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Marco invadiu uma casa de veraneio, passando a residir no local. Considerando que o imóvel necessitava de reparos, realizou o conserto de encanamentos e a troca do telhado que estava em condições precárias, com o risco de desabar. Marco também realizou a abertura de janelas para melhor ventilação e construiu uma churrasqueira. Caso o proprietário venha a ajuizar demanda judicial e retomar a posse do imóvel, é correto afirmar que Marco:
É possuidor de boa-fé e, portanto, terá direito de ser ressarcido por todos os gastos realizados no imóvel.
Mesmo sendo possuidor de boa-fé, somente terá direito de ser indenizado pelas benfeitorias necessárias, ou seja, pelo gasto com o conserto do encanamento e com a troca do telhado.
É possuidor de má-fé e, portanto, não terá direito de ser ressarcido pelos gastos realizados no imóvel.
É possuidor de má-fé e será ressarcido somente pelos gastos com as benfeitorias necessárias.
É possuidor de má-fé e será ressarcido pelos gastos com as benfeitorias necessárias e as úteis.
Determinado prédio urbano pertencente ao Município de Palmeira das Missões foi invadido por uma família, que realizou uma série de benfeitorias no local. De acordo com o entendimento predominante no Superior Tribunal de Justiça:
Os invasores devem ser considerados como possuidores de boa-fé, merecendo ser indenizados pelas benfeitorias realizadas.
As benfeitorias realizadas não devem ser indenizadas, pois é caso de posse de má-fé.
A posse será considerada de boa-fé ou má-fé de acordo com a ciência ou não dos invasores de ser prédio público.
Configura-se mera detenção, de natureza precária, insuscetível de retenção ou indenização por acessões e benfeitorias.
Os invasores poderão usucapir o prédio se exercerem posse mansa e pacífica por cinco anos.
Ao final do contrato, o comodatário, possuidor de boa-fé, que tiver realizado benfeitorias em bem imóvel
não será indenizado pelas referidas benfeitorias, sejam elas necessárias, úteis ou voluptuárias.
deverá ser indenizado pelas benfeitorias necessárias ou úteis, e terá direito de levantar as benfeitorias voluptuárias que não lhe forem pagas, desde que isso não gere prejuízo à coisa.
deverá ser indenizado apenas pelas benfeitorias necessárias, e terá direito de levantar apenas as benfeitorias úteis que não lhe forem pagas, desde que isso não gere prejuízo à coisa.
deverá, obrigatoriamente, ser indenizado pelas benfeitorias necessárias, úteis e voluptuárias.
deverá ser indenizado apenas pelas benfeitorias necessárias, e terá direito de levantar as benfeitorias úteis ou voluptuárias que não lhe forem pagas, desde que isso não gere prejuízo à coisa.
Sobre os efeitos da posse previstos no Código Civil, é correto afirmar que
o possuidor pode intentar a ação de esbulho, ou a de indenização, contra o terceiro, que recebeu a coisa esbulhada sem saber que o era.
o possuidor, mesmo que de boa-fé, não tem direito aos frutos percebidos.
o possuidor de boa-fé responde pela perda ou deterioração da coisa, mesmo que não der causa.
ao possuidor de má-fé não serão ressarcidas as benfeitorias necessárias e não lhe assiste o direito de retenção pela importância destas, nem o de levantar as voluptuárias.
as benfeitorias compensam-se com os danos, e só obrigam ao ressarcimento se ao tempo da evicção ainda existirem.
De acordo com o Código Civil Brasileiro, analise as afirmativas a respeito dos efeitos da posse.
I. A autodefesa da posse, para ser legítima, exige que o desforço ocorra em ato imediato e que não vá além do indispensável à manutenção, ou restituição da posse.
II. A alegação da exceção de propriedade no juízo possessório obsta à manutenção ou reintegração na posse.
III. O direito de retenção consiste em poder o possuidor de boa-fé conservar a coisa em seu poder, até ser reembolsado do valor das benfeitorias necessárias e úteis.
IV. Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias necessárias e não lhe assiste direito de retenção pela importância destas benfeitorias.
Estão corretas as afirmativas


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Francisco comprou, em janeiro de 2014, um lote de 240 m2 de Antônio, que se apresentou como proprietário do imóvel. Francisco construiu uma casa de alvenaria, instalando-se no local com sua família. Depois de três anos de posse mansa e pacífica, Danilo, o verdadeiro proprietário, ajuizou ação para reaver a posse do imóvel. Só então, Francisco descobriu que fora vítima de uma fraude, pois Antônio havia falsificado os documentos para induzi-lo a erro.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta.
João, ciente de que seu vizinho Luciano estava realizando uma longa viagem, invadiu a casa que era de propriedade de Luciano e passou a residir no imóvel com seus familiares, sem o consentimento do proprietário. Luciano cultivava em seu terreno inúmeras hortaliças, as quais João passou a comercializar. Com o lucro auferido em razão da venda das hortaliças, João instalou uma piscina no quintal de Luciano e uma rampa para cadeirantes próxima à porta de entrada da residência, já que ele sabia que Luciano tinha uma filha usuária de cadeira de rodas. Ainda durante o período em que João residiu na casa, houve uma tempestade que danificou o telhado da casa de Luciano. Luciano retornou ao imóvel e retomou sua posse por ação judicial.
Considerando-se essa situação hipotética, é correto afirmar que João
poderá retirar a piscina, desde que repare os eventuais danos provocados pela sua instalação.
não responderá pelas hortaliças colhidas para consumo próprio.
responderá pela danificação do telhado da casa de Luciano.
deverá ser ressarcido pela construção da rampa, assistindo-lhe o direito de retenção.
terá direito às despesas de manutenção do cultivo das hortaliças.
Sobre a posse, assinale a alternativa incorreta:
A acessão possessória pode-se dar de modo facultativo ou por continuidade do direito recebido do antecessor.
Admite-se o convalescimento da posse violenta e da posse clandestina.
A posse de boa-fé só perde este caráter no caso e desde o momento em que as circunstâncias façam presumir que o possuidor não ignora que possui indevidamente.
O reivindicante, quando obrigado, indenizará as benfeitorias ao possuidor de má-fé pelo valor atual.


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Assinale a alternativa correta.
Tornam-se bens móveis os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reempregarem.
São bens fungíveis os móveis que não podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade.
Os bens naturalmente divisíveis em hipótese alguma podem se tornar indivisíveis.
São considerados bens acessórios os bens que, não constituindo partes integrantes, destinam-se de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.
Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário possuidor ou detentor.
Quanto aos efeitos da posse, assinale a afirmativa correta.
O possuidor de boa-fé responde pela perda, ou deterioração, da coisa, ainda que acidentais e mesmo que não tenha dado causa.
Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas as benfeitorias necessárias, não lhe assistindo, todavia, o direito de retenção pela importância destas, nem o de levantar as voluptuárias.
O reivindicante, obrigado a indenizar as benfeitorias ao possuidor de boa-fé, tem o direito de optar entre o seu valor atual ou o de seu custo.
O possuidor de boa-fé poderá exercer o direito de retenção pelo valor das benfeitorias necessárias, úteis e voluptuárias.
O possuidor de boa-fé tem direito aos frutos percebidos, inclusive os pendentes, colhidos ao tempo em que cessou a boa-fé.
Quanto à posse, assinale a afirmativa correta.
As benfeitorias compensam-se com os danos, e só obrigam ao ressarcimento se, ao tempo da evicção, ainda existirem.
A posse de boa-fé é necessariamente justa.
Atos de mera permissão e tolerância caracterizam posse direta.
Somente a posse de má-fé se transmite aos herdeiros e legatários do possuidor com os mesmos caracteres.
O possuidor com justo título tem em seu favor a presunção absoluta de boa-fé.
Assinale a alternativa incorreta:
O locador é possuidor indireto, e o locatário é considerado possuidor direto;
Aquele que está na posse de um bem por mera permissão ou tolerância de outrem é considerado detentor;
Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas as benfeitorias necessárias, sem direito de retenção por elas;
O possuidor de boa-fé tem direito a indenização pelas benfeitorias úteis e necessárias, e direito de retenção por elas e pelas benfeitorias voluptuárias;
O possuidor com justo título presume-se possuidor de boa-fé; esta presunção é relativa.


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Acerca do Direito das Coisas, avalie as assertiva abaixo:
Apenas as assertivas I e IV.
Apenas as assertivas II e III.
Apenas a assertiva I.
Apenas a assertiva IV.
Todas as assertivas.