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Assinale a alternativa que apresenta uma asserção que expressa corretamente a perspectiva de Ferreiro e Teberosky (1985) sobre a aprendizagem da escrita e da leitura.
A alfabetização é um processo que situa a criança de forma essencialmente passiva, já que a língua é um código fabricado por outros.
A leitura implica essencialmente decifrar sinais gráficos, enquanto a escrita consiste em reproduzir formas visuais.
As crianças possuem conceitualizações sobre a natureza da escrita muito antes da intervenção de um ensino sistemático.
Os métodos sintéticos, que partem de elementos menores que a palavra (sílabas ou letras), são os mais eficazes no processo alfabetizador.
Desde o início do processo de alfabetização, a escrita é considerada pela criança como uma réplica fiel do enunciado oral.
Sobre a dislexia, assinale a afirmativa CORRETA:
A dislexia é causada por baixa inteligência ou falta de interesse pela leitura.
Caracteriza-se por dificuldades na leitura e escrita, incluindo trocas ou omissões de letras e sílabas.
Não há estratégias de intervenção eficazes, pois a dislexia é um distúrbio irreversível.
O diagnóstico deve ser feito apenas com testes de QI sem necessidade de observação ou entrevistas.
Leia o trecho abaixo e faça o que se pede:
Ler mapas, como se fossem um texto escrito, ao contrário do que parece, não é uma atividade tão simples assim; para que isso ocorra, faz-se necessário aprender, além do alfabeto cartográfico, a leitura propriamente dita, entendida aqui não apenas como mera decodificação de símbolos. As noções, as habilidades e os conceitos de orientação e localização geográficas fazem parte de um conjunto de conhecimentos necessários, juntamente com muitos outros conceitos e informações, para que a leitura de mapas ocorra de forma que o aluno possa construir um entendimento geográfico da realidade.
(SOUZA, José Gilberto de; KATUTA, Ângela Massumi. Geografia e conhecimentos cartográficos: A cartografia no movimento de renovação da geografia brasileira e a importância do uso de mapas. São Paulo: Editora UNESP).
Em um ambiente escolar, além do alfabeto cartográfico, indique a alternativa a seguir que o(a) professor(a) pode utilizar pedagogicamente como um elemento essencial para interpretar mapas de forma eficiente e analisar as dinâmicas espaciais:
Desenvolver a aquisição de noções, habilidades e conceitos relacionados à orientação e localização geográficas, integrando outros conhecimentos essenciais para a compreensão dos mapas.
Elaborar atividades que envolvam o uso de tecnologias avançadas que substituem completamente a leitura cartográfica manual, adotando métodos automatizados de interpretação.
Praticar habilidades de matemática avançada por meio de exercícios desafiadores, considerados fundamentais para a interpretação básica de mapas temáticos diversos em sala de aula.
Trabalhar com a interpretação de mapa fundamentada na memorização de todos os elementos presentes no mapa, priorizando essa prática em detrimento da análise do contexto geográfico.
Qual das alternativas descreve corretamente uma característica da disgrafia?
Dificuldade em interpretar textos e compreender o significado das palavras.
Letra irregular e ilegível, causada por problemas motores e falta de coordenação.
Dificuldade em associar sons às letras, afetando o processo de leitura.
Ausência de habilidades matemáticas básicas, como realizar cálculos simples.
Analise as afirmativas abaixo em relação à Dislexia.
1. Sujeitos que a apresentam, nunca serão bem sucedidos na alfabetização por meio dos métodos denominados Sintéticos.
2. A Palavração, ou método silábico, pode ser uma alternativa de sucesso no ensino desses indivíduos.
3. Os métodos analíticos são os mais bem sucedidos na intervenção relacionada à aprendizagem em pessoas que a apresentam.
4. Quando o indivíduo apresenta-se com Dislexia, ele tem dificuldade na construção da leitura, mas não da escrita.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 2.
É correta apenas a afirmativa 3.
É correta apenas a afirmativa 4.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Estudos na área da alfabetização e do letramento demonstram que a apropriação do sistema de escrita alfabético-ortográfica, bem como o desenvolvimento da oralidade e da produção de textos, não pode ser compreendida como simples processo de codificação e decodificação gráfica. Essa concepção restringe a linguagem ao plano mecânico da transcrição, desconsiderando sua natureza simbólica, cultural e discursiva. A leitura e a escrita, nesse sentido, são práticas sociais que implicam modos diversos de dizer, de interpretar e de interagir com o mundo. Considerando essas premissas, é teoricamente consistente afirmar que:
A consolidação do sistema alfabético-ortográfico depende da neutralização da influência da oralidade no registro escrito, sendo necessário que o ensino privilegie formas linguísticas desvinculadas do uso espontâneo da fala, com vistas à apropriação do modelo culto da escrita.
O processo de aquisição da escrita, na perspectiva sociocultural, envolve a imersão da criança em práticas reais de linguagem, nas quais a interação com diferentes suportes, gêneros e interlocutores permite articular aspectos formais do código com os usos concretos da língua.
A aprendizagem da escrita se potencializa em contextos nos quais a função comunicativa da linguagem é diluída em exercícios estruturados de segmentação sonora e fixação ortográfica, visto que a estabilidade do sistema alfabético requer automatismo perceptivo e domínio técnico de suas regras.
O desenvolvimento da escrita na infância demanda a organização de situações didáticas em que o código alfabético seja apresentado como sistema autônomo, cujas regularidades precisam ser assimiladas previamente ao contato com práticas sociais da linguagem, a fim de evitar a confusão entre função simbólica e forma gráfica.
No processo de alfabetização, a escrita de textos envolve dimensões que ultrapassam o domínio técnico do sistema gráfico e fonêmico. Essa prática, ao articular linguagem, pensamento e cultura, coloca o aprendiz em contato com modos específicos de expressão, interpretação e construção de sentido.
Considerando as contribuições das teorias da linguagem e da psicogênese da escrita para a compreensão do ato de escrever no contexto da alfabetização, considera-se que:
A escrita de textos na alfabetização representa uma forma de exploração cognitiva da linguagem, cuja finalidade é possibilitar a internalização progressiva das estruturas linguísticas, sendo o contexto social de produção uma condição favorável, mas não determinante para o avanço conceitual.
A produção de textos na alfabetização é um processo de elaboração simbólica em que o domínio do sistema gráfico-fonêmico se articula ao exercício da autoria e à reconstrução dos gêneros discursivos, de modo que a aprendizagem da escrita se constitui simultaneamente como prática cognitiva e prática social.
A produção textual na alfabetização deve privilegiar a experimentação das hipóteses sobre o funcionamento do sistema alfabético, possibilitando ao aprendiz construir representações conscientes das convenções da escrita antes de se engajar em situações discursivas que envolvam a interlocução e o sentido social do texto.
A produção textual na alfabetização deve priorizar o desenvolvimento da competência linguística e o domínio progressivo da estrutura narrativa, uma vez que a compreensão da função comunicativa da escrita depende da consolidação prévia das regras do sistema alfabético e da normatividade textual.
No cotidiano escolar, o trabalho com a diversidade textual (tipologias, gêneros e suportes) é fundamental para garantir o desenvolvimento da competência comunicativa dos estudantes. Considerando os pressupostos da Linguística Textual e das orientações dos documentos oficiais, marque a alternativa que apresenta a forma mais adequada de conduzir a prática pedagógica com a diversidade textual:
O professor deve priorizar apenas a tipologia narrativa, pois é a mais próxima da realidade da criança e garante, por si só, o desenvolvimento das demais competências comunicativas.
O ensino da língua deve articular a leitura, a produção e a análise de diferentes gêneros textuais em variados suportes, compreendendo suas funções sociais, seus usos e seus efeitos de sentido, de modo a possibilitar ao aluno o domínio crítico da linguagem.
O trabalho pedagógico deve restringir-se a textos de livros didáticos, pois o uso de diferentes suportes pode dispersar a atenção do estudante e prejudicar a construção do conhecimento linguístico.
A abordagem textual deve centrar-se em exercícios estruturais de gramática descontextualizada, pois apenas a internalização das regras gramaticais garante a competência leitora e escritora.
Algumas características da linguagem oral e escrita foram destacadas abaixo. Analise cada enunciado e marque o que foi elaborado de forma incorreta.
Linguagem oral: maior aproximação entre emissor e receptor
Linguagem escrita: contato indireto com o destinatário.
Linguagem oral: exige linearidade.
Linguagem oral: há maior flexibilidade em relação ao cumprimento da norma culta.
Linguagem escrita: tem duração no tempo.
Espaços diferenciados nos quais a criança possa explorar pensamentos inteligentes através de diferentes linguagens, praticando a música, o desenho a descoberta de palavras em outro idioma, as atividades que animem seu equilíbrio, a pontaria, a destreza e que explorem seu tato, paladar, olfato, percepção de cores e ainda outras linguagens.
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 72.
O trecho em destaque indica condições favoráveis focadas no desenvolvimento de capacidades
emocionais.
sociais.
cognoscitivas.
éticas.
comportamentais.
Levando em conta o posicionamento de Fayol (2014) sobre a atividade de escrita, analise as seguintes assertivas:
I- A escrita de textos fragmentários, por mais que tenha informações corretas, deve ser considerada insuficiente.
II- O mais importante é que o texto escrito pelo aluno contenha informações corretas, por mais que elas estejam desconexas.
III- A falta de articulação entre as partes do texto acarreta a fragmentação da escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
I e II apenas.
I e III apenas.
II e III apenas.
II apenas.
I, II e III.
Um Professor Bilíngue planeja atividades de desenvolvimento da competência comunicativa em inglês, buscando fundamentação nas principais teorias de aquisição de segunda língua. Ao estruturar as sequências didáticas, considera as implicações pedagógicas de diferentes perspectivas teóricas para a organização do input linguístico e das oportunidades de produção. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona teorias de aquisição de segunda língua com seus respectivos conceitos centrais:
Primeira coluna: teoria
1.Hipótese do Input (Krashen)
2.Hipótese da Interação (Long)
3.Hipótese do Output (Swain)
Segunda coluna: conceito central
(__)A produção linguística desempenha papel fundamental na aquisição, pois força o aprendiz a processar sintaticamente a língua, testar hipóteses e desenvolver consciência metalinguística.
(__)A aquisição ocorre quando o aprendiz é exposto a input compreensível ligeiramente acima de seu nível atual de competência (i+1), em ambiente afetivamente favorável.
(__)As modificações conversacionais que ocorrem durante a negociação de significado facilitam a aquisição ao tornar o input mais compreensível e direcionar a atenção para formas linguísticas problemáticas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
1 − 2 − 3.
3 − 2 − 1.
1 − 3 − 2.
3 − 1 − 2.
2 − 3 − 1.
As afirmativas a seguir a respeito das teorias e práticas de alfabetização em diferentes momentos históricos, estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
Nos anos 1960, Paulo Freire criticou os processos alienantes de ensino e promoveu uma alfabetização como leitura de mundo, respeitando o ritmo de cada aprendiz na aquisição progressiva e cumulativa de letras, sílabas, palavras e textos.
Nos anos 1970, as pesquisas psicogenéticas de Emília Ferreiro mostraram que a criança tem ideias e cria hipóteses sobre o código escrito, descrevendo os estágios linguísticos percorridos até a aquisição da leitura e da escrita.
Nos anos 1980, a linguística estabeleceu a legitimidade dos diferentes modos de falar e contribuiu para questionar a ideia de que a correção linguística, conforme os padrões da norma culta, deveria ser um pré-requisito para a alfabetização.
Nos anos 1980, as traduções dos estudos psicológicos de Vygotsky e de seus colaboradores inseriram a aprendizagem em um contexto sócio-histórico, qualificando a língua como um objeto cultural.
Nos anos 1990, os estudos sobre letramento promoveram um debate sobre o conceito de alfabetização, para alguns definida como a articulação entre a aquisição do código e a condição de quem se torna o usuário da língua.
Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o desenvolvimento da linguagem escrita precisa contemplar múltiplos aspectos do aprendizado. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa CORRETA.
A aquisição da escrita ocorre de forma linear e igual para todas as crianças, dispensando observação e intervenções diferenciadas.
O ensino da escrita deve integrar a leitura, a produção textual, a compreensão de signos e a reflexão sobre a língua, respeitando o ritmo individual e as experiências prévias dos alunos.
É suficiente que os alunos decorem regras ortográficas e reproduzam modelos de textos, sem necessidade de reflexão sobre sua própria produção.
A avaliação da escrita deve se restringir a provas padronizadas, sem considerar a progressão do desenvolvimento linguístico de cada aluno.
De acordo com Emília Ferreiro, o modo tradicional de se considerar a escrita infantil consiste em se prestar atenção apenas nos aspectos gráficos dessas produções, ignorando os aspectos construtivos. Dessa forma, quais são os aspectos a serem avaliados de acordo com a autora? Julgue-os e assinale a opção CORRETA.
I.Orientação predominante (da esquerda para a direita, de cima para baixo).
II.Qualidade do traço.
III.O que se quis representar.
IV.Distribuição espacial das formas.
É CORRETO o que se afirma em:
I e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
Em vez da apresentação e da transmissão de regras gramaticais prontas, o ensino reflexivo da gramática leva os alunos a descobrir indutivamente as estruturas linguísticas a partir de exemplos colhidos em textos.
Certo
Errado
As contribuições de Emília Ferreiro, Paulo Freire, Luiz Carlos Cagliari, Jean Piaget e Lev Vygotsky constituem referenciais fundamentais para compreender os processos de aprendizagem e a prática pedagógica. Suas teorias, embora distintas, dialogam em pontos cruciais sobre a alfabetização, o papel da linguagem e o desenvolvimento cognitivo. Considerando esses aportes, assinale a alternativa correta.
A pedagogia freireana, embora crítica e libertadora, restringe-se à dimensão política da alfabetização, sem oferecer orientações metodológicas específicas para a prática de sala de aula no processo de apropriação da escrita.
As propostas de Cagliari aproximam-se da gramática normativa tradicional, pois defendem que a apropriação da leitura e da escrita deve ser precedida do domínio das regras estruturais da língua, em consonância com modelos estruturalistas de ensino.
A teoria da psicogênese da escrita, desenvolvida por Emília Ferreiro, coincide integralmente com a pedagogia freireana, pois ambas consideram que a aquisição da escrita decorre de hipóteses autônomas do sujeito, independentes das mediações sociais e culturais.
A concepção de Piaget sobre estágios de desenvolvimento cognitivo fundamenta práticas pedagógicas que exigem a maturação biológica como pré-requisito para a aprendizagem, diferindo de Vygotsky, que enfatiza a mediação cultural e a zona de desenvolvimento proximal como impulsionadores do desenvolvimento.
A disortografia constitui um transtorno específico da escrita que vai além de erros ortográficos ocasionais. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma característica compatível com a disortografia evolutiva.
Trocas ortográficas relacionadas apenas à ausência de prática de leitura, sem relação com processos neurológicos ou cognitivos.
Erros ocasionais de ortografia decorrentes da fase inicial de alfabetização, superados à medida que o aluno amadurece cognitivamente.
Problemas de escrita exclusivamente decorrentes de desatenção ou falta de motivação do aluno em situações de avaliação.
Dificuldade persistente em aplicar regras ortográficas, mesmo após ensino sistemático e prolongado, com presença de erros fonológicos e visuais.
Na perspectiva dos estudos da linguagem e da alfabetização, a criança é concebida como sujeito que interpreta e reconstrói sistematicamente o funcionamento da língua, apoiando-se em sua inserção cultural, em experiências de oralidade e em interações com múltiplos gêneros e linguagens. As pesquisas de Ferreiro e Teberosky revelam que a construção da escrita não deriva de mera associação entre letras e sons, mas da elaboração ativa de hipóteses sobre o sistema alfabético e sobre a natureza da linguagem escrita na sociedade letrada.
Considerando essas discussões, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação conceitualmente correta sobre as relações entre oralidade, escrita, aquisição da linguagem e psicogênese da língua escrita.
A criança, ao participar de práticas sociais letradas, compreende que a escrita não é somente uma forma gráfica da oralidade, mas um sistema culturalmente organizado com normas próprias; assim, suas hipóteses psicogenéticas emergem da tentativa de explicar tanto a materialidade gráfica quanto as funções sociais da escrita, articulando linguagem verbal, linguagem não verbal e experiências discursivas diversas.
A aquisição da escrita depende da internalização progressiva das correspondências grafofônicas presentes na oralidade, uma vez que a criança só consegue formular hipóteses sobre o sistema notacional depois de reconhecer a escrita como representação linear dos sons da fala, sendo esse reconhecimento a condição central para sua inserção na sociedade letrada.
As relações entre oralidade e escrita manifestam-se no processo de alfabetização como continuidade estrutural, pois ambas são formas equivalentes de linguagem simbólica; dessa forma, a criança tende a compreender espontaneamente que a escrita é uma transcrição estável da fala, o que facilita a construção das hipóteses iniciais descritas pela psicogênese.
A linguagem não verbal, embora relevante para a comunicação cotidiana, exerce influência limitada no processo de alfabetização, pois a formação das hipóteses psicogenéticas depende essencialmente de operações abstratas relacionadas ao reconhecimento das unidades sonoras da fala, sendo os usos sociais da escrita apenas complementares à aprendizagem do sistema.
Segundo Ferreiro e Teberosky, através de seus questionamentos e considerações que as crianças sabem antes da alfabetização (da entrada na escola) modificou toda a forma de pensar da época, e ainda hoje tais ideias embasam muitos profissionais. Criando a obra intitulada a psicogênese da língua escrita que se refere:
A análise de como a criança, por meio de suas hipóteses, desenvolveu sua compreensão sobre a língua escrita e o processo de alfabetização.
Ao método de ensino da leitura e escrita por repetição de palavras e frases.
Uma abordagem que nega a importância do contexto social na aprendizagem da escrita.
Ao estudo da alfabetização como um processo unicamente relacionado à modificação e decodificação de palavras.