Questões de Concurso sobre Psicopedagogia

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.318 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Paulo Freire afirma que a educação é um ato, especificamente humano, de intervenção no mundo. O conceito de educação como interversão, para este educador, refere-se tanto àquela que aspira a mudanças radicais na sociedade, no campo da economia, das relações humanas, da propriedade, do direito ao trabalho, à terra, à educação, à saúde, quanto à que:


A

pretende imobilizar a História e manter a ordem injusta;


B

propõe atacar os sintomas sem eliminar as causas;


C

pressupõe ensinar a defesa do interesse das classes dominantes;


D

defende os preconceitos de classe, raça e religião;


E

pretende impedir a mobilidade vertical das classes oprimidas.

A intervenção para favorecer a adaptação em famílias adotivas deve ser centrada na criança, que perdeu seu primeiro referencial, e não na família adotiva que, quando selecionada, está apta para a adoção.


C
Certo

E
Errado

Ao discutir saberes fundamentais à prática educativo-crítica, Paulo Freire afirma que não há docência sem discência. Neste sentido, para ele, ensinar é:


A

estruturar programas adequados para treinar o aluno;


B

elaborar técnicas para transferir conhecimento;


C

criar as possibilidades para produção do conhecimento;


D

ensinar os conteúdos pedagógicos objetivamente;


E

reforçar os comportamentos necessários para a aprendizagem.

Segundo Freire, a prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. É fundamental, segundo o autor, que na prática da formação docente:


A

o pensar certo que supera o ingênuo seja produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com o professor formador;


B

a aceitação e manutenção de pressupostos promovam, de modo harmônico, o treinamento para o desempenho de destrezas;


C

o pensar sobre o fazer seja substituído pela ciência e técnica com vistas à preparação de força de trabalho para o mercado;


D

os educandos sejam treinados com técnicas didáticas que permitam a transferência de conhecimento aos seus alunos;


E

o pensar certo não sobreponha o ingênuo que permite a manutenção das condições de infra-estrutura para a excelência do ensino.

Relacione as colunas tomando com referência tipos de debilidade mental e suas possibilidades psicopedagógicas com as respectivas possibilidades psicossociais.

1) leve: educável.

2) moderada: treinável.

3) severa: semitreinável.

4) profunda: ineducável.

( ) necessita supervisão.

( ) dependente.

( ) autonomia.

( ) relativa autonomia


A
4, 3, 2, 1

B
4, 1, 2, 3

C
3, 4, 1, 2

D
2, 4, 1, 3

E
3, 2, 1, 4

Em "Pedagogia da autonomia", Freire apresenta um elenco de saberes necessários à prática educativa, considerando-a como dimensão social da formação humana. Este elenco de saberes foi dividido, pelo autor, em três categorias de temas, a saber:


A

não há docência sem discência; ensinar é transferir experiência; ensinar é uma especificidade humana;


B

não há docência sem discência; ensinar não é transferir conhecimento; ensinar é uma especificidade humana;


C

não há docência sem discência; ensinar não é transferir conhecimento mas reproduzi-lo; ensinar é uma especificidade humana;


D

não há docência sem discência; ensinar é transferir experiência; ensinar é uma especificidade humana e de animais superiores;


E

não há discência sem docência; ensinar não é transferir conhecimento; ensinar é uma capacidade humana e de animais superiores.

Ao avaliar a leitura, o psicopedagogo deve explorar:


A

apenas um tipo de leitura escolhido pelo profissional, mas que contenha os elementos básicos para uma avaliação segura;


B

leitura recreativa (histórias), leitura informativa (regras de jogos), enunciado dos problemas, desafios e questões diversas;


C

principalmente a leitura de poesias em forma de quadras, com rimas pobres, mas que sejam recreativas (histórias) e informativas (regras de jogos);


D

apenas leitura de trava-língua, inserindo o lúdico como desafio permanente;


E

textos com grandes gravuras, e apenas uma palavra, para forçar a leitura não-verbal em oposição à leitura linear.

Ao avaliar a escrita do aprendente o psicopedagogo atém-se:


A

aos aspectos que auxiliem na compreensão da queixa formulada no início do processo diagnóstico;


B

aos erros, corrigindo-os como se fosse uma prova que valesse nota e da qual dependesse o aprendente para ser promovido de uma série para a outra;


C

apenas à má caligrafia do aprendente e à falta de estética do texto escrito;


D

somente ao número de vezes que o aprendente usou a borracha, para avaliar-lhe a dependência deste material;


E

especialmente à força com que o aprendente segura o lápis e com isso verificar o desgaste do material utilizado.

Cada sujeito tem uma maneira especial de construir o seu saber e aproximar-se do conhecimento. Este fato em psicopedagogia é denominado:


A

construção do caráter;


B

modalidade de aprendizagem;


C

evolução afetiva;


D

crescimento emocional;


E

maturação

O processo lúdico é fundamental no trabalho psicopedagógico porque:


A

possibilita ao terapeuta conhecer a família do aprendente em suas condições ambientais;


B

é impossível realizar o trabalho sem a utilização dos jogos e brincadeiras;


C

no processo lúdico, estando a criança em interação com o outro e com o meio, dá-se a aprendizagem;


D

delimita nitidamente o aprender e o brincar, criando as condições ideais para o crescimento social;


E

faz que a criança viva plenamente a infância e, com isso, já possa ir se revelando como um adulto equilibrado e integrado.

Na visão de Alícia Fernández, o fracasso escolar afeta o aprender do sujeito sem chegar a aprisionar a inteligência e, muitas vezes, advém do choque entre o aprendente e a escola. Em geral, diante de uma situação de fracasso escolar o psicopedagogo faz uma intervenção dirigida:


A

à escola, no intuito de que esta reveja a metodologia, a linguagem, o vínculo e as modalidades de ensino;


B

à família, responsabilizando-a pelo fracasso do filho e sugerindo alterações nos valores que lhe direcionam a formação;


C

ao sujeito que não aprende, procurando adequá-lo a normas mais rígidas de controle e de aprendizagem;


D

à modalidade de aprendizagem da família, orientando os pais quanto às condutas adequadas à aprendizagem;


E

à direção da escola e ao regimento escolar inadequado, propondo reformulações que atendam às necessidades dos aprendentes.

Ao avaliar a leitura em voz alta, o psicopedagogo verifica a:


A

pontuação e a respiração do aprendente, considerando o ritmo impresso à leitura;


B

troca de letras como dado de maior expressão, para encaminhar o aprendente a um especialista;


C

dificuldade em fazer a pontuação, como decorrência da falta de ritmo na leitura;


D

omissão de sílabas, como sintoma de problemas articulatórios graves;


E

entonação, a pontuação, a junção, a omissão e o deslocamento de letras, sílabas, palavras e frases.

A autora Alicia Fernández faz distinção entre quatro modalidades de ensino, às quais denomina com os seguintes termos:


A

criar, desejar, praticar, desfazer;


B

planejar, executar, expor, registrar;


C

sonhar, elaborar, realizar, desfazer;


D

pensar, organizar, revelar, ocultar;


E

mostrar-guardar, esconder, exibir, desmentir.

A informática é mais um recurso utilizado pelo psicopedagogo nos processos diagnóstico e terapêutico. O uso do computador possibilita observações importantes como:


A

o entretenimento preferido pelo aprendente, dentre as inúmeras opções que a indústria de softwares vem desenvolvendo, para se verificar se opta por jogos com maior ou menor grau de violência;


B

os níveis de solução de problemas, a lógica usada na busca de soluções, o nível de atenção e o foco na tarefa, a memorização de novos comandos e seqüências funcionais, o nível de resistência à frustração;


C

o conhecimento de softwares infantis e o domínio desses programas na geração de idéias que permitam verificar a capacidade do aprendente para solucionar problemas no hardware;


D

o conhecimento dos princípios da informática relacionados a programas de hardware, a periféricos e utilização da internet;


E

a relação que o aprendente tem com a informática e como usa os recursos como Internet e Intranet, bem como a sua capacidade de utilização de mensagens nos endereços eletrônicos.

Segundo Maria Lúcia Lemme Weiss, "É preciso resgatar, desde o diagnóstico, o hábito de ler, criandose a idéia de atividade prazerosa". De acordo com o pensamento da autora, o psicopedagogo, ao avaliar a leitura deve:


A

selecionar textos complexos que obriguem o aprendente a forçar a capacidade de concentração;


B

selecionar textos do interesse do aprendente e adequados ao seu nível de escolaridade;


C

apresentar reportagens sobre economia internacional, como uma maneira de integrar o aprendente no processo de globalização;


D

oferecer aos adolescentes coletâneas de textos alusivos à adolescência no século XVI;


E

usar apenas revistas em quadrinhos, dispensando livros, crônicas e reportagens.

Ao final de uma leitura, o psicopedagogo necessita verificar se o aprendente compreende o texto, se é capaz de sintetizá-lo. Essa verificação pode ser feita por meio de:


A

dissertação, com um mínimo 40 linhas, sobre o assunto lido, na qual manifeste seu pensamento com clareza, coerência e concisão;


B

questionário de várias perguntas, respondido por escrito, retirando pontos caso ocorram erros de ortografia;


C

desafio lançado ao aprendente para que diga em apenas uma frase de que trata a história, o texto e, dialogando, verificar se é capaz de hierarquizar os fatos, se captou a seqüência temporal e se estabelece relação de causalidade;


D

desafio feito ao aprendente no sentido de responder oralmente a vasto questionário sobre o texto lido, cuidando para que as respostas reproduzam textualmente o que foi lido;


E

texto idêntico ao lido pelo aprendente, com lacunas em branco, que serão preenchidas com as palavras que faltam, devendo-se estipular um tempo de 3 segundos para cada lacuna.

Se um psicopedagogo está avaliando um aprendente, que está cursando a 3ª série do ensino fundamental e tem uma queixa de dificuldade especificamente em matemática, há necessidade de se avaliar mais detalhadamente:


A

se resolve corretamente cálculos que envolvam raiz quadrada aplicados em questões concretas de seu diaa- dia;


B

se opera mentalmente a multiplicação de números decimais, principalmente as relacionadas a operações de câmbio e ações de bolsas de valores;


C

a resolução de equação de 2º grau que envolvam situações de juros simples e compostos;


D

o raciocínio matemático, o cálculo, a leitura e compreensão de problemas e questões;


E

o conhecimento de geometria a partir da proposição de problemas em cuja leitura estejam presentes figuras do mundo concreto do aprendente.

A técnica diagnóstica "Hora do Jogo" geralmente é realizada com crianças até nove anos, pois depois dessa idade observamos que as crianças:


A

não conseguem mais abstrair o pensamento, envolvidos que estão na realidade concreta:


B

embora gostem da técnica, ainda não atingiram o nível mental que permita respostas corretas;


C

tornam-se desatentas e hiperativas, não se adequando a atividades que impeçam movimentos com gasto de energia;


D

preferem jogos de regras, e uma atividade superada pode torná-las confusas;


E

só têm interesse por jogos motores que despertam nelas a hiperatividade e a desconcentração.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado