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O Quilombo dos Palmares surgiu na capitania de Pernambuco, no final do século XVI. Esse quilombo foi formado por escravos que haviam fugido dos engenhos de açúcar daquela região. Palmares possuía uma estrutura de poder em que um líder (rei) governava todo o quilombo. O primeiro líder/rei de Palmares foi?
Zumbi dos Palmares.
Angola Janga.
Andalaquituche.
Osenga Zumba.
Ganga Zumba.
"E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História." O trecho anterior foi retirado da "Carta Testamento", documento que narra os últimos momentos de um presidente brasileiro. Assinale a alternativa CORRETA sobre quem é esse presidente:
Tancredo Neves.
Getúlio Vargas.
João Goulart.
Eurico Gaspar Dutra.
Juscelino Kubitschek.
Considerando a abolição da escravidão no Brasil, assinale a opção correta.
A abolição da escravidão se deveu exclusivamente à benevolência de Dom Pedro II e de Princesa Isabel.
Os escravizados aceitavam de forma pacífica sua condição jurídica e social, revoltando-se apenas contra feitores cruéis.
Desde a sua fundação, em 1870, o Partido Republicano defendeu a abolição da escravidão sem a necessidade de indenização aos senhores de escravizados.
De acordo com a Lei do Ventre Livre, os nascidos de mãe escravizada eram imediatamente considerados libertos, sem qualquer necessidade de trabalho ou de indenização aos senhores de escravizados.
O povo negro escravizado no Brasil foi o protagonista de sua liberdade, não aceitando passivamente o jugo opressor e estabelecendo revoltas que apressaram os debates abolicionistas e a conquista de sua liberdade.
A cultura africana é muito importante na formação da identidade brasileira.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Existem no Brasil muitos vilarejos que tiveram origem em Quilombos e congregam descendentes dos quilombolas.
2. A imigração dos africanos para o Brasil ocorreu devido à necessidade de construção de casas para o povo europeu que aqui chegava. Eles vieram de livre vontade para melhorar de vida e conhecer novas terras além das que conheciam.
3. A cultura negra mantém fortes e importantes traços culturais, como o samba e o candomblé.
4. O fim da escravidão no Brasil, em 1888, representou uma melhora de vida significativa para toda essa população que havia migrado em busca de melhores condições e que finalmente foi reconhecida e detentora de direitos similares aos europeus que aqui viviam.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Os estudiosos não conseguem estimar quantos indígenas habitavam a América do Sul na época da conquista. Mas todos concordam que a colonização europeia gerou uma “catástrofe demográfica”. Alguns avaliam que entre 1492 e 1650 a América perdeu um quarto de sua população; outros consideram que a depopulação foi da ordem de 95%.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente os principais fatores que causaram a depopulação indígena no século XVI, na parcela do território americano que corresponde ao Brasil, à exceção de uma. Assinale-a.
As epidemias, uma vez que, na América, a barreira epidemiológica era desfavorável à população aborígene e favorável aos europeus.
A política de concentração em aldeamentos missionários, o que favorecia o contágio, como no caso do sarampo e da varíola que se alastrava nas aldeias da Bahia.
As guerras, estimuladas pela conquista e pelas tropas de apresamento, entre indígenas aliados aos portugueses e índios hostis e entre tapuias e afrodescendentes.
As grandes fomes, que acompanhavam as guerras e geravam fugas para novas regiões, habitadas por grupos hostis e onde os recursos eram desconhecidos
A exploração intensa do trabalho indígena, com a consequente desestruturação social e a elevação das taxas de mortalidade dos povos silvícolas.
Leia o texto a seguir.
O procurador de Justiça do Ministério Público do Pará (MPPA) destilou ódio em um discurso para alunos de uma faculdade particular de Direito em Belém. ‘Problema da escravidão no Brasil foi porque o índio não gosta de trabalhar, até hoje’, disse, para justificar o holocausto negro que aconteceu no Brasil durante mais de 300 anos .
Disponível em: <https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2019/11/problema-da-escravidao-no-brasil-foi-porque-o-indio-nao-gosta-de-trabalhar-afirma-procurador-de-justica/>. Acesso em: 24 fev. 2020. (Adaptado)
A afirmação do procurador reproduz estereótipos construídos historicamente acerca das populações indígenas no Brasil, associados a uma narrativa
revisionista.
relativista.
reconstrutivista.
positivista.
A canção do africano
Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão...
De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!
Castro Alves.
Sobre a escravidão dos povos africanos é incorreto afirmar que:
Os portugueses realizavam o comércio de escravos na costa ocidental africana, estabelecendo contatos com os povos locais.
O transporte de escravos era feito da África para o Brasil nos navios negreiros, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil.
Com a Lei Eusébio de Queiróz, 1850, como resultado da pressão exercida pela França, foi decretado o Fim do Tráfico Internacional de Escravos.
A abolição da escravidão, em 1888, foi decretada no Brasil sem garantir aos escravos libertos algum direito ou compensação pelo tempo de escravidão.
Na época da escravidão, os negros trazidos da África eram batizados e obrigados a seguir o catolicismo resultando o chamado sincretismo religioso.
Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à sua extinção. A lei que aboliu definitivamente a escravidão, em 13 de maio de 1888, foi a
Lei Maria da Penha.
Lei de Terras.
Lei Rouanet.
Lei de Newton.
Lei Áurea.
Robert Slenes constatou que em Campinas, nas grandes e médias propriedades, quase 20% das crianças [escravizadas] entre dez e quatorze anos já não contavam com pai e mãe, mas descartou a mortalidade como causa, atribuindo a ausência de ambos a uma provável venda.
(Suely Robles Reis de Queiróz, Escravidão negra em debate. Em: Marcos Cezar de Freitas, Historiografia brasileira em perspectiva)
Os dados apresentados reforçam a ideia de que
a ausência de vínculos afetivos entre os escravizados consanguíneos provocou a ausência de famílias.
a ordem escravista desinteressava o Estado português no estabelecimento de relações familiares entre escravizados.
o casamento apenas poderia ocorrer entre pessoas livres prevaleceu, conforme defendia a Igreja.
a instituição familiar entre os escravizados foi recorrente porque havia a forte pressão da Igreja.
a separação forçada foi um dos grandes obstáculos para a vida familiar entre os escravizados.
Sobre a história do sistema de cotas no ensino superior no Brasil, analise as opções a seguir e assinale a CORRETA:
A UERJ e a UnB foram instituições pioneiras na adoção do sistema de cotas.
O sistema de cotas, em nível federal, foi adotado no governo de Fernando Henrique Cardoso.
O sistema de cotas beneficia apenas aos negros, o que é motivo de reclamação por parte de outros grupos étnicos, como os indígenas.
A Lei nº 12.711, conhecida como “lei de cotas”, foi aprovada e sancionada em 2005.
O fato de beneficiar apenas a um grupo étnico favorece as reclamações daqueles que acham que as cotas deveriam levar em conta aspectos sociais, como a pobreza.
O Iluminismo baseou-se principalmente nos dogmas religiosos.
Certo
Errado
Segundo classificação linguística, não étnica, mais da metade do continente africano é ocupada pelo grupo bantu, cuja origem se situa na fronteira das atuais Nigéria e Camerun.
Certo
Errado
A demanda da comunidade afro-brasileira por reconhecimento, valorização e afirmação de direitos, no que diz respeito à educação, passou a ser particularmente apoiada com a promulgação da Lei 10.639/2003, que alterou a Lei 9.394/1996, estabelecendo a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileiras e africanas. Considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, NÃO podemos afirmar que reconhecer:
Exige que se questionem relações étnico-raciais baseadas em preconceitos que desqualificam os negros e salientam estereótipos depreciativos, palavras e atitudes que, velada ou explicitamente violentas, expressam sentimentos de superioridade em relação aos negros, próprios de uma sociedade hierárquica e desigual.
Exige a valorização e respeito às pessoas negras, à sua descendência africana, sua cultura e história.
Exige que os estabelecimentos de ensino, frequentados em sua maioria por população negra, excluam do currículo conteúdos relacionados a História e Cultura Europeia, uma vez que esses já foram muito priorizados ao longo do tempo.
É valorizar, divulgar e respeitar os processos históricos de resistência negra desencadeados pelos africanos escravizados no Brasil e por seus descendentes na contemporaneidade, desde as formas individuais até as coletivas.
No que se refere à escravização, aos escravizados e às resistências, assinale a opção correta.
Durante a formação do Brasil colonial, o quilombo foi a forma mais expressiva de resistência da população escravizada.
Os escravizados africanos e indígenas, no Brasil, eximiam-se à participação em revoltas.
A onda de transformações políticas e ideológicas, algumas revolucionárias, iniciada no final do século XVIII, não influenciou a rebeldia negra nas Américas.
Os quilombos não representavam uma ameaça concreta ao poder do colonizador, sendo inclusive aceita sua existência pelos fazendeiros.
Os africanos e indígenas escravizados aceitaram de maneira completa o catolicismo, deixando de lado e renegando suas religiosidades originais.
Sobre a escravidão no Brasil, é correto afirmar que:
Através das pinturas e desenhos de Johann Moritz Rugendas é possível conhecer aspectos do cotidiano dos escravos.
O Quilombo dos Palmares, organizado em área do atual estado de Pernambuco, foi liderado por Zumbi e Makelele.
A data da promulgação de Lei Áurea serviu de justificativa para estabelecer o Dia Nacional da Consciência Negra.
A leis portuguesas sobre os aldeamentos davam autonomia aos missionários jesuítas para definirem os critérios de escravização.
O Pacto Colonial priorizava o trabalho dos escravos africanos, considerados mais aptos e resistentes às exigências do trabalho nos trópicos.
Montesquieu formula o diagnóstico mais claro e mais explícito: “Havendo os povos da Europa exterminado os da América, tiveram de submeter à escravidão os da África, para deles se servirem a fim de desbravar as suas terras”. Isso não implica a menor comiseração pelos negros: “É impossível supormos que essas pessoas sejam homens; porque, se os supuséssemos homens, começaríamos a crer que nós mesmos não somos cristãos”.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX. Texto adaptado)
A posição de Montesquieu, consoante com as concepções do século XVIII, revela que
a crítica ao trabalho escravo não significava que os europeus deveriam tratar os negros como iguais.
o processo de escravização contribuiu para o desenvolvimento da industrialização da África.
as formas de exploração do trabalho compulsório são condenáveis e precisam ser extintas com brevidade.
a utilização do trabalho escravo africano impediu uma maior dinamização da economia europeia.
apenas a inexistência do escravismo permitiria que os homens conquistassem a igualdade política.
“Na iminência de transformações nas condições do regime escravista, que poderiam comprometer a sujeição do trabalhador, criavam as condições que garantissem, ao menos, a sujeição do trabalho.”
MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. 2ª edição. LECH. São Paulo. 1981. p. 59.
Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação desse processo histórico, marcado pela gradual transição do trabalho escravo para o trabalho livre, no Brasil, no decorrer da segunda metade do século XIX, o fato de:
a renda capitalizada ter deixado de ser a principal forma do capital na grande propriedade cafeicultora, tanto sob o regime do trabalho escravo quanto sob a forma do trabalho livre
o aumento dos preços dos africanos escravizados ter ocorrido com o fim do tráfico internacional, contribuindo para o aumento considerável do capital disponível para os fazendeiros
o objeto da renda capitalizada durante a crise do trabalho servil ter passado da propriedade da terra para a do escravo, haja vista o aumento considerável do valor do escravo no mercado
o acesso à terra ter sido facilitado aos trabalhadores livres imigrantes que chegavam ao Brasil, a partir da Lei de Terras de 1850, contribuindo para o aumento do valor das propriedades cafeeiras
Leia as afirmações a seguir.
I - A Revolução Haitiana decorreu de um processo de independência tumultuado, em que a aliança entre ex-escravos e ingleses foi determinante para a vitória sobre a França.
II - O medo negro, que se espraiou por toda a América Latina a partir do massacre dos grand blancs, foi fator influente no processo de independência dos países da região.
III - A aliança dos grand blancs com os ingleses, a partir de certo momento do processo revolucionário, levou a França a abolir a escravidão em Santo Domingo, passo importante para a futura independência.
IV - A Revolução Haitiana promoveu a primeira república latino-americana, implantando a princípio a democracia e a liberdade dos escravos como essenciais para o novo Estado.
V - Os affranchis defenderam, desde o início do processo de independência de Santo Domingo, o interesse da população escravizada buscando, consequentemente, a abolição como principal objetivo.
Está correto apenas o que se afirma em
I e IV.
II e III.
I e V.
III e IV.
II e V.
Leia as fontes e responda ao que se pede.
Fonte 1
LEI Nº 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008.
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
§ 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira, o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
Fonte 2
A chamada ‘Lei do Ventre Livre’ foi na verdade muito mais do que aquilo que normalmente se afirma nos livros didáticos – sejam eles de ‘direita’ ou de ‘esquerda’. Em algumas de suas disposições mais importantes, como aquelas que dizem respeito ao pecúlio dos escravos e ao direito à alforria por indenização de preços, a ‘Lei do Ventre Livre’ representou tanto o reconhecimento legal de uma série de direitos que os cativos vinham adquirindo pelo costume, quanto a capitulação das classes proprietárias diante de alguns objetivos das lutas dos negros.
CHALHOUB, Sidney. Os mitos da abolição. In: TRABALHADORES – escravos. Campinas, Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo, 1989, p.36-40.
Fonte 3
Na série documental “Guerras do Brasil.doc”, Krenak reflete sobre as constantes invasões que o país sofre desde a chegada dos europeus. Mas, ao contrário do que os livros de História por vezes relatam, explica que nunca houve um momento de rendição por parte dos povos originários. “Acreditar que a história colonial nos ‘pacificou’ é dizer que nos rendemos. E não nos rendemos. Se não nos rendemos ainda estamos em guerra.”
Ailton Krenak. Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/quem-e-ailton-krenak-escritor-indigena-que-entrou-para-a-lista-da-unicamp/
Para atender às orientações da Lei Nº 11.645 (Fonte 1), um professor de história poderia utilizar os excertos citados (Fontes 2 e 3) como material didático porque ambos
tratam da cultura negra e indígena brasileiras.
são estudos da história da África e dos africanos.
resgatam as contribuições africanas e indígenas nas áreas social e econômica do país.
evidenciam a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil.
incluem aspectos que contribuem para a formação da população brasileira.
“O projeto se converteu em lei em setembro de 1850. Dessa vez, a lei “pegou”. A entrada de escravos no país caiu de cerca de 54 mil cativos, em 1849, para menos de 23 mil, em 1850, e em torno de 3300, em 1851, desaparecendo praticamente a partir daí. Que teria acontecido entre 1831 e 1850? Por que a segunda lei pegou e a primeira não?
Boris Fausto, História do Brasil, São Paulo: EDUSP, 1995, p. 195.
Comparando a conjuntura nacional e internacional das décadas de 1840 e 1830, a pergunta contida no excerto pode ser corretamente respondida ao se considerar que:
O recolhimento dos africanos recém-chegados, chamados boçais, e a posterior distribuição deles para o serviço público e de particulares, a princípio na corte e, depois, para o interior do país, levou muitos traficantes a hipotecaram seus negócios para não irem à falência.
O patrulhamento das águas territoriais brasileiras pela marinha britânica arrefeceu o temor que as autoridades brasileiras tinham de um confronto militar aberto com a Grã-Bretanha, o que quase chegou às vias de fato no episódio da troca de tiros entre um navio da esquadra inglesa e o Forte de Paranaguá, no Paraná.
A ascensão ao poder do Partido Regressista, durante a Regência de Araújo Lima, garantiu a sobrevida do tráfico atlântico de escravos por meio do aval do Estado nacional à continuidade do tráfico atlântico de escravos.
A aprovação de nova lei antitráfico pelo Parlamento inglês na década de 1840 concedeu aos tribunais e almirantado da Inglaterra o poder de julgar os infratores por pirataria, aumentando assim a punição àqueles que fossem presos por conta do envolvimento com o contrabando negreiro.
O deslocamento da fronteira agrícola do Oeste de São Paulo em direção ao Vale do Paraíba Fluminense reduziu as áreas disponíveis para o plantio de café e, consequentemente, provocou brusca queda na demanda por escravos traficados da África.