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A figura de linguagem presente nos versos “Ela flui, como um rio./ como o sangue nas artérias,” é :
Zeugma
Paradoxo.
Metáfora
Comparação.
“Desamarrar os nós do pensamento” é um (a):
hipérbole.
metáfora.
onomatopéia.
ambigüidade.
Ao ver a corça-mulher na floresta o príncipe tem sentimentos opostos, no texto isso aparece no trecho “A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar.” Usa uma figura de linguagem, assinale a alternativa que corresponde a essa figura.
Metáfora.
Antítese.
Catacrese.
Nenhuma das alternativas.
Assinale a alternativa que apresenta uma figura de linguagem denominada de: Metáfora.
Vossa Excelência é pouco conhecido.
Meu pensamento é um rio subterrâneo.
O pé da mesa estava quebrado.
Um doce abraço ele recebeu da irmã.
“QUE abismo que há entre o espírito e o coração! ”A figura de linguagem que predomina nesse trecho é uma:
Metáfora.
Paradoxo.
Eufemismo.
Prosopopeia.
Assinale a resposta correta, no que diz respeito às figuras de linguagem. No trecho “...enquanto o fogo engolia o prédio de mais de 200 anos na Quinta da Boa Vista...” (l. 05), encontra-se uma figura que se caracteriza como um processo:
metafórico.
hiperbólico.
anafórico.
metonímico.
Observe o seguinte fragmento do texto:
“Foram ao drinque, ele recuperou não só a alegria de viver e fazer anos, como começou a fazê-los pelo avesso, remoçando”.
Podemos destacar, no trecho destacado, o uso sequencial de três recursos estilísticos, no intuito de atribuir um sentido mais aprofundado a s expresso es. Esses recursos são figuras de linguagem, na ordem que se apresentam, denominadas:
Metonímia – Meta fora – Comparação.
Personificação – Meta fora – Metonímia.
Catacrese – Comparação – Catacrese.
Personificação – Comparação – Catacrese.
Metáfora – Comparação –Metonímia.
Leia, com atenção, a frase.
Os professores são heróis anônimos, meu amigo.
A frase traz na sua construção uma figura de linguagem que consiste no emprego de uma palavra com sentido que não lhe é comum ou próprio, sendo esse novo sentido resultante de uma relação de semelhança, de similaridade, de intersecção entre dois termos.
É CORRETO afirmar que essa figura é denominada:
Metonímia.
Metáfora.
Anáfora.
Ironia.
Assinalar a alternativa que apresenta metáfora:
A felicidade é uma pluma que o vento vai levando pelo ar.
Enterrou a espada no touro.
Sua boca é como um cadeado.
Mais de mil vezes chamei por ti.
No trecho “[...] o professor é chave para um aprendizado de sucesso”, ocorre uma figura de linguagem denominada
hipérbole.
prosopopeia.
metáfora.
eufemismo.
ironia.
Assinale a alternativa que apresenta uma metáfora.
“Critico não por causa da minha dor, da minha inveja, do meu espelho.”
“Um juízo ponderado é excelente.”
“Indico apenas como algo pode ser melhor e a partir de quais critérios.”
“Nada posso dizer sobre aquilo do qual nada sei.”
“Não digo o que eu faria ou o que eu sou.”
A frase "este busca fora de casa as quatro paredes de que necessita .. ", como efeito expressivo, possui exemplo de:
metáfora.
eufemismo.
hipérbole.
prosopopeia.
anáfora.
Figuras de linguagem são recursos especiais de que se vale quem fala ou escreve, para comunicar à expressão mais força e colorido, intensidade e beleza (CEGALLA, 2007). Na linha 05, o autor do texto faz menção à figura de linguagem denominada metáfora. Assinale a alternativa que exemplifica esse tipo de recurso.
Nas horas de folga lia Camões.
Foi o que vi com meus próprios olhos.
Fulano foi desta para melhor.
Chorou rios de lágrimas.
Toda profissão tem seus espinhos.
O texto permite-nos inferir uma metáfora que o sintetiza. Assinale a alternativa que melhor exprime essa metáfora.
O relacionamento estável é como um estacionamento difícil.
O relacionamento estável é um estacionamento difícil.
O relacionamento estável é uma manobra em uma vaga qualquer.
O relacionamento estável é constituído de ciclos psíquicos.
Considere a oração “Hoje vivemos num mundo de caixas-pretas.”(5°§) para responder às questões 9 e 10.
A oração em questão tem sua expressividade estruturada por meio da seguinte figura de estilo:
ironia.
comparação.
eufemismo.
metáfora.
personificação.
Ao longo do texto, percebe-se um posicionamento dos autores acerca do conceito de metáfora. Para eles, trata-se de algo que:
está associado apenas a um recurso da imaginação poética ou de retórica.
deve ser visto como um traço restrito à organização do pensamento humano.
revela o imaginário da natureza humana, como também o de outras espécies.
não está centrado só na linguagem, mas também interfere em ações do cotidiano.
não deve ser associado a elementos linguísticos, mas a ações extraordinárias.
“Sua voz macia me dizia coisas / Eu guardo até hoje no fundo do meu coração / Suas doces palavras, vindas com emoção.”
Nos versos destacados, ocorre a mesma figura de linguagem, chamada:
Comparação.
Metáfora.
Metonímia.
Sinestesia.
Antítese.
Em “O silêncio de quando nos vimos a primeira vez atravessa a cozinha como um rio profundo.” é possível identificar em relação ao “silêncio”, o uso de figuras de linguagem:
Antítese e oximoro.
Hipérbole e metáfora.
Metonímia e perífrase.
Personificação e comparação.
Figuras de linguagem, também chamadas figuras de estilo, são recursos especiais de que se vale quem fala ou escreve, para comunicar à expressão mais força e colorido, intensidade e beleza.
Sendo assim, assinale a alternativa onde temos uma figura de linguagem chamada metáfora:
O rei dos animais foi generoso.(= leão).
As derrotas e as desilusões são amargas.
Foi o que vi com os meus próprios olhos.
Chorou rios de lágrimas.
Texto I
Conceitos da vida cotidiana
A metáfora é, para a maioria das pessoas, um recurso da imaginação poética e um ornamento retórico – é mais uma questão de linguagem extraordinária do que de linguagem ordinária. Mais do que isso, a metáfora é usualmente vista como uma característica restrita à linguagem, uma questão mais de palavras do que de pensamento ou ação. Por essa razão, a maioria das pessoas acha que pode viver perfeitamente bem sem a metáfora. Nós descobrimos, ao contrário, que a metáfora está infiltrada na vida cotidiana, não somente na linguagem, mas também no pensamento e na ação. Nosso sistema conceptual ordinário, em termos do qual não só pensamos, mas também agimos, é fundamentalmente metafórico por natureza.
Os conceitos que governam nosso pensamento não são meras questões do intelecto. Eles governam também a nossa atividade cotidiana até nos detalhes mais triviais. Eles estruturam o que percebemos, a maneira como nos comportamos no mundo e o modo como nos relacionamos com outras pessoas. Tal sistema conceptual desempenha, portanto, um papel central na definição de nossa realidade cotidiana.
Para dar uma ideia de como um conceito pode ser metafórico e estruturar uma atividade cotidiana, comecemos pelo conceito de DISCUSSÃO e pela metáfora conceitual DISCUSSÃO É GUERRA. Essa metáfora está presente em nossa linguagem cotidiana numa grande variedade de expressões:
Seus argumentos são indefensáveis.
Ele atacou todos os pontos da minha argumentação.
É importante perceber que não somente falamos sobre discussão em termos de guerra. Podemos realmente ganhar ou perder uma discussão. Vemos as pessoas com quem discutimos como um adversário. Atacamos suas posições e defendemos as nossas. Planejamos e usamos estratégias. Se achamos uma posição indefensável, podemos abandoná-la e colocar-nos numa linha de ataque. Muitas das coisas que fazemos numa discussão são parcialmente estruturadas pelo conceito de guerra.
Esse é um exemplo do que queremos dizer quando afirmamos que um conceito metafórico estrutura (pelo menos parcialmente) o que fazemos quando discutimos, assim como a maneira pela qual compreendemos o que fazemos.
(LAKOFF, G. & JOHNSON, M. Texto adaptado de Metáforas da vida cotidiana. Campinas: Mercado de Letras; São Paulo: Educ, 2002, p. 45-47.)
A metáfora como figura de linguagem, apresentada no texto I, está explicitada no texto II por meio da aproximação do seguintes termos:
“preguiça” e “mãe”.
“todos” e “vícios”.
“mãe” e “mãe”.
“mãe” e “respeitá-la”.
“vícios” e “pronto”.