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A terapia de contagem de carboidratos é uma forma de controlar o diabetes mellitus (DM) por meio da alimentação para aqueles indivíduos em uso de insulinoterapia e hipoglicemiante oral. Conhecendo todas as condições necessárias para realizar a contagem de carboidratos, o nutricionista deve:
I. solicitar o registro diário de alimentos, da dose de insulina, da atividade física e da monitoração da glicemia para conhecer os hábitos alimentares e identificar os erros na relação entre dose de insulina, alimentação e atividade física;
II. elaborar um plano alimentar saudável de forma individualizada, de modo a atender as necessidades nutricionais, o controle da glicemia e a prevenção das complicações crônicas do DM;
III. adequar a quantidade de carboidrato por refeição, auxiliar a compreensão das tabelas de composição de alimentos e orientar as substituições alimentares, tornando a alimentação mais variada e flexível;
IV. treinar a leitura de rótulos de alimentos industrializados, analisando as quantidades de carboidratos, gorduras e proteínas presentes em cada porção do alimento, o teor de sódio e valor energético de cada porção, checando se o tamanho da porção especificada no rótulo corresponde a que será consumida.
Dos itens, verifica-se que está(ão) correto(s)
II, apenas.
IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Paciente, 52 anos, sexo feminino, com índice de massa corporal IMC = 35,2 Kg/m², glicemia de jejum: 116,0 mg/dL e pressão arterial: 145/90 mmHg, procura atendimento no ambulatório de nutrição por encaminhamento médico para tratamento nutricional da obesidade. Ela nunca realizou tratamento prévio para controle dessa doença. Assinale a alternativa que apresenta a estratégia nutricional mais adequada no manejo da obesidade para essa paciente.
Estabelecer meta de perda de peso de 20% do peso inicial; prescrever plano alimentar de até 1.000 Kcal/dia; restringir o consumo de bebidas açucaradas; suplementar minerais e vitaminas; estimular prática de atividade física.
Estabelecer meta de perda de peso de 5 a 10% do peso inicial; fracionar o plano alimentar em 03 refeições diárias; estabelecer o consumo de carboidratos até 40% do valor energético total (VET); limitar o consumo diário de sódio até 2.000 mg.
Prescrever plano alimentar de até 1.000 Kcal/dia; estabelecer o consumo de carboidratos até 40% do valor energético total (VET), proteínas até 20% do VET e gorduras 20 a 25% do VET; restringir o consumo de bebidas açucaradas e de sódio; suplementar minerais e vitaminas.
Estabelecer meta de perda de peso de 5 a 10% do peso inicial; diminuir densidade energética da alimentação; aumentar o consumo de fibras, frutas e vegetais; restringir o consumo de bebidas açucaradas e de alimentos com alto índice glicêmico; limitar o consumo total de gorduras e de sódio.
Prescrever plano alimentar hiperproteico com o consumo de carboidratos até 40% do valor energético total (VET); restringir o consumo de bebidas açucaradas e de alimentos com alto índice glicêmico; suplementar minerais e vitaminas; limitar o consumo total de gorduras e de sódio; estimular prática de atividade física.
No caso da gastrite atrófica, o nível de vitamina B12 deve ser avaliado, pois a falta de fator intrínseco e de ácido resulta em má absorção dessa vitamina.
Para pacientes com insuficiência cardíaca, a recomendação de sódio no plano alimentar varia de 1.200 mg/dia a 2.500 mg/dia.