

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Na passagem “Os países que continuarem a aplicar impostos mais baixos serão retaliados.” (3º parágrafo), o termo em destaque deve ser classificado, corretamente, como um(a):
conjunção integrante;
pronome relativo;
pronome indefinido;
partícula expletiva;
conjunção adverbial consecutiva.
DOS NOSSOS MALES
A nós bastem nossos próprios ais,
Que a ninguém sua cruz é pequenina,
Por pior que seja a situação da China,
Os nossos calos doem muito mais...
Mário Quintana
"A nós bastem nossos próprios ais, que a ninguém sua cruz é pequenina".
O elemento sublinhado estabelece entre os dois versos uma relação:
explicativa.
conclusiva.
opositiva.
aditiva.
Sobre as orações coordenadas e subordinadas presentes no Texto, assinale a alternativa correta:
A partícula “que” (linha 6) introduz uma oração coordenada adjetiva explicativa.
O período “O Sistema Nacional de Meteorologia (SNM) emitiu na sexta (28) um alerta de emergência hídrica entre junho e setembro para cinco Estados – Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.” (linhas 1 a 5) é composto exatamente por duas orações.
Não há nenhuma partícula “que” no Texto introduzindo uma oração subordinada adjetiva.
A partícula “que” (linha 14) exerce função morfológica de conjunção integrante, introduzindo, portanto, uma oração subordinada substantiva.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Do funk 150 bpm ao rock, Planeta Atlântida 2020 celebra a diversidade musical
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/noticia/2020/02/ – texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Entre as seguintes ocorrências da palavra QUE no texto, assinale a alternativa em que essa palavra NÃO é um pronome
Linha 01.
Linha 02.
Linha 05.
Linha 13.
Linha 16.
Marque a oração em que o QUE é classificado como pronome relativo.
Em que livraria compraremos o presente?
Perguntei-te por que vieste aqui.
Indagaram-me que compraste.
Eu sou o freguês que por último compra o jornal.
“Vamos para casa que já está escuro.” O valor semântico expresso pela conjunção coordenativa empregada na sentença anterior é:
reflexão
conclusão
oposição
alternância
explicação
Em “Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.”, os termos em destaque exercem função, respectivamente, de
conjunção subordinativa / conjunção coordenativa.
partícula de realce / pronome indefinido.
pronome indefinido / pronome relativo.
pronome interrogativo / pronome interrogativo.
pronome relativo / pronome relativo.
A palavra destaca no trecho "Porém, começou a perceber QUE as pessoas somente a observavam de longe", no contexto em que foi empregada, é classificada gramaticalmente como:
Conjunção Coordenativa.
Conjunção Integrante.
Pronome Interrogativo.
Pronome Relativo.
A partir de então, o médico aconselhou que se usassem máscaras para tratar pacientes infectados, protocolo que se estendeu a todos os profissionais de saúde, estivessem ou não às voltas com essa praga. (linhas 11 e 12)
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Existe uma oração em voz passiva no período.
II. Uma das ocorrências do SE caracteriza voz reflexiva. Portanto, ele se classifica como pronome reflexivo.
III. Uma das ocorrências do QUE se classifica como pronome relativo.
Assinale
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
O vocábulo destacado no fragmento “Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia.” classifica-se, morfologicamente, como um(a):
Conjunção integrante.
Pronome interrogativo.
Pronome relativo.
Nenhuma das alternativas.
No trecho "Então, ele chamou os guardas e mandou QUE lhe dessem cem chicotadas." a palavra destacada pertence à seguinte classe gramatical:
Pronome Relativo.
Conjunção Integrante.
Pronome Indefinido.
Pronome Interrogativo.
Sobre os termos destacados em “[...] a pesquisa revelou que, diferentemente das pessoas que buscam intimidade [...]”, assinale a alternativa correta.
Ambos têm a mesma função sintática.
O segundo é um pronome que retoma o termo “pessoas”.
O primeiro poderia ser omitido sem que isso causasse prejuízo sintático ao período.
Ambos pertencem à mesma categoria morfológica.
O segundo poderia ser substituído por “a qual” sem que isso causasse prejuízo sintático ao período.
Assinale a alternativa em que a palavra QUE, no texto, se classifique DISTINTAMENTE das demais.
que cada holandês (linha 9)
que andar (linha 17)
é que (linha 30)
Claro que (linha 74)
Leia o texto abaixo e, em seguida responda às questões 13, 14 e 15
O ceguinho (Stanislaw Ponte Preta)
No duro mesmo só existiriam dois tipos de cegos: o de nascença e o que ficou cego em vida. Mas, como diz Primo Altamirando, contrariando a chamada voz popular, Deus põe e o homem dispõe. Assim, há um terceiro tipo de cego que nenhum oftalmologista, seja qual for a amplitude de seus conhecimentos oftalmológicos, jamais poderá curar: o cego por necessidade.
E que o leitor mais apressado pouquinha coisa não pense que estou me referindo àquele tipo de camarada que se encaixa perfeitamente no dito "o pior cego é o que não quer ver", porque este é cego por metáfora, enquanto que o terceiro tipo de cego, isto é, o cego por necessidade, é considerado por todos como cego no duro, às vezes com carteirinha de cego e tudo.
Seu Júlio, que hoje é lavador de automóveis (e entre os automóveis que lava, lava o meu), já foi cego por necessidade.
Começou sua carreira na porta da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim (agora Matriz de Nossa Senhora de Copacabana). Seu Júlio, artista consciencioso, era um cego perfeito e ganhava esmola às pampas.
- E o senhor sempre trabalhou como cego, seu Júlio?
- Não senhor. Eu comecei perneta, sim senhor.
- Perneta?
- Usava perna de pau. Quem me ensinou foi um cigano meu amigo. Agente botando uma calça larga o truque é fácil de fazer.
Mas, como perneta, seu Júlio um dia teve uma contrariedade. Apareceu pela aí um chefe de polícia com intenções de endireitar o Brasil e foi chato. Organizou uma campanha de perseguição à mendicância e seu Júlio entrou bem. Quando o carro da polícia, mais conhecido na linguagem policial como viatura, parou na porta da igreja, mendigo que podia se pirou, mas seu Júlio não pôde correr de calça larga e perna de pau, que a tanta perfeição não chegaram os engodos do cigano. Seu Júlio foi em cana.
- E quando saiu das grades?
- Virei cego por necessidade. Treinei uns dois meses em casa, passando dia e noite com uma venda nos olhos. Fiquei bárbaro em trejeito de cego. A pessoa podia fazer o maior barulho do meu lado, que eu nem me virava pra ver o que tinha acontecido. Fiquei um cego tão legal que um dia houve um desastre bem em frente à igreja. Um carro bateu num caminhão da Cervejaria Brahma e caiu garrafa pra todo lado. Foi um barulho infernal. Pois eu fiquei impávido. Nem me mexi.
Quando seu Júlio me contou esta passagem, notei o orgulho estampado em seu semblante. Era como um velho ator a contar, numa entrevista, a noite em que a plateia interrompeu seu trabalho com aplausos consagradores em cena aberta. Era como um veterano craque de futebol a descrever para os netos o gol espetacular que fizera e que deu às suas cores o campeonato daquele ano.
- Como cego o senhor nunca foi em cana, seu Júlio?
- Nunquinha. Sabe como é... Cego vê longe. Mal surgia um polícia suspeito eu me mandava a 120.
- E por que abandonou a carreira de cego?
- Concorrência desleal.
E explica que, no tempo dele, não havia essa coisa de alugar criança subnutrida para pedir esmola. Depois que apareceram as mães de araque, o cego tornou-se quase obsoleto no setor da mendicância. A polícia também, hoje em dia, é praticamente omissa.
-E sendo a polícia omissa, dá muito mais mendigo à saída da missa diz seu Júlio, sem evitar o encabulamento pelo trocadilho infame. Toda essa desorganização administrativa levou-o a abandonar a carreira de cego por necessidade.
Nos países subdesenvolvidos a mendicância é uma miséria. Seu Júlio que o diga. Era um cego dos melhores, mas largou a carreira na certeza de que, mais dia menos dia, vai ter muito mais gente pedindo do que dando esmola.
(Acontece na cidade/ Carlos E. Novaes [et. al.], S. Paulo: Ática, 2005)
Leia o trecho a seguir com atenção para as escolhas do autor quanto ao léxico e às estruturas oracionais, e, em seguida avalie as proposições.
“Mas, como perneta, seu Júlio um dia teve uma contrariedade. Apareceu pela aí um chefe de polícia com intenções de endireitar o Brasil e foi chato. Organizou uma campanha de perseguição à mendicância e seu Júlio entrou bem. Quando o carro da polícia, mais conhecido na linguagem policial como viatura, parou na porta da igreja, mendigo que podia se pirou, mas seu Júlio não pôde correr de calça larga e perna de pau, que a tanta perfeição não chegaram os engodos do cigano. Seu Júlio foi em cana”.
I- Ocorre o uso de expressões giriáticas, a exemplo de “Seu Júlio entrou bem”; “Seu Júlio foi em cana”; mendigo que podia se pirou” (fugiu).
II- Ocorre o uso do QUE (coloquial), empregado com valor de explicação, equivalente a POIS: “pois a tanta perfeição não chegaram os engodos do cigano”.
III- Ocorre inversão sintática, em que o sujeito aparece posposto ao verbo: a tanta perfeição não chegaram os engodos do cigano”.
IV- Ocorre, no final do parágrafo, uma oração justaposta que mantém um vínculo semântico de adversidade, de modo que o conectivo adequado ao contexto seria: “Porém, Seu Júlio foi em cana.”
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I, II, III.
I, III, IV.
I, III.
II, IV.
III, IV.
A classe gramatical do termo está incorretamente analisada em: “Nos anos 60, o que estava disponível (...)”:
“Nos” - contração da preposição “em” + artigo “os”.
60 - numeral cardinal.
"o”- pronome demonstrativo.
“que” - conjunção integrante.
Em Nas vivas chagas que meu peito encerra (l.28), o termo sublinhado é classificado como:
Pronome relativo.
Conjunção integrante.
Preposição.
Advérbio de modo.
Locução adverbial.
A classificação, entre parênteses, do termo que está CORRETA em:
Aprendo que existe uma criança em mim (advérbio).
O tempo que tudo transforma (substantivo).
Quê! Você comprou isso? (preposição).
Os jovens que entrevistei optaram por ficar no ninho (pronome relativo).
Que notícia maravilhosa ela me contou! (conjunção).
Apenas quando toda a área fosse devidamente escavada que a produção tinha início. (linha 21)
-
O QUE do período acima se classifica morfologicamente como
conjunção integrante.
pronome relativo.
conjunção subordinativa.
palavra expletiva.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
as vírgulas que foram usadas na linha 2 têm a função de separar o vocativo “palavra linda”.
os dois usos do sinal indicativo de crase (linhas 5 e 8) são explicados pela mesma regra.
os verbos “Faça” e “garanta” (linha 9) formam orações que não possuem sujeito.
os usos das vírgulas, na linha 3, são facultativos, portanto, poderiam ser dispensados.
os três usos da palavra “que”, na linha 9, têm a função de retomar um substantivo anterior.
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO é empregada como pronome relativo
“que promete mexer com a sociedade” (l. 09).
“que chegam hoje aos 60 anos” (l. 11).
“que esse contexto determinaria o jeito” (l. 12-13).
“que revelou uma grande diferença” (l. 19).
“que deve ser encarado” (l. 24).