

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
No final do século XX, surge o chamado teatro pós-dramático, que se revela cada vez mais presente na contemporaneidade, com amplas pesquisas, criações cênicas no exterior e em território brasileiro. A característica que NÃO descreve esse modelo de teatro é a:
intertextualidade
negação do drama
fragmentação dos signos
dependência do texto dramático
O chamado teatro-dança, que mistura fala, imagens e movimento, tem como principal representante:
Bob Wilson
Pina Bausch
Gertrude Stein
Tadeus Kantor
Augusto Boal, dramaturgo, diretor teatral e politico, criou durante a década de 1960, à frente do Teatro de Arena em São Paulo, uma pedagogia teatral denominada Teatro do Oprimido. Segundo Japiassú (2001), essa poética teatral tinha como referência
a estética brechtiana e a pedagogia libertadora formulada por Paulo Freire.
o repertório do Teatro Brasileiro de Comédia e a estética do Cinema Novo.
a fundamentação a partir do Teatro Naturalista francês e a produção literária de Henrik Ibsen.
a proposta do Teatro do Absurdo e a dramaturgia de Luigi Pirandello.
o texto O Teatro e seu Duplo e a perspectiva artística de seu autor, Jean Paul Sartre.
Existem várias teorias sobre a origem do teatro. Segundo Oscar G. Brockett (1995), nenhuma delas pode ser comprovada, pois existem poucas evidências e mais especulações. Antropólogos, ao final do século XIX e no início do XX, elaboraram a hipótese de que o teatro teria surgido a partir de rituais primitivos. Como se sabe, as representações iniciais mais conhecidas e a primeira teorização sobre teatro vieram dos antigos gregos. Como parte da teorização, Aristóteles afirma que a tragédia surgiu de
textos escritos feitos pelos chefes dos ditirambos, hinos declamados em honra a Dionísio.
textos escritos feitos pelo próprio Aristóteles, em hinos cantados em honra a Dionísio.
improvisações feitas pelos chefes dos ditirambos, cantando e dançando em honra a Dionísio.
improvisações feitas pelos chefes dos ditirambos, um hino cantado e dançado em honra a Zeus.
cantos feitos em forma de hinos, feitos pelos chefes dos ditirambos em homenagem a Zeus.
Em se tratando da linguagem do teatro, especificamente de gêneros e subgêneros, vários podem ser citados: auto, stand up, teatro invisível, teatro infantil, musical, entre outros. O auto, por exemplo, caracteriza-se por ser
de origem espanhola, surgido na Idade Média, por volta do século XII.
de origem grega, surgido na renascença, por volta do século XII.
de origem brasileira, surgido no século XVIII.
um subgênero da literatura dramática na idade antiga.
um subgênero que visavam a enaltecer as pessoas.
A encenação de “Vestido de Noiva”, em 1953, realizada pela companhia Os Comediantes, é considerada um marco do Moderno Teatro Brasileiro. A peça, escrita por Nelson Rodrigues, revolucionou o teatro brasileiro, gerando significativas mudanças na estética da cena, tais como:
utilização de um diálogo artificial, desconectado do cotidiano
mostra no palco de ações simultâneas em três planos: realidade, alucinação e memória
trabalho com os atores, marcado por pesquisas sobre os arquétipos abstratos e o inconsciente primitivo
utilização de painéis simbolistas, concebidos pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, marcados pelos efeitos de cor da iluminação
Gênero que se afirma durante a Revolução Francesa, o Melodrama popularizou-se no século XIX, sendo retratado por diversos artistas que enfocaram suas cenas, protagonistas, frequência e até seus efeitos nos espectadores, como nas figuras a seguir.
A partir das imagens, sobre o Teatro de Melodrama francês, na primeira metade do século XIX, analise as afirmativas a seguir.
I. O Melodrama se desenvolve na Era das Revoluções, em um contexto de industrialização, caos urbano e de problemas sociais, por isso assume a função de denúncia e substitui, no palco, o herói romântico pelos homens do dia-a-dia.
II. O pintor registra a diversidade social do público - da burguesia às camadas populares - e sua participação ativa, criando uma atmosfera de mundanidade, com manifestações de deleite, surpresa ou desaprovação.
III. A qualidade de uma apresentação era medida pelo interesse e emoção provocados no público, desde o desmaio à reação participante dos populares ao espetáculo.
Está correto o que se afirma em
As afirmativas a seguir descrevem corretamente aspectos do Teatro de Rua no Brasil, à exceção de uma. Assinale-a.
Usa o espaço urbano como cenário para manifestações teatrais de repertório ou performáticas.
Dialoga com as manifestações culturais populares, como o carnaval, o maracatu e o teatro de bonecos, entre outros.
Busca entreter, usando o improviso para distrair e divertir a plateia, retomando os princípios do drama burguês.
Dispõe da Rede Brasileira de Teatro de Rua, com a participação do Estado e da sociedade civil, para ampliar as políticas públicas e incluir essa modalidade teatral.
Utiliza técnicas que combinam máscaras, adereços e música, incorporando tradições circenses, adequadas ao ambiente dispersivo de ruas, praças e parques.
A imagem mostra a peça “Raimunda Pinto, sim senhor”, na montagem realizada pelo Grupo Harém de Teatro (1992). Essa peça teatral tem como autor

http://www.agendathe.com.br/2010/08/grupo-harem-garante-participacao-em.html
Adriano Abreu.
Arimatan Martins.
Chico Filho.
Chico Pereira.
Moisés Chaves.
As origens do teatro brasileiro remontam ao teatro de catequese dos indígenas, cuja preocupação era mais estética e artística do que religiosa.
O teatro de vanguarda brasileiro dos anos 60 do século passado foi influenciado pelo dramaturgo Bertolt Brecht, na medida em que passou a considerar o espectador como capaz de assumir uma atitude crítica perante a realidade.
— Eu chorei depois, quando entrei no camarim e me olhei no espelho. Fiquei assustada.
— Por que assustada?
— Eu olhei no espelho e vi uma mulher. Foi a primeira vez em muitos anos que isso acontece. Antes, quando eu olhava no espelho eu via uma empregada doméstica. Desta vez não. Eu sou uma mulher.
Ela era aquele corpo, aquele pensamento, aquelas emoções. O teatro deu a ela o poder extraordinário de entrar em cena, também na vida, não para se exibir, mas para dizer o que pensava e gostar do corpo que tem.
DESGRANGES, Flávio. A pedagogia do teatro: provocações e dialogismo. São Paulo: Edições Mandacaru, 2006. p. 69.
Sendo esse diálogo um relato resultado de práticas com o teatro, pode-se afirmar que ele se deu a partir da experiência com o
Teatro Didático, prática cênica amplamente difundida por Bertolt Brecht, que transformou a condição do espectador.
Teatro Improvisacional, prática cênica amplamente difundida por Viola Spolin, que trabalha jogos teatrais com atores e não atores.
Jogo Dramático, prática cênica amplamente difundida por Jean-Pierre Ryngaert, que trabalha atividades teatrais em contextos educacionais.
Teatro do Oprimido, prática cênica concebida por Augusto Boal, que conduz o espectador a se tornar protagonista da ação dramática.
O teatro é uma das manifestações artísticas mais antigas da humanidade. Sobre a história do teatro europeu, especificamente na Grécia Antiga, há um volume significativo de estudos, obras e peças. Dentro dessas consultas, pode-se perceber, por exemplo, que na Grécia Antiga existiram grandes teatros em diversas cidades: Epidauro, Atenas, Delos e Pérgamo são algumas. Nesses espaços, os gregos acompanhavam histórias trágicas e cômicas e faziam da ida aos espetáculos uma importante ação coletiva.
Com relação à prática teatral na Grécia Antiga, assinale a alternativa incorreta.
O teatro é uma obra de arte social e comunal; isto foi uma verdade na Grécia antiga. O teatro grego, portanto, alcançou muita importância na história teatral.
A multidão reunida no theatron [teatro] não era meramente formada por espectadores passivos à encenação. Participaram, pois, de forma ativa nas apresentações.
Suas origens encontram-se nas ações recíprocas de dar e receber que, em diversos tempos e lugares, prendem os homens aos deuses e os deuses aos homens.
Dionísio torna-se o deus do teatro depois que as tragédias e as comédias se desenvolveram e resultaram em ritos regados por vinhos e orgias.
O teatro contemporâneo, ao enfrentar a crise do drama – este que se constituiu das promessas irrevogáveis da modernidade, desenha-se sob uma diversidade de encenações marcadas pelo hibridismo das linguagens, o fragmento, a performatividade, o flerte com o real, os relatos autorais e recursos midiáticos que problematizam o lugar da “representação” teatral. Observando esses aspectos, Hans-Ties Lehmann denominou esse conjunto de práticas de
Teatro dialético.
Teatro do real.
Teatro espectral.
Teatro pós-estrutural.
Teatro pós-dramático.
Na dramaturgia brasileira contemporânea, o nome Denise Stoklos é sinônimo de Teatro Essencial, denominação que se refere
à ficcionalidade dos personagens e figurinos como estratégia dramatúrgica, explorada intensamente em seus espetáculos.
à convencionalidade do gesto, repertoriado sob a forma de entretenimento lúdico e paródico.
ao mínimo de efeitos em cena, potencializado para realçar o protagonismo do texto do autor escolhido.
à especificidade da experiência cultural de cada dramaturgia, principal meio de comunicação entre ator e público.
ao processo de atuação solista do performer, considerado epicentro do acontecimento cênico.
A origem do teatro remonta às primeiras sociedades primitivas que acreditavam que a dança imitativa trazia poderes sobrenaturais e controlava os fatos necessários à sobrevivência. Embora elementos da linguagem épica existam no teatro desde os seus primórdios, o Teatro Épico, não utiliza:
O ator como mero executante automático.
A comunicação direta entre ator e público.
A ruptura de tempo-espaço entre as cenas.
O ator como um crítico das ações da personagem.
O teatro antropológico de Eugênio Barba, desenvolvido na Escola Internacional de antropologia Teatral (ISTA), na Dinamarca, tem como premissa estudar a multiplicidade cultural de manifestações em todo o mundo. A partir desse estudo, Barba afirma que
a presença cênica é uma investigação pessoal que pode ser adquirida de forma espontânea. Cada cultura impõe uma substância essencial distinta para o acontecimento corporal.
existem princípios comuns que retornam em todas as culturas. A investigação desses princípios dá lugar ao que denominamos presença cênica.
a partitura de ação desenvolve a racionalidade do ator que está pautada no corpo-ritual a partir de padrões estruturantes.
assim como no balé clássico, o treinamento excessivo pode aprisionar o corpo no espaço.
as culturas influenciam umas às outras, porém não resguardam uma natureza comum.
Com a expressão "Teatro Negro", indica-se um conjunto de manifestações culturais e experiências teatrais que utilizam conscientemente os elementos cênicos, para um projeto de mobilização política dos afrodescendentes no Brasil.
A esse respeito, observe as imagens a seguir.
Com base na definição dada, assinale a opção que indica corretamente exemplos de Teatro Negro.
Leia o testemunho sobre os autos de José de Anchieta, encenados na América portuguesa, na segunda metade do século XVI.
Debaixo da ramada se representou pelos índios um diálogo pastoril, em língua brasílica, portuguesa e castelhana, e têm eles muita graça em falar línguas peregrinas, maximé e castelhana. Houve boa música de vozes, flautas, danças, e dali em procissão fomos até a igreja, com várias invenções [...]
Fernão Cardim (SJ). Tratados da Terra e Gente do Brasil [1583-1601]. São Paulo: Nacional, 1939.
Sobre o teatro jesuítico na América portuguesa, analise as afirmativas e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
( ) O teatro foi usado para datas festivas, durante as quais os autos eram encenados em locais destinados às representações, que constituíam os primeiros edifícios teatrais do Brasil.
( ) O pluralismo linguístico da composição teatral supõe a presença de um público familiarizado com as condições coloniais - índios que assimilaram o português e o espanhol e colonizadores que aprenderam o tupi.
( ) As primeiras manifestações cênicas no Brasil são obra de jesuítas, para quem o teatro possuía uma função catequética, de conversão e educação religiosa.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,