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No âmbito das questões que envolvem a Psicologia Organizacional e o papel do psicólogo que atua nessa área, é correto afirmar, segundo José Carlos Zanelli, que
os psicólogos, no início do século XX, surgiram no contexto das organizações com grande preocupação com os aspectos motivacionais e de relacionamento no trabalho.
a Psicologia Organizacional é uma área que se insere no campo relativo ao trabalho e que mantém considerável distanciamento das atividades administrativas.
a Psicologia Organizacional tem sido acusada de voltar-se excessivamente à busca de mudanças nas relações de trabalho.
se busca uma atuação do psicólogo ciente da interdependência dos níveis da estrutura organizacional e da necessária interação com outros profissionais.
os psicólogos organizacionais tendem a encarar as organizações sob uma única perspectiva, a que as compara a máquinas.
Pode-se distinguir três tipos básicos de conflitos nas organizações: discussão, competição e conflito. No tipo “discussão”,
a solução do conflito é adiada por longo tempo, pela falta de foco para lidar com o problema.
as contribuições das diferentes visões podem levar a uma melhor solução, por meio de discussões produtivas e construtivas.
o negociador mais assertivo e entusiástico, ao trazer sua opinião, conduz à solução.
há um conflito destrutivo em função da falta de confiança e necessidade de ganhar.
há mobilização de recursos internos para lidar com opiniões diferentes e com estresse.
Os resultados dos programas de treinamento podem ter sua avaliação efetuada em quatro níveis: organizacional; dos recursos humanos; dos cargos; do treinamento em si. Assinale a alternativa que apresenta dois indicadores que se incluem na avaliação relativa ao nível dos recursos humanos.
Alcance dos objetivos do treinamento; retorno dos investimentos efetuados em treinamento.
Adequação das pessoas aos requisitos exigidos pelos cargos; melhoria da qualidade dos serviços.
Melhoria da qualidade do produto; reações positivas dos participantes aos treinamentos realizados.
Redução da rotatividade do pessoal; elevação do nível de conhecimento das pessoas.
Melhor relacionamento entre empresa e funcionários; aprimoramento do atendimento ao cliente.
A cultura organizacional impacta no bem-estar e na saúde do trabalhador, assim, torna-se importante realizar pesquisas nas organizações com o objetivo de entender a Cultura organizacional. Neste sentido, Paz e Tamayo (2004) colocam que Meyerson e Martins sugerem que uma análise da cultura organizacional deve ser realizada levando em consideração os paradigmas
produtivistas, sociológicos e de representatividade.
de regulação e de mudança social.
integrador, diferenciador e da ambiguidade.
de modelo de gestão e da valorização dos processos.
Sobre Qualidade de vida, é incorreto afirmar:
A aferição da qualidade de vida do enfermo torna-se dispensável ao tomar-se qualquer resolução médica, onde o nível subjetivo do paciente não se faz necessário nas decisões terapêuticas, uma vez que fatores somáticos são o foco principal da equipe profissional.
Em seu processo de decisão, o profissional deve ter presente que a compreensão e a avaliação correta dos dados subjetivos do paciente são seus aliados na condução à adesão ao tratamento e a uma ativa participação nos processos de mudança.
O conceito de qualidade de vida é multifatorial e deve incluir cinco dimensões distintas: saúde física, saúde mental, atividades da vida diária, atividades sociais e de lazer e percepções gerais de bem-estar.
Dentre os instrumentos utilizados, pode-se citar o Índice Geral de Bem-estar Psicológico (1984), que compreende 22 itens que geram escores de bem-estar.