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A comunicação, além de cumprir o papel de expressar a mudança, é um elemento constitutivo da mudança porque aborda a criação de discurso e o processo de atribuição de sentido.
Em um ambiente receptivo e na presença de suporte ao processo de mudança organizacional, os funcionários não só entendem por que as mudanças se fazem necessárias, mas se comprometem com o processo e executam os passos exigidos.
Uma das etapas do processo de mudança está associada à criação de um senso de urgência, uma necessidade que justifique a realização do processo.
Ao proporcionar ordem e consistência aos participantes da organização, a cultura sugere sinais para a realização de possíveis mudanças e favorabilidade dos indivíduos ao processo.
Na maioria das vezes, os gerentes de linha não podem ser usados como agentes de mudança organizacional. Contudo, os gerentes necessitam apresentar atitudes positivas em relação ao processo de mudança.
As avaliações da mudança organizacional demonstram que, embora os resultados financeiros pretendidos no início do processo possam ter sido alcançados, o processo costuma ser interrompido antes da consolidação dos novos comportamentos na cultura da organização, comprometendo sua sustentabilidade no longo prazo.
Existem mudanças graduais, de tipo evolutivo, e outras radicais, de tipo revolucionário. Essa caracterização está profundamente relacionada à visão de organização que prepondera na investigação dos processos de mudança.
Os estudos mostram que o envolvimento do gestor no processo de mudança não interfere na participação do subordinado no processo.
Como forma de mudança organizacional, a reengenharia de processos se caracteriza pela drástica mudança em muitas estruturas e sistemas. Segundo Thomas Davenport (1994), a mudança baseada na reengenharia de processos deve ser compreendida em termos de certas características, dentre as quais não se destaca:
magnitude geral da mudança necessária.
nível de incerteza quanto aos resultados da mudança.
amplitude da mudança nas e entre organizações.
nível de penetração necessária das atitudes e comportamentos individuais.
irrelevância do processo de mudança.
As ações de treinamento e o planejamento do processo de mudança devem ocorrer na etapa de estruturação dos novos processos.
As turbulências do ambiente externo podem ser corretamente consideradas como o principal gatilho para a mudança organizacional, na medida em que as organizações são altamente dependentes do seu ambiente externo.
Mudança organizacional se caracteriza por indicar alterações em partes ou no todo do sistema organizacional. As características alteradas, obrigatoriamente, precisam compor os elementos-chaves do sistema organizacional, o que indica que uma alteração em uma unidade específica não caracterizará uma mudança organizacional.
Com relação ao processo de mudança organizacional, assinale a alternativa correta.
A mudança organizacional é um processo induzido de fora para dentro da organização para evitar a resistência dos seus membros.
Tanto na perspectiva Taylorista como na Teoria da Contingência a mudança organizacional depende do envolvimento e aceitação dos novos objetivos organizacionais por parte dos seus membros.
O medo e a incerteza com relação ao processo de mudança organizacional podem se manifestar como resistência e devem ser levados em consideração no seu planejamento.
A cultura organizacional é um obstáculo e deve ser transformada previamente para que o processo de mudança tenha sucesso.
A perspectiva da mudança organizacional vê as organizações como máquinas feitas de partes que se interligam, cada uma desempenhando um papel claramente definido no funcionamento do todo.
Considere a seguinte situação hipotética. Uma empresa que enfrenta desequilíbrio econômicofinanceiro no seu plano de saúde e sofre com a falta de profissionalização nesse setor encontra-se na condução do processo de mudança do referido plano de saúde. Nessa situação, a complexidade do processo de mudanças organizacionais está relacionada estritamente ao grau em que as mudanças envolvem aspectos concretos da organização, como a estrutura, sistemas e procedimentos da organização.
Um dos pilares do processo de mudança organizacional é a demanda por novos comportamentos, habilidades e atitudes dos profissionais.
Apesar de imprescindível, a dimensão técnico-instrumental nem sempre é considerada em um processo de mudança na organização.
A reengenharia, conceito desenvolvido por Michael Hammer, consiste em um processo de reorganização empresarial que se baseia no uso intensivo e abrangente de tecnologia, com a automatização das tarefas e a conseqüente redução de pessoal, e contribui para uma nova identidade da organização.
Com relação ao conceito de mudança na abordagem do Desenvolvimento Organizacional pode-se afirmar que
as mudanças organizacionais podem ser lentas, aceleradas ou moderadas.
os obstáculos ao pleno desenvolvimento organizacional derivam de falhas nas relações de autoridade, pouca clareza na divisão do trabalho e ausência de supervisão hierárquica.
as mudanças não podem depender de um apoio consensual dentro da organização, pois normalmente encontram resistências ou ressentimentos.
quanto melhor o planejamento estratégico e mais rápido o processo de implementação, menor a resistência dos membros da organização à mudança.
o ideal é que toda mudança organizacional seja baseada num processo de desenvolvimento sistemático.
Considere que um gestor necessite atuar na superação de resistências verificadas em decorrência de um novo processo que esteja sendo implantado na organização. Nesse caso, o gestor pode investir em educação e comunicação; em participação e apoio; em negociação ou em manipulação e coerção.
Devido às grandes mudanças ocorridas na dinâmica das organizações, constata-se que os administradores eficazes precisam, cada vez mais, desenvolver relacionamentos de confiança com os seus liderados, porque:
a previsibilidade dos comportamentos tornou-se fundamental para a sobrevivência das organizações.
o escalão dirigente não consegue mais obediência na base de intimidação.
as práticas de reengenharia fortaleceram a arquitetura organizacional em detrimento do crescimento na carreira.
os mecanismos de controle de comportamentos tornaram- se ineficazes.
é preciso um substitutivo para minimizar os efeitos da ruptura do pacto de convivência burocrático.