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A comunicação integrada envolve conteúdos múltiplos, equipes multidisciplinares, integração, informatização de processos, comunicação em tempo real, entre outros.
Certo
Errado
A campanha publicitária institucional tem por objetivo o produto em particular e visa explicar as minúcias, os modelos e as diferenciações desse modelo.
Certo
Errado
O house-organ é um exemplo de informativo institucional, geralmente uma publicação dirigida ao público interno. Entretanto, em determinadas situações se destina a segmentos do público externo, como fornecedores, autoridades e jornalistas.
Os relatórios são instrumentos de comunicação organizacional, cuja principal finalidade é subsidiar campanhas publicitárias massivas.
Uma das maneiras de se trabalhar para construir uma marca forte é a conscientização dos empregados e colaboradores acerca da filosofia da empresa, seus conceitos, valores e missão.
O planejamento estratégico não é considerado instrumento de fortalecimento da imagem institucional.
Atualmente, as instituições públicas utilizam técnicas jornalísticas para interferir na opinião pública, o que fez do jornalismo institucional um sistema híbrido, que combina técnicas de jornalismo, de relações públicas e de divulgação institucional, a fim de conferir visibilidade às atividades da instituição e fortalecer sua imagem pública. Sob esse ponto de vista, a notícia é vista como estratégia de promoção da imagem institucional.
O profissional do serviço de atendimento é responsável pela não participação do consumidor.
Imagem é considerada como a soma de crenças, atitudes e impressões que uma pessoa ou grupo de pessoas tem de um objeto e decorre da maneira como o público decodifica todos os sinais emitidos por uma organização por meio de seus produtos, serviços, conduta e relacionamentos.
Certo
Errado
As empresas seriamente preocupadas com a própria imagem costumam preparar planos de comunicação de contingência para enfrentar possíveis crises, nos quais levam em conta, geralmente, os seguintes aspectos: o posicionamento do governo; o tipo da crise; o caminho da crise; as etapas da crise; a definição do porta-voz e as políticas da organização; e a definição de regras básicas para lidar com a imprensa.
A comunicação organizacional predominante, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80, no século XX, vem utilizando o modelo mecanicista, como afirmam vários pesquisadores, entre eles, Linda Putnam, Charles Redding, Philip Tompkins e Margarida Kunsh. Sobre este modelo é correto afirmar que:
Considera e avalia a comunicação sob a ótica funcionalista e da eficácia organizacional.
Defende a premissa de que o comportamento comunicativo não é tangível, portanto, não deve ser observado.
Estuda somente as estruturas formais de comunicação.
Considera as análises dos contextos sociais, políticos, econômicos, tecnológicos e organizacionais no planejamento da comunicação.
Não acredita que o comportamento comunicativo possa ser medido e padronizado.
O fato de uma empresa constituir uma unidade econômica que se propõe a produzir bens e serviços mediante a finalidade do lucro é, freqüentemente, explicitado com transparência pela comunicação empresarial, uma vez que o lucro é bem aceito por todos os consumidores.
Porta-vozes institucionais se transformam em definidores primários do que é noticiável, na medida em que seu prestígio como peritos nos assuntos de interesse público aumenta.
A comunicação organizacional é praticada apenas pelo profissional de relações públicas, que comanda e extrai recursos das áreas de publicidade, jornalismo, recursos humanos e marketing.
Identificar organizações que se destacam na execução de uma função e, posteriormente, usar suas práticas como fonte de idéias para melhorar o próprio desempenho, é uma técnica de criação de valor para o cliente denominada
benchmarking.
brainstorming.
amostragem probabilística.
inferência estatística.
experimento.
Entre os propósitos básicos das publicações empresariais estão o combate ao desconhecimento a respeito da empresa e a promoção da integração entre os púbicos ligados a ela.
Para Margarida Kunsch, comunicação integrada é “uma filosofia que direciona a convergência das diversas áreas, permitindo uma atuação sinérgica. Pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica e da comunicação administrativa, que formam o mix, o composto da comunicação organizacional” (KUNSCH, 2002). Segundo essa autora, são elementos da comunicação institucional:
promoção de vendas e propaganda institucional.
comunicação interna e venda pessoal.
promoção de vendas e fluxo formal de comunicação.
fluxo informal de comunicação e marketing direto.
jornalismo empresarial e marketing social.
A comunicação integrada busca associar diversas áreas da comunicação por meio de objetivos comuns.
As publicações jornalísticas institucionais denominadas genericamente de house-organs incluem jornais e revistas para públicos internos e externos.