Questões de Concurso sobre Serviços Públicos

 
 
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A natureza jurídica da autorização de serviços públicos ocorre por meio de:


A

contrato administrativo.


B

ato administrativo complexo.


C

ato administrativo simples.


D

ato administrativo composto.


E

convênio

Ao relacionar a prestação de serviço do setor público com a concepção de seus usuários como clientes, é correto afirmar que

A
o setor público objetiva fornecer serviços otimizados em troca de impostos pagos pelos contribuintes.

B
a concepção de clientes atendidos pelo setor público indica os avanços da privatização na cultura da área pública.

C
a concepção de clientes servidos pelo setor público revela modelos de gestão focados na eficiência e produtividade.

D
o setor público procura estabelecer sua comunicação com a sociedade de maneira a aproximar o cidadão e o serviço prestado.

E
o setor público alinhado com seus clientes resulta em ações e políticas públicas mais eficientes.
A prestação do serviço público ou do serviço de utilidade pública pode ser descentralizada. Isto ocorre por meio de

A
contrato e concessão.

B
outorga e delegação.

C
outorga e contrato.

D
contrato e delegação.

E
delegação e autorização.

A concessão de serviço público a particulares é classificada como descentralização administrativa por delegação ou por colaboração.


C
Certo

E
Errado

Nos termos da legislação em vigor sobre as parcerias público-privadas, a modalidade de concessão de serviços públicos ou obras públicas, que envolver, adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários, contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado, é denominada concessão


A

comum.


B

administrativa.


C

ordinária.


D

tradicional.


E

patrocinada.

O município de Itabirito/MG, necessitando melhorar o transporte público, essencial aos munícipes, resolveu fazer licitação de empresas para prestação de seus serviços. Considerando que o serviço público é dever do Estado, e que este tem a faculdade de delegá-lo a terceiros, assinale a alternativa que apresenta a forma que deve ser utilizada pela Administração Pública para transferência da referida função a Empresas Privadas.


A

Delegação.


B

Concessão.


C

Autorização.


D

Licitação.

Em determinado contrato de concessão de serviços públicos patrocinada, foi acordado entre as partes que o poder concedente assumiria os riscos decorrentes de fato do príncipe e o concessionário aqueles que decorressem de caso fortuito ou força maior. De acordo com a legislação acerca da matéria, é possível afirmar que tal estipulação contratual é


A

nula, pois o contrato não pode atribuir ao concessionário a responsabilidade por fatos imprevisíveis, cujos efeitos não era possível evitar ou prever. Assim, não havendo culpa, não é possível a atribuição, por contrato, de tal responsabilidade.


B

nula, pois em toda e qualquer concessão de serviço público, todos os riscos inerentes ao negócio são de responsabilidade do concessionário. Assim, a atribuição de responsabilidade ao concedente pelos riscos decorrentes de fato do príncipe viola a legislação acerca da matéria.


C

válida, pois a lei de parcerias público-privadas atribui ao contrato autonomia para definir a repartição de riscos entre as partes, inclusive os referentes a caso fortuito, força maior, fato do príncipe e álea econômica extraordinária.


D

válida, pois inerente ao princípio da autonomia contratual, que apenas veicula hipótese de repartição objetiva de riscos entre o Poder Público e o concessionário e que se encontra previsto na legislação pátria desde o advento da Lei 8.666/93.

Acerca da competência administrativa, da delegação e da ausência de competência, assinale a opção correta.


A

O ato de delegação, assim como sua anulação, deve ser publicado em meio oficial, exceto no caso de revogação decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificá-la.


B

Considera-se agente de fato aquele que pratica ato e executa atividades em situações excepcionais, como as de emergência, em colaboração com o poder público, excluindo-se dessa definição os chamados agentes putativos, que desempenham atividade pública na presunção de agir legitimamente, embora não tenham sido investidos conforme o procedimento legalmente exigido.


C

Os órgãos administrativos e seus titulares podem delegar parte de sua competência a outros órgãos ou agentes, mesmo que não lhes sejam hierarquicamente subordinados, por conveniência de ordem técnica, social, econômica, jurídica ou territorial e desde que não haja impedimento legal.


D

Inexistindo competência legal específica, o processo administrativo deve iniciar-se perante a autoridade de grau hierárquico mais elevado.


E

A delegação é medida unilateral da autoridade delegante, que detém o poder de revogá-la a qualquer tempo. Entretanto, o ato que a formaliza não pode conter ressalvas ou restrições ao pleno exercício da atribuição delegada.

O policiamento ostensivo realizado pelas polícias militares

A
não é considerado serviço público e sim, direito dos cidadãos.

B
consiste em serviço público executado de modo indireto, pois é realizado por um órgão específico.

C
é serviço público executado diretamente pelo Estado.

D
é serviço público realizado mediante concessão legal de serviço público para as polícias militares.

E
consiste em serviço estatal, e não serviço público, pois a competência para prestá-lo é definida diretamente pela CF.

Determinada atividade, quando caracterizada como serviço público, constitui obrigação do Estado, que pode prestá-la diretamente ou sob o regime de concessão ou permissão, devendo observar, entre outros, o princípio da


A

modicidade tarifária, que veda a exploração por regime de concessão de serviços de natureza essencial, exceto se subsidiada pelo poder concedente.


B

universalidade, que impõe a obrigação do poder concedente de subsidiar a prestação do serviço, por agente público ou privado, quando o mesmo se mostrar deficitário.


C

continuidade, que impede o concessionário de rescindir o contrato administrativamente, exceto no caso de desequilíbrio econômico-financeiro.


D

continuidade, que impede a Administração de declarar a encampação em contrato de concessão, salvo se verificada a prestação deficiente do serviço. pela concessionária


E

continuidade, que não é violado quando a interrupção do serviço se dá, após prévio aviso, por inadimplemento do usuário.

   
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