

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Suspeita-se de traumatismo cranioencefálico (TCE) em uma vítima de atropelamento. Neste caso, na unidade de Pronto-Socorro, uma das medidas prioritárias no atendimento imediato é
considerar a presença de anisocoria como sinal de normalidade neurológica.
considerar TCE grave quando a pontuação na escala de coma de Glasgow situar-se entre 13 e 15.
colocar a vítima deitada em posição de Depage.
não impedir a saída de sangue e líquor pelo nariz ou ouvido.
após afrouxar as vestes da vítima, colocá-la em decúbito lateral esquerdo.
Sibilos e estertores são sons ouvidos na ausculta pulmonar. As causas possíveis para esses sons, respectivamente, são:
corpos estranhos e fibrose pulmonar.
pneumonia e pleurisia.
muco nas vias aéreas e asma.
insuficiência cardíaca congestiva e pneumonia.
pleurisia e estenose.
Uma das metas mais importantes no cuidado do paciente com traumatismo craniano é a garantia da troca gasosa adequada que pode ser conseguida por meio da manutenção do paciente em posição
de Trendelemburg.
com elevação da cabeceira em torno de 30°.
de decúbito dorsal horizontal.
de decúbito lateral horizontal.
de Sims.
Após acidente do trabalho com lesão visível na cabeça, a vítima queixa-se de dor no pescoço. A conduta do enfermeiro, primeiramente, deverá ser
imobilizar adequadamente a coluna cervical.
verificar sinais vitais.
perguntar à vítima como ocorreu o acidente.
mantê-la em decúbito dorsal com a cabeça elevada a 45º.
examinar o pescoço em busca de edema, eritema e equimose.
Considere que um paciente tenha sido levado ao serviço de emergência depois de receber um golpe na cabeça, com um bastão, durante um jogo de beisebol em sua empresa e que seus colegas tenham relatado que ele ficou inconsciente cerca de 3 minutos. Considere, ainda, que, no momento, esse paciente se apresenta alerta e orientado. Nesse caso, é correto afirmar que esse paciente sofreu uma concussão.
No atendimento de emergência a um paciente com traumatismo cranivencefálico, é altamente desaconselhável:
realizar sondagem nasogástrica com sonda de grande calibre
observar e relatar evidências de choque hipovolêmico
colocar coxim de algodão esterilizado sob o nariz ou ouvido para absorver secreções drenadas
manter cabeça e pescoço alinhados ao eixo do corpo
deitar o paciente em superfície rígida, tendo o cuidado de não realizar movimentos bruscos
No trauma crânio encefálico com afundamento parietal e ferimento corto contuso em couro cabeludo, a contenção de hemorragia intensa em couro cabeludo pode ser controlada por meio de
aplicação de gel hemostático para evitar choque hipovolêmico.
colocação da vítima em posição de Trendelemburg para aumentar perfusão cerebral.
compressão local acentuada, a fim de evitar rompimento dos vasos da região.
irrigação progressiva para evitar aumento da pressão intracraniana.
compressão leve sobre o local para evitar agravamento da lesão cerebral.
Considerando a Taxonomia II da NANDA (North American Nursing Diagnosis Association), o diagnóstico da enfermagem, que pode ser formulado no período do pósoperatório desse paciente, é o de integridade tissular prejudicada.
A perfuração intestinal é um diagnóstico de enfermagem da NANDA possível de ser levantado durante o pós-operatório, considerando os fatores de risco, como a idade e o tipo de cirurgia.
Sobre as possibilidades de utilização da taxonomia proposta pela NANDA para instrumentalização e viabilização da SAE (Sistematização da Assistência de Enfermagem), é CORRETO afirmar:
Dentro da atuação em atenção básica, é viável/útil somente nos centros de saúde para detectar as alterações/problemas de enfermagem que necessitem de intervenção específica.
O uso de uma taxonomia como essa garante a implantação da SAE, por si só, autenticando o serviço e garantindo respaldo legal para as ações desempenhadas pelo enfermeiro.
É impossível de ser utilizado em programas de saúde da família, pois trata, basicamente, de diagnósticos de doença, sendo, portanto, útil somente para situações de recuperação da saúde.
É passível de ser utilizado na saúde pública e nos programas de saúde coletiva, por possuir eixos que definem situações de bem estar (saúde) e unidade de cuidado (indivíduo, família, comunidade).
Para diminuir o edema cerebral decorrente de traumatismo crânio-encefálico deve-se administrar
soluções isotônicas.
soluções hipotônicas.
corticosteróides.
inibidores de betalactamases.
glicopeptídios