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A Organização Mundial de Saúde (OMS) conceitua a segurança do paciente como as práticas que buscam “reduzir a um mínimo aceitável o risco de dano necessário associado ao cuidado de saúde”. O erro nem sempre causa danos ao paciente, quando isso ocorre, denomina-se:
risco adverso
risco hospitalar
evento adverso
evento hospitalar
Considerando a relevância e magnitude que os Eventos Adversos (EA) têm em nosso país, no ano de 2013, através da portaria número 529, foi instituído o PNSP - Programa Nacional de Segurança do Paciente. Constituem-se objetivos específicos do PNSP:
produzir, sistematizar e difundir conhecimentos sobre segurança do paciente; promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde; não envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente e não ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente
promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde; envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente e ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente
produzir, sistematizar e não difundir conhecimentos sobre segurança do paciente; promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde; não envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente e ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente
promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde; envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente e não fomentar a inclusão do tema segurança do paciente no ensino técnico e de graduação e pós-graduação na área da saúde
Em abril de 2013, o Brasil se destacou em ações voltadas à segurança do paciente, por meio do lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Esse programa estabelece protocolos para atendimento às metas internacionais de segurança, dentre eles, o Protocolo de Identificação do Paciente. Em relação ao tema, assinalar a alternativa CORRETA:
A identificação do paciente na placa de identificação do leito é obrigatória para recém-nascidos e idosos.
Os erros de identificação do paciente que culminam em eventos adversos devem ser diretamente arquivados.
Os profissionais, de saúde e administrativos, direta ou indiretamente relacionados à assistência ao paciente, devem receber treinamento sobre protocolo de identificação do paciente, na admissão e periodicamente, pela respectiva chefia.
O objetivo do protocolo é garantir a correta identificação dos pacientes internados.
A Portaria nº 529, de 1 de abril de 2013, instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Em 2014 foi lançado o Documento de Referência para o PNSP, na qual se sinaliza que este programa possui 4 eixos e que existe um elemento que percorre todos esses 4 eixos. Considerando as referências citadas e citação “não se pode organizar os serviços de Saúde sem considerar que os profissionais vão errar. Errar é humano. Cabe ao sistema criar mecanismos para evitar que o erro atinja o paciente” (BRASIL, 2014, p.16). Identifique o elemento que perpassa todos os eixos do Programa Segurança do Paciente e assinale a alternativa correta.
Estímulo a uma prática assistencial segura
Envolvimento do cidadão na sua segurança
Inclusão do tema Segurança do Paciente no ensino e em pesquisas
Cultura de Segurança do Paciente
Sobre a participação do paciente no Programa Nacional de Segurança do Paciente, é correto afirmar que
o paciente e a família devem se corresponsabilizar e se envolver com o cuidado.
a equipe de saúde deve ser preparada para contornar situações de erro, evitando sua exposição a pacientes e familiares.
o paciente e a família devem ser o objeto das condutas e a equipe de saúde deve ser focalizada como o centro do cuidado.
a equipe de saúde deve selecionar e filtrar o que vai ser registrado no prontuário, uma vez que é direito do paciente e familiar consultá-lo.
As complicações cirúrgicas respondem por uma grande proporção das mortes e injúrias médicas que podem ser preveníveis em todo o mundo. Eventos adversos foram estimados em afetar 3-16% de todos os pacientes hospitalizados e mais da metade de tais eventos são Teconhecidamente preveníveis.
Disponível em: <htts://bvsms.saude.gov.br>. Acesso em: 15 dez. 2018.
No que diz respeito à Segurança do Paciente, qual é a definição de “eventos adversos”?
Eventos que acontecem nas diversas formas de se praticar as cirurgias.
Efeitos de incidentes que não atingiram os pacientes.
Incidentes que atingiram o paciente, mas não causariam danos.
Incidentes que resultam em danos aos pacientes e podem ser temporários ou permanentes.
Incidentes de pequena proporção, geralmente ligados a problemas de relacionamento dos profissionais com os pacientes e (ou) familiares.
No que diz respeito à Segurança do Paciente, qual é a definição de “gestão de risco”?
Aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise, avaliação, comunicação e controle de riscos e eventos adversos que afetam a segurança, a saúde humana, a integridade profissional, o meio ambiente e a imagem institucional.
Evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário à saúde.
Incidentes que resultam em danos aos pacientes e podem ser temporários ou permanentes.
Conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.
Os protocolos básicos de segurança do paciente são instrumentos para implantação das ações em segurança do paciente. Para elaborar as ações de prevenção de quedas, o enfermeiro utiliza como ferramenta a aplicação de uma escala, denominada de:
Braden.
Glasgow.
Apgar.
Cincinnati.
Morse.
O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), instituído pela Portaria GM/MS nº 529/2013, objetiva contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Diante disso, assinale a alternativa que NÃO faz parte da PNSP.
As ações articulam-se com os objetivos da Aliança Mundial e contemplam demais políticas de saúde para somar esforços aos cuidados em redes de atenção à saúde.
Faz parte dos seis atributos da qualidade do cuidado e tem adquirido, em todo o mundo, grande importância para os pacientes, famílias, gestores e profissionais de saúde com a finalidade de oferecer uma assistência segura.
A RDC/Anvisa nº 36/2013 institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências.
As decisões da gestão interferem diretamente na atenção à saúde.
Os protocolos básicos de segurança do paciente são instrumentos para implantação das ações em segurança do paciente.
A segurança do paciente compreende a redução do risco de danos ao paciente nos serviços de saúde. Estudos estimam que a ocorrência de incidentes relacionados à assistência à saúde, em particular, os eventos adversos (EA), afete de 4,0% a 16% de pacientes hospitalizados em países desenvolvidos, o que levou sistemas de saúde em todo o mundo a melhorar a segurança do paciente.
No que diz respeito à segurança do paciente, “eventos adversos” são
efeitos de incidentes que não atingiram os pacientes.
incidentes que atingiram o paciente, mas não causaram danos à saúde.
incidentes que resultam em danos aos pacientes e podem ser temporários ou permanentes.
incidentes de pequena proporção que podem estar ligados a problemas de comunicação entre os profissionais e os pacientes ou familiares.
A respeito da prática assistencial segura, defendida no Programa Nacional de Segurança do Paciente, é correto afirmar que
o plano de segurança do paciente descreve ações voltadas para recuperação e reabilitação de pacientes que sofreram danos advindos de eventos adversos.
o Sistema de Notificação de incidentes efetivo não é punitivo, propõe resposta oportuna para os usuários e é orientado para solução de problemas notificados.
o Núcleo de Segurança do Paciente é desvinculado do programa de saúde do trabalhador, promovendo e adotando ferramentas de segurança exclusiva do paciente.
os protocolos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) são opcionais nos planos de segurança do paciente e são elaborados de acordo com as demandas nos estabelecimentos de saúde.
Segundo a RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, que instituiu as ações para a segurança do paciente nos serviços de saúde, os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados, a partir do ocorrido, em um prazo máximo de:
15º dia útil do mês subsequente
24 horas subsequentes
96 horas
72 horas
O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), criado pelo Ministério da Saúde, vem contribuindo para uma assistência de qualidade em todos os estabelecimentos de saúde. É essencial ao enfermeiro o conhecimento dos protocolos assistências voltados a esse programa. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA
A identificação correta do paciente é o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que o possam lesar.
Para a avaliação do risco de desenvolvimento de Úlcera Por Pressão (UPP), e utilizada a escala de Morse, essa ferramenta é a mais conhecida, dentre as várias disponíveis.
O protocolo de segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos deverá ser aplicado em todos os estabelecimentos que prestam cuidados à saúde, em todos os níveis de complexidade, em que medicamentos sejam utilizados para profilaxia, exames diagnósticos, tratamento e medidas paliativas.
O protocolo de cirurgia segura tem como finalidade determinar as medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica.
A prática de instituir e promover a higiene das mãos nos serviços de saúde do país tem como intuito a prevenção e o controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS).
Assinale a alternativa que corresponde à Meta 3 Para Segurança do Paciente:
Identificação do paciente com nome completo, data de nascimento e nome de mãe (principalmente se os doentes forem homônimos).
Comunicação efetiva.
Prevenção de lesão por pressão e redução do risco de quedas.
Segurança na cadeira medicamentosa: prescrição, uso e administração de medicamentos.
Higienização das mãos para prevenção de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS).
Prioritariamente no setor de saúde, a qualidade é conceituada como um conjunto de atributos que inclui, dentre outros, um nível de excelência profissional.
A expressão “evento sentinela” em um serviço de saúde refere-se ao(à)
horário para checagem de rotina hospitalar, promovendo eficiência.
sinalizador de ocorrência inesperada de não conformidade nesse serviço, gerando dano.
protocolo adotado para mudança de rotina, checando as condições do serviço de internação hospitalar.
indicador de queda da produtividade do serviço.
atividade científica com enfoque preventivo na avaliação em serviço.
Segundo a Classificação Internacional de Segurança do Paciente da OMS, o comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico é a definição de:
circunstância de risco
incidente
dano
risco
A Segurança do Paciente envolve ações promovidas pelas instituições de saúde e ensino para reduzir a um mínimo aceitável o risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. As respectivas consequências das possíveis falhas nos sistemas de saúde trazem impactos negativos tanto para os pacientes e suas famílias quanto para as organizações e para a sociedade (BRASIL, 2013). Quanto a essa temática, assinale a alternativa CORRETA.
A implantação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) de forma sistêmica nos hospitais brasileiros resultou, de 2013 para cá, na redução significativa dos erros de medicação (EM) e das reações adversas a medicamentos (RAM), que antes de tal iniciativa constituíam as falhas mais frequentes nos cuidados em saúde.
A falta de processos de comunicação integrados entre as diversas equipes de profissionais e os serviços de saúde não deve ser utilizada como pretexto para justificar as falhas no atendimento e na assistência aos pacientes.
Processos falhos de identificação do paciente estão entre as causas mais comuns de eventos adversos na administração de medicamentos, de sangue e hemoderivados, nos exames diagnósticos, nos procedimentos cirúrgicos e na entrega de recém-nascidos.
Entre os pacientes hospitalizados ou em cuidados domiciliares, as quedas estão entre as causas mais comuns de injúrias, provocando traumas teciduais, fraturas e até mesmo a morte. Entretanto, constitui um desafio melhorar esse indicador, dada a sua complexidade, sobretudo na dificuldade de se adotarem medidas preventivas.
Paciente M.S., 56 anos, afásica, sequelas de AVC há 5 anos, com suspeita de um novo AVC, está na emergência, na ala de pacientes internados, sem acompanhante. Há identificação com nome da paciente e idade na parede sobre o leito, o hospital não aderiu à utilização de pulseiras. Logo após uma troca de plantão, os leitos foram reorganizados, por necessidade de colocar mais uma paciente que chegou via SAMU, porém não ocorreu a troca do identificador da parede. O setor de exames vem à unidade buscar a paciente M.S. para uma tomografia cerebral, porém quem estava no leito era a Paciente J.F., em estado de coma. Os colaboradores somente avisaram: “estamos levando uma paciente para o exame” e realizaram a tomografia na paciente errada. Sobre esse caso, assinale a alternativa que corresponde a duas metas de segurança do paciente que seriam essenciais para que o erro não ocorresse.
Segurança da prescrição e comunicação entre os profissionais de saúde.
Cirurgia segura e reduzir risco de quedas.
Identificação correta do paciente e comunicação entre os profissionais de saúde.
Cirurgia segura e higiene das mãos.
Identificação do paciente e segurança na prescrição.
Entende-se por Segurança do Paciente a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. Os danos podem ser de vários tipos, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, incapacidade e morte. Marque a alternativa correta que abrange as ações com vistas a promoção da segurança do paciente, para profissionais de saúde, pacientes e acompanhantes, propostos pelo Ministério da Saúde:
Identificar corretamente o paciente, Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde, Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos, Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e pacientes corretos, Higienizar as mão para evitar infecções, reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão;
Identificar corretamente o paciente, Realizar medidas de prevenção de sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos, Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e pacientes corretos, Higienizar as mão para evitar infecções, reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão;
Identificar corretamente o paciente, Realizar medidas de identificação precoce de infarto agudo do miocárdio (IAM), Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos, Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e pacientes corretos, Higienizar as mão para evitar infecções, reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão;
Identificar corretamente o paciente, Realizar medidas de identificação precoce de infarto agudo do miocárdio (IAM), Realizar medidas de prevenção de sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos, Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e pacientes corretos, Higienizar as mão para evitar infecções.