

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A fluoretação da água de abastecimento é um bom método de prevenção contra a cárie dental, para eficiência do método e segurança da população é necessário que o teor de flúor presente na água esteja nos valores ideais. Qual são esses valores?
1,2- 2,0ppm.
0,7-1,2ppm.
0,05ppm.
1,23ppm.
É INCORRETO afirmar que a ação do flúor no controle da cárie é:
É importante que a gestante utilize medicamentos ou suplementos contendo flúor para beneficiar os dentes do bebê.
A capacidade biológica da saliva de proteger a estrutura mineral dos dentes é aumentada na presença do flúor, que, além de proteger contra a dissolução de minerais do esmalte dentário, promove uma aceleração no processo de remineralização.
Quando a água adequadamente fluoretada é ingerida continuamente ou se faz uso regular de creme dental fluoretado, propicia-se a presença constante de flúor na saliva, mudando suas propriedades físico-químicas e dessa forma, potencializando a remineralizaçao do esmalte dentário,frente a um desafio cariogenico.
Hoje é consenso na literatura que, em vez de “fortalecer os dentes” através da fluoretação do esmalte, com o objetivo de produzir altos níveis de flúor incorporado, o método que se revela mais efetivo para controle da cárie dentária é manter um suprimento constante de baixos teores de flúor na cavidade bucal, particularmente na interface biofilme/saliva/esmalte.
Sobre o papel do flúor na redução da cárie dentária, Nadanosvsky (2013) afirma que:
Houve variação de mais de 60% no declínio da cárie, na década de 70, em diferentes países, explicada pela proporção de dentifrícios que possuíam flúor.
A cárie diminui apenas na presença de bochechos de flúor e de outras forma de aplicação de flúor tópico.
A cárie diminuiu apenas pela ampliação de acesso a tratamento odontológico de qualidade.
Se o uso de dentifrício fluoretado tivesse sido a única razão para o declínio da cárie, essa redução deveria ter parado nas gerações expostas desde cedo a ele.
Estudos efetivados em diferentes classes sociais mostram que a velocidade de redução de cárie é maior nas classes mais altas, independente do flúor na água.
Os fluoretos, forma iônica do elemento químico flúor, são os principais responsáveis pelo declínio da cárie dentária em países desenvolvidos e também no Brasil. Com relação a esse tema, considere as seguintes afirmativas:
1. O fluoreto é acumulado no biofilme, onde ocorre a sua ampla ação antibacteriana, com eliminação de microrganismos cariogênicos.
2. A ingestão de fluoretos resulta na sua incorporação imediata ao esmalte e à dentina, tornando os dentes mais resistentes ao ataque ácido.
3. A escovação frequente com dentifrício fluoretado alia a remoção mecânica do biofilme dental com a presença constante de íons flúor na cavidade bucal, sendo um método importante no controle da doença cárie.
4. Bochechos diários de NaF a 0,05%, em combinação com dentifrícios fluoretados, são recomendados para indivíduos de alto risco de cárie, por exemplo, aqueles usando aparelhos ortodônticos fixos.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Sobre a utilização sistêmica do flúor na prevenção da cárie, é correto dizer que:
Nos jovens a quantidade de flúor no sangue é menor que nos adultos;
A maior quantidade de flúor no corpo humano se deposita nos tecidos moles;
Como o período de maturação pré-eruptiva do dente permanente é menor do que o do dente decíduo, os níveis de flúor nos dentes permanentes são sempre menores do que nos decíduos;
Dentes recém-erupcionados tem mais flúor na região cervical;
Dentina e cemento tem menor quantidade de flúor do que o esmalte.
O verniz fluoretado possui como principal característica:
Ser de difícil remoção.
Não poder ser usado em crianças.
Demorar mais que dois minutos para atingir o tempo de endurecimento.
Permanecer em contato com os dentes por mais tempo que o gel fluoretado.
A descoberta do flúor como agente anticariogênico pode ser considerada como um dos principais avanços na área de saúde pública. Entretanto, o consumo crônico excessivo de flúor durante o período de mineralização dos dentes pode levar à fluorose dentária, que se caracteriza por alterações no esmalte dentário que vão desde linhas esbranquiçadas finas ao longo das periquimáceas do esmalte, até a sua destruição total, além da presença de manchas escuras. Qual é o nível de ingestão diária de flúor considerado ótimo?
5 a 7 mg/kg/dia.
0,5 a 0,7 mg/kg/dia.
0,05 a 0,07 mg/kg/dia.
0,005 a 0,007 mg/kg/dia.
Tendo em vista o risco de cárie dentária apresentado por este paciente, indica-se o uso de dentifrício fluoretado, que promove a interferência do fluoreto na desremineralização por meio de alguns processos, como a
reação do flúor com a superfície dentária, formando uma pequena quantidade de fluoreto de sódio.
liberação de fluoreto a partir da ionização em contato com a água do dentifrício contendo monofluorfostato de sódio.
reação do flúor com o biofilme dental, formando uma pequena quantidade de fluoreto de cálcio.
formação de reservatórios de fluoreto quando o flúor, em associação com o cálcio, se deposita no biofilme residual não removido.
liberação de fluoreto a partir da ação de enzimas fosfatases presentes na cavidade bucal pelo uso de dentifrício contendo fluoreto de sódio.
Durante um breve descuido da equipe de saúde bucal, paciente com 5 anos de idade, sexo feminino, com peso corpóreo estimado em 20 kg, ingeriu, acidentalmente, cerca de 2,5 g de gel fluoretado, dosado para preencher uma moldeira. Estima-se que a quantidade de flúor ingerido foi de 1,53 mg/kg. O atendimento imediato desta criança requer
administração de glicose para aumentar a excreção de fluoreto.
indução ao vômito e internação hospitalar.
injeção intravenosa de gluconato de cálcio a 20%.
monitoramento cardíaco para prevenção de colapso cardiovascular.
administração de cálcio por via oral e observação por uma hora.
A mãe de paciente com 4 anos de idade, sexo feminino, relata que, em sua cidade, a água de abastecimento público não é fluoretada. Com relação aos hábitos dietéticos, a mãe refere que a criança consome bolachas e chocolates, diariamente. Levando em consideração o princípio do uso racional do flúor na prevenção de cárie dentária, no caso desta criança, o cirurgião-dentista deve recomendar
a suplementação de flúor por meio do uso diário de comprimidos fluoretados, até os 13 anos de idade.
a aplicação caseira de flúor fostato acidulado a 1,23% em gel com frequência mensal, evitando comer ou beber por 30 minutos após a aplicação.
a manutenção de fluoreto em concentrações baixas e constantes no meio bucal, o que é obtido com o uso de dentifrício com 1.100 ppm de flúor.
o uso de bochechos diários com solução de fluoreto de sódio a 0,05% e aplicação mensal profissional de gel de flúor fosfato acidulado a 1,23%.
a adoção de duas vias de uso de fluoreto, sendo uma sistêmica, como os suplementos de flúor, e outra tópica, como o selante fluoretado.
De acordo com as diretrizes de saúde bucal do Ministério da Saúde, deve-se considerar a aplicação tópica de flúor com abrangência universal quando se constatar:
CPOD até 2 em crianças.
exposição a flúor na água há mais de 5 anos.
índices de indivíduos livres de cárie numa porcentagem de 60% da população.
exposição a água de abastecimento contendo até 0,54 ppmF.
CPOD não mensurável nas populações indígenas.
A medida de maior impacto para o controle do desenvolvimento da cárie tem sido o uso do flúor (CURY, 2001). Sobre o flúor não é correto afirmar:
Tendo em vista que o flúor não impede a perda de mineral, mas a reduz de maneira significativa, a ausência total de cárie seria mais bem explicada quando simultaneamente ao uso de flúor, é seguida uma disciplina de consumo de açúcar.
A capacidade remineralizante da saliva é melhorada pelo aumento do fluxo salivar e é ativada pela presença de flúor. Assim, o flúor aumenta de 2 a 4 vezes a capacidade da saliva de repor minerais perdidos pelos dentes.
O uso de flúor leva a uma redução significativa da perda de mineral, que pode manter-se num estágio subclínico ou se manifestar como lesão de mancha branca de cárie paralisada.
Toda vez que o flúor tópico é utilizado, ocorre uma reação química com a estrtura desmineralizada dos dentes, formando o fluoreto de potássio.
Um creme dental, para ser considerado eficaz na prevenção das cáries em crianças, deve ter uma concentração de flúor entre
500‐600 ppm.
600‐700 ppm.
700‐800 ppm.
850‐950 ppm.
1000‐1100 ppm.
Com relação ao uso, à administração e à ação do flúor, NÃO é correto afirmar:
Outros sistemas de liberação de flúor, como os bochechos e géis, devem ser vistos como coadjuvantes no uso do dentifrício, e não uma alternativa, e devem ser usados predominantemente por indivíduos e grupos com alto risco de cárie.
Crianças criadas em áreas com suprimento de flúor durante a formação dos dentes, quando se mudam para áreas sem suprimento, continuam apresentando resistência aumentada para cárie.
O flúor pode ser otimizado como agente terapêutico, escolhendo-se um regime que garanta baixas concentrações de flúor com alta frequência na cavidade bucal.
O modo primário de ação do flúor é tópico e existe pouco ou nenhum benefício a ser ganho pela sua deglutição.
Com relação à aplicação tópica de flúor, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O flúor gel pode ser aplicado com algodão (sob isolamento relativo), com moldeira ou com escova.
( ) O modo de aplicação escolhido não influencia no potencial de inativação de uma lesão cariosa.
( ) A ingestão de grandes quantidades de flúor durante um atendimento odontológico pode levar à fluorose dentária.
As afirmativas são, respectivamente,
V, V e V.
V, V e F.
V, F e F.
F, F e V.
F, V e V.
Quanto à concentração e uso do flúor, NÃO é correto afirmar:
A concentração de flúor aumenta nas camadas superficiais hígidas e diminui quando ocorre processo de desmineralização e remineralização.
Uma vez que o esmalte humano já está formado e mineralizado, seu conteúdo de flúor só pode ser alterado permanentemente em funções dos traumas químicos ou pela ação mecânica abrasiva.
Dentes com formas mais severas de fluorose podem ter níveis mais significativos de flúor no esmalte do que aqueles com formas menos severas, e essa diferença é mantida na intimidade do esmalte.
As concentrações de flúor refletem a exposição ao flúor durante o desenvolvimento dentário, portanto, quanto maior a dose de flúor no desenvolvimento, maior a sua concentração a ser encontrada no esmalte.