

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O luto constitui-se em um processo complexo e multidimensional, visto que seu curso e suas consequências são influenciados pela interação de uma série de componentes, quais sejam:
1) físicos.
2) sociais.
3) neurológicos.
4) psicológicos.
Estão corretos:
1, 2, 3 e 4.
1, 2 e 4, apenas.
1 e 2, apenas.
2, 3 e 4, apenas.
3 e 4, apenas.
Nas pesquisas atuais, o luto é considerado uma profunda transição existencial, com perdas que afetam estruturas de significado na vida. A respeito do luto, é correto afirmar :
entre os fatores que podem causar complicações no processo de luto, observa-se negação e repressão, ligadas à perda e à dor.
nunca devem ser levadas em conta a maneira de ser das pessoas e suas formas de lidar com situações de crise no tratamento do luto.
existem padrões que definem quando um ou outro processo de luto está-se instalando.
distorções que afetam a expressão do luto, como o adiamento ou a inibição, tendem a encurtar o processo de luto.
certos fatores são menos importantes, em uma cultura que faz com que as pessoas se controlem, não se manifestem e que vivam como se a morte não existisse.
No suporte do luto antecipatório à família de paciente em fase terminal, cabe ao psicólogo ajudar os familiares no compartilhamento de sentimentos, como medos, dores e angústias, desde que sua atuação profissional não interfira na tomada de decisões ou na resolução de problemas pendentes da família ou do paciente advindos desse momento.
Certo
Errado
Conhecer as etapas pelas quais passa o paciente em fase terminal de sua doença, assim como os caminhos para ajudar essa pessoa em cada uma delas é essencial para o psicólogo que atua com pacientes terminais. Reconhecer as seis etapas da agonia é fundamental para ajudar a melhor entender o que essa pessoa pode estar vivendo, permitindo a quem acompanha proporcionar-lhe a assistência e o apoio de forma mais apropriada possível. As seis etapas da agonia são as seguintes:
afastamento; raiva; medo; tristeza; perdão e aceitação.
rejeição; afastamento; ódio; tristeza; aceitação e subjugação.
afastamento; raiva; ódio; tristeza; deslocamento e aceitação.
dúvida; desespero; apego; impaciência; orgulho e abandono.
medo; raiva; tristeza; subjugação; aceitação e dor.
A Tanatologia começou com o trabalho realizado para dar assistência aos enfermos em fase terminal de suas doenças; posteriormente foi criado, dentro da Tanatologia, um trabalho específico com os enlutados, ajudando-os a elaborar o processo do luto de tal maneira que pudessem completá-lo e voltar à vida plena, sem traumas pela perda sofrida. Nesse trabalho foram incluídas as formas patológicas de luto, que muitas vezes ultrapassam em muito o tempo médio para esta elaboração, que é de
quatro anos.
seis anos.
dois anos.
um ano.
nove meses.
Visto que, frente à morte, não há o que ser feito, muitas vezes, o que as pessoas enlutadas precisam é, principalmente em um hospital, apenas a compreensão da sua forma de externalizar o luto (Silva, 2003). Por isso, é importante ao profissional de psicologia oportunizar ao paciente e familiares, EXCETO:
Dar acolhimento, deixar a pessoa falar, desabafar, chorar etc. O importante para que isto ocorra com eficácia é ter um vínculo estabelecido. Ter acompanhado o paciente (e os familiares) durante o seu período de internação pode auxiliar.
Esclarecer aos familiares não tão ligados ao paciente terminal que manifestações emocionais vindas para eles daqueles que estão mais ligados ao paciente não devem ser entendidas como agressões pessoais.
Falar sempre a verdade em relação ao prognóstico do paciente. Isto é importante principalmente para manter o vínculo com a família e estabelecer laços de confiança, aqui deve-se também incentivar ao resto da equipe de saúde a desenvolver a mesma postura.
É o momento de começar a enfatizar as perdas. Aqui, pode-se incentivar a família a fazer uma avaliação geral de como entrou, como está, e de como sairá da situação com a perda do parente.
Incentivar a família a respeitar e também vivenciar junto com o paciente o tempo que resta, respeitando os limites e as vontades deste (o que não significa se submeter a qualquer imposição vinda do paciente, sob o fantasma de um futuro remorso ou culpa).
Leia as afirmativas a seguir:
I. As perdas relacionais ou sociais (de parentes ou amigos) é um exemplo de fator situacional de risco de suicídio.
II. O ramo da psicologia do trabalho visa a ocultar e manter inalterados os comportamentos e as situações do Homem no trabalho, no que diz respeito às condições de trabalho exteriores a esse indivíduo e por meio dessas mesmas condições.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Diante de um adoecimento grave, é correto realizar-se a comunicação de más notícias, a qual é guiada por um médico e deve contar com a participação do psicólogo.
Por vezes, em algum momento do tratamento de uma doença, o paciente pode agir de forma enraivecida, culpando a família e/ou a equipe de saúde por sua doença ou por algum evento, na tentativa de aplacar a sua angústia e revolta. Geralmente trata-se de uma reação passageira que se segue ao impacto de um diagnóstico ou de uma notícia desfavorável. A qual mecanismo de defesa a descrição se refere?
Negação.
Deslocamento.
Formação reativa.
Identificação com o agressor.
Pode-se afirmar que o significado da morte varia, necessariamente, no decorrer da história e entre as diferentes culturas humanas. Nesse contexto, no Ocidente, com a modernidade e o capitalismo, instituiu-se uma relação do homem com a morte caracterizada, fundamentalmente, pela sua
desvaloração como mercadoria ou bem economicamente negociável.
abordagem interdisciplinar e tecnológica, restrita à organicidade.
negação, como se observa no modelo do hospitalocentrismo.
percepção como parte natural da condição existencial do ser humano.
compreensão científica e, principalmente, enquanto experiência subjetiva.
Em relação à morte ou à perda, o trabalho do luto inclui:
1) expressar a tristeza e a saudade.
2) recordar as circunstâncias da morte.
3) falar sobre aquilo que se perdeu.
4) chorar por aquilo que se perdeu.
Estão corretos:
1, 2, 3 e 4.
1, 3 e 4, apenas
1, 2 e 4, apenas.
2 e 3, apenas
3 e 4, apenas.
O diagnóstico de uma doença potencialmente terminal é fator de desestruturação psicológica, fazendo com que pacientes e familiares passem por algumas fases emocionais características. Sem, necessariamente, constituir um processo linear, de sequência rigorosa, já que nem todos os pacientes o vivenciam da mesma forma, os estágios sistematizados por Kübler-Ross permitem acompanhar o processo de morrer dos pacientes terminais, minorando seu sofrimento. Os estágios são:
surpresa / frustração / barganha / depressão / aceitação.
surpresa / negação-isolamento / barganha / depressão / aceitação.
negação-isolamento / frustração / barganha / depressão / aceitação.
negação-isolamento / raiva / barganha / depressão / aceitação.
frustração / raiva / barganha / depressão / elaboração.
Analise a seguinte descrição sobre o processo de morrer:
“O paciente sabe e sente o inevitável e a irreversibilidade de sua morte e, diante das suas fragilidades e dificuldades pessoais, instaura-se um mal-estar. É o sofrimento e a dor psíquica de quem percebe a realidade nua e crua, como ela é realmente, é a consciência plena de que nascemos e morremos sozinhos. Diante do irremediavelmente perdido, o que lhe resta, então, é lamentar silenciosamente, chorando ou falando”.
Kübler-Ross denomina essa etapa de
Barganha.
Raiva.
Aceitação.
Depressão.
Negação.
O luto representa as reações de um indivíduo diante da perda. São reações comuns observadas no processo de luto: choque, negação, sensação de abandono, etc. Essas reações são denominadas como reações
físicas.
sociais.
espirituais.
emocionais.
comportamentais.
Quando se trata do paciente em fase terminal, o processo de adoecimento segue o curso inexorável da morte. De acordo com as ações paliativas, a morte passa a ser considerada um acontecimento natural com o mínimo de sofrimento, devendo ser respeitado o bem-estar global das pessoas e garantida a dignidade no processo de terminalidade. Nesta perspectiva, esse contexto apresentado se refere a que tema da bioética?
Eutanásia ativa;
Eutanásia passiva;
Ortotanásia;
Mistanásia;
Distanásia.
Assinale a alternativa correta a respeito das temáticas: cuidados paliativos, luto, morte e o morrer:
As doenças crônicas em estágio de terminalidade exigem estratégias de cuidados visando, não à cura, mas sim ao alívio da dor e à promoção da qualidade de vida ao paciente.
Um paciente em estado terminal é assim considerado quando não há mais possibilidades terapêuticas para a sua enfermidade e ao seu sofrimento psíquico só resta elaborar o luto.
O princípio da autonomia do paciente é sobrepujado pelo princípio do direto à saúde na qual o profissional deve se empenhar para garantir condições que suas terapêuticas sejam efetivadas.
Os diversos estágios diante da morte elencados por Elisabeth Kübler-Ross são experimentados sequencial e invariavelmente por todos os pacientes diante da terminalidade.
A morte como parte de um processo natural da vida tem sido um destino comum a toda humanidade e por essa razão também tem sido representada de modo universal e homogêneo.
Cuidador é a pessoa, da família ou não, que presta assistência ao idoso que apresenta alguma fragilidade em realizar as tarefas (em maior ou menor grau). As tarefas desse profissional envolvem apoio e acompanhamento nas atividades diárias, como auxílio na alimentação, na higiene pessoal e na medicação. O ato de cuidar da família é obrigatório e complexo.
As crianças, quando acometidas por alguma doença, ficam, na maioria das vezes, mais irritadas e chorosas, requerendo cuidados especiais. Se a patologia for mais séria e a criança tiver que ser internada, ela e seus pais mostram-se inseguros e com medo. A família deseja conhecer mais sobre a doença e a internação, porque assim acredita poder ajudar a criança de forma adequada, porém também acontece de a família negar esta nova situação, manifestando medo. O mecanismo de negação surge sendo a doença grave ou não (Crepaldi, 1998).
Sobre esse processo analise as proposições:
I. A hospitalização infantil faz com que ocorra debilidade no quadro emocional da criança, em função do afastamento de sua casa, de seus pertences e principalmente da família.
II. A criança hospitalizada requer alguém que lhe proporcione cuidados como alimentação, carinho, higiene e segurança. No momento em que a mãe está presente, ela atende às necessidades afetivas da criança e ajuda no desenvolvimento de assistência integral.
III. Os profissionais da área da saúde precisam estar conscientes que a criança doente está completamente afetada e que seu desenvolvimento emocional e sua integridade estão comprometidos.
IV. A equipe de saúde deve minimizar o sofrimento da criança hospitalizada, permitindo que ela seja ativa durante o processo de hospitalização, porém deve restringir o contato com familiares que fazem visitas.
I, II e IV são verdadeiras.
I e IV são verdadeiras
I, II e III são verdadeiras
I, II, III e IV são verdadeiras
I e III são verdadeiras
A primeira comunicação de más notícias deve ser feita exclusivamente pelo médico, de forma gentil, objetiva e rápida, em espaço reservado apenas a ele e ao paciente.
Certo
Errado