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São considerados arquivos correntes da instituição os documentos que têm pouca utilidade para a tomada de decisões.
Dentre os fatores que definem os arquivos correntes, distinguindo-os dos intermediários e permanentes, estão
a autuação e a prescrição.
os usos jurídico e cultural.
a vigência e a freqüência de uso.
o valor primário e o valor secundário.
as datas tópica e cronológica.
A elaboração da tabela de temporalidade de documentos é fundamental para o estabelecimento dos arquivos correntes, intermediários e permanentes do órgão público.
O processo de recolhimento pressupõe que os documentos passam a ser de guarda permanente.
Nos arquivos permanentes, o potencial informativo dos documentos
é inversamente proporcional ao seu grau de sigilo.
extrapola as razões pelas quais foram acumulados.
depende de sua vigência jurídico-administrativa.
equivale ao que lhes permite o valor primário.
não favorece a pesquisa retrospectiva.
Ocorrerá o processo de transferência para todos os documentos acumulados no arquivo corrente.
Todo documento, após o período de permanência em um arquivo corrente, pode ser eliminado, transferido a um arquivo intermediário ou recolhido a um arquivo permanente.
Certo
Errado
Os documentos de segunda idade são aqueles
que retratam a origem da entidade, o seu proce-dimento e o seu funcionamento.
que se conservam junto aos órgãos produtores em razão da freqüência com que são consultados.
que aguardam em depósito de armazenamento temporário sua destinação final.
que exigem medidas especiais de proteção quan-to à sua guarda e acesso ao público.
reunidos de acordo com um critério de arranjo preestabelecido.
Na prática da avaliação, são em geral considerados de valor permanente
as cópias cujos originais são conservados.
os documentos cujos textos estão reproduzidos em outros.
os documentos que comprovam a origem da entidade.
os documentos desprovidos de interesse para a administração.
os documentos apócrifos.
A teoria das três idades define que os arquivos passam por três fases ou idades: corrente, intermediária e permanente. A fase ou idade intermediária é constituída de documentos originários de massas documentais, com uso pouco freqüente, que aguarda, em depósito de armazenamento temporário, sua eliminação.
A Teoria das Três Idades reparte o ciclo de vida dos documentos produzidos ou recebidos por uma pessoa física ou jurídica em três fases: corrente, intermediária e permanente. Os arquivos correntes são os conjuntos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e das necessidades de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas. Esses arquivos são essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula. Em uma fase seguinte, os arquivos correntes tornam-se semi-inativos ou passam diretamente à fase de inatividade, isto é, ao arquivo permanente, ou são eliminados.
É aconselhável que os documentos que demandem consultas freqüentes permaneçam na fase intermediária.
Os documentos de terceira idade que, porventura, apresentem um estado de conservação precário devem ser objeto de avaliação para posterior eliminação.
De acordo com a chamada teoria das três idades, há uma clara diferenciação entre
inventário, catálogo e guia, instrumentos que descrevem a ordem estrutural dos arquivos e a sua representação.
arquivologia, arquivística e arquivonomia, embora muitas vezes esses termos sejam empregados indistintamente na área.
identidade, substância e estrutura, evidenciando a recente evolução do conceito de descrição arquivística.
dados, registros e coleções, sendo apenas o terceiro tipo considerado, propriamente, de valor histórico.
arquivos correntes, intermediários e permanentes, em que a descrição nestes últimos é usada para permitir a pesquisa.
Por suas características de produção, os autos de todos os processos com origem no TRE/AL serão de guarda permanente.
Nos arquivos correntes, são guardados os documentos utilizados com muita freqüência pelos funcionários do órgão.
Somente serão recolhidos à fase permanente os documentos com valor secundário.
De acordo com a teoria arquivística, os documentos arquivados na fase corrente possuem valor primário e secundário.