Questões de Concurso sobre Psicologia Hospitalar

 
 
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Considerando o processo de internação hospitalar, analise as informações abaixo:

I. O paciente fica exposto a diversas experiências de perda, temporárias ou não, que envolvem, por exemplo, seu bem-estar físico e psicológico e sua capacidade de tomada de decisões em relação à sua rotina diária.

II. A internação hospitalar exige do paciente adaptações comportamentais em tempo nem sempre suficiente para os ajustes emocionais e cognitivos, o que pode acarretar reações de desajustamento como retraimento social e agressividade.

III. Para os pais que acompanham a internação do filho, dentre as repercussões adversas comuns, temos, por exemplo, manifestações de ansiedade, alterações do ciclo sono-vigília, transtornos alimentares e pensamentos repetitivos e intrusivos.

Está(ão) CORRETA(S)


A

I e II, apenas.


B

I e III, apenas.


C

II e III, apenas


D

III, apenas.


E

I, II e III.

Laura é psicóloga em um hospital infantil e se pauta em diretrizes éticas no exercício da sua atuação na clínica pediátrica. Com base nisso, para seu planejamento de trabalho, é necessário:


A

Propor seu protocolo de trabalho de forma individual, mesmo que integre equipe de serviço de saúde multiprofissional;


B

Priorizar o conhecimento da doença em lugar da pessoa, com foco principal para o adoecimento físico;


C

Conhecer os efeitos de condições psicossociais sobre o desenvolvimento psicológico e os desfechos para a saúde física e mental;


D

Fazer avaliação e comunicar diagnóstico médico, baseado nos limites éticos de sua atuação profissional.

De acordo com o "Caderno de psicologia: desafios no cuidado integral em psicologia (BRASIL 2013), qual das afirmativas, a seguir, está incorreta:


A

A formação e o trabalho em saúde vêm, através dos tempos, concretizando-se a partir de um modelo de atenção à saúde, chamado modelo biomédico, que privilegia a técnica, a especialização e o fazer individualizado de cada categoria profissional. Essa concepção apresenta limitações, posto que, ao priorizar a dimensão biológica do cuidar, desconsidera as demais dimensões que se articulam na formação do ser humano: psicológica, social, histórica e cultural.


B

O modelo biomédico é uma “visada” para a cura da doença já estabelecida, isto é, centrado no hospital e na figura do médico, em detrimento das demais categorias profissionais da saúde. Essa visão hierarquiza o conhecimento, posto que valoriza o saber de uma categoria profissional e leva a uma fragmentação do cuidado, ao favorecer a constituição de currículos organizados em saberes disciplinares integrados.


C

Uma formação fragmentada e hierarquizada em saúde mostra-se na prática profissional, ou seja, os profissionais executam tarefas de assistência sem refletir acerca do que significa o trabalho. Nesse sentido, desconsiderar o aspecto relacional entre profissional e paciente e entre os próprios profissionais fere os princípios do SUS, entre eles a integralidade da atenção à saúde.


D

A fim de superar um modelo de formação em saúde fragmentado a criação da residência profissional é uma das ações que visa reorientar a formação profissional de acordo com as diretrizes do SUS, com o intuito de desenvolver competências compartilhadas, ou seja, solidificando o processo de formação para o trabalho em equipe.

Um senhor foi internado às pressas em um hospital público, após um desmaio que ocorreu enquanto aguardava atendimento em um ambulatório de saúde. Esse idoso não estava acompanhado, não foi reconhecido pela equipe de profissionais do ambulatório, e estava inconsciente, sem condições de informar seu nome ou o contato de algum familiar. No hospital, o idoso ainda estava inconsciente quando o médico que o atendeu identificou que ele corria risco de morte e deveria ser submetido imediatamente a um procedimento cirúrgico. Nesse caso, o procedimento


A

pode ser autorizado pelo médico, porque foi identificado que o idoso corre risco de morte e nenhum familiar pôde ser contatado.


B

deve ser autorizado por um familiar ou curador do idoso, independentemente do idoso estar ou não correndo risco de morte.


C

deve ser autorizado pelo próprio idoso, assim que ele retomar a consciência e for informado sobre o procedimento.


D

pode ser autorizado apenas pelo Conselho Municipal do Idoso, o que garante os direitos desse idoso.


E

pode ser autorizado pela equipe do ambulatório que encaminhou o idoso ao hospital, equipe responsável pelo pronto atendimento.

O papel da psicologia dentro do hospital possui, como uma das tarefas, a ronda psicológica.

C
Certo

E
Errado

O psicólogo pode ter que lidar com as reações da família de um paciente, no momento em que o paciente recebe um prognóstico pouco promissor. Um dos modelos para o trabalho do psicólogo hospitalar indica que ele precisa fazer um diagnóstico, não da doença, mas da forma como a família se relaciona com a doença.


De acordo com esse modelo, uma das posições assumidas frente à doença é a revolta, que apresenta as seguintes características:


A

o sujeito retira os investimentos do mundo, apresenta uma paralisação do comportamento, sente-se impotente e passivo e não assume uma posição de luta nem cultiva muita esperança.


B

o sujeito busca soluções realistas para o problema, admite a presença de toda uma gama de sentimentos, reconhecendo-se como potente diante do que pode ser feito e se apresentando como ativo


C

o familiar evita sentimentos de medo, apresenta sentimentos onipotentes e comportamento procrastinador, seu ânimo é irritado e tende a subvalorar os problemas trazidos pela situação de doença.


D

a pessoa luta contra a doença, evita a tristeza, possui ideações de injustiça, sente-se estressada e solitária, apresenta esperança querelante e comportamento agitado


E

as soluções mágicas são aventadas, pensamentos de onipotência, sentimentos de alegria e esperança estão presentes, mesmo diante de um ânimo irritado e angustiado.

Quando o psicólogo atua na maternidade, ele lida com condições e significações muito singulares, visto que a gravidez e a parentalidade têm, para cada família específica, distintos significados.


Diante disso, o psicólogo precisa considerar que


A

o comportamento de maternagem ou o instinto materno é natural e independente de contexto social, manifestando-se sempre quando não há intercorrência durante a gravidez e o parto.


B

sua atuação se faz necessária quando há rejeição às mudanças que a nova criança trará ao seio familiar, recomendando-se o seu afastamento nos casos em que a gravidez é sem intercorrências e foi desejada e planejada.


C

quando lida com famílias de bom nível socioeconômico, escolaridade alta e uma rede bem constituída de suporte social para a puérpera, a impossibilidade de significar os inevitáveis sentimentos negativos presentes aumenta a chance do desenvolvimento da depressão pós-parto


D

uma vez que a gravidez só é possível ao fim da infância, o psicólogo lidará com o psiquismo de uma mulher plenamente desenvolvida, independentemente da idade dela


E

toda gravidez é marcada por fantasias inconscientes, muitas vezes contraditórias com os ideais conscientes, que podem influenciar muito na forma como a mãe significa sua própria condição, a condição da criança e dos familiares envolvidos.

No trabalho nas maternidades, algumas das intercorrências com que o psicólogo precisa lidar são situações de óbito fetal.


Que diferenças o psicólogo encontrará no processo de luto relativo ao óbito fetal, em comparação com outros lutos?


A

A ausência de memórias do filho perdido, a menor valoração social da perda sofrida e a subvaloração do luto na figura masculina farão com que esse luto tenha dificuldades muito peculiares para se estabelecer


B

O luto nesses casos é muito mais da função parental perdida do que da criança, sendo preciso trabalhar a perda dos ideais parentais, já que, na realidade, a criança não chegou a existir


C

O valor social dado à perda de um filho determina, em grande parte, os sentimentos experimentados pelos pais, devendo-se sustentar que a gravidez interrompida pode ser substituída por outra gravidez, permitindo que o processo de luto não assuma proporções patológicas.


D

O luto perinatal tende a ser menos doloroso, uma vez que o que torna o processo de luto mais ou menos trabalhoso diz respeito à magnitude das adaptações que precisarão ser feitas na vida prática, que, nesse caso, inexistem.


E

Se o luto é pensado a partir das teorias que o descrevem em fases, pode-se entender que no luto perinatal não são possíveis as fases de negação e barganha, o que torna o processo particularmente difícil e jamais completamente resolvido.

A Psicologia não é um saber, mas é um plural. O que se organiza nesse campo não é a unidade e o homogêneo, mas sim a diversidade e o heterogêneo, a diferença.


MENDONÇA FILHO, J. B. A Formação do Psicólogo. In: ANGERAMI-CAMON, V.A. (Org.). Psicologia da Saúde: um novo significado para a prática clínica. São Paulo: Pioneira, 2002.


Sendo a Psicologia hospitalar herança dessa pluralidade, assinale a alternativa correta.


A

O atendimento psicoterápico aos pacientes hospitalizados deve manter o modelo de atuação clínico tradicional, perpetuando o distanciamento da realidade institucional.


B

O psicólogo hospitalar deve buscar a inserção nas equipes de saúde para ser aceito pelos demais profissionais e pelos pacientes, devido à psicologia hospitalar tratar-se de uma área bastante recente.


C

Uma das atuações de fundamental importância do psicólogo hospitalar é integrar as equipes de recrutamento, seleção e treinamento nos hospitais gerais.


D

A formação do psicólogo hospitalar deve ser pautada em sua especialidade, uma vez que sua atuação exige uma formação específica em avaliação psicológica.


E

Independentemente de sua formação, o psicólogo hospitalar está diante de um paciente e de seu sofrimento, de sua vivência da situação de ser e estar doente.

A psicóloga do Hospital Universitário X observa, na avaliação da paciente Y, diagnosticada, recentemente, com câncer no colo uterino, que Y tem conhecimento claro sobre o prognóstico e o tratamento proposto pelo médico e apresenta sentimentos de aceitação em relação à doença.

Sabendo-se que as metas de avaliação de um psicólogo hospitalar recaem sobre quatro domínios: o biológico, o afetivo, o cognitivo e o comportamental, no relato apresentado pela psicóloga, os domínios enfatizados são:


A

o biológico e o afetivo


B

o afetivo e o biológico


C

o cognitivo e o afetivo


D

o comportamental e o cognitivo


E

o comportamental e o afetivo

Analise as alternativas abaixo e julgue em VERDADEIRO (V) ou FALSO (F) em relação à intervenção do psicólogo hospitalar.


( ) Para a promoção da aprendizagem de estilos de vida saudáveis não basta o bom senso, é necessário compreender como a processo saúde-doença está estabelecido para os pacientes.

( ) Conhecer os fatores biopsicossociais que podem acentuar a vulnerabilidade individual e enfrentamento da doença possibilita uma melhor adesão ao tratamento.

( ) A promoção de saúde é um conceito que inclui a ideia de que a saúde pode desenvolver-se ao longo do ciclo vital sendo este processo vivenciado da mesma forma por todas as pessoas.

( ) A educação e informação acerca da doença são indispensáveis, porém, por si só, não promovem as necessárias mudanças de comportamentos nem a adoção de estilos de vida saudáveis.


A

V. V. F. V.


B

V. V. F. F.


C

V. V. V. V.


D

V. V. V. F.


E

F. V. F. V.

O papel primordial do psicólogo no hospital em relação ao doente é distinguir entre uma reação patológica e uma não patológica. Assinale a alternativa que diferencia CORRETAMENTE os dois tipos de reação.


A

A reação patológica é caracterizada por um conjunto de elementos patológicos e não patológicos percebidos no comportamento de uma pessoa com personalidade predisposta; enquanto a reação não patológica varia de acordo com o quadro clínico do doente.


B

A reação patológica ocorre em pacientes predispostos à cronicidade; enquanto a reação não patológica ocorre principalmente em pacientes agudos e internados e está diretamente dependente a idade, sexo, tipo e prognóstico da doença.


C

A reação patológica é caracterizada por distúrbios de comportamentos decorrentes de um processo de internação prolongado; enquanto a reação não patológica limita-se a comportamentos decorrentes do estranhamento inicial com a hospitalização.


D

A reação patológica é própria de pacientes com dificuldades de enfrentamento em condições graves como lesões e amputações; enquanto a reação não patológica é caracterizada por quadros reversíveis quando diagnosticados logo no início.


E

A reação patológica é caracterizada por um distúrbio de comportamento em uma personalidade predisposta a reações neuróticas ou psicóticas; enquanto a reação não patológica é modificável e consiste em respostas variáveis, de conformidade com os fatores situacionais que se apresentam.

O ambiente da UTI é permeado por muitos estressores e pode deflagrar reações psicopatológicas nos indivíduos nela internados. A manifestação que se relaciona com a quantidade/qualidade dos estímulos sensoriais e inclui perda da percepção do tempo, agitação, depressão, tédio, ansiedade e comportamento psicótico é denominada de


A

estado de crise.


B

estresse agudo.


C

privação sensorial.


D

sobrecarga sensorial.

Simonetti (2004) ressalta a importância do diagnóstico na prática da psicologia hospitalar, comparando-o a um mapa e propõe quatro eixos possíveis e complementares em sua execução. O eixo que pode ser comparado a uma órbita por enfatizar o papel centralizador do adoecimento, é o seguinte:


A

médico.


B

reacional.


C

situacional.


D

transferencial.

Durante a hospitalização de uma criança é consenso que, em algum momento, ela necessitará de intervenções psicológicas. Para que a atuação seja mais assertiva junto à criança, é importante que a equipe de saúde compreenda o estágio de desenvolvimento infantil. Piaget divide o desenvolvimento cognitivo em quatro fases ou períodos e considera que as características do pensamento em cada fase influenciam na percepção do indivíduo sobre sua condição. Para esse teórico, no período pré-operatório, as crianças


A

percebem o mundo externo e atuam nele, começam a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio, mas ainda como uma continuidade de si mesmas.


B

são incapazes de perceber um evento na perspectiva do outro, capazes de analisar o evento apenas por uma característica de cada vez, desenvolvem o pensamento simbólico, mas sua preocupação é em relação a eventos esternos concretos.


C

compreendem aquilo que é interno e o que é oriundo do meio, o que lhes permite estabelecer uma relação causal entre a doença e o evento causador, ou associar a doença ao que é necessário para seu restabelecimento.


D

pensam sobre si e sobre o mundo, formulando hipóteses e relacionando-as aos eventos, são marcadas pela construção de um pensamento flexível e pela formação de esquemas cognitivos conceituais e abstratos.

Segundo Maria Lúcia Hares Fongaro e Ricardo Werner Sebastiani, as principais funções do roteiro de avaliação psicológica aplicado no hospital são:


A

diagnóstico, avaliação continuada do processo evolutivo da relação do paciente com sua doença e tratamento, história do paciente, mecanismos de troca de informações com a família e estabelecimento das condições de relação da pessoa com seu prognóstico.


B

diagnóstico, avaliação continuada do processo evolutivo da relação do paciente com sua doença e tratamento, história do paciente, evidências que subsidiam o trabalho multidisciplinar, orientação à condução do tratamento médico e estabelecimento das condições de relação da pessoa com seu prognóstico.


C

diagnóstico, fornecimento de dados da estrutura psicodinâmica da pessoa, avaliação continuada do processo evolutivo da relação do paciente com sua doença e tratamento, história do paciente, evidências que subsidiam o trabalho multidisciplinar e estabelecimento das condições de relação da pessoa com seu prognóstico.


D

diagnóstico, orientação de foco, fornecimento de dados da estrutura psicodinâmica da pessoa, avaliação continuada do processo evolutivo da relação do paciente com sua doença e tratamento, história do paciente, diagnóstico diferencial e estabelecimento das condições de relação da pessoa com seu prognóstico.

No contexto hospitalar, a psicanálise é uma modalidade discursiva possível a ser empreendida apesar das resistências. Segundo Cordioli (2008), a técnica da psicanálise caracteriza-se por:


A

O terapeuta faz julgamentos sobre os pensamentos, desejos e sentimentos do paciente.


B

Estabelece-se uma regressão e uma relação transferencial por parte do paciente para a pessoa do analista.


C

Busca gratificar os desejos do paciente que se atualizam na relação transferencial.


D

Por intermédio de interpretação do analista, centrada na análise da neurose de transferência, o paciente evita-se insight sobre os padrões de primitivos de relacionamento.


E

Um princípio básico da Psicanálise é a sugestão.

Romano (1999) discorre sobre a potencialidade dos locais físicos do hospital em desencadear reações psíquicas. Dentro desse contexto, é INCORRETO afirmar:


A

O atendimento grupal para internados em uma unidade de terapia intensiva é uma proposta totalmente inviável.


B
Os programas são opções para viabilizar a tarefa do psicólogo no ambulatório de um hospital. Um exemplo são os grupos de autoajuda para mulheres mastectomizadas.

C

O setting hospitalar requer do psicólogo uma postura flexível, de adaptação e respeito aos limites dos demais profissionais, dentro de um clima de cordialidade.


D

Na UTI, o psicólogo além de intervir junto ao paciente também atua com os familiares facilitando a comunicação efetiva entre paciente/família e equipe e identificando qual membro do grupo social tem mais condições emocionais e intelectivas para receber as informações da equipe.


E

Dentro do ambiente hospitalar, o local que mais propicia o surgimento de problemas emocionais nos profissionais é o ambulatório devido à gravidade dos pacientes.

A Psicologia Hospitalar é o campo de entendimento e tratamento dos aspectos psicológicos em torno do adoecimento, que vem se desenvolvendo no âmbito de um novo paradigma epistemológico que busca uma visão mais ampla do ser humano e privilegia a articulação de diversas formas de conhecimento. Dessa forma, sobre a especialidade em Psicologia Hospitalar, pode-se afirmar, EXCETO:


A

Atua em instituições de saúde, participando da prestação de serviços de nível primário da atenção à saúde.


B

Atende pacientes, familiares e/ou responsáveis pelo paciente; membros da comunidade dentro de sua área de atuação; membros da equipe multiprofissional e eventualmente administrativa, visando o bem estar físico e emocional do paciente;


C

Oferece e desenvolve atividades em diferentes níveis de tratamento, tendo como sua principal tarefa a avaliação e acompanhamento de intercorrências psíquicas dos pacientes que estão ou serão submetidos a procedimentos médicos, visando basicamente a promoção e/ou a recuperação da saúde física e mental.


D

Promove intervenções direcionadas à relação médico/paciente, paciente/família, e paciente/paciente e do paciente em relação ao processo do adoecer, hospitalização e repercussões emocionais que emergem neste processo.


E

No trabalho com a equipe multidisciplinar, preferencialmente interdisciplinar, participa de decisões em relação à conduta a ser adotada pela equipe, objetivando promover apoio e segurança ao paciente e família, aportando informações pertinentes à sua área de atuação, bem como na forma de grupo de reflexão, no qual o suporte e manejo estão voltados para possíveis dificuldades operacionais e/ou subjetivas dos membros da equipe.

 
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