Questões de Concurso sobre Estradas - Página 8 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Estradas

 
 
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Considere as seguintes especificações para o projeto de uma rodovia:

-

- Velocidade de projeto = 144 km/h.

- Força resistente do atrito (coeficiente de atrito) = 0,10.

- Aceleração da gravidade = 10 m/s2.

-

O valor do raio mínimo de curva, para não haver necessidade de superelevação nas curvas da rodovia, é


A

1600 m.


B

1000 m.


C

800 m.


D

120 m.


E

80 m.

Em uma rodovia rural, uma seção transversal no centro da curva está superelevada com giro em torno do eixo da pista. Se a largura de cada umas das duas faixas é de 2,50 m, o valor da superelevação é 8% e a cota do eixo é 85,00 m, então, a cota das bordas interna (BI) e externa (BE) são, respectivamente


A

cota BI=84,7 m e Cota BE=85,3 m.


B

cota BI=84,9 m e Cota BE=85,1 m.


C

cota BI=84,8 m e Cota BE=85,2 m.


D

cota BI=84,6 m e Cota BE=85,4 m.

Dentre os diversos tipos de defeitos que geralmente ocorrem em pavimentos rígidos de concreto de cimento Portland de estradas de rodagem, podemos citar o desgaste superficial. Em relação a esse defeito, tem-se que:


A

São áreas das placas que se mostram trincadas e partidas em pequenos pedaços, tendo formas variadas, situando-se geralmente entre uma trinca e uma junta ou entre duas trincas próximas entre si (em torno de 1,5 m).


B

Caracteriza-se pela ocorrência de deslocamentos verticais diferenciados e permanentes entre uma placa e outra adjacente, na região da junta.


C

Caracteriza-se pelo descolamento da argamassa superficial, fazendo com que os agregados aflorem na superfície do pavimento, e com o tempo fiquem com a sua superfície polida.


D

São quebras que aparecem nos cantos das placas, tendo forma de cunha, que ocorrem em uma distância não superior a 60 cm do canto.


E

Caracteriza-se pelo afundamento do pavimento, criando ondulações superficiais de grande extensão, podendo ocorrer que o pavimento permaneça íntegro.

A variação de altura de qualquer ponto do terreno em relação ao referencial de nível é o conceito de:


A

Talude natura.


B

Compactação.


C

Empolamento.


D

Terraplanagem.


E

Perfil do terreno.

Segundo Pimenta e Oliveira (2004), no projeto geométrico de rodovias, para fazer a distribuição da superelevação em pista simples ao longo de uma curva horizontal, há a necessidade de "girar cada faixa de tráfego ao redor de um ponto fixo". Para esses autores, o processo de giro que melhor favorece a drenagem superficial do pavimento usa como referência:


A

o eixo


B

a borda interna


C

a cota vermelha


D

o bordo externo

Um pavimento deve resistir, transmitir e distribuir as pressões resultantes do tráfego ao subleito, sem que o conjunto sofra ruptura, deformações apreciáveis ou desgaste superficial excessivo.


No Método de Dimensionamento Nacional (MeDiNa), previsto na IS-247 do DNIT, na fase de projeto básico:


A

pode-se considerar as camadas de solos moles no projeto, devidamente caracterizadas;


B

nos estudos geológico-pedológicos, considera-se promissora a ocorrência de solos propícios à pavimentação, tais como os chernossolos, espodossolos, gleissolos, organossolos e vertissolos;


C

os solos de subleito identificados como de comportamento laterítico (LA, LA’ e LG’) deverão ser tratados de acordo com as necessidades do projeto por apresentarem um comportamento inferior;


D

no estudo de empréstimos, já existe a necessidade de se realizar ensaios de deformação permanente nas amostras dos furos de sondagem, dependendo do coeficiente de variação apresentado pelo ensaio de módulo resiliente;


E

para que a brita graduada seja utilizada como camada de base, devem ser realizados os ensaios de granulometria, compactação, índice de suporte Califórnia e expansão e, em alguns casos, módulo de resiliência e deformação permanente.

Em estradas, o pavimento de uma rodovia é a superestrutura constituída de diferentes camadas. Sobre os pavimentos, é correto afirmar que


A

a fundação do pavimento é chamada de leito.


B

o pavimento rígido é aquele construído com material pedregulhoso revestido por camada asfáltica.


C

o pavimento semirrígido é aquele cujo revestimento tem uma elevada rigidez com relação às camadas inferiores.


D

o pavimento flexível é aquele em que todas as camadas sofrem deformação elástica significativa sob aplicação do carregamento.


E

no pavimento flexível, apenas o revestimento sofre deformações elásticas significativas.

A curva de transição no conceito de geometria de via é?


A

Variação instantânea da tangente para curva de raio R


B

variação de superlagura


C

variação de superlevação


D

variação gradativa do raio de valor infinito até o raio de curvatura R


E

nenhuma anterior

No projeto geométrico de uma estrada, uma curva circular simples tem deflexão de 30º e raio de 1 200 m. Considerando o número π igual a 3,0, o desenvolvimento dessa curva é de


A

900 m.


B

800 m.


C

600 m.


D

500 m.


E

300 m.

Um projetista resolveu adotar uma curva circular com transição para o projeto geométrico de uma rodovia federal em pista simples (Publicação IPR – 740 do DNIT). No trecho em tangente, as seções apresentam inclinações transversais de -2% de seus bordos internos e externos em relação ao eixo. A superelevação dessa curva foi calculada em +6%, com giro em torno do eixo da pista.


No ponto localizado entre o final da tangente e o início da espiral (clotoide) de transição, o bordo externo dessa curva deverá apresentar, em relação ao eixo, a inclinação transversal de:


A

-2%;


B

0%;


C

+2%;


D

+4%;


E

+6%;

Em um projeto geométrico de estrada, no traçado da concordância reta-curva com curvas horizontais circulares, o ângulo central é igual a 90º. A relação entre o raio da curva R e a tangente T dessa curva é


A

R > T.


B

R = T.


C

R < T.


D

R = 2T.


E

R = T/2.

Cortes são segmentos que requerem escavação no terreno natural para se alcançar a linha do greide projetado, definindo assim transversal e longitudinalmente o corpo estradal. Assinale a alternativa INCORRETA quanto algumas operações de corte:


A

Escavação além do necessário em algumas porções de cortes para possibilitar a utilização de equipamentos normais.


B

Escavação dos materiais constituintes do terreno natural até a plataforma de terraplenagem definida pelo projeto .


C

Escavação para rebaixamento do leito de terraplenagem, nos casos em que o subleito for constituído por materiais julgados inadequados.


D

Escavação nos terrenos de fundação de aterros com declividade excessiva (comuns nos alargamentos de aterros existentes) para que estes proporcionem condições para trabalho dos equipamentos e estabilidade às camadas a serem sobrepostas.

O Sistema de Classificação H.R.B. (Highway Research Board) é largamente utilizado para projetos de engenharia de estradas. Nele, os solos são classificados em grupos e subgrupos a partir dos seus parâmetros granulométricos e de consistência.

Com base na Classificação H.R.B., determina-se o Índice de Grupo do Solo, que é um parâmetro de grande importância para o dimensionamento de pavimentos de estrada. O índice de grupo é um número inteiro positivo que varia de 0 a 20, indicando, assim, a capacidade de suporte do solo, que varia de péssimo a ótimo, e é dado pela expressão:


IG = A ⋅ (0,2 + 0,005 ⋅ B) + 0,01 ⋅ C ⋅ D


onde:


A = P200 − 35 (com 0 < A < 40)

B = LL − 40 (com 0 < B < 20)

C = P200 − 15 (com 0 < C < 40)

D = IP − 10 (com 0 < D < 20)


IG − o resultado final obtido deve ser um número inteiro – aproximação para o número inteiro acima.


Assim, para um solo em que 50% do material passe na peneira 200, o limite de liquidez seja igual a 45% e o índice de plasticidade igual a 25%, o Índice de Grupo será igual a


A

9.


B

8.


C

7.


D

6.


E

5.

Os elementos da seção transversal de uma via têm influência sobre suas características operacionais, estéticas e de segurança. Esses elementos devem ser adequados aos padrões estabelecidos de velocidade, capacidade de tráfego, nível de serviço, aparência e segurança. Os principais elementos que condicionam esses padrões são a largura e o número das faixas de rolamento, os acostamentos, o canteiro central e os taludes. As larguras e as declividades transversais geralmente não devem variar em uma rodovia, permanecendo homogêneas em praticamente toda a extensão, exceto em segmentos com curvas, em que correções devem ser empregadas para a segurança da operação dos veículos. Para ajustar a segurança das larguras e declividades desses segmentos, são dimensionadas correções denominadas superelevação e superlargura. Sobre esses parâmetros, é correto afirmar que:


A

a aceleração centrípeta age diretamente na determinação da superelevação e da superlargura, uma vez que os veículos longos tendem a tangenciar as manobras em curva, quando submetidos a maiores velocidades


B

a inclusão de superlargura e superelevação pode ser dispensada em curvas cujos raios apresentarem comprimento muito elevado, desde que a velocidade de operação esteja ajustada a esta condição


C

os acréscimos de largura na curva em função do giro de veículos longos podem ser dispensados, caso a rodovia possua acostamentos pavimentados com largura superior a 2m


D

as rodovias em segmentos urbanizados com grande ocupação marginal devem utilizar como superelevação máxima o valor de 2%

Numa rodovia projetou-se um greide reto, com inclinação constante, entre as estacas 12 + 12,00m (ponto A) até 25 + 2,00m (ponto B). As cotas do greide reto dos pontos A e B são respectivamente 104,60m e 94,60m.


*Considere que 1 (uma) estaca corresponde a 20 metros.


A cota do greide reto da estaca 16 + 7,00m, intermediária a este trecho A - B, em metros, é


A

96,60.


B

98,40.


C

101,60.


D

107,60.

Preencha corretamente as lacuna do texto.


Numa rodovia projetam-se curvas horizontais para concordância das tangentes. O raio mínimo destas curvas deve ser _________________________ proporcional à velocidade; _______________________ proporcional à superelevação e ___________________________ proporcional ao coeficiente de atrito lateral.


Os termos que completam as lacunas, são respectivamente


A

inversamente; diretamente; diretamente


B

diretamente; inversamente; diretamente


C

inversamente; diretamente; inversamente


D

diretamente; inversamente; inversamente

O diagrama de Brückner consiste em um método de análise gráfico usado em um projeto de uma estrada para auxiliar na distribuição dos materiais de corte e aterro. Com base no diagrama apresentado abaixo, marque a alternativa CORRETA.


Imagem associada para resolução da questão


A

As ordenadas do diagrama de massas correspondem às diferenças entre as cotas projetadas para a estrada e as cotas de seu perfil original.


B

Trechos de grande inclinação do diagrama estão associados a menores volumes de transporte.


C

Os trechos ascendentes da linha representam cortes, e os trechos descendentes, aterros, e quanto mais acentuada é a linha, maior é o volume de corte ou aterro.


D

No Diagrama de Brückner, os empréstimos são representados como linhas ascendentes, que estão situadas entre duas linhas de compensação.


E

A configuração do diagrama acompanha o perfil topográfico do terreno.

Em um projeto geométrico de uma rodovia de classe 11, construída sobre terreno ondulado, consta uma curva horizontal sem transição cujo ângulo central é de 40º e cujas estacas do PC e do PT são, respectivamente, [102 + 15,00) e [137 + 5,80]. Assinale a alternativa que contém o raio dessa curva horizontal.


Nos cálculos, adote o valor de π = 3, 14.


A

1240m.


B

990m.


C

740m.


D

490m.

Em estradas, os pavimentos devem atender suas funções básicas durante toda sua vida útil. Para tal, a manutenção é necessária. Ana foi contratada para realizar uma análise de um pavimento que necessita de correção em locais com fissuras, desagregações ou desgastes superficiais. Nesse caso, Ana deve indicar que é necessário realizar


A

remendos.


B

recargas.


C

reforço superficial.


D

ações emergenciais.


E

recuperação profunda.

 
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