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Em “[...] iria mostrar o QUE estava acontecendo.”, o QUE, morfologicamente, é:
pronome indefinido.
conjunção subordinativa adverbial causal.
substantivo.
conjunção subordinativa integrante.
pronome relativo.
Sobre as formas sublinhadas na frase "a voz anônima que¹ adverte, nos maços de cigarro, que² fumar é prejudicial à saúde" (linha 30), é correto afirmar que:
a segunda forma introduz oração subjetiva.
a primeira forma introduz oração explicativa.
ambas se classificam como conjunção integrante.
a primeira forma tem função de sujeito da oração.
a segunda forma tem como referente o termo "cigarro".
“Muitos dos participantes só se deram conta que tinham reduzido o consumo de cigarros depois que uma prova objetiva, que mede o monóxido de carbono exalado, mostrou a redução, acrescentou Tang”.
Sobre os componentes desse parágrafo final do texto, assinale a afirmativa correta.
Todos os participantes perceberam redução no consumo de cigarros.
As palavras do pesquisador Tang foram transcritas literalmente.
O pronome relativo “que” tem por antecedente “prova objetivo”.
A prova objetiva comprovou a redução da ânsia por cigarro.
A prova objetiva realizou-se após a comprovação da redução do consumo de cigarros.
Oque", em destaque na primeira linha do texto, pode ser classificado morfologicamente como:
Pronome relativo.
Conjunção integrante.
Preposição.
Artigo definido.
Uma forma verbal simplificada.
No período: Seria necessário que todos prestassem mais atenção. O termo em destaque exerce a função gramatical de:
pronome relativo
preposição
conjunção coordenativa
conjunção integrante
Em “Que dizer do recomeço representado por Brasília” (𝓁. 24), o vocábulo sublinhado se classifica como:
conjunção.
pronome relativo.
preposição.
pronome interrogativo.
Texto II
-
Um apólogo
-
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
[…]
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
[…]
MACHADO DE ASSIS, J.M. Um Apólogo. In: Contos Consagrados de
Machado de Assis. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, [s.d.]. p. 198.
Assinale ( C ) para as afirmativas corretas e ( I ) para as afirmativas incorretas.
-
( ) O vocábulo “que”, sublinhado no texto, é um pronome relativo.
( ) Os vocábulos “senhora” e “tola”, sublinhados no texto, são vocativos.
( ) O verbo “coser”, sublinhado no texto, conjugado na 1a pessoa do singular do modo indicativo, significa “costurar”; já o verbo “cozer” significa “cozinhar”. “Coser” e “cozer” são, portanto, palavras homófonas heterográficas.
( ) “Onde me espetam”, sublinhada no texto, é uma oração subordinada adverbial de lugar (locativa).
( ) Em “por quê”, sublinhado no texto, o “que” recebe acento tônico por ser uma conjunção explicativa ou causal.
-
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
I – I – I – I – C
I – C – I – C – I
C – I – C – I – C
C – C – C – C – I
C – C – I – I – C
Assinale a alternativa em que o termo em destaque classifica-se como conjunção coordenativa de explicação.
“Não permita Deus que eu morra,/ Sem que eu volte para lá
“Cesse tudo o que a Musa antiga canta/ Que outro valor mais alto se alevanta.” (Camões)
“Estou crente que aquela besta vai descobrir coisas do arco-da-velha no meu pulmão, claro.” (Nélson Rodrigues
“Ezequiel abriu a boca. Cheguei-lhe a xícara, tão trêmulo que quase a entornei, mas disposto a fazê-la cair pela goela abaixo.”
No período: “Você é que pensa que a vida segue segundo as leis do seu cordão umbilical”. A palavra que classifica-se, respectivamente, como:
palavra de realce – pronome relativo
pronome relativo – conjunção integrante
conjunção integrante – pronome relativo
palavra de realce – conjunção integrante
No primeiro quadrinho da tira, a palavra QUE deve ser classificada como:
conjunção causal.
conjunção integrante.
pronome relativo.
conjunção concessiva.
Em “É certo que não podemos fazer qualquer coisa que desejamos, mas também é certo que não somos obrigados a querer fazer uma única coisa” (l.13-15), as duas ocorrências do “que” classificam-se como conjunção integrante e apenas uma como pronome relativo.
A palavra sublinhada é exemplo de pronome relativo em:
Esses são os homens de que discordei.
Desconfiei de que queriam minha presença.
Nunca gostaram de que falássemos sobre o assunto.
Estava com medo de que me ouvissem.
conjunção - conjunção - pronome relativo
pronome relativo - partícula expletiva - conjunção
pronome relativo - pronome relativo - pronome relativo
conjunção - partícula expletiva - pronome relativo
pronome relativo - conjunção - conjunção
Aos poucos, o horizonte histórico apaga-se(1), como as luzes de um palco após o espetáculo. A utopia sai de cena, o que(2) permite a Fukuyama vatiscinar( 3): "A história acabou". Ao contrário do que(4) adverte Coélet, no Eclesiastes, não há mais tempo para construir e tempo para destruir; tempo para amar e tempo para odiar; tempo para fazer a guerra e tempo para estabelecer a paz. O tempo é agora. E nele se sobrepõem(5) construção e destruição, amor e ódio, guerra e paz.
1
2
3
4
5
Com relação às classes de palavras, foram empregadas com o mesmo valor:
"que", linha 02, e "que", linha 15
"que", linha 10, e
"que", linha 11, e "que", linha 22
"que", linha 13, e "que", linha 19
"A coalizão governista é frágil e minoritária. Para legislar, precisa dos votos que sempre foram de Fernando Henrique Cardoso."
No período acima, NÃO encontramos exemplo de:
conjunção integrante
advérbio
preposição
pronome relativo
Analisando os períodos que seguem, constatamos que a palavra "que" não é conjunção em.
Afinal, que horas são?
Vimos que você chorou muito no cinema
Sabemos, há muito, que vocês são muito éticos
Choveu tanto que alagou a cidade.
Chegue cedo que estou esperando
A classe da palavra destacada está corretamente indicada nos parênteses, EXCETO em:
Outros diriam que qualquer tentativa de ajudar um brasileiro seria bem vinda. (pronome indefinido)
Alguns diriam que esta tentativa iria contra os interesses da nação. (pre-posição)
Existem certas questões que permitem um maior raciocínio. (conjunção integrante)
O professor encaminhou seus alunos para ambientes produtivos. (adjetivo)
O item em que o QUE destacado pertence à classe diferente da dos demais é:
"...revela QUE o Brasil é um país mergulhado na sujeira...";
"...a falta de educação da população QUE joga lixo...";
"as milhares de crianças QUE trabalham...";
"...o QUE segundo a COMLURB...";
"...os restos de comida ou objetos QUE podem ser reaproveitados...".
Uma conjunção integrante (que, se) é aquela que inicia uma oração subordinada substantiva. Das alternativas abaixo, apenas uma delas justifica tal afirmação. Aponte-a.
"A sucessão brasileira é apresentada a Paul O`Neill, secretário do Tesouro dos EUA que deixou a Argentina afundar."
"Tive a nítida sensação de que já tinha estado lá, de que já tinha vivido naquele lugar, um convento antigo, em Portugal."
"Ex-trombadinha, promotor de Justiça de uma cidade do interior da Bahia, assiste os pais que não matriculam seus filhos."