

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exige estratégias fisioterapêuticas específicas para manejo da dispneia e da higiene brônquica. Sobre as técnicas de fisioterapia respiratória aplicáveis a este perfil de paciente, analise as afirmativas a seguir:
I.A técnica do freno labial (labial pursing) é indicada para gerar uma pressão positiva expiratória fisiológica, prevenindo o colapso precoce das vias aéreas distais.
II.O Ciclo Ativo das Técnicas Respiratórias (CATR) combina controle respiratório, exercícios de expansão torácica e técnica de expiração forçada (TEF) para mobilização e remoção de secreções.
III.A drenagem postural deve ser aplicada preferencialmente na posição de Trendelenburg (cabeça para baixo) em pacientes com DPOC grave e refluxo gastroesofágico não controlado para maximizar a gravidade.
IV.A ventilação não invasiva (VNI (Ventilação Não Invasiva)) com dois níveis de pressão (Bilevel) é frequentemente indicada na exacerbação da DPOC com acidose respiratória.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I, II e IV.
I, III e IV.
I e II.
II e III.
III e IV.
Segundo Johnston (2018), alguns fatores contribuem para aumento do risco de falha da Ventilação Não In vasiva (VNI) em neonatologia e pediatria. Para a avaliação da gravidade de tais fatores, podem ser utilizados escores. Assinale a opção que apresenta um escore de gravidade.
Escore PRISM II.
Escore de Glasgow.
Escala de Wood-Downes.
Escala de Oucher.
Índice de Rox.
Sobre a utilização da ventilação não invasiva (VNI) em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) durante atividades físicas, conforme evidências recentes, assinalar a alternativa CORRETA.
A aplicação de CPAP com pressões abaixo de é recomendada para evitar incremento do retorno venoso e preservar a capacidade funcional durante o exercício.
A melhora da capacidade funcional durante o exercício ocorre predominantemente quando a VNI é utilizada em modos com suporte inspiratório elevado, independentemente do nível de PEEP.
A associação da VNI ao exercício em pacientes com IC demonstrou aumentar a tolerância ao esforço, com destaque para pressões positivas contínuas , as quais mostraram maior efetividade.
O uso de CPAP entre 4 e durante o exercício mostrou-se ineficaz em maximizar a distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos.
A cânula nasal de alto fluxo (CNAF) consolidou-se como uma importante modalidade de suporte não invasivo em diferentes cenários de insuficiência respiratória aguda. Entretanto, sua indicação deve considerar o contexto clínico.
Diante do exposto, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Em adultos com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica, é recomendada a utilização da CNAF em substituição à oxigenoterapia convencional.
( ) Na exacerbação aguda da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica com insuficiência respiratória hipercápnica, a CNAF deve ser usada como terapia inicial em substituição à ventilação não invasiva.
( ) Em pacientes considerados de alto risco para falha de extubação, a ventilação não invasiva permanece como a estratégia preferencial em relação à CNAF, quando não houver contraindicações.
As afirmativas são, respectivamente,
F – V – V.
V – V – F.
V – F – V.
V – F – F.
V – V – V.
Uma criança de 4 anos é admitida com insuficiência respiratória hipoxêmica leve. O fisioterapeuta sugere o início de Ventilação Não Invasiva (VNI) por meio da modalidade CPAP (Continuous Positive Airway Pressure), utilizando uma máscara orofacial. Considerando os efeitos fisiológicos e as recomendações para VNI, assinale a afirmativa CORRETA.
O CPAP fornece dois níveis de pressão independentes (IPAP e EPAP), garantindo o aumento do volume corrente em cada ciclo respiratório.
A principal contraindicação absoluta para o uso da VNI em pediatria é a presença de hipersecretividade brônquica.
O CPAP fornece pressão positiva constante, o que aumenta a capacidade residual funcional e melhora a relação ventilação/perfusão através do recrutamento alveolar.
A interface do tipo prong nasal é a que oferece menor escape aéreo e maior estabilidade de fixação em crianças maiores de 2 anos
A PEEP/EPAP em pediatria deve ser fixada obrigatoriamente entre 10 e 15 cmH2O.
Em pacientes críticos, a principal medida preventiva para lesões por pressão é a adoção de
medidas que possam interferir nas causas nutricionais potencializadoras dos agravos observados.
redistribuição da pressão por meio de mudanças posturais e uso de superfícies adequadas.
uso de colchões ou dispositivos especiais de apoio sem critérios clínicos definidos.
afastamento do fisioterapeuta do cuidado direto ao paciente.
Um paciente adulto com quadro de insuficiência respiratória apresenta um padrão ventilatório muito instável, com variações frequentes na frequência e na profundidade da respiração. A equipe médica solicita que o fisioterapeuta instale um sistema de oxigenoterapia que garanta uma FiO2 exata e constante. Além disso, o paciente apresenta histórico de sangramento nasal e necessita realizar nebulizações frequentes com broncodilatadores. Qual deve ser a conduta do fisioterapeuta?
Indicar a cânula nasal, pois sua instalação (0,5 a 1 cm nas narinas) permite um ajuste preciso da FiO2, sendo o dispositivo de escolha para pacientes que necessitam de nebulização simultânea e que apresentam respiração bucal.
Optar pelo cateter nasofaríngeo, justificando que sua principal vantagem clínica é a promoção do aumento do espaço morto, o que estabiliza a oferta de oxigênio e reduz o desconforto na cavidade nasal.
Selecionar a máscara de Venturi, por ser o método mais seguro para liberar concentrações reguladas de oxigênio independentemente do padrão respiratório, embora se deva observar que aparelhos de aerossol (nebulização) não devem ser acoplados a esse sistema.
Prescrever a máscara com reservatório, pois este sistema de alto fluxo permite a reutilização total do oxigênio expirado, economizando até 50% do gás e garantindo uma FiO2 de 100% mesmo com fluxos baixos de 2 L/min.
Recomendar o cateter nasal, orientando que o uso de fluxos elevados de oxigênio neste dispositivo é a melhor estratégia para evitar a desidratação da mucosa e garantir que a concentração de oxigênio inspirada seja totalmente conhecida.
Paciente de 68 anos, tabagista, portador de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) grave, é admitido na emergência com exacerbação aguda, apresentando dispneia intensa, uso de musculatura acessória, f = 34 irpm, FC = 118 bpm, pH = 7,28, PaCO₂ = 68 mmHg e SpO₂ = 86% em ar ambiente. É iniciada Ventilação Não Invasiva (VNI) com máscara facial. Após 1 hora de VNI, o paciente mantém taquipneia, rebaixamento do nível de consciência leve e gasometria com pH = 7,26. O escore HACOR calculado é 7.
Com base no escore HACOR e na resposta clínica à VNI, assinale a alternativa correta.
Apesar do escore elevado, a conduta é manter a VNI por pelo menos 24 horas antes de qualquer decisão invasiva.
O escore indica boa resposta à VNI, devendo-se manter o suporte ventilatório sem necessidade de reavaliação precoce.
O escore sugere alto risco de falha da VNI, sendo indicada reavaliação imediata e preparo para intubação orotraqueal.
O escore HACOR não deve ser utilizado em exacerbações da DPOC, restringindo-se apenas à insuficiência respiratória hipoxêmica.
Um paciente de 68 anos, tabagista, com diagnóstico de DPOC leve e programado para cirurgia abdominal de grande porte, foi encaminhado para avaliação fisioterapêutica pré-operatória. No pós-operatório imediato, apresentou dor à inspiração profunda, redução da expansibilidade torácica e padrão respiratório superficial.
Considerando os fundamentos e técnicas fisioterapêuticas no período pré e pós-operatório, assinale a afirmativa correta.
No pré-operatório, a Fisioterapia deve ser evitada para não causar fadiga e interferir no procedimento cirúrgico.
Os exercícios respiratórios e o treinamento muscular inspiratório no pré-operatório podem reduzir as complicações pulmonares no pós-operatório.
No pós-operatório imediato, a tosse deve ser evitada para prevenir dor e deiscência de sutura.
Técnicas de expansão pulmonar são contraindicadas no pós-operatório imediato devido ao risco de instabilidade hemodinâmica.
A mobilização precoce não apresenta impacto significativo na recuperação funcional do paciente cirúrgico.
A aplicação da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) tem se mostrado viável para pacientes com Insuficiência Cardíaca durante o período de hospitalização. Considerando-se a interação entre os efeitos hemodinâmicos, respiratórios e suas repercussões clínicas, assinale a alternativa correta sobre a VMNI:
Reduz o desempenho no Teste de Caminhada de 6 Minutos em decorrência do aumento do raio do coração baseado na lei de Laplace.
Provoca uma resposta exagerada da ventilação minuto para forçar o aumento do recrutamento ventilatório e a oxigenação pulmonar.
Eleva a resistência vascular sistêmica e a pós-carga do ventrículo esquerdo devido ao aumento expressivo da pressão transmural.
Restringe o aporte de fluxo sanguíneo para a musculatura periférica ao redirecionar todo o débito cardíaco estritamente para o tecido renal.
Reduz os índices de dispneia e o tempo de internação hospitalar como resultado da somatória dos benefícios cardiorrespiratórios gerados pela terapia.
A implementação da mobilização precoce na Unidade de Terapia Intensiva requer uma análise criteriosa por parte do fisioterapeuta para garantir a segurança e a efetividade do tratamento. Considerando-se as recomendações gerais das Diretrizes Brasileiras de Mobilização Precoce em Unidade de Terapia Intensiva, é correto afirmar:
As barreiras classificadas como modificáveis devem ser tratadas como impedimentos intransponíveis pela equipe multidisciplinar, suspendendo-se permanentemente a busca ativa por metas funcionais.
Os eventos adversos que afetam os sistemas hemodinâmico e respiratório durante o atendimento são frequentes na rotina hospitalar, consolidando a mobilização como uma prática de elevado risco.
O manejo do desconforto respiratório induzido pela mobilização exige ajustes nos parâmetros do ventilador mecânico para melhorar o sincronismo se o paciente estiver sob ventilação invasiva, ao passo que o suporte não invasivo deve ser iniciado caso ele esteja em respiração espontânea.
A independência do indivíduo para a realização de transferências e locomoção constitui um objetivo terapêutico isolado e exclusivo do fisioterapeuta, desobrigando os demais membros da equipe de UTI dessa busca.
A ocorrência de alterações hemodinâmicas e metabólicas nos pacientes adultos exige que as notificações de efeitos colaterais sejam omitidas para simplificar a evolução clínica diária no prontuário.
No ambiente hospitalar, um paciente apresenta dispneia, taquipneia e sinais de comprometimento da oxigenação, sendo indicada a realização de gasometria arterial para análise das trocas gasosas. Considerando os mecanismos fisiopatológicos e os parâmetros gasométricos relacionados a insuficiência respiratória, o quadro de insuficiência respiratória hipoxêmica caracteriza-se principalmente por:
Redução da pressão arterial de oxigênio, indicando comprometimento da oxigenação e alteração das trocas gasosas pulmonares.
Elevação isolada da frequência respiratória, mesmo quando os parâmetros relacionados a oxigenação e a ventilação permanecem dentro dos valores esperados.
Redução isolada da frequência cardíaca associada a manutenção da pressão arterial e ausência de alterações relevantes relacionadas as trocas gasosas.
Aumento da força dos músculos inspiratórios acompanhado de ventilação pulmonar adequada e manutenção dos parâmetros gasométricos dentro dos valores esperados.
Aumento da capacidade vital associado a preservação da oxigenação arterial e a manutenção adequada das trocas gasosas pulmonares.
Uma paciente com 55 anos, cadeirante, diagnosticada com Esclerose Lateral Amiotrófica, procura o serviço de emergência com dispneia progressiva, fala entrecortada e uso de musculatura acessória. Ao exame, apresenta bom nível de consciência, FR = 28 irpm, SpO2 = 92% em ar ambiente, capacidade vital reduzida e tosse ineficaz. Considere-se a alternativa mais adequada quanto à instalação da ventilação para esta paciente.
Iniciar VNI em modo bilevel, (BiPAP), com pressão inspiratória maior que a expiratória, aumentando o volume corrente e melhorando a ventilação alveolar.
Iniciar com oxigenoterapia em alto fluxo, com máscara de Venturi, compensando a fraqueza da musculatura respiratória e aumentando volume corrente nesse paciente.
Priorizar a VNI em modo CPAP nasal associado à alta fração inspirada de oxigênio, (FiO2 > 60%), corrigindo a hipoxemia independentemente da ventilação alveolar.
Priorizar a intubação orotraqueal imediata, visto que a hipercapnia em doenças neuromusculares contraindica ventilação não invasiva.
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é caracterizada por redução ao fluxo aéreo expiratório, causando dispneia aos esforços e redução na capacidade funcional dos indivíduos. Sobre a atuação da fisioterapia respiratória nas doenças obstrutivas, analise as afirmativas a seguir.
I. A ventilação não invasiva é capaz de reduzir as exacerbações na insuficiência respiratória tipo II, diminuindo o trabalho respiratório e favorecendo a ventilação alveolar com consequente aumento na PaCO2.
II. A fraqueza muscular inspiratória é multifatorial, incluindo o grau de hiperinsuflação com consequente desvantagem biomecânica devido ao aumento da zona de aposição e o uso de corticoides.
III. O treinamento muscular inspiratório pode ser utilizado nos pacientes que apresentam fraqueza muscular inspiratória, caracterizada por redução na Pimáx abaixo de 70% do valor predito.
IV. A auto-PEEP atua como uma sobrecarga para o esforço inspiratório e é descrita como a maior responsável pelo aumento do trabalho ventilatório e a PEEP externa em valores próximos aos da auto-PEEP mensurada (não maior que 85% dela) parece reduzir o trabalho ventilatório sem causar aumento da hiperinsuflação.
Está correto o que se afirma em
I, III, II e IV.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
De acordo com o Protocolo Clínico de Cuidados Paliativos em Cardiologia do Instituto Nacional de Cardiologia (INC, 2018), analise as seguintes assertivas sobre os cuidados paliativos em pacientes com insuficiência cardíaca avançada e assinale a alternativa correta.
I. Os cuidados paliativos devem ser iniciados apenas quando todas as opções terapêuticas curativas tiverem sido esgotadas, pois priorizam exclusivamente o conforto do paciente.
II. A abordagem multidisciplinar é essencial, incluindo suporte emocional, psicológico, social e espiritual para o paciente e seus familiares.
III. O manejo dos sintomas, como dispneia, dor e fadiga, é uma das prioridades, buscando sempre equilibrar o controle sintomático com os efeitos colaterais dos tratamentos.
IV. A comunicação clara e o planejamento antecipado de decisões são recomendados, permitindo que o paciente participe das escolhas relacionadas ao seu cuidado.
V. Os cuidados paliativos devem excluir o uso de dispositivos como marca-passos ou desfibriladores, pois eles prolongam desnecessariamente o sofrimento.
Todas as assertivas estão corretas.
Todas as assertivas estão incorretas.
Apenas as assertivas I, III e V estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Apenas as assertivas II, IV e V estão corretas.
A relação ventilação-perfusão representa o equilíbrio necessário entre a quantidade de ar que chega aos alvéolos e o fluxo sanguíneo que passa pelos capilares pulmonares. O desequilíbrio dessa relação pode causar a hipoxemia, sendo o responsável pela maior parte, se não por toda, da hipoxemia encontrada na DPOC, na doença pulmonar parenquimatosa difusa e nas doenças vasculares, como a embolia pulmonar e a hipertensão arterial pulmonar.
No caso de um paciente que se encontra na UTI, o exame mais prático que avalia a gravidade do desequilíbrio entre ventilação-perfusão é:
radiografia de tórax.
prova de função pulmonar.
parâmetros ventilatórios.
tomografia de pulmão.
gasometria arterial.
Assinale a alternativa que apresenta contraindicação absoluta da ventilação mecânica não invasiva segundo as orientações práticas de ventilação mecânica da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
Incapacidade de manejar secreção e alto risco de aspiração.
Resgate da insuficiência respiratória que se instala após a extubação seletiva.
Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica com hipercapnia, mas sem acidemia respiratória (pH ≥7,35).
Escore de coma de Glasgow menor que 8.
No pós-operatório de cirurgia cardíaca, pacientes sem complicações costumam ter alta da UTI no segundo dia. Durante esse período, é de fundamental importância a realização de terapia reexpansiva para prevenir restrições ventilatórias. Em casos de dificuldade na execução dos exercícios respiratórios ou da expansibilidade reduzida, o recurso indicado para prevenir colapso alveolar é:
oxigenioterapia com repouso absoluto
caminhadas em volta do leito acima de 5 METS
ventilação com pressão positiva intermitente (VPPI)
incentivo à tosse ativa voluntária e caminhadas precoces
Analise as afirmativas sobre a ventilação mecânica não invasiva e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
⃣ A ventilação mecânica não invasiva (VNI) é indicada para pacientes com insuficiência respiratória hipercápnica.
⃣ A VNI pode ser aplicada em pacientes com insuficiência respiratória aguda de origem cardíaca.
⃣ A VNI está contraindicada para pacientes com escarro abundante e deglutição prejudicada.
⃣ O uso da VNI é contraindicado para pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) exacerbada.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta:
V, F, F, V.
F, V, V, F.
V, V, V, F.
V, F, V, V.
De acordo com as European Consensus Guidelines on the Management of Respiratory Distress Syndrome: 2022 Update, qual é a faixa de saturação periférica de oxigênio (SpO2) recomendada para prematuros em uso de oxigenioterapia após estabilização inicial?
80%-85%, com alarmes em 78% e 86%.
85%-89%, com alarmes em 84% e 90%.
90%-94%, com alarmes em 89% e 95%.
92%-96%, sem necessidade de alarmes.
94%-98%, para reduzir risco de hipóxia cerebral.