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No livro organizado por Scarpato (2007), os conteúdos da dança na escola são divididos em quatro grupos: o fazer, o conhecer, o interpretar e o apreciar dança. Em relação ao grupo denominado fazer dança, o professor explora uma grande variedade de movimentos, sempre relacionando-os com os princípios do movimento de Rudolf Laban, que são: corpo, força, tempo e
peso.
espaço.
ritmo.
energia.
compasso.
A dança desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da expressão e linguagem. Os princípios teóricos e metodológicos da coreologia, desenvolvida por Rudolf Laban, podem colaborar com experimentações pedagógicas exitosas no ensino médio. De acordo com essa teoria, é correto afirmar que os fatores do movimento são:
força, resistência, equilíbrio e coordenação.
espaço, tempo, peso e fluência.
agilidade, velocidade, flexibilidade e ritmo.
intensidade, direção, frequência e deslocamento.
Para Araújo e Prodócimo (2024), a dança passa a ganhar mais espaço enquanto conteúdo na Educação Física escolar a partir do movimento renovador. Propondo uma reflexão sobre ações pedagógicas no cotidiano escolar com o Hip hop, as autoras investigam as aproximações de tal experiência com o pensamento freireano, propondo alguns princípios fundamentais para uma proposta crítico-libertadora, tais como:
a não estruturação dos encontros e a livre iniciativa
a valorização do diálogo e a relação mundo-vida dos(as) estudantes
o paradigma da auto-organização e a relação escola-mundo do trabalho
a inteligência interpessoal e a interlocução corpo-índices de proficiência
No Currículo Paulista (2019), a unidade temática “Danças” é trabalhada ao longo de todo o Ensino Fundamental com diferentes focos.
No 6o , 7o , 8o e 9o ano, são estudadas as danças
do contexto rural.
urbanas e de salão.
circulares e sagradas.
de matriz africana.
de matriz indígena.
A dança, como conteúdo da Educação Física escolar, deve ser abordada de forma a valorizar sua diversidade e complexidade cultural. Segundo a BNCC, a abordagem pedagógica das danças deve ir além da simples reprodução de movimentos. Assinale a alternativa que melhor representa uma prática alinhada a essa perspectiva.
Promover a experimentação, fruição e recriação de danças de diferentes contextos (comunitário, regional, do Brasil e do mundo), valorizando os diversos sentidos e significados que lhes são atribuídos em suas culturas de origem.
Priorizar a montagem de coreografias complexas para apresentações em eventos escolares, avaliando os alunos com base na precisão técnica e na sincronia, sem espaço para a criação ou expressão individual.
Focar o ensino exclusivamente no balé clássico e no jazz, por serem considerados estilos universais e tecnicamente superiores, estabelecendo um padrão único de avaliação estética para todos os alunos.
Ensinar unicamente danças folclóricas da região da escola, com o objetivo de preservar a tradição local, sem promover o contato ou a valorização de manifestações culturais de outras partes do Brasil ou do mundo.
Utilizar as danças apenas como atividade de aquecimento ou relaxamento, sem aprofundar o estudo de seus elementos constitutivos, como ritmo, espaço e gestos.
A dança escolar favorece a expressão, a cultura e a identidade. Assinale a alternativa que organiza uma sequência integrando danças folclóricas, de salão, de rua e circulares.
Mapeamento cultural da turma, vivências progressivas com células rítmicas, criação coletiva e apresentação com mediação crítica sobre contextos.
Sequência fixa por estilo, ênfase em repetição de passos e avaliação por contagem de giros por minuto.
Coreografias prontas por tutorial, uniformização de vestimentas e relatório final com fotos e métricas de likes.
Aulas expositivas sobre história, reprodução de vídeos e menção por participação passiva em rodas.
Treinos separados por gênero, repertório único por estilo e avaliação por somatório de passos decorados.
Rudolf Laban é uma referência central na pedagogia da dança educativa e na análise do movimento humano. Em sua teoria (Labanotation), ele estabeleceu que a expressividade e a qualidade do movimento são determinadas pela combinação de quatro fatores de movimento fundamentais (Motion Factors), que são:
Ritmo, Melodia, Harmonia e Timbre.
Força Velocidade, Agilidade e Flexibilidade.
Peso, Espaço, Tempo e Fluência.
Equilíbrio, Coordenação, Lateralidade e Direção.
Coreografia, Improvisação, Cenografia e Figurino.
Considerando a dança e os movimentos expressivos na escola, assinale a alternativa que qualifica uma avaliação processual coerente com criação e repertórios culturais.
Ênfase em uniformidade de gestos, contagem de passos e performance em apresentação final.
Matriz de avaliação com critérios de qualidades do movimento, relação com música e autoria coletiva ao longo do percurso.
Nota baseada em amplitude articular, velocidade média e sincronização com marcação externa.
Registro exclusivo de presença, planilha de acertos técnicos e avaliação do figurino.
As danças populares brasileiras são ricas manifestações culturais que podem ser exploradas nas aulas de Educação Física. Qual das seguintes danças é caracterizada por movimentos que simulam uma luta, com forte presença de musicalidade afro-brasileira e uso de instrumentos como o berimbau?
Samba de Roda
Carimbó
Frevo
Quadrilha Junina
Capoeira
Leia o seguinte trecho:
As aulas de dança podem promover oportunidades para que os alunos identifiquem problemas, levantem hipóteses, reúnam dados e reflitam sobre situações relacionadas ao fazer e ao pensar essa arte na escola. Centrada no corpo, as aulas de dança podem traçar relações diretas com situações de dor e prazer, alimentação, uso de drogas e prevenção e cura de lesões, sem que se afaste de seus conteúdos específicos.
(Isabel Marques, Dançando na escola, 2003)
Nesse trecho, Marques (2003) defende que a Dança está ligada à Educação para
a saúde.
a convivência pacífica.
o convívio familiar.
o controle emocional.
o combate à violência.
A terminologia técnica constitui sistema de codificação que permite comunicação entre profissionais, registro de movimentos e transmissão de conhecimentos. O domínio terminológico favorece precisão pedagógica. Considerando a importância da terminologia na dança, é correto afirmar que:
O conhecimento terminológico articula-se com compreensão técnica dos movimentos, favorecendo precisão na execução, comunicação pedagógica eficiente e registro de sequências coreográficas através de sistemas de codificação que organizam o vocabulário gestual das práticas de dança.
A terminologia técnica estabelece códigos compartilhados que facilitam comunicação entre professores e praticantes, permitindo nomeação precisa de movimentos, posições e trajetórias corporais que estruturam o vocabulário gestual de diferentes gêneros e estilos de dança.
A codificação de movimentos fundamenta-se em sistemas de nomenclatura que descrevem ações corporais, posições, transições e deslocamentos, constituindo ferramenta técnica que permite documentação, análise e transmissão de conhecimentos coreográficos em diferentes contextos formativos.
A terminologia articula dimensões técnicas e pedagógicas ao estabelecer referências compartilhadas para movimentos e posições corporais, facilitando processos de ensino-aprendizagem através de linguagem precisa que permite comunicação eficiente entre profissionais e praticantes de dança.
O domínio de terminologia técnica favorece compreensão aprofundada dos movimentos e suas variações, permitindo aos praticantes identificarem padrões gestuais, analisarem estruturas coreográficas e desenvolverem autonomia na aprendizagem através do conhecimento do vocabulário específico da dança.
A organização formal da coreografia articula princípios compositivos que estruturam movimentos no espaço e no tempo. O domínio desses princípios favorece criação e apreciação estética. Considerando os fundamentos da composição coreográfica, é correto afirmar que:
A simetria na composição coreográfica articula equilíbrio visual através de distribuição organizada de movimentos e formações espaciais, constituindo recurso compositivo que favorece clareza formal e coesão estética mediante relações proporcionais entre elementos coreográficos.
Os princípios de simetria, contraste e harmonia constituem recursos compositivos que organizam formalmente a coreografia através de relações espaciais equilibradas, oposições dinâmicas e articulações coerentes entre elementos, permitindo construção de estruturas expressivas que favorecem fruição estética e comunicação de significados.
O contraste estabelece relações de oposição entre elementos coreográficos através de variações de velocidade, intensidade, direção e qualidades de movimento, constituindo recurso expressivo que favorece dinamismo compositivo e articulação de significados através de justaposições formais.
A harmonia na composição articula elementos coreográficos através de relações coerentes e complementares que favorecem unidade estética, construindo fluxos de movimento que integram diferentes componentes em estruturas formais equilibradas e expressivamente significativas.
A estruturação coreográfica articula princípios compositivos que organizam movimentos mediante relações espaciais, temporais e dinâmicas, constituindo conhecimento técnico que permite aos criadores desenvolverem composições formalmente coerentes e expressivamente significativas através de recursos como simetria, contraste e harmonia.
A Dança Folclórica, além do valor histórico e cultural, possui dimensões estética e social relevantes na formação de sujeitos críticos e sensíveis. Sua prática articula múltiplas dimensões formativas que transcendem o desenvolvimento motor. Considerando essa perspectiva educacional ampliada, é correto afirmar que:
O ensino da dança folclórica articula movimentos coreográficos com contextos culturais mediante abordagem que valoriza elementos técnicos formais, desenvolvendo competências de análise rítmica, organização espacial e controle de qualidades dinâmicas do movimento.
A dimensão estética da dança folclórica se expressa através de elementos coreográficos que valorizam tradições regionais, desenvolvendo nos participantes capacidade de fruição artística mediante observação e reprodução de padrões gestuais característicos das manifestações populares.
As práticas folclóricas tradicionais complementam a formação cultural em contextos urbanos contemporâneos mediante vivências que articulam elementos das danças populares com expressões coreográficas atuais em projetos que valorizam diversidade cultural.
As danças folclóricas possibilitam compreender o corpo como meio de expressão cultural e crítica social, promovendo sensibilidade estética, pertencimento comunitário e valorização de saberes populares como patrimônio imaterial que articula memória coletiva e identidade cultural.
A estética das danças populares se relaciona com dimensões históricas das manifestações culturais, contribuindo para ampliação do repertório dos participantes através de vivências que integram conhecimento de diferentes expressões regionais brasileiras.
A linguagem da dança estrutura-se a partir de elementos fundamentais que constituem o vocabulário técnico do movimento. O domínio desses elementos favorece expressividade e composição. Considerando os fundamentos técnicos da dança, é correto afirmar que:
A energia determina as qualidades dinâmicas do movimento através de intensidade, peso, fluxo e tensão muscular, constituindo parâmetro expressivo que caracteriza diferentes estilos de dança e permite aos intérpretes modularem a expressividade corporal.
A articulação entre espaço, tempo e energia fundamenta a técnica de movimento na dança, constituindo conhecimento que permite aos praticantes desenvolverem domínio corporal, sensibilidade expressiva e capacidade compositiva através de vivências progressivas que integram esses parâmetros fundamentais.
O tempo organiza a estrutura temporal do movimento através de ritmo, velocidade, duração e pausas, elementos que se articulam com dimensões musicais e favorecem construção de fraseados coreográficos e qualidades expressivas específicas das diferentes manifestações de dança.
O espaço na dança se articula através de níveis, direções, trajetórias e amplitude dos movimentos, constituindo dimensão técnica que estrutura a organização coreográfica e favorece exploração de possibilidades expressivas mediante relações corporais com o ambiente.
Os elementos espaço, tempo e energia constituem parâmetros fundamentais do movimento dançado que se articulam de forma integrada na construção da expressividade coreográfica, permitindo organização formal, qualidades dinâmicas e significados expressivos através de múltiplas combinações compositivas.
A prática da Dança Sênior ultrapassa o campo técnico-motor, inserindo-se na ética do cuidado integral e da valorização da vida. Essa abordagem dialoga com princípios humanísticos do envelhecimento ativo. Considerando seus fundamentos, é correto afirmar que:
Os princípios epistemológicos da Dança Sênior devem problematizar criticamente as racionalidades biopolíticas contemporâneas, desvelando os mecanismos de governamentalidade que produzem normas de conduta, performance e existencialidade para os sujeitos envelhecidos.
As metodologias da Dança Sênior devem desconstruir perspectivas gerontológicas tradicionais, problematizando epistemologicamente os dispositivos biopolíticos que produzem narrativas de declínio e inadequação social associadas ao envelhecimento, sem necessariamente questionar os mecanismos institucionais de normalização dos corpos.
Os fundamentos fenomenológicos da Dança Sênior exigem uma desarticulação crítica das matrizes biomédicas de compreensão do corpo, reconhecendo a corporeidade como território existencial atravessado por tensões sociais, econômicas e culturais que extrapolam modelos funcionalistas de interpretação do envelhecimento.
A implementação da Dança Sênior pressupõe uma análise genealógica das tecnologias de produção de subjetividade no campo gerontológico, problematizando os dispositivos de saber-poder que naturalizam representações estigmatizantes sobre a velhice e seus processos de significação.
A Dança Sênior compreende o idoso como sujeito de experiências acumuladas, potencialidades expressivas e sabedoria existencial, utilizando o movimento como meio de expressão identitária, comunicação afetiva e dignificação da existência.
A Dança Sênior constitui prática corporal educativa que integra princípios de saúde, cultura e educação, promovendo o envelhecimento ativo e o convívio intergeracional. Sua metodologia valoriza o movimento acessível, o ritmo e a expressão simbólica como meios de aprendizagem e bem-estar. Considerando seus fundamentos pedagógicos e o contexto das políticas públicas, é correto afirmar que:
A estruturação pedagógica da Dança Sênior em instituições públicas deve integrar princípios neurocientíficos de neuroplasticidade, utilizando sequências de movimentos que estimulem conexões cerebrais e minimizem declínios cognitivos associados ao envelhecimento, sem desconsiderar as singularidades individuais de cada participante.
A implementação da Dança Sênior requer compreensão sistêmica das transformações corporais no envelhecimento, desenvolvendo estratégias pedagógicas que contemplem simultaneamente preservação funcional, autonomia motora e potencialização das capacidades expressivas individuais.
A Dança Sênior, ao ser desenvolvida em espaços públicos, deve articular dimensões motoras, cognitivas e afetivas, valorizando a expressão, a convivência e a diversidade cultural, sem perder de vista o planejamento técnico seguro e o respeito às possibilidades corporais de cada participante.
As práticas de Dança Sênior necessitam fundamentar-se em protocolos científicos contemporâneos que considerem variáveis multidimensionais do envelhecimento, integrando avaliações qualitativas e quantitativas sobre os impactos da expressão corporal na qualidade de vida dos idosos.
Os processos metodológicos da Dança Sênior devem priorizar abordagens interdisciplinares que correlacionem aspectos biomecânicos, psicológicos e socioculturais, compreendendo a dança como dispositivo complexo de promoção da saúde e ressignificação existencial na terceira idade.
As práticas corporais como a ginástica, a dança e os jogos são componentes curriculares essenciais na Educação Física escolar, contribuindo para a formação integral dos alunos para além da dimensão puramente física. Acerca dos fundamentos pedagógicos dessas práticas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)A dança na escola, ao explorar as danças populares brasileiras e de outras culturas, transcende o desenvolvimento motor, promovendo o reconhecimento e o respeito à diversidade cultural e a construção da identidade dos alunos.
(__)A abordagem da Ginástica Geral no ambiente escolar deve se concentrar unicamente no aprimoramento das capacidades físicas e habilidades motoras fundamentais, como saltar e equilibrar, excluindo o uso de aparelhos e materiais para não incentivar a especialização precoce.
(__)As atividades recreativas, para que cumpram seu papel lúdico, devem ser isentas de regras estruturadas e objetivos definidos, focando-se apenas na diversão espontânea e, por essa razão, possuem um impacto limitado no desenvolvimento do pensamento estratégico.
(__)Os jogos infantis e as práticas de dança em grupo são ferramentas pedagógicas eficazes para o desenvolvimento de competências socioemocionais, como a empatia, a cooperação e a autorregulação, ao exigirem que os alunos negociem papéis e gerenciem frustrações.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V − F − F − F.
V − F − F − V.
F − F − V − V.
V − V − V − V.
A dança educa ao entrelaçar interfaces entre a corporeidade e a estética. Ao ser abordada na escola, deve possibilitar o acesso à diversidade de manifestações dançantes, com o objetivo de que os alunos percebam os ambientes de aprendizagem que as danças são capazes de oferecer. A partir desse pensamento, a dança na escola pode
reproduzir as danças da moda para a sala de aula, como uma possibilidade de acolher os conhecimentos prévios dos alunos e os contextos em que essas danças se manifestam.
priorizar a razão em detrimento de uma educação dos sentidos, na intenção em ir de encontro ao didatismo e à metodização das práticas educativas.
enaltecer o tecnicismo e o espontaneísmo ingênuo para que seja possível criar um ambiente em que a condição do ser dançante seja balizada pelas técnicas da dança.
despertar o corpo para a dança situando o ballet como principal referência dançante, em contraposição a outros movimentos em dança, como por exemplo o hip-hop e o funk.
possibilitar processos criativos como os de Pina Baush e William Forsythe, no sentido de construir ambientes flexíveis e abertos às necessidades de diálogo entre professores e alunos.
De acordo com a crítica ao modelo de educação física que nega a legitimidade da cultura popular e que ignora a diversidade, uma das ações pedagógicas que representa a mais profunda manifestação de uma prática decolonial, em oposição a uma simples abordagem multiculturalista, ao abordar a dança afro-brasileira, é:
articular a dança como um saber ancestral e uma prática de resistência do corpo negro, explorando como o movimento do corpo tornou-se uma ferramenta de luta contra a opressão histórica.
ensinar a coreografia e o ritmo da dança de forma técnica, garantindo a fidelidade aos movimentos originais e a estética do espetáculo.
utilizar a dança afro-brasileira para desenvolver a coordenação motora, o ritmo e a aptidão física dos alunos.
comparar a dança afro-brasileira com a dança clássica européia para que os alunos possam apreciar as diferenças e as semelhanças entre as duas formas de expressão cultural.
introduzir a dança afro-brasileira para que os alunos a reconheçam como parte da cultura brasileira, diversificando o repertório de movimentos.
Sobre a abordagem do conteúdo “dança” nas aulas de educação física, assinalar a alternativa que apresenta uma abordagem adequada, em níveis de complexidade de conteúdo e atividade, para o ensino e a aprendizagem da dança na educação infantil e nos três primeiros anos das séries iniciais do ensino fundamental.
Danças de livre interpretação de músicas para relacionar-se com o universo musical e danças de interpretação de temas figurados.
Danças técnicas e expressivamente aprimoradas e/ou mímicas, com temas que atendem às necessidades e aos interesses dos alunos, criados ou não por eles próprios.
Danças que impliquem conhecimento científico/técnico/artístico aprofundado da dança e da expressão corporal em geral.
Danças com interpretação técnica da representação de temas da cultura nacional e internacional.