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Em caso de demissão ou exoneração, o psicólogo deve manter consigo laudos, relatórios e todo material relativo aos serviços prestados, sendo-lhe vedado passar esses documentos a seu substituto, visto que este não será o psicólogo responsável pelo sigilo dessas informações, que cabe apenas ao psicólogo que as coletou.
De acordo com o Código de Ética Profissional, ao psicólogo é vedado, dentre outras condutas:
prestar atendimento ao menor ou interdito no caso de não se apresentar um responsável legal
induzir a convicções filosóficas, morais, políticas ou religiosas
intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional
repassar arquivos confidenciais de atendimentos realizados para o psicólogo que vier a substituí-lo no serviço
quebrar o sigilo profissional em qualquer circunstância
O psicólogo que atue em uma equipe multiprofissional deve, ao elaborar documentos, registrar todas as informações a respeito do usuário ou beneficiário por ele obtidas. Essas informações devem ser compartilhadas com a equipe, a qual, como o próprio psicólogo, é também responsável pelo seu sigilo.
O Código de Ética prevê o direito de greve. No caso de a greve ter como objetivo melhores condições de trabalho da categoria, é permitida a não comunicação antecipada da paralisação aos usuários ou beneficiários dos serviços.
O item II dos Princípios Fundamentais do Código de Ética do Psicólogo estabelece: O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para
que a violência de qualquer espécie seja denunciada e, para tanto, oferecerá apoio psicológico indiscriminado para as vítimas.
a eliminação da violência contra a mulher, assim como para que grupos de minoria sejam representados na sociedade.
a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
que a Psicologia seja reconhecida pelos cidadãos como ciência que atua com sucesso nos diversos estratos sociais.
a eliminação do preconceito de qualquer natureza e aceitação da diversidade como forma de inclusão social.
É dever do psicólogo transmitir, a quem de direito, somente os resultados necessários para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário, decorrentes da prestação de serviços psicológicos.
Os documentos escritos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo material que os fundamentou, devem ser guardados pelo prazo mínimo de seis meses.
Veda-se ao psicólogo a emissão de documentos sem fundamentação e qualidade técnico-científica.
É vedado ao psicólogo apresentar, em meios de comunicação, resultados de serviços psicológicos que possam expor pessoas, grupos ou organizações.
Com relação aos limites éticos da perícia psicológica na área forense, analise as alternativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. É vedado ao psicólogo ser perito de pessoa por ele atendida ou em atendimento.
II. Deve-se considerar que na área penal, o sujeito periciado não é o cliente do psicólogo e sim, o sistema mais amplo da sociedade.
III. O psicólogo, quando solicitado pelo examinado está obrigado a fornecer a este cópia das informações que foram encaminhadas ao solicitante.
IV. O psicólogo perito tem autonomia para exame e verificação de responsabilidade penal, encaminhando, apenas se necessário, o sujeito periciado para avaliação psiquiátrica.
Se um psicólogo for requisitado para depor em juízo, ele deverá, de acordo com o código de ética profissional,
prestar informações, considerando o previsto no código.
negar todas as informações, considerando o previsto no código.
alterar informações, considerando o previsto no código.
negar informações, considerando suas convicções pessoais.
alterar informações, considerando suas convicções pessoais.
Marque a alternativa correta com relação ao sigilo profissional.
É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional;
Nas situações em que se configure conflito, o psicólogo poderá decidir pela quebra de sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo;
Em caso de quebra do sigilo previsto no Código de ética, o psicólogo deverá prestar todas as informações necessárias;
No atendimento à criança, ao adolescente ou ao interdito, o psicólogo deve comunicar aos responsáveis todas as informações que tiver acesso para se promoverem medidas em seu benefício;
A utilização de quaisquer meios de registro e observação da prática psicológica obedecerá às normas do Código apenas, devendo o usuário ou beneficiário, desde o início, ser informado.
No caso de atendimento a crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta.
O psicólogo deve comunicar aos responsáveis o estritamente essencial para promoverem medidas em benefício da criança ou do adolescente.
Não é tarefa do psicólogo responsabilizar-se pelos encaminhamentos necessários.
Os arquivos de atendimento deverão estar disponíveis para professores e gestores da escola.
Nas reuniões com a equipe multiprofissional, o psicólogo deverá relatar o atendimento com o aluno/adolescente em dificuldade.
O atendimento não necessita de um representante legal nesses casos.
Ao aprovar e divulgar o Código de Ética Profissional do Psicólogo, a expectativa é de que ele NÃO seja um instrumento
capaz de delinear para a sociedade as responsabilidades e deveres do psicólogo.
que possa contribuir para o fortalecimento e ampliação do significado social da profissão.
capaz de oferecer diretrizes técnicas para a sua formação e balizar os julgamentos das suas ações.
de reflexão mais do que um conjunto de normas a serem seguidas pelo psicólogo.
De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, que entrou em vigor em 27 de agosto de 2005, marque a alternativa falsa.
Poderá ser alterado pelo Conselho Federal de Psicologia, por iniciativa própria ou da categoria, ouvidos os Conselhos Regionais de Psicologia;
Caberá aos psicólogos docentes ou supervisores esclarecer, informar, orientar e exigir dos estudantes a observância dos princípios e normas contidas no Código de Ética Profissional do Psicólogo;
O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a Psicologia esteja sendo aviltada;
Fornecer, a quem de direito, na prestação de serviços psicológicos, informações concernentes ao trabalho a ser realizado e ao seu objetivo profissional;
Orientar a quem de direito sobre os encaminhamentos apropriados, a partir da prestação de serviços psicológicos, e fornecer, somente quando achar necessário, os documentos pertinentes ao bom termo do trabalho.
Em seu item IV – Das Condições da Aplicação dos Testes Psicológicos, a Resolução CFP nº. 007/2009 afirma que: “sendo certo que os instrumentos e o material a ser usado, a apresentação, a postura e o tom de voz do aplicador e as possíveis interferências externas podem alterar os resultados do usuário, é importante que se leve em consideração alguns detalhes importantes”, EXCETO:
Registrar as necessárias observações do comportamento e respostas individuais coletadas durante o teste, de forma a colher material que possa enriquecer a posterior análise dos resultados.
Certificar-se dos objetivos da aplicação, para que possam ser escolhidos os instrumentos que poderão fornecer os melhores indicadores.
Treinar previamente a leitura das instruções para poder expressar-se de forma espontânea durante as instruções.
Planejar a aplicação dos testes, levando em consideração o tempo necessário e o horário mais adequado.
Utilizar vestuário adequado à situação de testagem, evitando o uso de quaisquer estímulos que possam interferir na concentração do candidato.
Segundo as orientações do Código de Ética, o psicólogo pode decidir quebrar o sigilo profissional
quando julgar necessário, através de seu julgamento e consciência moral, pautados em sua experiência prática, e após levar suas considerações ao crivo do Conselho Regional de sua região.
quando houver conflito entre o dever do sigilo profissional e as afirmações dos princípios fundamentais que pautam o Código de Ética profissional, excetuando-se os casos previstos em lei, e baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
quando considerar benéfico para o usuário do serviço ou seus familiares.
quando solicitado pela equipe multiprofissional, visando à maior integração do trabalho em equipe em benefício do usuário. Nesta situação de quebra do sigilo, o psicólogo não precisará restringir-se a prestar as informações estritamente necessárias, pois todos os profissionais envolvidos estão sob o dever do sigilo.

Aspectos da ética profissional do psicólogo relacionam-se diretamente com os princípios da bioética. O psicólogo deve sempre visar ao bem-estar do paciente, dando-lhe todas as informações que lhe permitam decidir acerca das intervenções adequadas ao seu próprio problema, na busca pela autonomia. Esse processo é conhecido como
sensibilização.
treinamento de habilidades.
esclarecimento.
concordância adequada.
consentimento informado.
Uma criança é encaminhada ao serviço de atendimento psicológico; porém, a instituição não relaciona nenhum responsável legal por ela. De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, este deverá
deixar de atender à criança e esperar que seja encontrado seu representante legal, para autorizar o atendimento.
atender à criança e não realizar comunicado, visto que a criança não possui um representante legal.
atender à criança sempre acompanhada de um representante do conselho tutelar que testemunhe as sessões.
atender à criança e comunicar às autoridades competentes a ausência de seu representante legal.
não atender à criança e encaminhá-la a abrigos ou a instituições que possam acolhê-la até a localização de seu representante legal.
As punições que podem ser aplicadas ad referendum do Conselho Federal de Psicologia (CFP) ao psicólogo transgressor do Código de Ética Profissional compreendem
suspensão e cassação do exercício profissional.
suspensão do exercício profissional e multa.
multa e censura pública.
advertência e cassação do exercício profissional.
censura pública e advertência.