Questões de Concurso sobre Medicina intensiva pediátrica

 
 
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Pré-escolar, 4 anos, é atendida no ambulatório de pediatria em região com cocirculação de dengue, chikungunya e zika. Apresenta febre elevada (39,2 °C) há 3 dias, seguida por exantema maculopapular pruriginoso difuso, edema simétrico das articulações das mãos e tornozelos e artralgia. Nega sangramento, dor abdominal, vômitos ou cefaleia.

Ao exame: estado geral regular, exantema maculopapular difuso, edema articular simétrico nas articulações metacarpofalangianas e tornozelos bilateralmente, temperatura 38,4 °C, hemodinamicamente estável, fígado não palpável. Exames: plaquetas 185.000/mm3, hematócrito 36%, leucócitos 4.200/mm3, linfócitos 38%, aspartato aminotransferase 68 U/L. NS1 - antígeno não estrutural 1 do vírus da dengue - não reagente e IgM para chikungunya: reagente.

De acordo com quadro e diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil/ Organização Panamericana de Saúde vigentes para as arboviroses, a conduta adequada é


A

prescrever cloroquina em dose pediátrica por 5 dias como tratamento específico para a fase aguda da infecção por chikungunya, conforme protocolo.


B

iniciar anti-inflamatório não esteroidal, como ibuprofeno, a fim de reduzir a limitação articular ocasionada pela inflamação e ser tratamento de escolha para a artralgia por chikungunya em crianças a partir do início dos sintomas.


C

solicitar RT-PCR para dengue e chikungunya em amostra de sangue coletada após o 7º dia de doença, pois a viremia tardia é o resultado que possui nível de evidência para confirmação diagnóstica nas arboviroses.


D

internar por risco de doença grave – poliartralgia concomitante a níveis elevados de aspartato aminotransferase em menores de sete anos de idade – e monitorar as enzimas hepáticas pelo risco de hepatite aguda grave.


E

iniciar paracetamol, hidratação, repouso e retorno em de 24 a 48 horas para reavaliação; evitar anti-inflamatório não esteroidal e ácido acetilsalicílico enquanto não for descartada dengue concomitante, devido à circulação regional.

Menino de 4 anos chega ao pronto atendimento, levado pela mãe, com história de febre há 5 dias. A mãe refere que, no terceiro dia, surgiu vermelhidão nos olhos e rachaduras nos lábios X e, posteriormente, manchas avermelhadas pelo tronco do menino. Hoje, ele acordou com uma dor aguda no peito, que piora ao deitar-se.

Apresenta-se em REG, com palidez, hiperemia conjuntival, fissura de mucosas, exantema polimorfo, adenomegalia cervical anterior de 2 cm e turgência jugular. AR: MVUA sem RA, FR 44 irpm; ACV: bulhas abafadas e presença de atrito pericárdico; FC= 132 bpm, hipotensa. ECG: elevação do segmento ST; Rx tórax: silhueta cardíaca em moringa.

A internação no CTI é solicitada por suspeita de se tratar de um provável Kawasaki que evoluiu com complicação cardiovascular.

A suspeita de tamponamento cardíaco é fortalecida pela presença dos seguintes sinais clínicos que compõem a tríade de Beck:


A

elevação do segmento ST + bulhas abafadas + atrito pericárdico.


B

hiperemia conjuntival + exantema polimorfo + adenomegalia cervical.


C

imagem em “moringa” no RX + hipotensão + taquicardia.


D

bulhas abafadas + hipotensão + pressão venosa central elevada.


E

dor que piora com decúbito + turgência de veia jugular + elevação do segmento ST

Escolar, 7 anos, sexo masculino, é levado ao pronto-socorro por conta de dor e limitação importante do movimento. Sua mãe nega trauma, embora seja notado aumento significativo do joelho direito em relação ao esquerdo. O início do quadro foi há mais de uma semana, com dor e aumento do volume do punho direito, já em fase de melhora. Quando perguntada, a mãe recorda que o paciente apresentou, há uns 20 dias, dor-de-garganta, febre alta e pontos vermelhos na parte interna superior da boca, que melhoraram após dois dias de antibiótico, não utilizado pelo tempo total prescrito.

Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 °C), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.

Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.


A

Anemia, dor óssea e esplenomegalia são manifestações frequentes.


B

Taquicardia, com ou sem febre, pode sugerir insuficiência cardíaca.


C

Há lenta resposta da dor articular aos anti-inflamatórios não hormonais.


D

O acometimento cardíaco é limitado ao endocárdio e miocárdio.


E

História familiar positiva não é uma característica deste quadro.

Menino, 7 anos, hígido, residente em área endêmica para dengue está febril (acima de 39 °C) há 4 dias, tendo cedido espontaneamente há 8 horas. A criança está com dor abdominal intensa e contínua e apresentou dois episódios de vômitos nas últimas 3 horas.

Exame físico: consciente, discreta letargia, mucosas hipocoradas (+/4+), PA 90×60 mmHg, FC 118 bpm, tempo de enchimento capilar 3 segundos, fígado a 3 cm do rebordo costal direito, doloroso. Exames laboratoriais: plaquetas 68.000/mm3, hematócrito 48% (basal era 38%), leucócitos 2.800/mm3, aspartato aminotransferase de 180 U/L. O NS1 - antígeno não estrutural 1 do vírus da dengue - é reagente.

De acordo com as evidências e as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, trata-se de dengue


A

sem sinais de alarme, indicando-se hidratação oral e antiemético, sob supervisão, coleta de amostra para sorologia IgM e após cessado os vômitos, alta e acompanhamento ambulatorial.


B

sem sinais de alarme, a febre cedeu espontaneamente, sendo, então, indicada a hidratação oral domiciliar com orientações para retorno em 24 horas.


C

grave com choque, indicando-se imediatamente hidratação venosa agressiva com 20 mL/kg de solução coloide (albumina) e início de corticoterapia sistêmica para reduzir extravasamento plasmático.


D

com sinais de alarme, sendo indicada a internação para hidratação venosa com solução cristaloide com 10mL/kg, monitoramento contínuo, reavaliação clínica e laboratorial seriada.


E

grave, com plaquetopenia isolada é critério maior para gravidade, não dependendo de demais achados, sendo indicada a expansão volêmica rápida com solução de ringer lactato com 10mL/kg e reavaliação das plaquetas.

Lactente de 18 meses apresenta crise tônico-clônica generalizada de 4 minutos durante febre por otite média aguda. Após a crise, recupera-se completamente, com exame neurológico normal. Qual é a conduta mais adequada?


A

Iniciar fenobarbital contínuo.


B

Solicitar EEG e ressonância de rotina.


C

Fazer punção lombar obrigatória.


D

Orientar a família e tratar a febre e o foco infeccioso, sem neuroimagem rotineira.


E

Iniciar ácido valproico.

Menina de 9 anos, com diabetes tipo 1 ainda não diagnosticado, apresenta dor abdominal, vômitos, hálito cetônico e rebaixamento leve do sensório. Gasometria confirma cetoacidose diabética. Após expansão inicial, qual estratégia reduz o risco de edema cerebral?


A

Bolus de insulina regular logo na admissão.


B

Reposição do déficit em 4 a 6 horas.


C

Hidratação gradual em 24–48 horas e início de insulina contínua pelo menos 1 hora após o começo da hidratação.


D

Uso rotineiro de bicarbonato de sódio.


E

Solução hipotônica desde o início.

Menina de 3 anos apresenta diarreia crônica, distensão abdominal e baixo ganho ponderal. Sorologia mostra anti-transglutaminase IgA > 10 vezes o limite superior da normalidade, IgA total normal. Em segunda amostra, antiendomísio IgA é positivo. Qual afirmativa é correta?


A

A biópsia duodenal é obrigatória em todos os casos.


B

O diagnóstico pode ser firmado sem biópsia, desde que o protocolo seja adequadamente cumprido.


C

O HLA-DQ2/DQ8 é obrigatório para diagnóstico sem biópsia.


D

O diagnóstico sem biópsia só se aplica a adultos.


E

Só é possível concluir sem biópsia se houver anemia grave.

Criança com MIS-C apresenta disfunção miocárdica, necessidade de UTI e marcadores inflamatórios muito elevados. Qual é o tratamento imunomodulador de base mais frequentemente recomendado?


A

Oseltamivir e dexametasona.


B

Imunoglobulina intravenosa associada a corticosteroide sistêmico.


C

Vancomicina e imunoglobulina.


D

AINE isolado.


E

Ciclofosfamida.

Recém-nascido a termo, filho de gestante sem intercorrências, nasce em parto vaginal e, após os passos iniciais da reanimação, permanece em apneia. É iniciada ventilação com pressão positiva por máscara, com boa expansibilidade torácica. Após 30 segundos de ventilação efetiva, a frequência cardíaca segue em 50 bpm. Qual é a conduta imediata mais apropriada?


A

Manter apenas ventilação com pressão positiva por mais 60 segundos.


B

Iniciar compressões torácicas coordenadas com ventilação, na relação 3:1, com oxigênio a 100%.


C

Administrar adrenalina por via endotraqueal imediatamente.


D

Solicitar acesso venoso umbilical antes de qualquer nova intervenção.


E

Suspender a ventilação e reavaliar em 1 minuto.

Em relação à queimadura elétrica em paciente pediátrico, é correto afirmar que


A

tecidos com menor resistência como a pele e os ossos têm tendência a transmitir corrente, enquanto tecidos com maior resistência tendem a aquecer e coagular.


B

a eletroporação é um mecanismo de lesão por corrente elétrica caracterizado pelo aumento da permeabilidade vascular, levando ao extravasamento de fluidos para o terceiro espaço.


C

faz parte do manejo a prevenção de necrose tubular aguda secundária à precipitação de pigmentos nos túbulos renais.


D

o grau de lesão externa da pele é usado para determinar a extensão do dano interno, sendo pouco comuns variações no acometimento.


E

a acidificação urinária pode ajudar na depuração de mioglobina e na de hemoglobina, comuns nos acidentes por choque elétrico.

Uma adolescente de 15 anos, portadora de cardiomiopatia dilatada em estágio terminal, expressa o desejo de compreender seu quadro clínico e participar das decisões relacionadas ao tratamento. A mãe solicita à equipe assistencial que não sejam discutidas com a paciente informações sobre a gravidade da doença, com o objetivo de preservar sua esperança.


À luz dos princípios bioéticos aplicados à prática médica em pediatria e da comunicação em cuidados paliativos, a conduta mais adequada do médico diante dessa situação é


A

atender ao pedido da mãe e evitar discutir o prognóstico com a paciente, respeitando a autoridade parental.


B

transmitir todas as informações à adolescente sem considerar o contexto familiar, garantindo autonomia absoluta.


C

negociar com a mãe a forma e o momento da conversa, promovendo comunicação honesta e adequada ao nível de compreensão da paciente.


D

solicitar avaliação judicial para decidir sobre o direito de informação da adolescente.


E

delegar a comunicação exclusivamente ao serviço de psicologia hospitalar.

Uma unidade de terapia intensiva pediátrica observa aumento de casos de infecção por Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase. O Núcleo de Segurança do Paciente recomenda o reforço das medidas de precaução e a revisão dos protocolos assistenciais.


Considerando as recomendações vigentes da Anvisa e as boas práticas para prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde, qual deve ser a primeira medida horizontal prioritária para conter a disseminação desse patógeno?


A

Implantação imediata de banho diário com clorexidina a 2% em todos os pacientes.


B

Substituição dos antibióticos de profilaxia cirúrgica por carbapenêmicos.


C

Intensificação da adesão à higiene das mãos com monitoramento e feedback.


D

Isolamento universal com uso de avental e luvas em todos os pacientes internados.


E

Suspensão temporária de internações na UTI.

Recém-nascido prematuro em UTI apresenta anemia grave e necessidade de transfusão. De acordo com o caso, deve-se utilizar:


A

Qualquer bolsa disponível, sem considerar características especiais.


B

Apenas plasma fresco congelado, para corrigir anemia.


C

Apenas plaquetas, para corrigir anemia.


D

Apenas albumina, para corrigir anemia.


E

Hemocomponentes desleucotizados e irradiados, reduzindo risco de aloimunização e doença enxerto versus hospedeiro.

Um pré-escolar de 3 anos é trazido à emergência com início súbito de febre alta (40°C), disfagia, sialorreia intensa e voz abafada ("voz de batata quente"). A criança está sentada em posição de "tripé", ansiosa, com estridor inspiratório de tom baixo. A radiografia cervical lateral, se realizada, mostraria o "sinal do polegar". Qual é o diagnóstico e a conduta imediata para garantir a via aérea?


A

Epiglotite aguda; preparar para intubação orotraqueal em ambiente controlado (centro cirúrgico) por profissional experiente, evitando a manipulação da orofaringe.


B

Abscesso periamigdaliano; realizar punção e drenagem do abscesso sob anestesia local na sala de emergência.


C

Traqueíte bacteriana; iniciar antibioticoterapia endovenosa (Ceftriaxona e Vancomicina) e realizar broncoscopia para remoção de pseudomembranas.


D

Laringite aguda (Crupe); administrar dexametasona oral e adrenalina inalatória, e observar por 2 horas.

Um adolescente de 14 anos, recém-diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) de alta carga tumoral (Leucócitos > 100.000/mm³), é admitido na emergência com oligúria e elevação da creatinina (Insuficiência Renal Aguda - IRA). O pediatra suspeita de Síndrome de Lise Tumoral (SLT) espontânea. Qual é o perfil eletrolítico e metabólico clássico esperado nos exames laboratoriais deste paciente, que explica a nefropatia aguda?


A

Hipouricemia, Hipocalemia, Hipofosfatemia e Hipercalcemia.


B

Hiperfosfatemia, Hipercalcemia (produto cálcio-fósforo elevado), Hipouricemia e Alcalose Metabólica.


C

Hipercalemia, Hipernatremia, Hipoglicemia e Acidose Metabólica.


D

Hiperuricemia, Hipercalemia, Hiperfosfatemia e Hipocalcemia.

Um lactente de 3 meses de vida, previamente hígido, é trazido à emergência com sudorese excessiva durante as mamadas, taquipneia e baixo ganho ponderal. O exame físico revela taquicardia, ritmo de galope (B3) e crepitações pulmonares. O eletrocardiograma (ECG) revela a presença de ondas Q profundas e inversão de onda T em derivações D1 e aVL. Analise as afirmativas sobre a principal hipótese diagnóstica.


I.Os achados clínicos e eletrocardiográficos são clássicos da Anomalia da Artéria Coronária Esquerda originando-se da Artéria Pulmonar (ALCAPA).

II.A fisiopatologia da insuficiência cardíaca nesta condição decorre da isquemia miocárdica crônica, pois o ventrículo esquerdo é perfundido com sangue não oxigenado e de baixa pressão vindo da artéria pulmonar.

III.O tratamento é exclusivamente clínico com diuréticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECA), pois a correção cirúrgica é de alto risco.


Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:


A

I, II e III.


B

II e III.


C

I e II.


D

I e III.

Um paciente pediátrico de 6 anos é admitido na UTI Pediátrica com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA ou SARA) grave de origem pulmonar. O paciente é intubado e colocado em ventilação mecânica (VM). Sobre os princípios da estratégia de ventilação protetora para SARA nesta criança, analise as afirmativas a seguir.


I.O objetivo da estratégia é utilizar volumes correntes (VC) baixos (4 a 6 mL/kg de peso ideal) para evitar o volutrauma.

II.A estratégia de "hipercapnia permissiva" é aceita, tolerando-se níveis de PaCO2 acima do normal (ex: 50-70 mmHg) e pH (7,20-7,35), desde que o VC protetor seja mantido.

III.A pressão de platô (Pplat) deve ser mantida elevada (acima de 35 cmH2O) para garantir o recrutamento alveolar máximo.


Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:


A

I e II.


B

II e III.


C

I, II e III.


D

I e III.

Um lactente de 3 meses, com diarreia aguda, é admitido em choque hipovolêmico e desidratação grave. Após a expansão com 40 mL/kg de solução salina 0,9%, o paciente melhora a perfusão, mas os exames revelam Sódio (Na+) sérico de 172 mEq/L. Qual é o principal risco neurológico associado à correção desta hipernatremia grave e qual a meta de velocidade de correção?


A

Edema cerebral; a correção deve ser o mais rápida possível, visando Na+ 145 mEq/L nas primeiras 4 horas.


B

Edema cerebral; a velocidade de queda do Sódio (Na+) sérico não deve exceder 0,5 mEq/L/hora (ou 10-12 mEq/L em 24 horas).


C

Mielinólise pontina; a velocidade de queda do Sódio (Na+) sérico não deve exceder 2 mEq/L/hora.


D

Mielinólise pontina; a velocidade de queda do Sódio (Na+) sérico deve ser de 1 mEq/L/hora até a normalização.

Lactente feminino, 6 meses, apresenta apatia e palidez cutaneomucosa há aproximadamente 2 meses. Permaneceu em aleitamento materno exclusivo até os 2 meses de vida, quando iniciou leite de vaca, pois a mãe voltou a trabalhar. Traz exames laboratoriais que evidenciam anemia e deficiência de ferro.

Seguindo o Documento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre recomendações para o tratamento e prevenção da anemia ferropriva em lactentes (Atualização de 2026), o tratamento da anemia ferropriva nesse caso deve ser feito com


A

3 a 6 mg/kg/dia de ferro elementar e mantido por um período de 3 a 6 meses ou até normalização da hemoglobina e reposição adequada dos estoques de ferro.


B

3 a 6 mg/kg/dia de ferro elementar por 2 meses e deve haver um aumento de hemoglobina igual ou superior a 0,5g/dL após início do tratamento.


C

1 a 2 mg/kg/dia de ferro elementar, e um hemograma de controle deve ser realizado com 15 dias do início do tratamento, suspendendo-se a reposição se a hemoglobina estiver normal.


D

1 a 2 mg/kg/dia de ferro elementar, mantido por um período de 3 a 6 meses, quando se deve realizar um hemograma e dosar a ferritina, suspendendo a reposição se a ferritina e a hemoglobina estiverem normais.


E

3 a 6 mg/kg/dia de ferro elementar, e um aumento de hemoglobina igual ou superior a 0,5g/dL após 45 dias do início do tratamento deve ser observado.

Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas.

O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/L. Não há anemia e os leucócitos estão normais.

A hipótese diagnóstica mais provável é


A

leucemia linfoblástica aguda.


B

infecção por parvovírus B19.


C

púrpura trombocitopênica autoimune crônica.


D

vasculite por IgA.


E

púrpura trombocitopênica idiopática.

 
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