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A realidade das classes sociais no século XX se torna bem mais complexa do que aquela com a qual Marx se deparou no século XIX. O Centro de Referência Virtual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais traça orientações para o ensino do tema desigualdade social e as classes sociais – a pluralidade de classes no século XX e XXI. Com base nas orientações, assinale a alternativa correta.
A realidade das classes sociais no século XX se torna bem mais complexa do que aquela com a qual Marx se deparou no século XIX: as sociedades industriais se polarizado em apenas duas classes opostas.
Foi Durkheim quem, de forma mais contudente, percebeu essas dificuldades na teoria de Marx, chamando a atenção para o significado profundo do crescimento das classes médias.
Assim como Marx, Weber percebia as classes como categorias econômicas. Entretanto, ele não achava que um critério único – posse ou falta de propriedade – determinasse a posição de classe.
Para Weber, a teoria marxiana do valor trabalho – ou seja, de que é o trabalho que dá valor ao que é produzido no capitalismo –encontra base na história empírica.
Kelly é estudante do curso de Pedagogia de uma cidade do litoral paulista. Atualmente, ela está se dedicando à leitura do Parecer CNE/CEB no 20/2009 relativo à Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil. No citado Parecer, ela encontrou uma recomendação relacionada ao art. 227 da Constituição Federal/88 e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069/90), no sentido de que se tenha
atenção rigorosa a toda e qualquer forma de violência física ou simbólica que seja praticada no interior da instituição infantil, excluindo-se as que ocorram na experiência familiar da criança ou fora dos muros da escola.
ambiente de acolhimento para atender às crianças que estão em fase de iniciação e adaptação na instituição, tolerando-se excepcionalmente o uso de repreensões e punições para educandos antigos e adaptados às normas vigentes.
postura de repúdio à violência física contra toda e qualquer criança, aceitando-se o uso da violência simbólica, a qual deve ser aplicada assim que a criança comece a falar, para que ela aprenda desde cedo a ter limites e conviver coletivamente.
o cuidado de corrigir os familiares ou responsáveis quanto aos abusos à dignidade da criança ocorridos na experiência familiar do educando, sem, contudo, comunicá-los a outra autoridade ou instância superior para não constranger os pais ou responsáveis.
atenção cuidadosa e exigente quanto às possíveis formas de violação da dignidade da criança, garantindo- se sua proteção contra qualquer forma de violência ou negligência ocorrida na instituição de ensino ou em sua experiência familiar.
De acordo com o item 7, do Parecer CNE/CEB no 20/2009, programas de formação continuada de professores e demais profissionais integram a lista de requisitos básicos para uma Educação Infantil de qualidade, na medida em que esses programas devem
capacitar os profissionais com fundamentos teóricos consistentes e atualizados, oferecendo, também, oportunidade de exercitarem práticas de cuidados orientadas tanto por médicos quanto por psicólogos.
dar condições de os profissionais refletirem sobre sua prática docente cotidiana em termos pedagógicos, éticos e políticos e de tomarem decisões sobre as melhores formas de mediar a aprendizagem e o desenvolvimento infantil.
renovar o ânimo dos profissionais para seu extenuante trabalho cotidiano junto às crianças, por meio de técnicas de dinâmica de grupo que desenvolvam solidariedade entre os que trabalham em uma mesma unidade.
dar acesso, para os profissionais já formados pela universidade e que estão trabalhando na área pedagógica, aos novos conhecimentos que dizem respeito a ela e que não cessam de serem produzidos, no Brasil e no exterior.
ser conveniados com universidades que mantêm licenciaturas e programas de pós-graduação em educação, apresentando eles próprios o nível de excelência que se pretende “cobrar” dos professores da educação básica.
A análise do papel da propaganda oficial para a difusão de um ideário nacional, proposto pelo Estado Novo, pelos meios de comunicação como a rádio e as expressões artísticas (a música, o carnaval, a literatura e o cinema) é de fundamental importância na compreensão da constituição e da difusão de uma cultura popular brasileira na Era Vargas. Sobre o ensino do subtema a Revolução de 1930, Estado e industrialização: os avanços e recuos da cidadania: extensão dos direitos sociais versus cerceamento dos direitos políticos e civis, de acordo com as orientações pedagógicas da Secretaria de Educação de Minas Gerais, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O professor poderá abordar a imprensa, neste caso a rádio, como veículo propagador de ideias e discursos do governo Vargas. O futebol e o carnaval, manifestações híbridas da cultura popular brasileira, foram explorados e difundidos pela política cultural oficial.
II. É no governo Vargas que começa a haver um incentivo governamental na seleção brasileira de futebol.
III. A Revolução de 1930 pode ser vista em diferentes perspectivas: golpe militar, revolução, contrarrevolução, divisão das oligarquias, dependendo da fonte contemporânea utilizada (quem viveu e o que deixou de memória) ou do recorte teórico adotado pelo historiador que hoje escreve sobre o acontecimento. Assim, o estudo do tema pode ser uma oportunidade para se trabalhar diversas interpretações historiográficas com os alunos.
Estão corretas as afirmativas:
I e III apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
III, apenas.
Segundo o art. 9º da Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009, as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que
favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical, com a finalidade de promover o desenvolvimento motor, a dança e o contato olho no olho.
incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza, antecipando, inclusive, conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental 1.
possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e o convívio com os diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos, objetivando o letramento e a alfabetização.
possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade, provocando respostas orais sobre fenômenos da natureza e relacionamentos interpessoais.
promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas e corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da criança.