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O socialismo surgiu no século XVIII como oposição ao sistema econômico vigente; o capitalismo. O primeiro país a adotar o socialismo como regime econômico foi:
Cuba.
China.
Rússia.
Alemanha.
“Perdi o recorte com a frase, motivo pelo qual posso estar chamando o autor errado. Mas tenho quase certeza de que foi o historiador norte-americano Arthur Schlesinger quem cunhou a seguinte: “Não é porque Marx estava errado que Adam Smith está absolutamente certo” [...].
ROSSI, Cláudio. Folha de São Paulo, 1995. Fragmento.
Nesse texto, o articulista do jornal “Folha de São Paulo”, Cláudio Rossi, faz referência a dois ideários que representaram a conjuntura mundial no final dos anos 1980, respectivamente,
Liberalismo e Nacionalismo.
Liberalismo e Socialismo Utópico.
Socialismo e Comunismo.
Socialismo e Intervencionismo.
Socialismo e Liberalismo.
Liberais atuantes na França da primeira metade do século XIX, como Benjamin Constant e François Guizot, notabilizaram-se por defender uma variante radical de liberalismo centrada na defesa do princípio da soberania popular e da ampliação do sufrágio.
Certo
Errado
Considere o quadro abaixo:
1 | 2 | 3 | |
Estado | Manutenção do Estado | Manutenção do Estado, porém sob o controle dos operários e só durante certo tempo | Abolição do Estado |
Propriedade | Superação do capitalismo através de reforma | Extinção da propriedade privada dos meios de produção e criação de formas coletivas de propriedade | Abolição da propriedade privada |
Capitalismo | Crítica científica do sistema capitalista para sua extinção | Extinção da sociedade capitalista | |
Organização e/ou ação dos trabalhadores | Trabalhadores organizados em cooperativas autogeridas | Revolução proletária | Pequenas comunidades autônomas |
As colunas 1, 2 e 3 do quadro referem-se às principais características das correntes ideológicas que surgiram na Europa, no século XIX, e identificam, respectivamente, as teorias do
Anarquismo, do Comunismo e do Socialismo utópico.
Comunismo utópico, do Anarquismo e do Marxismo.
Marxismo, do Socialismo utópico e do Anarquismo.
Socialismo utópico, do Marxismo e do Anarquismo.
Comunismo, do Anarquismo e do Marxismo utópico.
Leia o texto abaixo.
Ao longo do século XX, propostas socialistas alcançaram o poder político, realizando transformações de alcance variado. Em certo momento, a alternativa socialista parecia invencível, destinada à vitória universal. Não foi o que aconteceu. Ao contrário: o socialismo, embora ainda vivo, está moribundo. Pode-se considerá-lo uma perspectiva, uma experiência aberta para o futuro da humanidade? Preso no passado ou aberto ao futuro? Após sua ascensão e queda, o socialismo enfrenta o desafio de continuar como alternativa real para a humanidade.
Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/preso-no-passado-ou-aberto-ao-futuro. Acesso em 11/04/2016.
O Socialismo Científico, formulado por Marx e Engels, no século XIX, em linhas gerais propunha
a superação do capitalismo pela ação revolucionária dos trabalhadores, aglutinados em torno de uma organização de pessoas livremente reunidas.
a redução do papel do Estado na economia, para efetivar o controle direto pelo proletariado sobre os meios de produção.
a supressão de toda legislação trabalhista e social, tida como mecanismo de alienação e cooptação do proletariado.
a realização de sucessivas reformas na estrutura capitalista, possibilitando a gradativa implantação do comunismo avançado.
a crença nas formas primitivas de economia, afirmando que quanto mais naturais as trocas, mais justas as relações econômicas seriam.
A partir de 1830, há um segundo momento na luta operária: o movimento “cartista”. Os operários ingleses haviam criado a Associação dos Operários, considerada ilegal pelo governo. Dessa associação partiu, em 1837, a publicação da Carta do Povo. Nesta Carta,
propugnava-se o sufrágio universal masculino, o voto secreto, a remuneração dos parlamentares, uma representação mais igualitária nas eleições, entre outros itens. O que se pretendia, em última análise, era permitir uma representação política do proletariado.
vislumbra-se uma aproximação do movimento operário ao movimento socialista, entendendo o socialismo como uma contestação ao individualismo liberal e uma resposta aos problemas sociais criados pela industrialização e pela nova crise do sistema capitalista.
propunha-se a instalação de uma ampla democracia: funcionários eleitos pelo sufrágio universal, revogabilidade dos cargos e mandatos a qualquer momento, determinação de que o salário dos representantes não poderia ser maior do que o de um operário qualificado.
defendia-se a ação direta da classe operária para a derrubada do capitalismo, principalmente através de uma greve geral, o trabalho de educação política da classe operária pelos sindicatos de trabalhadores, para que ela, de forma espontânea, iniciasse a revolução.
refletiu-se a tendência da classe operária para destruir o aparelho de Estado burguês, para substituir a democracia burguesa, baseada na miséria e no trabalho forçado do povo, por uma democracia proletária, como forma superior de democracia e de igualdade para todos.
A Revolta dos Cipaios (1857) foi o primeiro movimento nacionalista indiano. Os Cipaios eram:
um corpo militar formado por hindus, que se rebelaram e massacraram 200 mulheres e crianças inglesas.
soldados ingleses radicados no território indiano que se rebelaram e massacraram 2.000 mulheres e crianças indianas.
uma minoria indiana que se rebelou e massacrou hindus e ingleses.
muçulmanos que se rebelaram contra hindus que defendiam os interesses ingleses.
hindus que se rebelaram contra muçulmanos que defendiam interesses ingleses.
Uma consequência das revoluções de 1848 foi a saída de Klemens von Metternich da condição de ministro do exterior do Império Austríaco, posto por ele ocupado desde a época das Guerras Napoleônicas.
Certo
Errado
A despeito das dificuldades relativas à definição do termo, o liberalismo do século XIX distingue-se, em geral, pela preocupação com a proteção de direitos individuais fundamentais contra ameaças de intervenção arbitrária do Estado.
Certo
Errado
O liberalismo de Alexis de Tocqueville abriga uma apologia dos valores das classes médias baseada na crença da força civilizadora do comércio, popularizada por Adam Smith, entre outros.
Certo
Errado
“Os comunistas não devem recear «aprender» com os especialistas burgueses, incluindo os comerciantes, os pequenos capitalistas sócios de cooperativas, os capitalistas. Aprender com eles duma forma diferente, mas no fundo do mesmo modo que aprendemos e nos instruímos com os especialistas militares. Os resultados do «ensino» deverão ser verificados apenas pela experiência prática: fazei-o melhor do que o faziam ao vosso lado os especialistas burgueses, sabei alcançar duma ou doutra forma o ascenso da agricultura, o ascenso da indústria, o desenvolvimento da circulação de mercadorias entre a agricultura e a indústria. Não regateeis o preço da «lição»: não devemos olhar ao preço, desde que a lição seja proveitosa.”
Sobre o Imposto em Espécie- O Significado da Nova Política e as Suas Condições - V. I. Lénine -21 de Abril de 1921
A Nova Política Econômica implantada por Lênin após a Revolução Russa e suas características, foram, EXCETO:
Suspensão da requisição forçada de cereais substituída por um imposto em espécie, permitindo que os proprietários de terras se apropriassem do excedente econômico.
Liberdade aos camponeses, liberdade para disporem de seus excedentes, permitindo a legalização do livre comércio e dos comerciantes.
Criação do Código da Terra que autorizou a contratação de trabalhadores para o cultivo da terra na condição que os empregadores trabalhassem ao lado dos funcionários.
Liberação da venda da força de trabalho e mudanças na legislação trabalhista.
Revogação da lei que havia nacionalizado todos os setores da indústria russa, permitindo a criação de indústrias e empresas privadas em qualquer setor.
“Ao mesmo tempo, o fascismo combate o “socialismo marxista”, porque este é fundado na luta de classes e conduz à divisão e enfraquecimento do corpo social; não crê no esquema marxista do caráter irreversível da história. Censura também a liberdade econômica, o laissez-faire, que permite aos fortes esmagar os fracos, em detrimento da coletividade e, muitas vezes, esconde o domínio de um povo pobre por outro mais rico. Às internacionais comunista e capitalista, o fascismo procura contrapor o seu “socialismo nacional”
MICHEL, Henri. Os fascismos. In: MARQUES, Adhemar; BERUTTI, Flávio; FARIA, Ricardo.
História contemporânea através de textos. São Paulo: Contexto, 2003.
Sobre os regimes fascistas da Europa no período entre guerras é correto afirmar que:
Os países fascistas tinham uma visão mítica do seu passado no a qual a nação era “pura de qualquer elemento alheio”.
Baseada no nacionalismo e na pureza da raça, a ideologia fascista respeitava as fronteiras, logo era a antítese do imperialismo.
Era necessário ultrapassar a luta de classes e substituí-la pela sua cooperação aproximando comunistas dos fascistas.
Para promover o "socialismo nacional", as forças de produção são associadas em uma economia corporativa que promoveu a igualdade social entre patões e empregados.
A visão que o fascismo era antimarxista é equivocada pois defendia uma economia cooperativa entre patrões e empregados.
As independências foram revolucionárias?
Para historiadores de inspiração marxista, o conceito de revolução só pode ser utilizado quando existem mudanças radicais na sociedade, em geral decorrentes das lutas de classes. Nesse caso a ideia, está estreitamente relacionada á transformação social.
Em outras palavras, o conceito de revolução não seria aplicável à maioria dos movimentos de independência ocorridos na América até o final do século XVIII e inicio do século XIX, com exceção de:
Estados Unidos da América
Brasil
Haiti
Peru
Colômbia
Analise as afirmativas a seguir sobre o ciclo das revoluções europeias de 1848.
I. Fim do reinado de Luís Felipe na França e início da II República.
II. Destruição do sistema conservador da restauração, imposto sob a liderança de Metternich no Congresso de Viena.
III. Revoltas nas províncias brasileiras durante a época da Regência.
Quais afirmativas contêm acontecimentos históricos que tiveram origem no citado ciclo?
I – II – III.
II – III.
I – III.
I – II.
III.
Depois de 1830, na Europa, houve uma tendência de mudança nos movimentos sociais que lutavam para empreender a Revolução Burguesa e a consequente imposição dos valores liberais. Pode-se caracterizar tal mudança de rumo da seguinte maneira:
os movimentos liberais, que antes eram predominantemente nacionalistas, tornaram-se cada vez mais internacionalistas, com fortes tendências a um internacionalismo proletário de viés socialista
o franco nacionalismo passou a imperar, cada vez mais intensamente, e desarticulou completamente os ideais liberais, que persistiram somente como fachada para interesses cada vez mais xenófobos
os movimentos sociais liberais evoluíram para novas formas de pensar a sociedade, com ênfase na questão social, e o socialismo utópico se impôs como o modelo dominante de pensamento político, dando origem a um novo tipo de radicalização internacionalista, chamada por Hobsbawm de “movimentos nacionalistas conscientes”
passou a haver a defesa, de fato um retorno, a algum tipo de liberalismo de esquerda, em formato próximo ao dos jacobinos mais radicais, mas, dessa vez, acima dos ideais de nação, demonstrando que tanto a alta burguesia quanto a aristocracia eram forças nacionalistas
o movimento geral internacional em favor das revoluções burguesas tendeu a se fragmentar na direção de interesses nacionais particulares, dando origem ao que Eric Hobsbawm denomina de “movimentos nacionalistas conscientes”
Entre as teorias que procuram explicar o capitalismo, podem se destacar duas grandes correntes, representadas por Karl Marx (1818-1883) e Max Weber (1864-1920). Max Weber procura explicar a origem do capitalismo como:
Fenômeno histórico derivado da concentração da propriedade dos meios de produção em mãos de uma classe social e da presença de uma outra classe para a qual a venda da força de trabalho é a única fonte de subsistência.
Resultado de um longo processo histórico que transformou as antigas relações econômicas dominantes no feudalismo, destruindo-as e, ao mesmo tempo, dando origem ao novo sistema.
Evolução natural do crescimento do comércio medieval e das melhores condições de vida existentes no final da Idade Média, o que levou à maior oferta de mão de obra e à diversificação da economia.
Constituição a partir da herança de um modo de pensar as relações sociais, dentre elas as econômicas, legada pelo movimento da Reforma na Europa: do protestantismo de Lutero e ainda mais do calvinismo.
Resultante da atividade comercial e, embora tenha se tornado mais evidente a partir do Mercantilismo, na Idade Moderna, sempre existiu, pelo menos, desde a Antiguidade.
A chamada “Escola de Frankfurt”, embora incorpore pensadores e temáticas dos mais diversos entre si, pode ser caracterizada, de uma forma geral, como:
um projeto de desconstrução do logocentrismo ocidental, com a tendência a romper com o pensamento binário da dialética e com as abstrações discursivas do estruturalismo, buscando aproximar as ideias de Marx com outros autores, como Freud, Nietzsche e Kant
uma aproximação da perspectiva trotskista de compreender o marxismo como uma “doutrina” e, ao mesmo tempo, uma busca do retorno à missão revolucionária dos militantes socialistas e ao papel histórico do movimento comunista internacional de conduzir as massas em direção à revolução proletária
um projeto, baseado em Althusser, de proceder aproximações inevitáveis entre o estruturalismo e o materialismo histórico e dialético, dando origem à busca de um retorno a Marx, em bases mais científicas e menos doutrinárias
um retorno às críticas de Marx ao capitalismo, sem a “codificação” doutrinária do marxismo fixada pelo stalinismo e mesmo pelo movimento comunista internacional, empreendendo uma ruptura com a confiança teleológica na missão histórica do operariado de edificar a sociedade socialista, preferindo ressaltar desenvoltura teórica ao pensamento de Marx
uma veemente crítica a Marx como um pensador inimigo das sociedades abertas e um finalista histórico contumaz, incapaz de compreender o papel do acidental, do fortuito, do inconsciente, dentre outros fatores imponderáveis, nos rumos seguidos pelas sociedades humanas
"Caros camaradas, soldados, marinheiros e trabalhadores, tenho o prazer de congratulá-los pela vitória da revolução russa, saudá-los como a vanguarda do exército proletário internacional. (...) A guerra do banditismo imperialista é o começo da guerra civil na Europa. (...). Na Alemanha, tudo já está fermentando! Não hoje, mas amanhã, qualquer dia, pode ocorrer o colapso geral do capitalismo europeu. A revolução russa que vocês realizaram deu o golpe inicial e inaugurou uma nova era. (...). Viva a Revolução Social Internacional!"
(Discurso de Lenin em 16 de abril de 1917, citado em Wilson, E., Rumo à estação Finlândia. São Paulo: Cia. Das Letras, 1986. pg. 441)
Assinale a alternativa que melhor apresenta a temática central do discurso de Lenin:
O apelo à manutenção da ordem interna em meio ao processo revolucionário bolchevique.
A defesa da união de russos e alemães contra os imperialistas, na Primeira Guerra Mundial.
A defesa da permanência russa na Primeira Guerra Mundial como fator necessário à desestabilização do capitalismo internacional.
O triunfo da revolução menchevique na Rússia como o primeiro passo para a revolução socialista mundial.
Observe os textos a seguir:
Texto I:
“O caráter intolerável atingido pelo desemprego entre as duas guerras, na Grã-Bretanha, deve-se à conjugação da sua amplitude com a sua duração. O desemprego devastou regiões inteiras: (...) Por toda a parte, lojas fechadas, casas arruinadas, janelas com tábuas e cartão no lugar de vidros. Únicos ofícios prósperos: o dos corretores de apostas. Nesta existência sem esperança, recorre-se desesperadamente ao jogo, às apostas. (François Bédarida)
Texto II:
“Alemanha, 1923: dinheiro vira papel de parede. (...) Em 1923, no auge da crise econômica, iniciou-se o ano com o dólar valendo 18.000 marcos. Em julho, a moeda americana chegou a 160.000 marcos; em novembro, os alemães precisavam amontoar 2,5 trilhões de marcos para comprar 1 dólar. Naquele mês, em Berlim, um pão, que no começo do ano já valia fantásticos 250 marcos, passou a custar 200 bilhões de marcos. As donas de casa passaram a ir às compras carregando baldes de dinheiro. (Veja.)
Texto III:
Na Rússia a revolução da classe trabalhadora teve êxito. Mas a desilusão, a fome e a miséria, que se seguiram à I Guerra Mundial, atraíram muitos recrutas às fileiras dos revolucionários, em toda parte. (...) Isso ocorreu particularmente na Itália e na Alemanha. Os capitalistas desses países tiveram pela frente uma classe trabalhadora revolucionária que lhes ameaçava o poder. (Leo Huberman).
Tomando por base a análise dos textos e os conhecimentos sobre o período entre guerras, pode-se afirmar, EXCETO:
O texto I retrata a situação de sociedades em crise, mas as necessidades básicas não são satisfeitas, e a desesperança leva à busca de dinheiro fácil através do jogo.
No texto II, as referências à utilização do dinheiro como papel parede e a quantidade de dinheiro utilizado pelas donas de casa nas compras demonstram a desvalorização da moeda e a crise inflacionária vivida pelos alemães, nos anos subseqüentes à Primeira Guerra Mundial.
As “fileiras dos revolucionários”, referidas no texto III, que ameaçavam o poder dos capitalistas da Itália e da Alemanha, possibilitaram a afirmação do poder socialista na Europa Central, nos anos 30.
Os textos I, II e III prenunciaram, em sociedades diferentes, a evolução da crise econômica que afetou o mundo nos anos vinte deste século, provocando significativas transformações econômico-financeiras e sociopolíticas.
"O que foi a Primavera dos povos?".
Esta pergunta é bastante atual, tendo em vista seu uso para designar o processo de crise política por que passam atualmente os estado nacionais autoritários do norte da África, Oriente Médio e península arábica frente à manifestações populares. No entanto, a imagem da “primavera” como um despertar político não é originalmente tão recente. Assim, assinale a alternativa correta que responde a pergunta:
Originalmente, o termo “primavera dos povos” está associado às revoluções ocorridas na Europa central e oriental no século XVIII.
O termo corresponde à grande onda de reivindicações do ano de 1848, que tinha em sua agenda política a extensão do direito de voto e a ampliação de direitos das minorias nacionais.
A Primavera dos Povos foi uma resposta à política continental de restauração que conduziu as decisões internas dos Estados europeus com a ascensão de Napoleão Bonaparte ao governo francês.
Incapazes de absorver as mudanças propostas pelo ideário liberal/burguês e mesmo de processar a incorporação dos novos grupos sociais surgidos das transformações sociais da industrialização crescente, os Estados monárquicos europeus viram eclodir diversas revoluções tendo como ponto de partida a Espanha.