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Os prazos de guarda dos documentos nos arquivos do tipo corrente e intermediário devem ser definidos com base na legislação pertinente e nas necessidades administrativas.
A teoria das três idades tem uma aplicação direta nas estratégias de qual função arquivística?
Classificação.
Descrição.
Criação.
Preservação.
Avaliação.
Em Arquivologia são identificados alguns objetivos de determinadas etapas da organização dos documentos, tais como: aumentar o índice de recuperação da informação; garantir condições de conservação da documentação de valor permanente; reduzir, ao essencial, a massa documental dos arquivos; controlar o processo de produção documental; conquistar espaço físico e aproveitar melhor os recursos humanos e materiais. Esses objetivos evidenciam a
descrição.
classificação.
avaliação.
prescrição.
atualização.
A classificação de documentos visa agilizar a recuperação de informações e é realizada com base no:
Código de instrumento.
Sistema alfabético.
Método sistemático.
Conteúdo do documento.
O código de classificação é um instrumento utilizado nos órgãos federais para agrupar os documentos de arquivo em classes e subclasses, segundo as funções e atividades desempenhadas pelo órgão. Também são identificados espécies e tipos documentais, que são chamados de assuntos e recebem códigos numéricos.
Há três elementos principais a serem considerados na classificação de documentos públicos:
I. a ação a que os documentos se referem.
II. a função a que os documentos se referem.
III. os assuntos de que tratam os documentos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
I e III.
I, II e III.
II e III.
I e II.
I.
O método de avaliação dos documentos de um arquivo aplica-se a unidades isoladas e não ao conjunto dos documentos.
A passagem dos documentos do arquivo intermediário ao arquivo permanente é conhecida tecnicamente como recolhimento e, juntamente com a transferência, é uma função arquivística.
Em órgãos públicos, apenas servidores treinados devem realizar a classificação de documentos. As operações de classificação incluem o estudo, isto é, a leitura de cada documento a fim de identificar o assunto principal sob o qual deve ser classificado, e os assuntos secundários; e a codificação, que consiste em anotar o código correspondente ao assunto principal na primeira folha do documento.
A Resolução nº 14, de 24 de outubro de 2001, aprova a versão revisada e ampliada da Tabela de Temporalidade, para ser utilizada na avaliação dos documentos resultantes da atividade-meio da Administração Pública Federal, desde que haja uma comissão institucional para aplicá-la, formada por:
arquivista, profissionais das áreas administrativa, financeira e jurídica, representante da área específica do assunto tratado na documentação em questão.
chefe do Arquivo, administrador da Instituição, servidor que trabalha na área, procurador, e historiador.
arquivista, chefe do arquivo, advogado, pesquisador e usuário do arquivo.
profissionais das áreas de que trata o documento, arquivista, administrador e pesquisador do assunto.
chefe do arquivo, profissional da área jurídica e representante da área do assunto em questão.
Segundo a Lei 6.546, de 4 de julho de 1978, é função do Arquivista:
orientação da aquisição, avaliação e seleção dos acervos bibliográficos.
planejamento, orientação e acompanhamento do processo documental e informativo.
emissão de parecer sobre aquisição das peças dos centros de documentação.
avaliação dos acervos que estão destituídos de valores.
higienização e desinfestação dos depósitos documentais.
De acordo com a Tabela de Temporalidade, é correto afirmar que
os órgãos, ao adotar a tabela, devem designar uma Comissão Provisória de Avaliação que terá a responsabilidade de proceder às adaptações, orientar sua aplicação, dirimir possíveis dúvidas, orientar o processo de seleção dos documentos e proceder à revisão periódica no que se refere aos documentos relativos às atividades-fim.
a adoção de recursos tecnológicos para alteração do suporte da informação requer a observância de determinados critérios que levem em consideração os preceitos técnicos da Arquivologia, a legislação em vigor e a relação custo/benefício de sua implantação.
o processo de avaliação deve considerar o suporte no qual foi criado o documento, identificando os valores a ele atribuídos (primário ou secundário), segundo o seu potencial de uso.
a metodologia de elaboração da tabela de temporalidade fundamenta-se na estrutura organizacional dos órgãos públicos.
a aplicação da tabela deverá estar condicionada à aprovação por instituição arquivística pública federal.
Uma avaliação bem sucedida não pode prescindir de outra importante função arquivística, que deve necessariamente antecedê-la. Trata-se
da difusão.
da informatização.
da classificação.
do tombamento.
da conservação.
A atividade de classificação de documentos de arquivo exige do responsável conhecimentos da administração à qual está vinculado e também da natureza dos documentos a serem classificados.
O resultado final dos trabalhos de avaliação apresenta como instrumento a tabela de temporalidade de documentos ou o plano de destinação.
A criação de documentos é uma função arquivística apropriada pela gestão de documentos e tem suas origens na Antiguidade, época em que os arquivistas trabalhavam, também, como copistas.
A avaliação de documentos deve estar integrada à função classificação.
O principal objetivo da avaliação é a eliminação de documentos.
A classificação de documentos arquivísticos depende do conhecimento e do uso de cinco conceitos relacionados ao processo classificatório. Esses conceitos são:
classificação, ordenação, arquivamento, codificação e instrumento de pesquisa.
classificação, avaliação, arquivamento, codificação e instrumento de classificação.
classificação, ordenação, arquivamento, codificação e arranjo.
classificação, ordenação, arquivamento, método e arranjo.
classificação, ordenação, arquivamento, codificação e instrumento de classificação.