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Para uma assistência segura ao paciente durante o posicionamento cirúrgico, é necessário que o enfermeiro tenha à disposição posicionadores e equipamentos adequados. Ao enfermeiro responsável pela escolha desses dispositivos é recomendado observar se o material é:
permeável, antigênico e se permite a circulação de ar
antialérgico, descartável e se permite limpeza com álcool a 70%
resistente, não é inflamável e se oferece baixo risco de contaminação
radiopaco, com capacidade mínima de peso e se compensa o custo efetivo
A Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2013, instituiu o protocolo de cirurgia segura, com o objetivo de reduzir o risco de incidentes cirúrgicos. Esse protocolo é composto por um checklist que se divide em três momentos: entrada (antes da indução anestésica); time out ou pausa (antes da incisão); e,saída (antes de o paciente deixar o centro cirúrgico). Como parte desse processo, o profissional responsável pela lista deverá realizar algumas checagens antes da indução anestésica – Sign in como:
Identificar qualquer amostra cirúrgica obtida.
Apresentar cada membro da equipe pelo nome e função.
Confirmar a acessibilidade dos exames de imagens necessários.
Revisar qualquer funcionamento inadequado de equipamentos ou questões que necessitem ser solucionadas.
Confirmar identidade do paciente e as informações necessárias para a realização do procedimento correto no sítio cirúrgico correto.
Na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (2009), antes de o paciente sair da sala de operações, o profissional da equipe de enfermagem ou da equipe médica deve confirmar verbalmente alguns aspectos com a equipe.
Sobre tais aspectos, analise as afirmativas a seguir.
I. Problemas com equipamento para ser resolvidos não integram tal lista, pois ficam a cargo da equipe de manutenção.
II. Deve-se verificar se foi feito o registro completo do procedimento intraoperatório, incluindo o procedimento que foi executado.
III. o cirurgião, o anestesiologista e a equipe de enfermagem revisam preocupações essenciais para a recuperação e o manejo do paciente.
Assinale a alternativa correta.
somente as afirmativas II e III estão corretas.
somente as afirmativas I e II estão corretas.
somente as afirmativas I e III estão corretas.
somente a afirmativa II está correta.
as afirmativas I, II e III estão corretas.
Sobre os pontos importantes que devem ser contemplados em qualquer check-list planejados pelos serviços de saúde para uma cirurgia segura. Analise as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Usar métodos para minimizar o risco de infecções de sítio cirúrgico.
( ) Preparar-se para identificar e agir em caso de grande perda sanguínea.
( ) Evitar induzir reações alérgicas ou à medicação que tragam riscos ao paciente.
( ) Proteger o paciente da dor, minimizando os riscos da anestesia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V - V - V - V
V - V - V - F
V - V - F - V
V - F - V - V
Com o paciente pronto para o início da cirurgia, deve-se proceder à realização da segunda etapa do checklist de Cirurgia Segura proposto pela OMS (Checar antes: time out – antes da incisão na pele).
Marque o item que NÃO corresponde à esta lista:
confirmação dos membros da equipe.
verificação de alergias.
confirmação do paciente, do procedimento e do local da cirurgia.
probabilidade de perdas sanguíneas.
administração de antibioticoprofilaxia.
Um dos objetivos elencados no Manual Cirurgias Seguras Salvam Vidas é: “a equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção do sítio cirúrgico” (OMS, 2009, p. 87). Sobre a classificação pré-operatória da ferida dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, é CORRETO:
Feridas limpas são aquelas nas quais os tratos respiratório, alimentar, genital ou urinário são penetrados sob condições controladas e sem contaminação incomum. Especificamente, cirurgias envolvendo o trato biliar, apêndice, vagina e orofaringe são incluídas nesta categoria, contanto que nenhuma evidência de infecção ou de quebra importante na técnica seja encontrada.
Feridas limpas-contaminadas são aquelas nas quais os tratos respiratório, alimentar, genital ou urinário são penetrados sob condições controladas e sem contaminação incomum. Especificamente, cirurgias envolvendo o trato biliar, apêndice, vagina e orofaringe são incluídas nesta categoria, contanto que nenhuma evidência de infecção ou de quebra importante na técnica seja encontrada.
Feridas contaminadas são aquelas que incluem feridas traumáticas antigas com tecido desvitalizado ou aprisionado e as que envolvem infecção clínica existente ou vísceras perfuradas. Essa definição sugere que os microrganismos causadores de infecção pós-operatória estavam presentes no campo operatório antes da cirurgia.
Feridas Sujas ou Infectadas são aquelas que incluem feridas abertas, recentes, acidentais. Além disso, cirurgias com quebras importantes na técnica estéril (p.ex. massagem cardíaca aberta) ou exposição grosseira do trato gastrointestinal e incisões nas quais inflamação aguda, não purulenta seja encontrada são incluídas nesta categoria.
Segundo a ANVISA, a infecção de sítio cirúrgico é uma das principais infecções à assistência relacionada à saúde.
Uma infecção que ocorre nos primeiros 30 dias após a cirurgia, ou até 1 ano, que apresenta deiscência parcial ou total da parede abdominal e aumento da sensibilidade local pode ser classificada como:
Infecção de órgão/cavidade.
Infecção recente.
Infecção tardia.
Infecção incisional superficial.
Infecção incisional profunda.
A iniciativa “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” (Organização Mundial da Saúde, 2009) tem o objetivo de mudar o panorama mundial de eventos adversos em cirurgia, evitando que pacientes sejam prejudicados por complicações cirúrgicas e mortes a cada ano. Um aspecto importante relacionado à enfermagem em sala operatória e que consta na lista de verificação de cirurgia segura na etapa que antecede a indução anestésica é:
a identificação de todos os membros da equipe por nome e função.
a integridade e validade dos produtos de saúde a serem utilizados.
a contagem de agulhas, instrumentos, gazes e compressas utilizadas.
os problemas com equipamentos em sala de cirurgia a serem resolvidos.
a confirmação da identificação do paciente e do local do procedimento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou em 2004 a Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, com o objetivo de despertar a consciência profissional e o comprometimento político para a melhoria da segurança na assistência à saúde. Dentre os dez objetivos essenciais para garantir a segurança cirúrgica destaca-se que ao término do procedimento, é dever do instrumentador cirúrgico:
revisar com a enfermagem o histórico de reações alérgicas do paciente.
confirmar todos os materiais que foram solicitados para o procedimento.
confirmar o sítio cirúrgico e a sua demarcação.
certificar-se de que todos os equipamentos estão em sala.
verificar corretamente a contagem de compressas e perfurocortantes.
Com o objetivo de estabelecer um padrão de segurança cirúrgica, foi elaborada, pela Organização Mundial de Saúde – OMS, uma Lista de Verificação da Segurança Cirúrgica a qual preconiza padrões de segurança para evitar erros e eventos adversos. Acerca da verificação do checklist de Segurança Cirúrgica, analise as afirmações abaixo.
I | Ter mais de uma pessoa para conduzir o processo de verificação da Lista no decorrer da cirurgia é essencial para o sucesso do procedimento. |
II | Após a indução da anestesia, deve-se confirmar verbalmente com o doente, o tipo de procedimento previsto, o local da cirurgia e se o consentimento para a cirurgia foi dado. |
III | Antes da incisão da pele, é necessário confirmar se a profilaxia antibiótica foi realizada nos últimos 60 minutos. |
IV | Antes de o paciente sair da sala cirúrgica, deve-se confirmar verbalmente a integridade da contagem final de compressas e agulhas. |
Das afirmações, estão corretas
I e II.
III e IV.
II e III.
I e IV.
Como forma de garantir a segurança do paciente no ambiente cirúrgico, a Organização Mundial da Saúde recomenda o uso de uma lista de verificação para ser aplicada em três momentos cirúrgicos: antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e antes do paciente sair da sala de operação. Quais cuidados devem ser checados no momento "antes da incisão cirúrgica"?
Identificação do paciente, uso de profilaxia antimicrobiana e confirmação dos indicadores de esterilização.
Confirmação do local da cirurgia, risco de complicações nas vias aéreas e contagem de compressas.
Demarcação do sítio cirúrgico, identificação de alergias e risco de perda sanguínea.
Termo de consentimento assinado, equipe cirúrgica completa e reserva de sangue.
A Lista de Verificação de Segurança da OMS do programa “Cirurgias seguras salvam vidas”, desenvolvida para ajudar as equipes cirúrgicas a reduzir a ocorrência de danos ao paciente, consiste em um checklist de verificações de segurança que deve ser aplicado em três momentos cirúrgicos. No segundo momento, que ocorre imediatamente antes da cirurgia, denominado “tempo de preparo”, entre outros itens, é verificado se
o local da cirurgia está marcado, quando se aplica
a contagem de instrumentos, compressas e agulhas está correta.
o paciente possui alergia conhecida.
o paciente está fazendo uso do oxímetro de pulso em funcionamento.
o cirurgião, anestesista e enfermeiro confirmaram verbalmente: paciente, local e procedimento.
O tratamento cirúrgico é, frequentemente, o único método possível para aliviar as incapacidades e reduzir o risco de mortes causadas por diversas enfermidades, por esse motivo, a prática cirúrgica tem sido amplamente estudada, com a finalidade de reduzir mortes e complicações desnecessárias. Desse modo, assinale a alternativa que se refere aos três princípios que guiaram a elaboração da lista de verificação de segurança cirúrgica, instituída pela Organização Mundial da Saúde.
Verificação – inspeção – praticidade.
Simplicidade – ampla aplicabilidade – possibilidade de mensuração.
Complexidade – variabilidade – implementação.
Consistência de informações – ampla praticabilidade – inspeção.
Identificação – confirmação – rastreabilidade.
A finalidade do Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde é determinar as medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, possibilitando o aumento da segurança na realização de procedimentos cirúrgicos. Sobre esse protocolo, analise as assertivas abaixo:
I- A Lista de Verificação divide a cirurgia em 3 fases: antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e antes do paciente sair da sala de cirurgia.
II- O anestesiologista será sempre o responsável por conduzir a aplicação da Lista de Verificação.
III- A identificação do sítio cirúrgico poderá ser feita por qualquer profissional de saúde que esteja participando da cirurgia, com o uso de caneta dermográfica.
IV- Antes da indução anestésica é o momento em que será verificada a realização de profilaxia antimicrobiana.
Estão CORRETAS as assertivas:
I e III, apenas.
I e IV, apenas.
Todas as assertivas estão corretas.
Apenas a assertiva I está correta.
De acordo com o Protocolo de Cirurgia Segura (2013) do Ministério da Saúde, a confirmação da lateralidade em uma cirurgia deve ser realizada antes do(a):
encaminhamento ao centro cirúrgico
administração de antibioticoterapia
indução anestésica
incisão cirúrgica
A Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica, desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde – OMS, estabelece a cirurgia em três fases, que são:
I - Antes da indução anestésica; II - Antes da incisão cirúrgica; e III - Antes de o paciente sair da sala de cirurgia.
I - Antes da conduta cirúrgica; II - Antes da incisão cirúrgica; e III - Antes de o paciente sair da sala de cirurgia.
I - Antes do tratamento cirúrgico; II - Antes da incisão cirúrgica; e III - Antes de o paciente sair da sala de cirurgia.
I - Após o tratamento cirúrgico; II - Após a incisão cirúrgica; e III - Antes de o paciente sair da sala de cirurgia.
I - Antes da indução cirúrgica; II - Antes da incisão cirúrgica; e III - Antes de o paciente sair da sala de cirurgia.
Visando à melhoria da segurança e à redução do número de complicações e mortes decorrentes de procedimentos cirúrgicos, a Organização Mundial da Saúde instituiu, em 2007, o programa Cirurgias Seguras Salvam Vidas. Este programa definiu objetivos essenciais a serem alcançados por todas as equipes durante a assistência cirúrgica e, dentre estes, tem-se que a equipe operará o paciente certo, no sítio cirúrgico certo; bem como
usará métodos conhecidos para minimizar os riscos da administração de anestésicos; diminuirá a possibilidade de retenção inadvertida de compressas ou instrumentos nas feridas cirúrgicas por meio da contagem simultânea desses objetos pelos profissionais da equipe cirúrgica; reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de qualquer tipo de perda sanguínea; minimizará o risco de indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco para o paciente.
minimizará o risco de indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco para o paciente; usará, de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção do sítio cirúrgico; reconhecerá e estará efetivamente preparada para solucionar problemas relativos à perda de via aérea ou de função respiratória que ameace a vida; usará métodos conhecidos para minimizar os riscos da administração de anestésicos.
usará, de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção do sítio cirúrgico; reconhecerá e estará efetivamente preparada para solucionar problemas relativos à perda de via aérea ou de função respiratória que ameace a vida; obterá com segurança todos os fragmentos e peças cirúrgicas necessários para análise laboratorial e os identificará de forma precisa; manterá comunicação efetiva e trocará informações críticas para a condução segura da operação.
manterá comunicação efetiva e trocará informações críticas para a condução segura da operação; reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de qualquer tipo de perda sanguínea; obterá com segurança todos os fragmentos e peças cirúrgicas necessários para análise laboratorial e os identificará de forma precisa; diminuirá a possibilidade de retenção inadvertida de compressas ou instrumentos nas feridas cirúrgicas por meio da contagem simultânea desses objetos pelos profissionais da equipe cirúrgica.
Conforme as orientações para cirurgia segura da Organização Mundial da Saúde são os princípios mais importantes da prevenção da infecção:
Manejo da incisão no pós-operatório e antibioticoterapia.
Tempo de duração da operação e técnica cirúrgica asséptica.
Manuseio asséptico da ferida operatória e tipo de curativo utilizado.
Antibioticoterapia e técnica cirúrgica asséptica.
Técnica cirúrgica asséptica e manejo da incisão no pós-operatório.
A Lista de Verificação de Cirurgia Segura foi adotada pelo Ministério da Saúde como estratégia para reduzir o risco de incidentes cirúrgicos. Como parte desse processo, o profissional condutor da lista deve fazer algumas checagens antes da indução anestésica – Sign in.
Entre essas verificações, está:
revisar verbalmente com o anestesiologista o risco de perda sanguínea do paciente;
solicitar que cada membro da equipe se apresente e diga sua função;
confirmar a acessibilidade dos exames de imagens necessários;
confirmar a administração de antimicrobianos profiláticos;
revisar verbalmente os elementos críticos para a cirurgia.
Para que a cirurgia ocorra de uma forma segura, são necessárias ações da equipe de saúde que presta assistência ao paciente nos três momentos perioperatórios: pré-operatório, transoperatório e pós-operatório. Assinale a alternativa que apresenta ações que devem ser realizadas durante o período pré-operatório.
Realizar técnica cirúrgica meticulosa e fazer um planejamento de assistência claro, com compreensão dos eventos que ocorreram no transoperatório.
Trabalhar de forma eficiente e em equipe; realizar o curativo da incisão cirúrgica de forma asséptica; verificar sinais flogísticos de infecção na incisão cirúrgica.
Confirmar a identificação do paciente; realizar a passagem da sonda vesical de demora; auxiliar o paciente no posicionamento corporal na mesa cirúrgica.
Verificar a ocorrência de infecção de sítio cirúrgico por meio de exame de cultura de secreção; avaliar intercorrências em relação a punção venosa, integridade da pele e fixação de drenos, cateteres e curativos.
Obter o termo de consentimento informado do paciente referente ao procedimento anestésico-cirúrgico; confirmar a identificação do paciente, procedimento cirúrgico a ser realizado e o local do sítio cirúrgico; checar o preparo operatório do paciente.