periódicos sem ações educativas.
Implementar programas comunitários de educação em saúde, incentivo à atividade física, alimentação saudável e acompanhamento multiprofissional.
Um homem de 58 anos, hipertenso e tabagista, comparece à UBS com queixa de dor torácica aos esforços, aliviada em repouso. Relata episódios há três meses, com piora progressiva. PA: 150x95 mmHg. ECG normal em repouso. A conduta inicial mais adequada é:
Prescrever analgésico e liberar.
Solicitar teste ergométrico e iniciar controle de fatores de risco.
Encaminhar para cirurgia.
Internar imediatamente.
Prescrever antibiótico.
Durante atendimento ambulatorial, um paciente apresenta sinais de infecção respiratória aguda sem critérios de gravidade. A conduta adequada na atenção primária consiste em:
Prescrever antibiótico de amplo espectro de forma imediata.
Solicitar exames laboratoriais complexos como rotina.
Realizar avaliação clínica, orientar medidas sintomáticas e monitorar evolução.
Encaminhar obrigatoriamente para internação.
Suspender qualquer tipo de acompanhamento.
Em um território adscrito a uma Unidade de Saúde da Família, a equipe acompanha população cadastrada, desenvolve ações individuais e coletivas e realiza acompanhamento longitudinal de usuários com condições crônicas. Um homem de 47 anos, hipertenso, passa a apresentar baixa adesão terapêutica, dificuldades relacionadas à alimentação e ao sedentarismo, com impacto negativo no controle clínico.
O caso é discutido em reunião de equipe, que solicita a participação de profissionais de outro núcleo para qualificar a abordagem clínica e educativa, sem ruptura do vínculo assistencial e mantendo a responsabilidade sanitária e o seguimento do usuário pela equipe de referência. As condutas passam a ser construídas de forma compartilhada, com pactuação de objetivos, corresponsabilização e oferta de suporte técnico-pedagógico à equipe da ESF, sem substituição de suas atribuições assistenciais.
À luz das definições normativas da Política Nacional de Atenção Básica e da Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde, a relação estabelecida entre a equipe da Estratégia Saúde da Família e o núcleo de apoio caracteriza-se predominantemente como: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Apoio matricial, estruturado pelo compartilhamento de saberes, corresponsabilização do cuidado e preservação da equipe de referência como responsável pelo acompanhamento.
Encaminhamento assistencial resolutivo, com transferência progressiva da responsabilidade clínica para profissionais especializados.
Atendimento complementar autônomo, no qual profissionais externos realizam intervenções independentes, sem corresponsabilização longitudinal.
Regulação assistencial da Rede de Atenção à Saúde, com reorganização hierárquica das portas de entrada e substituição do cuidado da APS.
Durante o processo de territorialização e diagnóstico situacional, uma equipe de Saúde da Família identifica que parcela expressiva das famílias de sua área de abrangência reside em região com coleta irregular de resíduos sólidos, dificuldades estruturais de acesso ao transporte público e elevada rotatividade no trabalho informal. Observam-se impactos diretos sobre o cuidado em saúde, como aumento de faltas às consultas, baixa adesão ao acompanhamento de condições crônicas e maior exposição a agravos potencialmente evitáveis.
Diante desse cenário, a equipe compartilha os achados com lideranças comunitárias, promove reuniões abertas à população e pactua, conjuntamente com o conselho local de saúde e a gestão municipal, estratégias intersetoriais voltadas à melhoria das condições de vida e à ampliação do acesso a políticas públicas no território.
Segundo as diretrizes normativas da Política Nacional de Atenção Básica e do Plano Nacional de Saúde, a estratégia adotada está alinhada predominantemente ao enfrentamento de: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Regulação assistencial restrita à organização interna dos fluxos da rede de serviços.
Variabilidade clínica individual, por meio de intervenções centradas exclusivamente no manejo biomédico.
Insuficiência de oferta de serviços especializados, por meio da ampliação de consultas de média e alta complexidade.
Vulnerabilidades e iniquidades sociais, mediante ações comunitárias, articulação intersetorial e fortalecimento da participação social.
Um homem de 44 anos apresenta dispneia progressiva aos esforços, atualmente tolerando apenas curtas distâncias antes de precisar parar para recuperar o fôlego. Ele relata episódios de despertar noturno com dispneia aguda, sem tosse ou sibilância. Ao exame, apresenta taquicardia com B3 audível, impulso paraesternal proeminente e estertores bibasais finos. A pele dos lábios, mãos e antebraços mostra endurecimento difuso, aspecto liso e brilhante, com áreas de hipopigmentação e rugas radiais periorais. Os achados sugerem envolvimento cutâneo e pulmonar. Qual autoanticorpo é mais provável de estar presente nesse paciente?
Anticorpos anticentrômero.
Anticorpos antitopoisomerase.
Anticorpos antiperoxidas.
Anticorpos anti-Smith.
Mulher de 44 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por queixa de dor musculoesquelética há cerca de 10 meses, com padrão flutuante. Relata dor em região cervical, ombros, dorso e quadris, associada a fadiga frequente e sensação de “corpo pesado” ao acordar. Nega edema articular, calor local ou deformidades. Refere rigidez matinal inferior a 30 minutos. O exame físico não evidencia artrite, limitação objetiva de movimento ou sinais neurológicos. Exames laboratoriais recentes mostram hemograma, função tireoidiana, VHS e PCR dentro da normalidade.
Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:
a presença de rigidez matinal, ainda que breve, sugere doença inflamatória inicial, sendo indicado ampliar investigação com fator reumatoide e anti-CCP.
o quadro é compatível com síndrome de dor crônica primária, sendo o diagnóstico clínico e o manejo na Atenção Primária à Saúde (APS) baseado em educação, exercício físico regular e abordagem biopsicossocial, sem necessidade de exames adicionais.
a normalidade dos exames laboratoriais exclui causas orgânicas, caracterizando dor psicogênica, que deve ser conduzida exclusivamente com abordagem psiquiátrica.
a distribuição da dor sugere osteoartrite poliarticular inicial, sendo indicado tratamento com anti-inflamatórios não esteroidais de uso contínuo.
a ausência de sinais objetivos ao exame físico indica baixa relevância clínica do quadro, não sendo necessária a intervenção terapêutica estruturada.
No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), sobre a abordagem do olho vermelho, é CORRETO afirmar que:
a maioria dos casos de olho vermelho na APS tem etiologia benigna, mas a presença de dor ocular intensa, fotofobia ou redução da acuidade visual exige encaminhamento imediato.
a presença de secreção ocular purulenta é suficiente para diferenciar conjuntivite bacteriana de outras causas de olho vermelho.
o uso empírico de colírios antibióticos é indicado em todos os casos de olho vermelho, como forma de prevenção de complicações.
conjuntivites virais raramente apresentam sintomas sistêmicos ou associação com quadros respiratórios.
pterígio e pinguécula são condições inflamatórias agudas que exigem tratamento cirúrgico precoce.
A solicitação e interpretação de exames complementares deve ser pautada pela ética profissional e pela busca de resolutividade diagnóstica na Atenção Primária. Considerando ..., analise as afirmativas a seguir:
I. O profissional médico deve apoiar as equipes de referência na interpretação de resultados de exames complementares, qualificando o diagnóstico e as condutas no território.
II. A interpretação de exames deve considerar que cada teoria faz um recorte parcialmente arbitrário da realidade, exigindo sínteses singulares que tensionem esses limites teóricos.
III. O uso de tecnologias de diagnóstico por imagem de alto custo deve ser o único critério para a definição de prioridades assistenciais, dispensando o reconhecimento da vulnerabilidade orgânica.
Está correto o que se afirma em:
II apenas.
I, II e III.
III apenas.
I apenas.
I e II apenas.
O diagnóstico diferencial das cefaleias na Atenção Primária deve contemplar a possibilidade de sofrimento psíquico e a influência de determinantes sociais no cotidiano do usuário. Diante da necessidade de ampliação da clínica, assinale a alternativa CORRETA.
As situações de sofrimento subjetivo e transtornos mentais comuns costumam manifestar-se através de sintomas físicos sem explicação médica evidente, como cefaleias persistentes.
O manejo das cefaleias graves deve focar unicamente no controle químico da dor, sendo proibida a escuta das angústias dos usuários frente às condições de vida em território vulnerável.
O profissional de apoio deve desencorajar o uso de Práticas Integrativas e Complementares, como o Lian Gong, para o tratamento de dores posturais que irradiam para a região cervical e cefálica.
As cefaleias em mulheres de baixa escolaridade e renda devem ser tratadas como eventos imaginários, vedando-se a qualificação da atenção ou o suporte assistencial especializado.
O diagnóstico de enxaqueca crônica dispensa a análise da vulnerabilidade psicológica ou social, devendo o médico focar apenas no reparo de sistemas biológicos cerebrais isolados.
O controle do diabetes mellitus na Atenção Primária fundamenta-se na mudança de hábitos de vida e na construção de um Projeto Terapêutico Singular que favoreça a adesão e autonomia do usuário. Com base exclusivamente na redação atual do Caderno 27 do Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
O cuidado nutricional e a promoção de práticas corporais são eixos prioritários para o controle metabólico e prevenção de complicações vasculares em usuários com diabetes mellitus.
O tratamento do diabetes deve focar exclusivamente no controle químico da glicemia, proibindo-se o resgate de hábitos regionais ou a valorização da cultura alimentar local da comunidade.
As metas glicêmicas devem ser impostas de forma unilateral e autoritária pelo médico, sendo proibida a negociação de propostas com o sujeito doente ou com seus familiares.
A identificação de sofrimento psíquico em pacientes diabéticos é um dado irrelevante, visto que transtornos mentais comuns não interferem na adesão ao tratamento farmacológico ou dietético.
O acompanhamento de usuários diabéticos acamados ou com dificuldade de locomoção é responsabilidade única do agente comunitário, vedando-se a visita domiciliar do médico para avaliações clínicas.
Em uma Unidade de Saúde da Família, a equipe acompanha uma usuária com hipertensão arterial há vários anos, realizando consultas periódicas, monitoramento clínico, visitas domiciliares e articulação com outros níveis de atenção quando necessário. A usuária reconhece a equipe como referência para suas necessidades de saúde, mantendo vínculo contínuo ao longo do tempo. Essa situação expressa um atributo essencial da Atenção Primária à Saúde no âmbito da Estratégia Saúde da Família. Considerando o caso descrito, é correto afirmar que ele representa:
Acesso de primeiro contato, ao caracterizar a entrada inicial do usuário no sistema de saúde.
Integralidade, ao garantir a assistência às ações de monitoramento clínico da doença crônica.
Longitudinalidade, ao evidenciar o acompanhamento contínuo e a relação duradoura entre usuário e equipe
Coordenação do cuidado, ao focar a atuação da equipe na realização de encaminhamentos para outros serviços.
Territorialização, ao definir a área geográfica de atuação da equipe sem vínculo assistencial.
Um homem de 58 anos, hipertenso e tabagista, procura a Unidade de Saúde da Família com dor torácica em aperto há 40 minutos, irradiando para o braço esquerdo, associada a sudorese e náuseas. Ao exame, encontra-se ansioso, com pressão arterial de 150/90 mmHg e frequência cardíaca de 96 bpm. Considerando o manejo da dor torácica na Atenção Primária à Saúde, é correto afirmar que a conduta adequada é:
Considerar dor musculoesquelética e orientar repouso domiciliar.
Suspeitar de síndrome coronariana aguda, iniciar atendimento imediato com medidas iniciais (como AAS, se não contraindicado) e encaminhamento urgente.
Aguardar realização de exames laboratoriais antes de qualquer intervenção.
Solicitar eletrocardiograma e aguardar o resultado para então decidir se inicia alguma intervenção.
Descartar causa cardíaca pela ausência de diagnóstico prévio de cardiopatia.
Uma criança de 8 anos é levada à Unidade de Saúde da Família com história de tosse seca recorrente, chiado no peito e dispneia, principalmente à noite e após atividade física. A mãe refere episódios semelhantes nos últimos meses, com melhora após uso de broncodilatador inalatório. Ao exame, apresenta sibilos expiratórios difusos, sem sinais de gravidade. Considerando o manejo do caso na Atenção Primária à Saúde, é correto afirmar que a conduta adequada é:
Iniciar tratamento sintomático com xaropes antitussígenos, evitando o uso de broncodilatadores em crianças.
Prescrever broncodilatador de longa ação como primeira escolha, sem necessidade de corticoide inalatório.
Estabelecer o diagnóstico clínico de asma e iniciar tratamento com broncodilatador de alívio associado à terapia de controle, como corticoide inalatório, além de orientações e acompanhamento.
Considerar o quadro como infecção respiratória de repetição e instituir antibioticoterapia profilática.
Restringir a prática de atividades físicas como principal medida terapêutica, sem necessidade de tratamento farmacológico.
Uma mulher de 35 anos, sem comorbidades conhecidas, desenvolve quadro súbito de dispneia, urticária difusa, edema de lábios e hipotensão logo após uso de medicamento em uma Unidade de Saúde da Família. Ao exame, apresenta sinais de comprometimento respiratório e instabilidade hemodinâmica. Considerando o manejo da anafilaxia na Atenção Primária à Saúde, a conduta imediata adequada é:
Administrar adrenalina intramuscular imediatamente, associada a suporte clínico e acionamento de serviço de urgência.
Iniciar anti-histamínicos como primeira medida, deixando a adrenalina para casos refratários.
Administrar corticoide intravenoso como tratamento inicial exclusivo.
Aguardar estabilização espontânea antes de iniciar qualquer intervenção.
Encaminhar o paciente sem realizar intervenções iniciais na unidade.
No campo conceitual da promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças, observa-se uma evolução dos modelos teóricos, com a incorporação de abordagens que superam a visão estritamente biomédica e centrada na doença. Nesse contexto, as ações de promoção da saúde e de prevenção apresentam características próprias, ainda que complementares no processo saúde-doença. Considerando essas distinções conceituais, é correto afirmar que:
A promoção da saúde envolve ações amplas voltadas ao bem-estar global, incluindo fatores sociais, ambientais e comportamentais, restringindo-se ao setor de saúde.
A promoção da saúde e a prevenção de doenças possuem objetivos idênticos, diferenciando-se apenas pelo nível de complexidade das ações assistenciais.
A prevenção de doenças caracteriza-se por ações inespecíficas voltadas ao bem-estar geral, enquanto a promoção da saúde se concentra em doenças previamente definidas.
A promoção da saúde orienta-se pela ampliação das condições de bem-estar e qualidade de vida, envolvendo múltiplos determinantes, enquanto a prevenção de doenças se direciona à redução da incidência e prevalência de agravos específicos.
A promoção da saúde restringe-se a intervenções individuais, enquanto a prevenção de doenças envolve exclusivamente políticas públicas intersetoriais.
A assistência domiciliar no âmbito da atenção primária visa proporcionar cuidados a pacientes com dificuldades de locomoção e estabilidade clínica. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I. A Atenção Domiciliar tipo 1 (AD1) é de responsabilidade da equipe de atenção básica e destina-se a usuários com problemas de saúde controlados.
II. A realização de visitas domiciliares pelo médico da família deve ser planejada conjuntamente com o Agente Comunitário de Saúde (ACS) do território.
III. O cuidador identificado é um elo fundamental na assistência, devendo ser capacitado pela equipe para realizar procedimentos técnicos complexos e invasivos.
IV. A internação domiciliar (AD2 e AD3) é indicada para pacientes agudizados que necessitem de ventilação mecânica invasiva contínua em ambiente residencial.
Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):
II e IV.
I e II.
I, II e III.
I, II, III e IV.
Sobre o manejo da Saúde Mental na Atenção Básica, é correto afirmar que:
A prescrição de psicotrópicos no SUS não pode ser feita por médicos de família.
O matriciamento é uma forma de suporte técnico-pedagógico entre as equipes de Saúde Mental e as equipes da Atenção Primária.
O atendimento e manejo da Saúde Mental devem ser feitos exclusivamente por psiquiatras.
A primeira linha de tratamento em uma crise de saúde mental é a busca pela internação hospitalar.
Todos os transtornos mentais leves devem ser encaminhados para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
De acordo com a Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde (CaSAPS) do Ministério da Saúde, qual dos procedimentos abaixo NÃO constitui um serviço padronizado para realização na Unidade Básica de Saúde?
Sondagem nasogástrica.
Cirurgia de unha (cantoplastia).
Hemorroidectomia.
Biópsia/punção de tumores superficiais de pele.