

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Cabe ao psicólogo, no contexto da UTI, avaliar como se deu o acidente, para estabelecer a causalidade da participação e a responsabilização do paciente no evento.
Não cabe ao psicólogo sair do respectivo posto na UTI para dar assistência aos familiares que se encontram no térreo do hospital.
Extremo estresse psicossocial pode influenciar a genética e o sistema autoimune dos pacientes.
Certo
Errado
A partir do diagnóstico de uma doença potencialmente mortal, paciente e família se deparam com situações de rupturas, limitações e privações, ademais, viver uma situação de luto antecipado gera angústias e ambivalências de sentimentos, tanto do enfermo quanto da família. Podemos dizer que a morte lança uma sombra assustadora sobre nós porque somos completamente impotentes diante dela (Soavinsky, 2009).
Considerando a problemática analise as proposições:
I. Numa equipe multidisciplinar, o psicólogo poderá atuar como mediador tanto nas relações entre os profissionais da equipe, quanto nas relações da equipe com os pacientes - relações estas que nem sempre serão harmoniosas num primeiro momento, dada toda a carga emocional presente na revelação de um diagnóstico trágico.
II. Certamente a pessoa encarregada de dar a notícia deverá ter muita cautela, pois dependendo da forma como a notícia chegará a este paciente, poderá ter grandes alterações no suposto tratamento. Na maioria dos hospitais essa tarefa se restringe aos psicólogos.
III. A importância de uma equipe multidisciplinar apoia-se no desejo de que a pessoa tenha uma morte natural e humanizada, sem que o paciente fique sozinho ou, ainda, ligado a uma parafernália de equipamentos que atrapalhem a sua morte.
I, II e III estão corretas.
I e II estão corretas.
I apenas está correta.
II e III estão corretas.
I e III estão corretas.
Diferentemente do que ocorre no luto pós-morte, a resolução e a laboração do luto antecipatório não implicam o afastamento da pessoa amada.
Certo
Errado
Considerando-se que a mãe da criança informou à equipe que gostaria de ser informada quando a criança estivesse em processo ativo de morte, para que pudesse despedir-se da filha, esse é um exemplo de diretivas antecipadas de vontade.
Em relação ao conceito de dor aguda e crônica, tem-se o seguinte:
a dor crônica tem em sua base origem emocional, ao passo que a dor aguda é totalmente física e não tem desencadeantes emocionais.
a dor aguda é cruciante e pungente e normalmente se localiza em uma área ferida do corpo; já a dor crônica pode ser contínua ou intermitente, moderada ou grave em intensidade e sentida em quase todos os tecidos do corpo.
a dor aguda é localizada e sua intensidade é sempre menor que a da dor crônica, que é sempre grave em intensidade e sentida em quase todos os tecidos do corpo.
a dor aguda está relacionada ao “ser doente” e a dor crônica ao “estar doente” nos processos de identidade da pessoa doente.
a dor aguda se localiza em quase todos os tecidos do corpo, ao passo que a dor crônica é sentida em uma área ferida do corpo.
O termo estresse denota o estado gerado pela percepção de estímulos que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, disparam um processo de adaptação caracterizado, entre outras alterações, pelo aumento de adrenalina, produzindo diversas manifestações sistêmicas, com distúrbios fisiológico e psicológico. Sobre este domínio de estudos não podemos afirmar:
Em 1936 o fisiologista Hans Selye introduziu o termo “stress” no campo da saúde para designar a resposta geral e inespecífica do organismo a um estressor ou a uma situação estressante.
A resposta ao estressor compreende aspectos cognitivos comportamentais e fisiológicos, visando propiciar uma melhor percepção da situação e de suas demandas, assim como um processamento mais rápido da informação disponível, possibilitando uma busca de soluções, selecionando condutas adequadas e preparando o organismo para agir de maneira rápida e vigorosa.
A resposta ao estresse é o resultado da interação entre as características da pessoa e as demandas do meio, ou seja, as discrepâncias entre o meio externo e interno e a percepção do indivíduo quanto à sua capacidade de resposta.
A sobreposição dos níveis fisiológico, cognitivo e comportamental é sempre eficaz, e mesmo que ocasionalmente certo limite para o organismo seja ultrapassado, é incerto que se poderá desencadear determinado efeito desorganizador, o estresse.
No modelo teórico denominado Modelo Interativo do Estresse, classificam-se as respostas ou estratégias de enfrentamento de acordo com suas funções, destacando como modalidades principais: enfrentamento focalizado no problema e enfrentamento focalizado na emoção. Como esse modelo teórico define Enfrentamento?
É a tomada de consciência global no momento presente, a atenção ao conjunto da percepção pessoal, corporal e emocional, interior e ambiental.
Relaciona-se à experiência individual e subjetiva da avaliação da vida como positiva, e inclui variáveis como satisfação com a vida e vivência de afeto positivo.
Refere-se aos esforços cognitivos e comportamentais voltados para o manejo de exigências ou demandas internas ou externas, que são avaliadas como sobrecarga aos recursos pessoais.
É uma abordagem comportamental que permite que pacientes que possuem os mais variados graus de deficits comportamentais possam modelar comportamentos mais saudáveis, e assim se tornarem mais confiantes e assertivos perante o convívio social.
Analise as afirmativas abaixo:
I. No luto normal, o paciente costuma ter momentos autodepreciativos, isto é, problemas na autoestima. Isso, por vez, pode ser oriundo da culpa que o indivíduo sente por, em sua fantasia, ter matado o outro.
II. Tanto o luto normal quanto o patológico consistem em reações frente à perda, seja ela simbólica ou concreta. No entanto, no luto normal, o mundo do indivíduo fica pobre, enquanto no patológico, o ego é que fica empobrecido, caracterizando o que Freud diz em “Luto e Melancolia” (1915-1917) : “a sombra do objeto recai sobre o ego”.
III. Dentre os cinco estágios do luto, de Elizabeth Kübler- Ross, o primeiro deles consiste na negação, por meio da qual o sujeito nega algo insuportável, quando acessível à consciência.
Estão incorretas as afirmativas:
Apenas I
Apenas II
Apenas III
Apenas I e II
Considere o seguinte quadro: “O enlutado nega a morte, continua a sua vida normalmente e apresenta gestos e comportamentos automatizados. Por vezes, essa reação é interrompida por momentos de raiva e desespero.” Essa fase do luto pode durar horas ou algumas semanas e é denominada de
anseio e busca.
desorganização.
entorpecimento.
angústia e organização.
desespero e reorganização.
O estado psicológico atual de J.P. diante da doença e da hospitalização é caracterizado por:
depressão.
barganha.
negação.
aceitação.
Mulher, 34 anos, com insuficiência renal crônica e fazendo hemodiálise há 8 meses. No atendimento psicológico, relata dificuldade para dormir, irritabilidade, retraimento e choro fácil. Sente-se inútil, refere raiva em relação a doença e se culpa pelo adoecimento. Considerando a reação frente à perda da saúde, no quadro acima descrito, podemos afirmar tratar-se de um:
Um paciente de 32 anos de idade, casado, sempre foi uma pessoa conflituosa com seus relacionamentos afetivos, com experiências “desregradas” sexualmente e histórico de adultério. Começou a sentir fraqueza, febre e emagrecimento e procurou orientação médica, necessitando de ficar internado. Após exames, constatou o contágio pelo vírus HIV. A equipe contou a ele o resultado, esclarecendo algumas dúvidas quanto à doença e ao tratamento. Após algum tempo da constatação do diagnóstico, uma de suas falas com a equipe foi a de que renovaria os votos com sua esposa e receberia a cura.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a fase/o estado em que o paciente estaria.
depressão
barganha
aceitação
negação
revolta
Analise as afirmativas abaixo a respeito da morte e da doença grave ao longo do ciclo de vida familiar.
1. Mortes passadas e o relacionamento da família com elas são sempre relevantes para o movimento atual e futuro do sistema, e como tal constituem uma teia ou um contexto temporal para se compreender o impacto das mortes atuais.
2. Muitas reações emocionais e dificuldades de ajustamento, a longo prazo, relacionadas à morte se originam da falta de franqueza no sistema familiar. Por franqueza, entende-se a capacidade de cada membro da família de permanecer reativo à intensidade emocional do sistema e de comunicar seus sentimentos aos outros, buscando influenciá-los por esses sentimentos.
3. Qualquer coisa que um profissional de saúde faça que ajude os membros da família a permanecerem conectados uns com os outros, às famílias ampliadas e aos recursos extrafamiliares terá um profundo impacto sobre o ajustamento a longo prazo da família após uma morte.
4. É importante que o profissional de saúde seja um modelo, informando à família de modo factual, incluindo o paciente, e deixando que a família e o paciente façam o uso que quiserem dessas informações, encorajando a família, incluindo a pessoa que está morrendo, a assumir a máxima responsabilidade pelas decisões de vida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Sobre as equipes de saúde e a morte de criança gravemente enferma, é correto afirmar que
I. o auxílio aos familiares para elaboração da morte infantil deve ser atividade realizada com exclusividade pelo psicólogo, sendo responsabilidade dos demais componentes da equipe apenas os cuidados fisicos e o alívio da dor da criança.
II. reuniões de equipe para discussão de casos, de seminários e de cursos de reciclagem podem ampliar a discussão sobre o tratamento e possíveis dificuldades de atuação com a criança gravemente enferma.
III. pode constituir dificuldades da equipe no exercício diário de cuidado lidar com familiares antes e após o óbito infantil.
Assinale a alternativa correta.
I e III
II e III
I e II
II
O tipo de dor, que não depende de uma lesão tecidual, atual ou pregressa, é classificada como
psicogênica.
orgânica crônica.
psicofisiológica.
fantasma.
Sasdelli e Miranda, 2017 afirmam que os serviços de urgência e emergência são lugares de crises, dores e limites; nestes setores os profissionais de saúde se deparam com a complexidade de um importante sintoma que acompanha a maioria das doenças crônicas: a dor. Sobre o ciclo da dor, observe o gráfico abaixo e marque a alternativa correta.
a dor é uma experiência subjetiva passível de ser medida e definida por instrumentos e testes de acordo com a avaliação de um profissional de saúde.
a dor é percebida pelo doente como ameaça ao corpo físico e a sensação dolorosa faz emergir o sofrimento psíquico.
a dor eleva o sofrimento e ansiedade que são capazes de provocar resposta de adaptação ao sofrer, permitindo que o paciente se adeque a vivência de ser doente.
a dor é associada a uma lesão orgânica e a sensação dolorosa não tem ligação a processos intelectuais, afetivos e emocionais.
a dor emerge de um corpo doente de forma grave, aguda e provoca a diminuição da tolerância ao estímulo doloroso.
Ter acesso aos estados psicológicos do paciente e suas relações com o processo de adoecer é fundamental para o acompanhamento do indivíduo doente e a melhora de sua qualidade de vida, durante o tratamento e/ou a internação. Sobre estes estados psicológicos, podemos afirmar que:
eles se apresentam numa linearidade absoluta que corresponde à evolução progressiva para elaboração da doença.
a negação é um mecanismo de defesa, presente após o diagnóstico da doença, quando, por exemplo, o paciente aceita confortavelmente conversar com seu médico sobre os exames recebidos.
o ganho secundário e a barganha são sinônimos e têm como característica a negociação, quando o paciente passa a se relacionar com o mundo via doença.
a aceitação representa a resignação total do paciente crônico, que é encorajado pela equipe a levar uma vida normal sem nenhuma limitação causada pela doença.
tanto a revolta como a depressão estão relacionadas aos processos de luto vividos por pacientes clínicos, devido às perdas provocadas pelo adoecimento, pela hospitalização e pelo tratamento.
A dor, constitui uma queixa que se situa na interface do somático e do psíquico, de difícil quantificação, fonte de grande mobilização pessoal, familiar e social. Analise as alternativas abaixo e marque V (Verdadeiro) ou F (Falso) para as afirmativas que se seguem:
( ) Toda dor tem um componente psicogênico, e todo grau de dor relaciona-se, para além do grau de lesão existente, à representação psicológica, familiar, cultural daquele indivíduo que sofre.
( ) Um dos pontos principais do processo diagnóstico dos quadros de dor consiste em avaliar a situação psicossocial do paciente para esclarecimento dos aspectos emocionais envolvidos no processo do adoecer.
( ) As dores, sejam agudas ou crônicas, frequentemente são acompanhadas de quadros ansiosos e depressivos, que são reações emocionais esperadas até um certo ponto, mas que devem ser cuidadosamente avaliadas, pois podem vir a necessitar de uma abordagem terapêutica adequada.
( ) Um dos objetivos principais da abordagem psicoterápica, ao paciente com dor crônica, é desenvolver formas de melhor lidar com a dor, impedindo que ela domine sua vida. Incluem-se nessa abordagem orientações sobre o ciclo da dor/tensão e os componentes psicofisiológicos da dor, relaxamento, técnicas para redução de estresse e biofeedback.
( ) O conceito de comportamento anormal de dor refere-se ao fato de que alguns pacientes ampliam as restrições impostas pela dor, aderem excessivamente a intervenções para diminui-las (como medicação) ampliando a intensidade da queixa. Esse comportamento, que normalmente é reforçado por uma ou mais pessoas do círculo do paciente, não deve ser abordado no tratamento.
Marque a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.
F, V, F, F, F
V, V, V, V, F
V, V, F, F, F
F, V, F, V, V
F, F, V, V, F