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O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foi implementado em 1955, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, por meio da oferta da alimentação escolar e de ações de educação nutricional e alimentar nas escolas. São atendidos pelo programa os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias, por meio da transferência de recursos financeiros. O valor repassado pela União a Estados e Municípios é referente a cada dia letivo por aluno, de acordo com a etapa escolar e a modalidade de ensino. Qual, entre as modalidades de ensino seguintes, recebe o maior valor de repasse por aluno?
Escolas indígenas e quilombolas.
Creches.
Alunos do programa Mais Educação.
Pré-escolares.
Ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos.
Na agenda programática do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), com a Portaria GM nº 154, de 24 de janeiro de 2008 e republicada em 04 de março de 2008, as ações de alimentação e nutrição incluídas no âmbito municipal, ainda que implementadas de maneira fragmentada e não universal, são:
a orientação para o aleitamento materno; a vigilância alimentar e nutricional (SISVAN); a avaliação física e nutricional individualizada; a aplicação de palestras de grupos (risco nutricional, hipertensos, diabéticos, entre outros); e a indicação de intervenção hospitalar, quando necessária.
o incentivo, o apoio e a proteção ao aleitamento materno; a vigilância alimentar e nutricional (SISVAN); programas de suplementação medicamentosa de micronutrientes; o cuidado nutricional em programas de saúde para grupos populacionais específicos; e o acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família.
a orientação para o aleitamento materno; a vigilância ponderai com avaliação física e nutricional individualizada; a aplicação de palestras de grupos (risco nutricional, hipertensos, diabéticos, entre outros); e o atendimento domiciliar com equipe multidisciplinar.
a vigilância alimentar e nutricional (SISVAN); a análise física e laboratorial individualizada; a orientação para o aleitamento materno e/ou escolha e diluição da fórmula infantil indicada; e o atendimento domiciliar com equipe multidisciplinar.
o incentivo, o apoio e a proteção ao aleitamento materno; o atendimento domiciliar com equipe multidisciplinar; a indicação de intervenção hospitalar quando necessária; e o acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família.
Por meio das pesquisas de orçamento familiar (POF), obtêm- -se informações gerais sobre domicílios, famílias e pessoas, hábitos de consumo, despesas e recebimentos das famílias pesquisadas, tendo como unidade de coleta os domicílios. Os resultados da última POF, realizada nos anos de 2008 e 2009, mostraram que
em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
o déficit de altura (importante indicador de desnutrição) subiu de 15,4% (1974-75) para 27,5% (2008-09) entre meninos e de 13,3% para 19,8% nas meninas.
o excesso de peso foi mais evidente nos homens com menor rendimento (61,8%) e apresentou bastante variação para as mulheres em todas as faixas de renda.
em 2008-09, o excesso de peso atingiu cerca de 25% dos homens e das mulheres. Eram obesos 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres.
o aumento de peso em adolescentes de 10 a 19 anos manteve-se praticamente estável nos últimos 34 anos. Isso é mais perceptível no sexo masculino, em que o índice manteve-se em torno de 16%.

Entre as mulheres, a tendência de aumento de excesso de peso foi interrompida entre as medições de 1989 e de 2002-2003. Contudo, observou-se retorno da tendência de aumento em 2008-2009.
A prevalência de obesidade entre as mulheres (índice de massa corporal igual ou superior a 30 kg/m2) sempre foi superior àquela entre os homens. Isso é esperado em função da diferença da composição corporal entre os sexos.
Considerando os quatro períodos, é possível afirmar que a prevalência da obesidade entre as mulheres tende a se estabilizar na região Sudeste, o que é um comportamento diferente do detectado nas outras regiões brasileiras.
Declínios contínuos do déficit de peso são registrados para ambos os sexos na região Sudeste, mas apenas para os homens é possível afirmar que já houve controle da desnutrição na população adulta.
Aumentos contínuos na prevalência do excesso de peso e da obesidade são observados entre os homens da região Sudeste. Atualmente mais da metade da população adulta apresenta índice de massa corporal entre 25 e 30 kg/m2.
O consumo frequente e em grande quantidade de gorduras, açúcar e sal aumenta o risco de doenças como obesidade, hipertensão arterial, diabetes e doenças do coração.
Acerca desse tema, assinale a opção correta, considerando a diretriz específica estabelecida pelo Ministério da Saúde no guia alimentar para a população brasileira.Com base nas necessidades de ingestão de iodo, ficou estabelecido no guia que o consumo de diário de sódio deve ser de, no máximo, 5 g.
O controle do consumo de açúcar inclui também a ingestão de frutas muito doces, como o caqui. Segundo esse controle, a ingestão de açúcar não deve ultrapassar 5% do valor energético total da dieta.
A hidrogenação das gorduras (gorduras trans) diminui o tempo de prateleira dos produtos, o que representa um dos motivos que justificam o não consumo desse tipo de gordura.
A contribuição de gorduras e óleos de todas as fontes não deve ultrapassar os limites de 15 a 30% da energia total da alimentação diária.
No guia, é recomendada a substituição do sal comum (cloreto de sódio) pelo sal de potássio, nos casos de indivíduos hipertensos. Para os normotensos, o uso do sal light provoca hipercalemia.
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) tem por pressupostos o Direito Humano à Saúde e o Direito Humano à Alimentação Adequada. É orientada pelos princípios doutrinários e organizativos do SUS e tem como propósito a melhoria das condições alimentares, nutricionais e de saúde da população brasileira. A PNAN estabelece Diretrizes que integram linhas de ações para o cumprimento de seu propósito. Identifique abaixo a afirmação que está em consonância com as Diretrizes da PNAN:
A atuação das equipes de saúde com relação à Promoção da Alimentação Adequada e Saudável (PAAS) deve priorizar as ações desenvolvidas nas Unidades Básicas de Saúde
A atenção nutricional deve fazer parte do cuidado integral na Rede de Atenção à Saúde (RAS), tendo a Atenção Básica como coordenadora do cuidado e ordenadora da rede
A articulação e cooperação entre o SUS e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) independe da implementação das diretrizes da PNAN
As ações de monitoramento da publicidade e propaganda de alimentos não fazem parte do escopo da PNAN
Funcionários da secretaria de saúde foram convidados a preencher um questionário referente aos seus hábitos de vida, entre os quais se avaliou o consumo de frutas, legumes e verduras (FLV). A partir dessa análise preliminar, foram formados dois grupos: um, formado por quatro mil funcionários que consumiam menos que 400 g de FLV por dia; outro, composto por setecentos empregados que consumiam FVL na quantidade recomendada. Decorridos dez anos, observou-se que o consumo de FVL foi inversamente relacionado ao risco de eventos coronarianos. Considerando-se o delineamento da pesquisa descrita, o tipo de estudo que caracteriza essa investigação é
ensaio clínico randomizado.
estudo de caso-controle.
estudo ecológico.
estudo de coorte.
estudo quase-experimental.