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Para Kotler, Kartajaya e Setiawan (2017), apesar de alguns gerentes de marca acreditarem que a participação na lembrança do consumidor (top of mind) seja um bom indicador da participação de mercado, isso não ocorre em todos os setores. Para os autores, a consciência de marca que leva os consumidores à compra ocorre com maior frequência em setores:
com baixo nível de informação e envolvimento: farmacêutico e de HPC.
com baixo envolvimento dos consumidores e ciclo de compra curto: bens de consumo embalados.
com alto envolvimento dos consumidores e ciclo de compra longo.
de seguros e finanças.
com alta credibilidade e ciclo de compra médio.
Em 1999, antes de iniciar suas operações e com uma campanha inovadora para a época, uma empresa convidava os futuros possíveis consumidores a participarem de seu processo de naming. Três opções, previamente registradas, foram oferecidas ao público e o nome escolhido foi:
Intelig.
Buscapé.
Tim.
Telefônica.
Vivo.
A gestão de marcas, também chamada de branding, é um processo disciplinado para desenvolver a conscientização, atrair novos clientes e ampliar a fidelidade dos consumidores. O processo de branding, de acordo com Wheeler (2018), é composto de três etapas:
Condução da pesquisa, estudo de públicos e design da identidade.
Entrevista com o diretor da empresa, esclarecimento da estratégia e desenho do logotipo.
Condução da pesquisa, esclarecimento da estratégia e design da identidade.
Condução da pesquisa, desenho do logotipo, aprovação do diretor da empresa.
Branding é um termo utilizado pelos profissionais de marketing, que significa dotar bens e serviços com o poder de uma marca. Segundo Philip Kotler e Kevin Keller em "Administração de Marketing", há uma estratégia de branding que se baseia no posicionamento de uma marca em relação a suas concorrentes de maneira que a outra marca, mais importante e mais lucrativa, de uma determinada empresa se mantenha no posicionamento desejado. Tal estratégia é conhecida como:
Marca Guarda-chuva.
Marca “Vaca Leiteira”
Marca de Combate.
Marca de Entrada em Nível Básico.
Marca de Alto Prestígio.
No entendimento de Rodrigues (2007), existem inúmeras oportunidades por meio das quais a marca pode expressar sua identidade e posicionamento para diferentes públicos. Cada elemento integrante desse conceito gera uma experiência de marca. Alguns exemplos são: identidade verbal (naming), impressos, embalagem, design, comunicação de marketing, marketing de relacionamento, website, funcionários, produtos e serviços, canal de distribuição e preço, entre outros.
No universo do Branding, os exemplos acima de expressões da marca são conhecidos como:
Publicidade
Marketing Cap
Social Commerce
Gestão de ativos físicos
Pontos de contato da marca
A marca, de uma instituição ou empresa, também é denominada como
identidade digital.
Sistema de Identidade Visual (SIV).
Programa de Identidade Visual (PIV).
designação visual.
assinatura visual.
Tendo em vista que a marca é considerada como o maior patrimônio de uma empresa, um planejamento eficiente de branding deve considerar que:
é desejável monitorar constantemente as opiniões do público em redes sociais na internet.
a proposta de valor deve se ater à criação de associações positivas entre a marca e o consumidor.
a marca deve estar presente no maior número possível de espaços para se firmar como top of mind.
a proposta de valor deve se ater à qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela empresa.
as organizações devem se fazer presentes em todas as mídias digitais para que seja possível atingir diferentes públicos.
A gestão de imagem de uma marca, ou mesmo de uma entidade ou instituição, utilizando sua influência junto a seus diversos públicos recebe o nome de
merchandising.
endomarketing.
marketing institucional.
marketing de guerrilha.
marketing viral.
Strunk (2007) define a marca como sendo um nome que pode ser representado por um desenho (logotipo e/ou símbolo) que adquire um valor específico com o tempo, devido aos vários relacionamentos que são feitos a ele. Para a lei brasileira, marca é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas. Assim, o INPI (2011) classifica as marcas de acordo com sua natureza e também pela sua forma de apresentação.
As marcas, quanto a sua forma de apresentação, são classificadas como:
nominativa, mista, figurativa e tridimensional.
produto, serviço, coletiva e certificação.
extensas, completas, globalizadas e restritas.
diferenciadas, relevantes, estimadas e conhecidas.
desenhadas, figurativas, abstratas e modificadas.
A criação e a gestão de marca é o problema principal na estratégia do produto (KOTLER, 2000). Assim, desenvolver um produto de marca requer um grande investimento de longo prazo, especialmente em propaganda, promoção e embalagem. NÃO diz respeito ao conceito de marca:
Uma marca identifica a empresa ou o fabricante.
As marcas podem variar quanto ao seu poder e ao valor no mercado.
Marca é um nome, termo, símbolo, desenho, ou uma combinação desses elementos.
Promover a marca com base somente nos atributos é uma ótima estratégia de marketing.
Uma marca pode trazer até seis níveis de significado: atributo, benefícios, valores, cultura, personalidade e usuário.
Na Marca de uma sorveteria foi utilizada uma imagem de um sorvete fotografada pelo celular do proprietário. Marque a alternativa CORRETA.
Na faixada da sorveteria um front ligth de 5,0m x 2,0m será produzido com a referida marca em destaque, onde a imagem acima apresentada poderá ser ampliada para este tamanho sem que se perca qualidade e resolução.
Uma marca pode ser composta por um símbolo e um texto ou por apenas este último.
O mais importante na composição de uma marca é a utilização de imagens fotográficas.
As cores não são os elementos importantes na marca.
Para que uma marca seja bem-sucedida e atinja seu público alvo, ela não precisa ser nem equilibrada nem harmônica.
Para o designer Delano Rodrigues, marca não é apenas uma representação visual, mas uma síntese de vivências e experiências memoráveis, despertadas quando se estabelece algum tipo de contato com uma empresa, organização, lugar, pessoa ou produto. A partir desta definição, podemos concluir que o processo de dotar um produto ou serviço com poder de uma marca é denominado
Branding.
Brand equity.
Etnografia.
Extensão de marcas.
Arquitetura de marcas.
Uma pesquisa detectou que 72% dos clientes pagariam até 20% a mais por suas marcas preferidas.
Esse efeito diferenciador que a marca tem sobre essa reação dos clientes é denominado
brand equity
composto de marketing
identidade do produto
índice de recall
lei de Pareto
Críticos das ações de identidade corporativa e gestão de marcas consideram que essas atividades são demasiadamente intangíveis e que não há formas objetivas de mensuração dos resultados. Essa crítica:
procede, pois faz parte da natureza da comunicação social aplicada às organizações;
procede, pois mesmo quando existem ações tangíveis, elas não podem ser mensuradas;
não procede, pois as estratégias organizacionais cada vez são mais difíceis de serem mensuradas;
não procede, pois existem formas quantitativas de avaliar comparativamente os resultados;
não procede, pois as organizações migram para atividades cada vez mais intangíveis e não mensuráveis.
Uma agência associa a marca do cliente com o patrocínio de uma peça de teatro. O principal objetivo de marketing dessa medida é melhorar o(a):
branding;
naming;
posicionamento;
GRP;
awareness.
A reputação de uma marca está na cabeça de cada um, é particular de cada indivíduo, e a percepção de um consumidor sobre determinada empresa pode influenciar os outros. Pode-se dizer, então, que a credibilidade dessa empresa depende, dentre outros itens, da confiança do público, e só será alcançada se houver honestidade e transparência nas práticas institucionais.
No que diz respeito à reputação de uma marca, verifica-se que ela
é construída no interior da organização.
é a manifestação visual da sua realidade.
gera expectativas associadas à oferta.
possui caráter conjuntural.
possui efeitos efêmeros.
A gestão do portfólio de marcas de uma companhia envolve decisões a respeito de todas as marcas gerenciadas por uma organização. Inclui marcas primárias, submarcas, diferenciadores, endossadores e marcas corporativas. Sobre esse assunto, é INCORRETO:
“Marca corporativa” é aquela que representa de forma ampla uma organização, abrangendo todos os seus negócios e públicos de interesse (stakeholders).
“Marcas endossadoras” são aquelas usadas para indicar a propriedade e a qualidade de um componente ou serviço particular associado ao produto, mas que não são parte oficial do produto, representando quase sempre um ingrediente ou serviço que possui marca independente.
“Marcas primárias” ou marcas master são aquelas presentes na maior parte da linha de produtos, geralmente associadas a submarcas, diferenciadores ou descritores.
“Submarcas” representam um importante elemento secundário de branding, vindo depois da marca primária em evidência.
“Marcas descritoras” descrevem aspectos técnicos ou funcionais da oferta, ou versões específicas e modelos.
De acordo com a sequência da cognição, no reconhecimento e na interpretação de uma marca, o cérebro reconhece e memoriza primeiramente as cores; em seguida, a forma e o conteúdo.
De acordo com o critério substancial, o diferencial da marca não pode ser facilmente copiável pelos concorrentes.
O design de identidade foi aplicado intensamente na promissora visão de mundo após a Segunda Guerra Mundial, associado aos avanços tecnológicos, à prosperidade e ao desenvolvimento econômico. O design gráfico foi um importante fator para que se formasse uma reputação de qualidade e confiabilidade nas grandes corporações.