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Conforme a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), como medidas de controle da hipercolesterolemia, a dieta deve ser
isenta de ácidos graxos trans, com menos de 10% do valor calórico total (VCT) de ácidos graxos saturados para indivíduos saudáveis e menos de 7% do VCT para aqueles que apresentam risco cardiovascular aumentado.
isenta de ácidos graxos trans, com valores entre 10% e 12% do VCT de ácidos graxos saturados para indivíduos saudáveis e menos de 7% do VCT para aqueles que apresentam risco cardiovascular aumentado.
com até 2% de ácidos graxos trans, com valores até 20% do VCT de ácidos graxos saturados para indivíduos saudáveis e entre 7% e 10% do VCT para aqueles que apresentam risco cardiovascular aumentado.
isenta de ácidos graxos trans e de açúcares, independente do risco cardiovascular, porém, rica em fibras solúveis e insolúveis.
Baseado em estudos com grau forte de evidência e de recomendação e nos quais o efeito benéfico do tratamento é bem maior que o risco, a Diretriz Brasileira de Obesidade (2016) recomenda como tratamento alimentar a ser administrado/ feito para controle da obesidade, dietas
ricas em gordura e pobres em carboidrato, dieta do índice glicêmico, jejum intermitente, dieta sem glúten e dieta sem lactose.
hipocalóricas (<800 kcal por dia) usadas em circunstâncias muito limitadas, com internação, supervisão e monitorização do paciente, devido à perda rápida de peso que pode levar a complicações de saúde.
hipolipídicas, dieta DASH e dieta com gorduras modificadas tipo do mediterrâneo, que podem levar a diferentes melhoras de fatores de risco cardiometabólicos.
compostas de 20% a 30% de gorduras, 55% a 60% de carboidratos e 15% a 20% de proteínas, promovendo um déficit de 500 a 1.000 kcal/dia.
De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), quais são as recomendações dietéticas para o tratamento das dislipidemias para indivíduos que apresentam aumento dos valores de LDL-c e/ou presença de comorbidades?
Menos de 45% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; até 10% de proteínas e 40% de gorduras com alto teor de ácidos graxos polinsaturados.
Entre 45-60% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; 15% de proteínas e entre 25-35% de gorduras, sendo menos de 7% de ácidos graxos saturados.
Entre 60-70% de carboidratos sem adição de açúcares simples; entre 15-25% de proteínas e entre 25- 35% de gorduras, sendo menos de 7% de ácidos graxos saturados.
Entre 60-70% de carboidratos, com menos de 10% de açúcares de adição; entre 20-30% de proteínas de alto valor biológico e isenção de gorduras.
O tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial (HA) envolve controle ponderal, medidas nutricionais, prática de atividades físicas, cessação do tabagismo, controle de estresse, entre outros. A 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial considera que o sucesso do tratamento da HA com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável, por isso, recomenda a adoção da dieta
DASH.
mediterrânea.
low carb.
vegetariana.
A nutrição no paciente politraumatizado deve ter por objetivo:
evitar a intolerância alimentar.
impedir a deterioração da massa celular corporal.
promover o ganho de peso do paciente.
evitar complicações metabólicas.