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A organização de documentos armazenados em arquivos intermediários não pode ser alterada sem o consentimento formal das unidades político-administrativas que os acumulou.
O arquivo intermediário é sinônimo de massa documental acumulada.
Os arquivos intermediários são uma extensão do arquivo corrente, isto é, são constituídos por documentos ainda com valor primário.
A noção de pré-arquivo está superada, sob o ponto de vista terminológico, no âmbito da comunidade arquivística brasileira, que passou a utilizar o conceito de arquivo corrente.
São objetivos do arquivo intermediário: evitar a manutenção de documentos por um longo período nos setores de trabalho e o recolhimento prematuro de documentos ao arquivo permanente, garantir a redução dos custos de conservação de documentos e potencializar o acesso à informação.
No século XX, algumas teorias sobre o "escritório sem papel" foram aventadas e hoje, século XXI, essas teorias não se confirmaram, pois a produção de documentos convencionais ou não continua intensa, gerando a formação de grandes depósitos de armazenamento. Em alguns desses depósitos, é fundamental a economia de pessoal, espaço, tempo e equipamento, além da racionalização da guarda e preservação dos acervos, visando a responder rapidamente às questões da administração, o que caracteriza os depósitos de arquivamento
intermediário
centralizado.
permanente.
administrativo.
corrente.
Documentos intermediários, mesmo armazenados em outros lugares, permanecem como propriedade exclusiva do setor de trabalho que os acumulou.
As etapas de produção, processamento técnico, uso privilegiado pelo administrador e armazenamento dos documentos de grande freqüência de uso são típicas da fase intermediária.
A proposta de quatro idades documentais, formulada pelo italiano Elio Lodolini, é, na verdade, o desdobramento da idade intermediária em dois momentos: os arquivos de depósito e os pré-arquivos.
As funções de um centro de arquivamento intermediário incluem recolher a documentação, assegurar a devida proteção aos documentos, eliminar a documentação conforme os prazos definidos e fornecer as informações solicitadas.
Arquivo formado por documentos que deixaram de ser consultados freqüentemente, mas que ainda podem ser solicitados pelos setores que os receberam ou os produziram pode ser identificado como arquivo intermediário.
Documentos intermediários são aqueles
que têm valor histórico, probatório e informativo e que, portanto, devem ser definitivamente preservados em instituições adequadas a esse fim.
cujo uso é infreqüente e que, por interesse administrativo, precisam ser mantidos, por um determinado período, para fins de prova e informação.
que estão em curso, isto é, que tramitam ou foram arquivados, mas ainda são objetos de consultas freqüentes.
cujo valor ainda aguarda definição por parte da instituição geradora ou cuja circulação é de interesse a apenas um grupo de usuários por prazo predeterminado.
que estão vinculados aos objetivos imediatos para os quais foram produzidos ou recebidos no cumprimento de atividades-fim da organização.
O arquivo intermediário deve favorecer o baixo custo de armazenamento de documentos ainda com valor primário.
O arquivo intermediário é formado de documentos que não são consultados com freqüência, mas que podem ser solicitados pelos órgãos que os receberam e por aqueles que os produziram.
O documento de arquivo transferido ao arquivo intermediário permanece com o acesso restrito à unidade que o acumulou, podendo, com a autorização da unidade acumuladora, ser acessado por outras unidades.
Guarda temporária é sinônimo de arquivo intermediário.
A organização dos arquivos intermediários consiste no estabelecimento de normas precisas que regem a transferência, do setor de trabalho para os locais previstos para esse fim, a organização, a recuperação e a conservação dos documentos intermediários que os compõem. Para tal, o arquivista deve respeitar certo número de elementos de base. Acerca desse assunto, assinale a opção incorreta.
Os documentos intermediários, mesmo conservados em local diferente daquele no qual foram produzidos ou recebidos, permanecem como propriedade exclusiva do acumulador.
Nenhum documento deve ser aceito no arquivo intermediário sem que se conheça, de modo preciso, sua destinação final (eliminação ou guarda permanente).
A unidade que transferiu os documentos ao arquivo intermediário e que quer consultá-los deve poder fazê-lo com rapidez.
Alterações na organização dos documentos intermediários podem ser feitas sem o consentimento do acumulador.
Encerrada a fase corrente alguns documentos são transferidos para depósitos onde são conservados por um período mais longo em função de razões legais ou administrativas. Esses depósitos são denominados arquivos:
A fase intermediária é justificada pela necessidade de se armazenar os documentos acumulados pela atividade-fim da organização.