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Os clássicos da sociologia são aqueles que detém um status privilegiado e continuam importantes para os atuais pesquisadores, porque estabelecem os critérios básicos no âmbito da disciplina; delimitam problemas e perspectivas teóricas fundamentais que continuam sendo revisitadas. De acordo com Shiota (2019), os clássicos simplificam a complexidade da realidade social e facilitam a discussão teórica. Em relação às contribuições teóricas dos clássicos Marx, Weber e Durkheim para a compreensão da Sociologia no Brasil, assinale a alternativa correta.
Dado o viés desenvolvimentista e modernizador das nossas ciências sociais, compreende-se a influência avassaladora de Marx e Durkheim entre nós, enquanto que a presença de Weber é basicamente inexpressiva.
Marx e Durkheim são os autores que mais influxo tiveram no pensamento social e político nativo, aparecem entre os mais citados em teses e dissertações, “constituem principal referência da grande controvérsia que anima a literatura sobre a interpretação do Brasil” (VIANNA, 1999, p. 174).
Weber foi usado para explicar o atraso da sociedade brasileira, mas o mesmo não pode ser dito em relação a Marx. Desse modo, Weber foi usado para ajudar a identificar os entraves que nos impediram de ser modernos.
A Sociologia surge no Brasil como disciplina acadêmico-científica, e indaga dos fundamentos da associação entre os homens, à maneira dos estudiosos franceses, e da possibilidade teórica e metodológica de conhecer a sociedade, à maneira dos alemães.
Weber, Durkheim e Marx tornaram-se, nas mãos dos sociólogos na década de 1940, “ferramentas de trabalho intelectual para reflexão dos especialistas em torno da realidade brasileira em mudança” (DIAS, 1974).
Nem todo tipo de contato entre pessoas tem caráter social, senão apenas um comportamento que, quanto ao sentido, se orienta pelo comportamento de outra pessoa. Um choque entre dois ciclistas, por exemplo, é um simples acontecimento do mesmo caráter de um fenômeno natural. Ao contrário, já constituiriam “ações sociais” as tentativas de desvio de ambos e o xingamento ou a pancadaria ou a discussão pacífica após o choque.
WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da Sociologia compreensiva. Brasília: Editora UnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1999. V. 1. p. 14.
Segundo o conceito de “ação social” desenvolvido por Max Weber, qual das alternativas a seguir apresenta corretamente uma situação que pode ser considerada uma ação social?
A pessoa tropeça sozinha na rua e se machuca sem que ninguém veja.
Um raio atinge uma árvore durante uma tempestade, causando um incêndio.
Dois pedestres se esbarram acidentalmente sem perceberem um ao outro.
O animal reage instintivamente ao som de uma buzina, correndo para longe.
A pessoa pede desculpas após esbarrar em outra, considerando a reação da pessoa atingida.
Weber define a ordem econômica capitalista como um imenso cosmos em que o indivíduo já nasce dentro e que para ele, dentro da sua realidade, é o único cosmos possível.
Certo
Errado
Em seus estudos sobre as vantagens da burocracia, Max Weber (1982) considera: “A razão decisiva para o progresso da organização burocrática foi sempre a superioridade puramente técnica sobre qualquer outra forma de organização. O mecanismo burocrático desenvolvido plenamente compara-se às outras organizações exatamente da mesma forma pela qual a máquina se compara aos modos não mecânicos de produção”.
Segundo Weber, a organização burocrática
exige um sistema estável de tributação.
opera graça à distribuição de honrarias.
carece de meios eficazes de comunicação.
floresce em situações envolvendo conflitos.
dispensa um corpo fixo de funcionários.
Em capítulo dedicado à análise das concepções de sociologia da religião de Max Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira esclarecem que: “Para atender às necessidades dos menos afortunados, mágicos e sacerdotes passam a exercer funções mais mundanas de aconselhamento sobre a vida, reforçadas com a criação de uma religiosidade em torno de um salvador daqueles expostos à privação, produzindo uma visão do mundo na qual o infortúnio individual possui valor positivo. No caso do cristianismo, construiu-se sobre a figura de um redentor uma explicação racional para a história da humanidade, sendo a mortificação e a abstinência voluntária justificáveis pelo seu papel na salvação” (2017. Adaptado).
Segundo as autoras, Max Weber considera que a necessidade de salvação postulada por algumas religiões
revela uma sofisticação intelectual.
contraria os interesses das elites.
expressa uma indigência social.
promove o pessimismo racional.
condena as desigualdades sociais.
O sociólogo Max Weber faz uma análise das diferentes formas de autoridade e dos modos pelas quais elas alcançam legitimidade social. Uma dessas formas se baseia na devoção de uma coletividade a uma figura de liderança considerada como indivíduo excepcional.
Trata-se do poder
costumeiro.
tradicional.
hierárquico.
aristocrático.
carismático.
"Entre as categorias mais utilizadas da sociologia weberiana estão os conceitos de poder e de dominação. Poder é a capacidade de impor a própria vontade dentro de uma relação social. O conceito de poder deve ser distinguido do conceito de dominação, que significa a probabilidade de encontrar obediência a um determinado mandato."
(SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica: Durkheim, Weber e Marx. Itajaí: Ed. da Univali; Blumenau: Ed. da Furb, 2001, p. 137).
Conforme o sociólogo alemão, existem pelo menos três tipos de dominação. Assinale a alternativa que as indica corretamente:
Dominação Referente a Valores; Dominação Tradicional; Dominação Instrumental.
Dominação Carismática; Dominação Tradicional; Dominação Referente a Fins.
Dominação Tradicional; Dominação Carismática; Dominação Referente a Interesses.
Dominação Racional/Legal; Dominação Referente a Valores; Dominação Carismática.
Dominação Racional/Legal; Dominação Tradicional; Dominação Carismática.
O eixo fundamental da sociologia política weberiana é a análise dos tipos puros de dominação descritos em “Economia e Sociedade”. A transição do tipo carismático para o tipo tradicional ou legal representa o cerne da racionalização do poder político, segundo Weber. Marque a opção que relaciona, corretamente, forma(s) de dominação à sua respectiva caracterização.
carismática, reconhecida como grande força revolucionária, mas que sofre com o problema da rotinização do carisma.
tradicional, apoiada na legitimação pelo princípio da lealdade, com a separação entre esfera pública e privada
legal, sustentada pelo princípio da legalidade, e definida por uma estrutura hierárquica de privilégios e pessoas.
carismática, legitimada pela figura de um líder, em que seus discípulos questionam criticamente sobre suas decisões.
legal e burocrática, baseada em lei ou normas jurídicas, atreladas ao Estado e baseada na honra e lealdade
Na teoria clássica sociológica, Max Weber explica a constituição do Estado nacional e o processo de burocratização das sociedades modernas através do encadeamento de ações sociais históricas. Neste sentido, é correto afirmar que:
O Estado moderno é a associação que faz uso ilegítimo da força, inclusive da força por meio de um aparato burocrático que obriga os cidadãos a obedecer a ordem social estabelecida.
O processo fundador do Estado-nação é relacionado à delimitação do território e do poder soberano, dentro deste, sendo que o Estado dispõe ilegitimamente do uso da força nos limites desse território.
O processo fundador do Estado-nação é relacionado à delimitação do território e do poder soberano, dentro deste, sendo que o Estado não detém o monopólio do uso da força legítima.
O processo histórico de concentração dos meios de produção do uso da força e a criação de um aparelho burocrático profissionalizado tem por objetivo aplicar as normas fora dos limites territoriais estabelecidos.
É tarefa do aparelho burocrático profissionalizado nos processos históricos de concentração dos meios de produção do uso da força fazer aplicar as normas dentro dos limites territoriais definidos do Estado-nação.
Como centralidade da obra weberiana temos os temas que dizem respeito à racionalização crescente do mundo moderno na sociedade ocidental com o desenvolvimento do capitalismo e às questões envolvendo Estado, burocracia e violência. Com relação ao primeiro rol teórico mencionado, é correto afirmar que:
Weber observou que nas regiões onde o calvinismo se enraizou, a ética do trabalho ascético impossibilitou que se desenvolvesse e prosperasse o capitalismo, uma vez que era a ética religiosa que significava mais, e não a ética econômica.
Weber estudou as religiões calvinistas, cuja salvação perseguida pelos fiéis os faziam dedicar-se ao trabalho, entendido como uma forma de obedecer a Deus, o que resultava inevitavelmente no acúmulo de capital.
Weber compreendia o processo de racionalização da sociedade ocidental resultante do capitalismo, e que não tinha sofrido nenhuma influência dos valores religiosos.
Weber viu nas religiões calvinistas o trabalho sem cessar como uma forma de fugir das tentações, e não gastar tempo consumindo e se divertindo. Embora essa seja uma forma de racionalização do mundo, não resultou no desenvolvimento do capitalismo.
Weber identificou que nas religiões, como as calvinistas, o trabalho era algo pouco valorizado e o tempo livre, o ócio criativo praticado pelos fiéis, era a fonte primária de acumulação de capital.
A relação entre o indivíduo e a sociedade constitui um dos eixos centrais da tradição sociológica desde suas origens, sendo abordada de forma distinta por diferentes autores. Com base nas concepções clássicas da Sociologia, analise as proposições a seguir:
I.Emile Durkheim entende que a sociedade possui existência própria e exerce coerção sobre os indivíduos, de modo que a ordem social é garantida pela integração dos sujeitos aos valores coletivos.
II.Para Karl Marx, o indivíduo é compreendido no interior das relações materiais de produção, sendo suas ações condicionadas pela posição que ocupa na estrutura de classes e não por normas sociais abstratas.
III.Max Weber concebe o social como o resultado das ações individuais dotadas de sentido, sendo a sociedade compreendida a partir da interpretação subjetiva dos significados atribuídos pelos agentes.
É correto o que se afirma em:
I e III apenas.
I apenas.
I, II e III.
I e II apenas.
II e III apenas.
sociologia alemã de Max Weber enfatiza a importância da ação social em vez das estruturas. Qual das alternativas a seguir melhor reflete essa perspectiva weberiana?
A análise sociológica deve priorizar as instituições e sistemas sociais, pois eles determinam completamente o comportamento dos indivíduos.
A Sociologia deve se limitar ao estudo de dados estatísticos e tendências sociais, ignorando a subjetividade dos indivíduos.
A compreensão das sociedades deve focar nas interações individuais e nos significados que as pessoas atribuem a suas ações, levando em conta o contexto social.
A ação social é irrelevante para a sociologia, pois as estruturas sociais são imutáveis e moldam o comportamento humano.
O estudo da ação social deve ser feito sem considerar o contexto cultural e histórico, pois todos os indivíduos agem da mesma forma, independentemente de sua origem social.
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo foi escrito por Max Weber. Este trabalho, publicado em 1905, ficou particularmente famoso na área de estudo da religião e economia, Weber tinha a intenção de examinar a influência das orientações religiosas na conduta econômica dos indivíduos, procurando avaliar a contribuição da ética protestante, especialmente a calvinista, na promoção do moderno sistema econômico. Sobre a abordagem de Weber para o campo religioso é correto afirmar que:
A influência das orientações religiosas na conduta econômica dos indivíduos, contribuição direta da ética protestante, especialmente a calvinista, aliados a outros fatores, promoveram o moderno sistema econômico.
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo ficou particularmente famoso na área de estudo da religião, economia e criminologia.
A Ética Protestante era a única causa do Capitalismo, fatores políticos e tecnológicos não compunham variáveis que contribuíam para o desenvolvimento e avanço do Capitalismo.
A análise da religião ocupou lugar central nas preocupações e nos trabalhos de Weber. Ao estudar os fenômenos da vida econômica, desejava compreender a sua influência sobre a conduta religiosa dos indivíduo.
As diferentes tradições sociológicas – Positivismo, Marxismo e Weberianismo – surgiram de contextos históricos antagônicos e, consequentemente, conceituam e abordam o problema da ordem social de maneiras fundamentalmente distintas.
Sobre ordem social e suas diferentes abordagens sociológicas é correto afirmar:
Para a Corrente Weberiana a função da teoria social era contribuir para a realização de mudanças radicais na sociedade, e não meramente solucionar os problemas sociais para restabelecer o bom funcionamento.
Para o Marxismo a luta de classes como realidade concreta se concentra na harmonia social, na luta de classes como a realidade concreta da Sociedade Capitalista, que estabiliza a ordem social.
A abordagem de Max Weber se coaduna com a visão do marxismo (pela neutralidade e pessimismo) e pela racionalização como Essência. Weber via o Capitalismo Moderno como a expressão da modernização e uma eloquente forma de racionalização do homem ocidental.
Para os positivistas, a ordem social não era um dado, mas um problema a ser restaurado. Dedicavam-se a conteúdo estabilizador da Sociologia, ligando-se aos movimentos de reforma conservadora da sociedade.
O termo "Cultura" é polissêmico nas Ciências Sociais, causando debates e reações generalizantes entre antropólogos, historiadores e outros cientistas sociais. Para o antropólogo Clifford Geertz, cuja obra influenciou, significativamente, a área de estudos, a cultura é essencialmente semiótica, partindo da visão de Max Weber de que "o homem é um animal amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu". Neste sentido é correto afirmar que:
Cultura é um conjunto de mecanismos de controle, (planos, receitas, regras, instruções), que desregulam e desgovernam o comportamento dos sujeitos.
Cultura é um poder em si, um contexto dentro do qual os eventos sociais, comportamentos e instituições podem ser descritos de forma inteligível.
Cultura consiste em estruturas de significados socialmente não estabelecidos, por isso uma teia de significados.
Cultura é uma teia de significados que rege e governa a vida dos sujeitos.
A teoria sociológica da ação dos indivíduos elaborada por Weber consiste em compreender as relações entre indivíduo e sociedade e os sentidos e os significados das ações individuais, os pontos de vista dos sujeitos e as interações entre eles, assim como os significados dessas interações. Assim, ele formula classificações e tipologias da ação social. Neste sentido, marque a alternativa que apresenta corretamente uma ação social e seu tipo.
Um indivíduo entra em uma loja e escolhe uma camisa, e a compra porque o modelo e a cor é exigida em parte de seu uniforme de trabalho, sua ação é do tipo racional em relação a valores.
Um indivíduo entra em uma loja para comprar óculos. Se comparar com base no que lhe agrada e não porque é influenciada pela moda, sua ação é do tipo tradicional.
Um indivíduo entra em uma loja de carros e compra o modelo que menos gosta, mas é o que lhe dará status e prestígio, sua ação é tradicional.
Um indivíduo entra em uma loja e compra um relógio de pulso que lhe dará menos status ou prestígio diante dos colegas, mas o compra porque gosta do modelo, sua ação é racional em relação a valores.
Um indivíduo entra em uma loja para comprar sapatos. Se ele comprar os sapatos influenciado pela moda, sua ação é do tipo tradicional, com base no que a maioria faz.
Sempre que se debruçam sobre o tema Estado moderno, especialistas da Ciência Política tomam emprestado de Max Weber as suas teorizações acerca deste ente. Acerca da definição de Estado moderno, proposta por Weber, é correto afirmar que:
A teoria weberiana acerca do uso da força pelo aparelho burocrático de estado, contribui em seu aspecto multidimensional para compreensão do fenômeno da violência, mas não permite interpretar o contexto das decisões em que os agentes da lei ou dos agentes do crime atuam.
A compreensão da ordem social racional-legal e da violência não legítima aplicada pelos aparelhos burocrático legais autoriza a violência não legítima com uso da força no espaço territorial.
A predominância das formas de dominação racional-legal na ordem social define o que será criminalizado/penalizado, e a violência legítima é o uso da força dentro da ordem reconhecida como tal.
A ordem social racional legal ancorada na violência legítima atua como uso da força no espaço territorial que depende da possibilidade de reconhecimento legítimo e da existência de um aparelho burocrático capaz de aplicá-la.
A teoria weberiana acerca do Estado Moderno, ainda que contribua em seu aspecto multidimensional para compreensão do fenômeno da violência, é insuficiente para interpretar o contexto das decisões em que os agentes do crime atuam.
Em Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira defendem que, para Max Weber: “Enquanto a ciência é um produto da reflexão do cientista, a política o é do homem de vontade e de ação, ou do membro de uma classe que compartilha com outras ideologias e interesses. Segundo Weber, ‘a ciência é hoje uma vocação organizada em disciplinas especiais a serviço do autoesclarecimento e conhecimento de fatos interrelacionados’. Ela não dá resposta à pergunta: a qual dos deuses devemos servir? Essa é uma questão que tem a ver com a ética” (2017. Adaptado).
Segundo as autoras ressaltam no excerto, para Max Weber, a ciência deve
diferenciar juízos de valor de saber empírico.
distinguir ideologia política de valores éticos.
aplicar os princípios do falibilismo epistêmico.
zelar pela produção de certezas indubitáveis.
defender os princípios do idealismo subjetivo.
Na última década, passamos a conviver com o fenômeno da ascensão de novos líderes autoritários ao redor do mundo. Esses líderes estão se notabilizando por descumprirem leis e por desrespeitarem o Poder Judiciário e, principalmente, a Corte Constitucional de seus países, buscando ampliar seu poder individual. Considerando a teoria da dominação burocrática de Weber, esses líderes autoritários
exercem sobre instituições a dominação burocrática, mas não o fazem em relação aos funcionários.
se notabilizam por ignorar a dominação burocrática em relação a funcionários e a instituições.
exercem sobre os funcionários a dominação burocrática, mas não o fazem em relação às instituições.
se notabilizam por exercer, sobre os funcionários e as instituições, a dominação burocrática.
O desenvolvimento do estamento é essencialmente uma questão de estratificação que se baseia na usurpação, que é a origem normal de quase toda honra estamental. Mas o caminho dessa situação puramente convencional para o privilégio local, positivo ou negativo, é percorrido com facilidade tão logo uma certa estratificação da ordem social tenha, na verdade, sido “vivida” e tenha conseguido a estabilidade em virtude de uma distribuição estável do poder econômico. Onde as suas consequências se realizaram em toda a extensão, o estamento evolui para uma “casta” fechada.
(Weber, 1982)
Segundo Weber (1982), quando a estratificação social se radicaliza, surgem “castas”. Para ele, o componente adicional que propicia o surgimento de castas inclui aspectos
políticos.
étnicos.
ritualísticos.
jurídicos.
sociais.