

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Paciente, portador de cardiopatia congênita e submetido a cirurgia de Norwood com 7 dias de vida, encontra-se internado em unidade de terapia intensiva em pós-operatório. Evolui com quadro de palidez, extremidades frias, tempo de enchimento capilar lentificado e taquicardia, com pulsos centrais palpáveis. No monitor apresenta-se com ritmo a seguir:

Baseando-se no diagnóstico eletrocardiográfico, qual a conduta imediata adequada?
Adenosina 0,1 mg/kg.
Desfibrilação 1 joule/kg.
Amiodarona 5 mg/kg.
Cardioversão sincronizada 0,5 joule/kg.
Paciente de 2 meses dá entrada no pronto-socorro com quadro de 4 dias de tosse e coriza, com piora há um dia, quando iniciou inapetência e sinais de desconforto respiratório. Irmão de 3 anos com sintomas gripais. Ao exame físico, está em regular estado geral, taquidispneico, com FR = 70 ipm, tiragens subdiafragmática e de fúrcula moderadas e SatO2 = 87%, em ar ambiente. Ausculta com estertores grossos e roncos difusos. Radiografia de tórax com sinais de hiperinsuflação. Não houve melhora após atendimento da fisioterapia. Nesse momento, foi instituído o cateter de alto fluxo.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a ação do cateter de alto fluxo, no caso relatado.
Aumento de espaço morto e possível aumento de shunt.
Diminuição do espaço morto e possível diminuição da resistência de vias aéreas.
Diminuição do espaço morto e possível diminuição do shunt.
Aumento do espaço morto e possível diminuição de resistência de vias aéreas.
Lactente de 18 meses de idade dá entrada no pronto atendimento com quadro de sonolência, pele fria e sudorese, iniciados há cerca de 2 horas. Pais relatam que a criança estava bem nos últimos dias, apenas com quadro de resfriado para o qual somente estavam administrando analgésicos e descongestionantes nasais. Na avaliação, paciente sonolenta, FC: 65 bpm, PA: 75 x 50 mmHg, FR: 25 irpm, SatO2: 95% em ar ambiente, T: 34,9 ºC.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta terapêutica imediata mais adequada para esse caso.
Lavagem gástrica.
Carvão ativado por via oral.
Naloxona.
Atropina.
Uma paciente de dois anos de idade e portadora de hidrocefalia adquirida após meningite, foi submetida à derivação ventriculoperitoneal (DVP) e apresentou, no 5.º dia de pós-operatório, vômitos, abaulamento de fontanela e irritabilidade.
Considerando a situação precedente, a complicação pósoperatória a ser considerada é a
constipação intestinal.
disfunção ou obstrução da válvula de DVP.
insuficiência adrenal aguda.
infecção do sistema urinário.
hiponatremia por SIADH (secreção inapropiada de ADH).
Um menino de nove anos de idade, previamente hígido, foi internado há 12 dias em UTI pediátrica com sepse por pneumonia complicada. Está em ventilação mecânica invasiva e apresenta cateter venoso central de inserção femoral para administração de drogas vasoativas e antibioticoterapia. Nas últimas 24 horas desenvolveu febre de 39 °C, taquicardia e sinais de hipoperfusão leve. Ao exame físico observam-se pontos de hiperemia e edema discretos ao redor do sítio de inserção do cateter, sem drenagem purulenta evidente. Hemograma mostra leucocitose com desvio à esquerda; PCR e procalcitonina estão elevadas. A equipe da UTI revisa a epidemiologia da unidade e observa aumento de infecções hospitalares por patógenos multirresistentes relacionados a cateter venoso central nos últimos meses. A comissão de controle de infecção hospitalar (CCIH) solicita medidas preventivas para reduzir a disseminação de germes multirresistentes e complicações relacionadas a dispositivos invasivos.
Com base na situação apresentada, assinale a opção que corresponde à estratégia a ser adotada para prevenção de infecções relacionadas a cateter venoso central em UTI pediátrica.
retirar o cateter imediatamente em todo paciente com febre, mesmo sem sinais claros de infecção
iniciar antibiótico de amplo espectro profilático em todos os pacientes com cateter
reforçar precauções de contato, higienização rigorosa das mãos antes e após manipulação do cateter e manutenção adequada do sítio de inserção
realizar culturas de vigilância do cateter semanalmente e aplicar isolamento apenas nos colonizados
substituir todos os cateteres por dispositivos impregnados com antimicrobiano
Um lactente de 6 kg é internado em UTI pediátrica com insuficiência renal aguda e instabilidade hemodinâmica. A equipe decide iniciar diálise peritoneal como terapia inicial de substituição renal. De acordo com as recomendações para início de DP em crianças, qual deve ser o volume inicial de troca de dialisato para esse paciente?
30 mL.
60 mL.
100 mL.
600 mL.
1.000 mL.
O médico está de plantão em uma unidade de terapia intensiva pediátrica e é chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente de 2 anos, internado por sepse de foco cutâneo. Ao avaliar o paciente, é identificado que ele se encontra em parada cardiorrespiratória, com o ritmo no monitor demonstrado a seguir:

O médico, então, inicia as compressões cardíacas. Segundo o protocolo PALS (Pediatric Advanced Life Support), assinale alternativa que apresenta a conduta adequada nesse caso.
Administração de Epinefrina 0,01 mg/kg EV (1:10.000).
Desfibrilação com carga de 2 joules/kg e administração de epinefrina após o 2o choque.
Administração de Epinefrina 0,1 mg/kg EV (1:10.000).
Desfibrilação com carga de 1 joule/kg e administração de epinefrina após o 2o choque.
Uma criança do sexo feminino, 4 anos, é levada ao pronto atendimento com história de febre há 48 horas, de até 38,8 ºC. Nas últimas 12 horas, os pais referem alteração do comportamento, incluindo episódios de confusão mental, irritabilidade e sonolência progressiva. Durante a avaliação na sala de emergência, a paciente apresentou pico febril e crise convulsiva focal, com necessidade de midazolam e fenitoína intravenosos para controle de crise. Após estabilização, foram solicitados exames complementares. Considerando o quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta as hipóteses diagnósticas mais prováveis.
Meningoencefalite e convulsão febril complexa.
Meningite bacteriana e convulsão febril complexa.
Meningoencefalite e crise convulsiva sintomática aguda.
Meningite bacteriana e crise convulsiva sintomática aguda.
Um paciente de 7 anos encontra-se internado em UTI pediátrica devido a queimaduras que acometem 40% da superfície corpórea. Está intubado e em ventilação mecânica, sem necessidade de drogas vasoativas. Nas últimas 24 horas, apresentou piora ventilatória importante (radiografia de tórax a seguir). Não apresenta disfunção hemodinâmica grave; ecocardiograma funcional sem alterações.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
No momento, encontra-se em modo assistido-controlado, pressão controlada, com os seguintes parâmetros: PEEP: 8 cmH2O; frequência respiratória: 30 irpm; pressão controlada (acima do PEEP): 18 cmH2O; tempo inspiratório: 0,8 s; FiO2: 100%; média de volume corrente: 7 mL/kg; pressão média das vias aéreas (Paw): 15 cmH2O. Gasometria arterial: pH: 7,24; pCO2: 60; pO2: 100; bic: 23; BE: –2; SatO2: 84%.
Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que contenha o valor mais adequado do Índice de Oxigenação (IO) e a melhor conduta ventilatória a ser instituída nesse momento.
IO: 15 – Aumentar PEEP para 10, tentar baixar PC para 15, objetivando volume corrente de 4 a 6 mL/kg por ciclo ventilatório, diminuir FR para 25; tolerar hipercapnia até pH de 7,2.
IO: 18 – Aumentar PEEP para 12, tentar baixar PC para 15, objetivando volume corrente de 4 a 6 mL/kg por ciclo ventilatório; tolerar hipercapnia até pH de 7,15.
IO = 15 – Aumentar PEEP para 10, aumentar PC para 20, objetivando melhora do volume corrente e da hipercapnia; diminuir FR para 22.
IO = 18 – Aumentar PEEP para 10, manter PC em 18, com alvo de volume corrente de 6 a 8 mL/kg por ciclo ventilatório; diminuir FR para 25.
Menino de 12 anos foi admitido no UTI pediátrico com histórico de infecções recorrentes, redução de peso, fadiga, vômitos, diarreia, sangramento ao escovar os dentes, hematomas pelo corpo, linfadenopatia e crise convulsiva há seis horas. Encontra-se febril, hipotenso, anúrico há 24 horas. Exames laboratoriais revelam hemoglobina glicada (Hb) = 6,2%, hematócrito (Hto) = 18%, plaquetas = 80.000, leucócitos = 140.000, ácido úrico = 12mg/dL, potássio = 7,5mEq/L, fósforo = 8,5mg/dL, cálcio total = 7mg/dL, lactato desidrogenase (LDH) = 5.000U/L, ureia = 150mg/dL, creatinina = 4mg/dL. Foi iniciado suporte inotrópico e vasopressor, como medida de reposição volêmica. No ecocardiograma funcional, foram observadas veia cava inferior distendida e sobrecarga de cavidades. Foi iniciada furosemida em infusão contínua. Sobre o diagnóstico e o tratamento nesse caso, é correto afirmar que:
a principal hipótese deve ser choque hemorrágico da dengue, considerando epidemiologia da doença, sangramento, hipotensão, febre e plaquetopenia
o paciente deve ser submetido a terapia de substituição renal (TSR) e medidas complementares para tratamento dos distúrbios metabólicos da síndrome de lise tumoral (SLT)
o diagnóstico provável é de leucemia mieloide aguda (LMA), mas sem critérios para síndrome de lise tumoral (SLT), uma vez que, para que este distúrbio ocorra, é necessária a destruição de células tumorais pelo tratamento quimioterápico prévio
independentemente da causa base desse quadro clínico, deve-se administrar alopurinol, hidratação agressiva e alcalinização urinária, objetivando pH urinário > 7, além de postergar ao máximo a terapia de substituição renal (TSR), utilizando albumina e furosemida em alta dose
Lactente de 10 meses, do sexo masculino, com histórico de desnutrição moderada (E/I e P/I com escore Z inferior a –2), já foi internado duas vezes por desidratação associada a diarreia aguda e outras duas por pneumonia. Entre os episódios, mantém tosse produtiva frequente e apresenta crises de broncoespasmo. Está com a vacinação completa e reside em área com saneamento precário.
Considerando os achados clínicos, assinale a alternativa correta em relação às possíveis hipóteses etiológicas.
As infecções respiratórias e gastrointestinais recorrentes são fortemente sugestivas de deficiência seletiva de IgA.
As pneumonias recorrentes podem ser justificadas pelo diagnóstico de asma, fator de predisposição a infecções secundárias.
Os episódios de broncoespasmo podem ser secundários a inflamação brônquica da fibrose cística.
Saneamento básico limitado com infecção parasitária recorrente (giardíase) justificariam per se os sintomas.
Paciente, previamente hígido, foi diagnosticado com dengue após ter sido atendido em uma Unidade de pronto atendimento com quadro de febre, cefaleia e mialgia. No 5o dia de sintomas, apresentou quadro de vômitos, dor abdominal e icterícia, o que motivou nova ida ao pronto atendimento. Ao exame físico apresentava-se em regular estado geral, descorado: 2+/4+, ictérico: 3+/4+, com sangramento gengival, abdome doloroso em região de hipocôndrio direito e fígado palpável a 3 cm do rebordo costal. Foram solicitados exames que evidenciaram: TGO: 2.000U/L; TGP: 4.500U/L; bilirrubina total: 8 mg/dL (às custas de bilirrubina direta); INR: 3. Paciente foi transferido para leito de UTI pediátrica para continuidade dos cuidados.
Para estabelecer o diagnóstico de insuficiência hepática aguda nesse caso, é correto dizer que a encefalopatia hepática
é obrigatória já na primeira semana de evolução do quadro.
exclui esse diagnóstico, caso presente.
não é obrigatória para a definição do diagnóstico.
deve estar presente em até 3 meses após o início dos sintomas.
Paciente de 6 anos, previamente hígido, admitido recentemente na UTI pediátrica por choque séptico de foco pulmonar. No momento está intubado, recebendo adrenalina contínua em acesso intraósseo, com indicação de passagem de acesso venoso central. Exames iniciais com hemoglobina = 9,3 g/dL; hematócrito = 30,4%; plaquetas = 52.000/mm3; INR (International Normalized Ratio) do Tempo de Protrombina = 2,1. Não apresenta sangramentos ativos.
Assinale a alternativa que descreve a conduta adequada nesse caso, no que se refere ao uso de hemoderivados antes da passagem do cateter venoso central.
Deve-se transfundir plaquetas e plasma fresco congelado.
Deve-se transfundir apenas plaquetas.
Não está indicada transfusão de plaquetas ou plasma fresco congelado.
Deve-se transfundir apenas plasma fresco congelado.
Considere os dois casos a seguir:
• Caso 1: lactente de 2 meses, em aleitamento misto, apresenta, há um mês, crostas oleosas aderentes no couro cabeludo e descamação leve em glabela. Bom estado geral.
• Caso 2: lactente em aleitamento materno exclusivo apresenta lesões eczematosas na face e fossas cubitais desde o segundo mês de vida. Apresenta prurido, leve irritabilidade e escore Z de peso entre –2 e –3.
Considerando os diagnósticos prováveis, qual é a conduta terapêutica correta?
Suspender a fórmula e manter aleitamento materno exclusivo no caso 1.
Utilizar corticosteroide tópico ou inibidores de calcineurina no caso 2.
Prescrever corticosteroide oral de curta duração para ambos os casos.
Orientar dieta de exclusão de leite de vaca pela mãe em ambos os casos.
Prematuro, pesando 1.200 g, com doença da membrana hialina e manifestações de insuficiência respiratória, necessitou de ventilação mecânica. A evolução clínica inicial foi satisfatória, com diminuição dos parâmetros do respirador. No 4o dia de vida, subitamente apresentou taquipneia, estertores crepitantes difusos e bilaterais, sopro sistólico na área infraclavicular esquerda (2+/4+) e má perfusão periférica. Tinha pulso periférico amplo. O fígado era facilmente palpável 5 cm abaixo do rebordo costal direito. Essa descompensação clínica provavelmente foi causada pela presença de
padrão de circulação fetal.
comunicação interatrial.
persistência de canal arterioso.
tetralogia de Fallot.
Uma criança de quatro anos de idade foi internada com quadro de pneumonia comunitária grave, com instabilidade hemodinâmica e necessidade de droga vasoativa (DVA), sendo indicada realização de acesso venoso central para administração de DVA e antibioticoterapia.
Com base na situação precedente, assinale a opção que apresenta a medida indicada para a redução de complicações mecânicas durante punção venosa central.
decúbito dorsal com Trendelemburg de 30° em qualquer faixa etária
punção às cegas realizada pelo operador mais experiente da equipe
dilatação ampliada do trajeto para facilitar o introdutor
profilaxia antibiótica pré-punção
ultrassonografia em tempo real para guiar a punção
Um adolescente de treze anos de idade chega ao serviço de emergência com história de uma semana de polidipsia e polifagia, associada a perda de peso progressiva. Relata, ainda, que há um dia desenvolveu fraqueza muscular importante e desconforto respiratório. Os exames laboratoriais revelaram: glicemia 508 mg/dl; gasometria arterial: pH 7,04; pCO2 17 mmHg e bicarbonato 7 mEq/L; eletrólitos: sódio 162 mEq/L e potássio 3,0 mEq/L.
A partir do quadro clínico apresentado e dos achados laboratoriais, é correto afirmar que o diagnóstico mais provável para o paciente em questão é de
pancreatite aguda.
acidose láctica.
intoxicação por salicilato.
cetoacidose diabética.
síndrome hiperosmolar hiperglicêmica.
Um lactente procedente do centro cirúrgico foi, após cistoscopia para correção de ureterocele, admitido na UTI apresentando perfuração da bexiga e extravasamento do soro na cavidade abdominal. O paciente estava entubado e em ventilação mecânica. A frequência cardíaca era de 173 batimentos por minuto com QRS alargado no monitor. Após 30 minutos, o lactente evoluiu com bradicardia sintomática, seguida rapidamente por taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) e, por fim, fibrilação ventricular (FV).
Considerando o provável mecanismo fisiopatológico desencadeante dos eventos mencionados na situação hipotética precedente, assinale a opção que apresenta a conduta de escolha no manejo da parada cardiorrespiratória do paciente em apreço.
administrar fluidos em bolus rapidamente para corrigir a hipovolemia, provável causa da parada cardiorrespiratória
administrar amiodarona 5 mg/kg EV em bolus para tratar taquicardia ventricular
suspeitar de hipercalemia e administrar cloreto de cálcio 20 mg/kg EV e bicarbonato de sódio 1 mEq/kg EV
suspeitar de pneumotórax hipertensivo e realizar imediatamente paracentese de alívio
realizar cardioversão sincronizada inicial com 2 J/kg e, se não houver conversão para ritmo sinusal, repetir com 4 J/kg
Uma criança indígena de dois anos de idade, com gastroenterite aguda há três dias, é admitida na UTI com letargia, mucosas secas, enchimento capilar de 3 segundos e oligúria. Apresenta história de microcefalia e atraso de desenvolvimento. Os resultados dos exames laboratoriais foram: gasometria (pH 7,35; pCO2 22; pO2 67; bicarbonato 15 mEq/L); Na 176 mEq/L; Cl 156 mEq/L; K 2,8 mEq/L e Cai 1,21 mmol/L.
Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção que apresenta a conduta recomendada para o manejo do paciente em questão.
infusão de bicarbonato de sódio para corrigir provável acidose metabólica associada à desidratação
infusão rápida de 20 mL/kg de soro fisiológico a 0,9% em 20 minutos para corrigir o choque hipovolêmico
nfusão de solução isotônica (soro fisiológico a 0,9%) com suplementação de potássio, ajustando-se a velocidade para uma redução gradual da natremia
administração de antagonistas da aldosterona para corrigir a hipocalemia, seguida de reposição volêmica lenta
infusão lenta de solução hipotônica (ex: soro glicosado a 5% com NaCl a 0,45%) para reduzir a natremia de forma gradual
Um menino de oito anos de idade, após sofrer uma queda de uma rede na qual se balançava, é admitido no box de emergência com trauma contuso no flanco direito há 24 horas. Apresenta dor local, mas encontra-se hemodinamicamente estável. Os exames de imagem (USG) de abdome revelam os seguintes achados: lesão heterogênea de 4,3 cm nos segmentos VI/VII do fígado e moderada quantidade de líquido livre intra-abdominal. Já nos exames laboratoriais, são obtidos os seguintes resultados: Hb 11,3 g/dL, Ht 33,1%, plaquetas 246.000, TGO 407 H/L, TGP 552 U/L. O paciente é, então, diagnosticado com trauma hepático grau III (AAST) e internado para observação.
Com base na situação hipotética precedente e considerando a estabilidade hemodinâmica do paciente, assinale a opção que apresenta a conduta recomendada.
laparoscopia diagnóstica para avaliação da extensão da lesão
punção aspirativa com agulha (paracentese) para drenagem do líquido livre intra-abdominal
laparoscopia diagnóstica para avaliação da extensão da lesão e tratamento não operatório (TNO) com observação rigorosa em ambiente hospitalar
laparotomia exploradora imediata para sutura hepática e hemostasia
realização urgente de uma angiografia para embolização arterial seletiva