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Das palavras a seguir retiradas do Texto, no contexto em que estão inseridas, assinale a alternativa na qual uma delas exerce função morfológica de pronome relativo:
“que” (linha 1).
“que” (linha 8).
“que” (linha 18).
Segunda partícula “que” presente na linha 40.
A palavra QUE no trecho "Restam algumas amizades fiéis QUE resistem a tudo", no contexto em que foi empregada, é classificada gramaticalmente como:
Pronome Relativo.
Pronome Interrogativo.
Conjunção Coordenativa Explicativa.
Conjunção Subordinativa Integrante.
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” tenha sido empregada como pronome relativo.
“Östlin apontou que os casos citados no estudo” (l. 12).
“A representante acrescentou que as artes consideram a “saúde (...)” (l. 14).
“Entre os adolescentes que vivem em áreas urbanas” (l. 21).
“podem ser mais econômicas que os tratamentos biomédicos comuns” (l. 35).
“o estudo indica que as atividades artísticas podem ser usadas” (l. 26).
No trecho: "Eu considerei QUE este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos" a palavra QUE, no contexto em que foi empregada, é:
Uma preposição.
Uma interjeição.
Uma conjunção.
Um pronome.
Em "Temos o hábito de falar demais e nos esquecemos QUE não há retorno para o que foi dito ", a palavra que, em destaque, deve ser classificada como:
Partícula de realce.
Preposição.
Pronome relativo.
Conjunção integrante.
Sobre o uso da palavra que em situações textuais, analise as frases abaixo:
A partir da avaliação desses períodos, considere as seguintes assertivas:
I. Todas as ocorrências da palavra que são pronomes relativos, introduzindo orações subordinadas adjetivas explicativas.
II. Apenas as ocorrências 1 e 2 são pronomes relativos, introduzindo orações subordinadas adjetivas restritivas.
III. Apenas as ocorrências 3 e 4 são conjunções, introduzindo orações subordinadas substantivas e adverbiais, respectivamente.
IV. Todas as ocorrências são conjunções integrantes, introduzindo orações subordinadas.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, II e IV.
Apenas II, III e IV.
Sobre a frase: “Na escola não é diferente, é necessário que ela tenha um espaço organizado, e que além da característica comum de toda instituição de ensino, a de transmitir conhecimentos sistematizados, ela precisa ser autora de um jeito próprio de ser e de manifestar seus hábitos e valores.” (linhas 05-08), são feitas as seguintes afirmações acerca de palavras que estabelecem conexões e que servem para retomadas de vocábulos no fragmento. Após avaliar, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) As duas ocorrências da palavra ‘que’ são conjunções integrantes, introduzindo orações de mesma classificação.
( ) O vocábulo ‘e’, hachurado no fragmento, estabelece relação de alternância entre os elementos que relaciona.
( ) As duas ocorrências da palavra ‘ela’ se referem à escola, citada na primeira linha do fragmento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V.
V – F – V.
F – V – F.
F – V – V.
F – F – F.
Digamos que existam dois grupos, A e B, que são muito diferentes. O conhecimento e as informações que se aprende sobre o grupo A podem não se aplicar ao grupo B. (linhas 42 e 43)
As ocorrências do QUE no período acima se classificam, respectivamente, como
conjunção integrante, pronome relativo e pronome relativo.
conjunção subordinativa, conjunção integrante e conjunção integrante.
pronome relativo, pronome relativo e pronome relativo.
conjunção integrante, conjunção subordinativa e conjunção integrante.
pronome relativo, conjunção integrante e conjunção subordinativa.
Quanto aos termos destacados no trecho “[...] os produtos de tabaco aquecido, que têm um dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; os sistemas "pods", que contêm sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, dentre outros.”, é correto afirmar que eles exercem a mesma função do termo destacado em:
“Ainda não temos dados, mas sabemos que ele é muito maléfico.”.
“[...] o que pouco se fala é que ele também é prejudicial para a saúde vascular.”.
[...] o que faz com que certas substâncias químicas altamente tóxicas não entrem em combustão [...]”.
“[...] Josualdo Euzébio diz que, no cigarro eletrônico, as partículas são menores que no cigarro convencional [...].”.
“[...] a pessoa que começa a fumar não vê os efeitos na primeira semana [...]”.
Assinale a afirmativa na qual a partícula “que” está sendo usada como preposição:
Apressava o passo, que ora desacelerava.
Que esperto!
Ele teve que fugir.
Quê! Sua esposa fugiu?
Observe o trecho a seguir:
"Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade." (16º§)
Assinale a opção em que o vocábulo destacado pertence à mesma classe de palavras do termo sublinhado no período acima.
"Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar [...]." (2°§)
"Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver." (9°§)
"[...] não podia dizer que era ótimo." (12°§)
"[...] puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada." (15º§)
"[...] envergonhada da mentira que pregara [...]". (20°§)
Assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabelece uma relação de comparação entre as orações.
Mas a queda expressiva de 9,7% no rendimento real habitual em um ano mostra que problemas novos desafiam aqueles que conseguiram manter uma ocupação remunerada.
Mas a recuperação tem sido lenta, razão pela qual persistem alguns números absolutos que preocupam.
E a melhora ocorre num período em que a inflação subiu acentuadamente e se mantém em níveis muito altos.
Em números absolutos, isso significa que, embora o desemprego venha diminuindo, ainda há 12 milhões de trabalhadores sem ocupação.
Como outros indicadores negativos das condições do mercado de trabalho, também este vem diminuindo nos últimos meses...
O que poderia ser considerado em seu valor expletivo (de realce) em
“(...) força é que este povo caminhe para o futuro com as bandeiras do progresso desfraldadas.” (l.5 - 6)
“Peço à nação que decida entre mim e o Sr. Fidélis Teles de Meireles Queles (...)” (l.7- 8)
“Há 30% dos indivíduos residentes neste país que podem ler (...)” (l.10)
“E eu não sei que se possa dizer ao algarismo (...)” (l.22)
TEXTO I
Viver para sempre não é sonho assim tão distante. Já tem muito cientista ambicionando a imortalidade - e com resultados significativos. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas da Espanha injetaram uma enzima em ratos que, ao melhorar a eficácia da divisão celular, aumentou em 50% a expectativa de vida das cobaias. Outros investigam as células-tronco e têm esperança de que elas ajudarão na renovação eterna das células. Mas, não importa por qual caminho vier, assim que o remédio da imortalidade estiver desenvolvido, ele será privilégio de gente milionária. Já existem remédios que custam R$ 1 milhão ao ano (como o que trata uma síndrome rara, em que o sistema imunológico destrói os glóbulos vermelhos do doente durante a noite), e talvez uma pílula da vida eterna não saísse por menos dinheiro. Ainda assim, uma parte dos 9 milhões de milionários do mundo toparia comprar o medicamento. E, daqui a 20 anos, quando a patente do remédio expirasse, o genérico da pílula da imortalidade ficaria acessível a todos. Isso quer dizer que, em poucas décadas, mais da metade das pessoas que morrem todos os anos de doenças cardíacas ou câncer- males que serão evitados com o remédio da imortalidade - deixariam de bater as botas. São 32 milhões de pessoas ao ano que continuarão vivinhas - e superpovoando o planeta. Com tanta gente, dificilmente escaparíamos do controle de natalidade, da legalização do aborto, da crise ambiental e de exiguidade de alimentos. Mas nem tudo seria desgraça. Num planeta de imortais, à beira de um colapso ecológico, é possível que as soluções ambientais surgissem mais rápido. Afinal, quando a ameaça de destruição deixar de ser um problema só para as gerações futuras, todos vão ter de se mexer. Ninguém vai querer estar vivo quando o mundo acabar, certo?
SOARES, P. E se ninguém morresse? ln: Superinteressante. Edição 281. Sei. 201 O. Disponível: https://super.abril.com.br/saude/ese-ninguem-morresse/>. Acesso em 30 nov. 2021. (Adaptado)
No trecho: "Isso quer dizer que, em poucas décadas, mais da metade das pessoas que morrem todos os anos de doenças cardíacas ou câncer - males que serão evitados com o remédio da imortalidade - deixariam de bater as botas". as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Conjunção integrante, pronome relativo e partícula de realce.
Pronome relativo, pronome relativo e conjunção integrante.
Conjunção integrante, pronome interrogativo e pronome relativo.
Conjunção integrante, pronome relativo e pronome relativo.
No trecho “crimes que visam o ataque a computadores” (último parágrafo do texto), o termo “que” remete semanticamente ao nome “crimes”, que o antecede, e funciona como sujeito da oração “que visam o ataque a computadores”.
Certo
Errado
No trecho “[...] a organização fez novamente seu monitoramento anual do cumprimento da legislação que visa a proteger o direito à amamentação no Brasil [...]”, do Texto 1, o “que” empregado exerce a função sintática de
sujeito.
objeto direto.
objeto indireto.
complemento nominal.
agente da passiva.
No trecho “Portanto, houve uma suavização dos crimes antes de uma suavização das leis, que se tornaram mais leves para equilibrar a diminuição da gravidade dos delitos cometidos.” (segundo parágrafo do texto CG1A1-I), o termo “que”
acrescenta ênfase ao sentido de “suavização”.
introduz aposto que explica “suavização das leis”.
retoma o sentido de toda a oração anterior.
refere-se a “leis” e inicia oração de função adjetiva.
retoma, por coesão, “suavização dos crimes”.
Assinale a alternativa em que se indica, corretamente, a classificação morfológica do vocábulo “que” destacado.
“Vão fazer o que lá?” (2º§) – pronome demonstrativo.
“Tanto que a descoberta deste universo” (3º§) – pronome relativo.
“Leporo observou que, onde falta, por vezes” (5º§) – conjunção integrante.
“que viveu mais de 45 anos nas ruas” (6º§) – conjunção coordenativa.
Em “Sabemos que os adultos humanos funcionam melhor se dormirem de sete a oito horas por noite”, a partícula “que” exerce a função de
pronome interrogativo.
conjunção explicativa.
conjunção integrante.
partícula expletiva.
pronome relativo.
O mesmo acontece com o fumacê, 'que' mata as abelhas envenenadas.
O pronome destacado na frase é:
Conjunção prepositiva com função de objeto direto.
Pronome relativo com função de sujeito.
Conjunção prepositiva com função de sujeito.
Pronome relativo com função de objeto direto.