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A palavra "armazém” aparece corretamente acentuada nos quadrinhos. Em relação à tonicidade, ela se classifica como aquelas palavras que devem ser acentuadas:
em qualquer situação, como “página” e “véspera”.
quando terminadas em R, X, N e L, como “fácil” e “tórax”.
quando terminadas em ditongo, como “relógio” e “história”.
quando terminadas em “ão” e “ã”, como “órgão” e “órfã”.
quando terminadas em “a”, “e” e “o”, como “picolé” e “bongô”.
As palavras “está” e “dúvida” estão corretamente acentuadas nos quadrinhos. Assinale a alternativa em que as palavras sejam acentuadas, respectivamente, por essas mesmas regras.
“comitê” e “pânico”.
“tártaro” e “dúbio”.
“pátria” e “túnel”.
“guaraná” e “vírus”.
“êxito” e “rococó”.
As palavras “não”, “a” e “os”, no primeiro quadrinho, classificam-se, respectivamente, em relação à morfologia, como:
conjunção, pronome e preposição
pronome, artigo e pronome.
artigo, preposição e preposição.
adjunto adverbial de negação e adjuntos adnominais.
advérbio, preposição e artigo.
O conteúdo da fala do terceiro quadrinho está expresso corretamente em:
A personagem disse que se Calvin a tiver acertado com o clipe, ela lhe levara até a sala do diretor.
A personagem disse que se Calvin lhe acerta com o clipe, ela lhe levaria até a sala do diretor.
A personagem disse que, se Calvin a tivesse acertado com o clipe ela lhe levará até a sala do diretor.
A personagem disse que, se Calvin lhe acertar com o clipe, ela o leve até a sala do diretor.
A personagem disse que, se Calvin a acertasse com o clipe, ela o levaria até a sala do diretor.
Textos para a questão 23:
Linguagem, escrita e poder
A linguagem não é usada somente para veicular informações, isto é, a função referencial denotativa da linguagem não é senão uma entre outas; entre estas ocupa uma posição central a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive. As pessoas falam para serem "ouvidas", às vezes para serem respeitadas e também para exercer uma influência no ambiente em que realizam os atos linguísticos. O poder da palavra é o poder de mobilizar a autoridade acumulada pelo falante e concentrá-lo num ato linguístico (BOURDIEU, 1977). Os casos mais evidentes em relação a tal afirmação são também os mais extremos: o discurso político, sermão na igreja, aula, etc. As produções linguísticas deste tipo, e também de outros tipos, adquirem valor se realizadas no contexto social e cultural apropriado. As regras que governam a produção apropriada dos atos de linguagem levam em conta as relações sociais entre o falante e o ouvinte.
Todo ser humano tem que agir verbalmente de acordo com tais regras, isto é, tem que "saber": a) quando pode falar e quando não pode; b) que tipo de conteúdos referenciais lhe são consentidos; c) que tipo de variedade linguística é oportuno que seja usada. Tudo isto em relação ao contexto linguístico e extralinguístico em que o ato verbal é produzido. A presença de tais regras é relevante não só para o falante, mas também para o ouvinte, que, com base em tais regras, pode ter alguma expectativa em relação à produção linguística do falante. Essa capacidade de previsão é devida ao fato de que nem todos os integrantes de uma sociedade têm acesso a todas as variedades e muito menos a todos os conteúdos referenciais. Somente uma parte dos integrantes das sociedades complexas, por exemplo, tem acesso a uma variedade "culta" ou "padrão", considerada geralmente “a língua", e associada tipicamente a conteúdos de prestígio. A língua padrão é um sistema comunicativo ao alcance de uma parte reduzida dos integrantes de uma comunidade; é um sistema associado a um patrimônio cultural apresentado como um "corpus" definido de valores, fixado na tradição escrita.
Uma variedade linguística "vale" o que "valem" na sociedade os seus falantes, isto é, vale como reflexo do poder e da autoridade que eles têm nas relações econômicas e sociais. Esta afirmação é válida, evidentemente, em termos "internos", quando confrontamos variedades de uma mesma língua, e em termos "externos" pelo prestígio das línguas no plano internacional.
(GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1991. Apresentação. p. 5-7).

(Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+preconceito+linguistico&esp v=2&biw. Acesso em: 21/11/15)
Considerando os dois textos acima, analise as seguintes afirmativas:
I. A atitude da professora de Chico Bento confirma a análise explicitada por Gnerre: a variedade falada pelo aluno, de procedência rural, é desqualificada e desvalorizada, “vale” menos que a variedade de prestígio. Isso se reafirma tanto pelo título da história – “Bom Português” – quanto pela afirmação de D. Marocas que, no dia seguinte, quer que o aluno esteja “o fino no português”.
II. Para Gnerre, “todo ser humano tem que agir verbalmente de acordo com tais regras, isto é, tem que "saber": a) quando pode falar e quando não pode; b) que tipo de conteúdos referenciais lhe são consentidos; c) que tipo de variedade linguística é oportuno que seja usada.” Na história de Chico Bento, este demonstra ignorar quando deveria ficar calado e, por isso é justificável a reação da professora, D. Marocas, e o possível castigo aplicado por ela.
III. A presença de regras (tácitas ou explícitas) de uso da língua é relevante não só para o falante, mas também para o ouvinte, que, com base em tais regras, pode ter alguma expectativa em relação à produção linguística do falante. Considerando-se a intencionalidade de ambos os interlocutores – professora e aluno do ensino fundamental – e o que cada um idealiza em relação ao outro, pode-se afirmar que se esperava outro comportamento linguístico de Chico Bento; naquele contexto, requeria-se o domínio e uso de um registro oral formal, calcado numa variedade padrão da língua.
IV. Segundo Gnerre, “somente uma parte dos integrantes das sociedades complexas, por exemplo, tem acesso a uma variedade "culta" ou "padrão", considerada geralmente “a língua", e associada tipicamente a conteúdos de prestígio.” Chico Bento é representante de um grande conjunto de falantes do português brasileiro que fala uma variedade distinta do português padrão, o qual é empregado por pessoas altamente escolarizadas, em centros urbanos e em contextos de formalidade.
Estão CORRETAS as afirmativas contidas apenas em:
I e II.
I e IV.
II e III.
III e IV.
A palavra “se”, no último quadrinho:
é um pronome reflexivo.
é um pronome reflexivo recíproco.
não introduz uma oração.
não poderia ser substituída por “caso”.
é uma conjunção subordinativa adverbial condicional.
Sobre os recursos linguísticos que compõe a tirinha, é correto afirmar que :
No terceiro quadrinho, há dois períodos e dois sujeitos determinados.
O período do terceiro quadrinho poderia ser iniciado por “contudo eu disse à mamãe”.
No primeiro quadrinho, o verbo no infinitivo transmite uma ideia de contiuidade.
A acentuação das palavras no segundo quadrinho ocorre pela mesma razão.
Em “ Ela começou a rir” há ausência do acento grave.
Sobre a tirinha, pode-se afirmar corretamente que:
o garoto, no segundo quadrinho, refere-se, indiretamente, ao fato de que a árvore é mais velha que o homem que pretende cortá-la.
faz uma apologia ao desmatamento.
faz uma crítica ao desmatamento, defendendo o fato de que apenas se podem cortar árvores mais jovens, nunca as mais velhas.
não é possível compreender sua temática, já que o rosto e a identidade do homem não são mostrados.
mostra a ideia de que crianças são ingênuas demais para compreender a necessidade do lucro a qualquer custo.
O texto organiza-se na forma de uma
placa.
tira.
propaganda.
notícia.
Sobre o texto, analise as assertivas.
I - Em Quem é a mais linda de todas, há presença do grau superlativo relativo de superioridade.
II - Os advérbios presentes na tira são mais, sempre, nunca, perigosa.
III - Isso, no primeiro quadrinho, refere-se à pergunta feita pela personagem feminina.
IV - Em Você nunca respondeu direito, a forma verbal está flexionada no pretérito perfeito do indicativo.
Estão corretas as assertivas
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
Em “um dia você vai acordar e perguntar onde foram parar esses anos”:
há um adjunto adverbial de tempo, além de pelo menos uma locução verbal.
há dois adjuntos adnominais e pelo menos dois complementos verbais indiretos.
todos os verbos são intransitivos.
ocorrem apenas orações subordinadas, além de suas principais
há um complemento nominal e um adjunto adverbial de lugar.
A respeito da pontuação nos quadrinhos, pode-se afirmar corretamente que:
no primeiro quadrinho, a vírgula foi corretamente empregada para isolar o vocativo.
no primeiro e no segundo quadrinho, a vírgula foi corretamente empregada por motivos diferentes.
no terceiro quadrinho, o ponto de interrogação cria um problema de incoerência.
no quarto quadrinho, os pontos de exclamação criam um problema de incoerência.
em nenhum quadrinho, a pontuação pode ser considerada corretamente empregada.
Sobre a tirinha, pode-se afirmar corretamente que:
ao contrário da maioria das tirinhas, não contém traços de humor, apresentando conteúdo absolutamente dramático.
Calvin utiliza a estratégia do elogio para convencer o pai, apontando vantagens de sua personalidade e características positivas de seu humor.
para convencer o pai a fazer o que deseja, Calvin tenta usar a lógica, já que sabe que o pai reconhecerá que carregar o menino nos ombros é a única maneira de consolar o filho.
a “culpa em potencial” a que o pai se refere no último quadrinho era a consequência esperada por Calvin de sua fala no quadrinho anterior.
o convencimento do pai só se deu por ele perceber que o filho, de fato, não estava emocionalmente bem, provavelmente em consequência de fatos passados
Leia a tirinha seguinte:

A respeito da tirinha acima é correto afirmar que:
a personagem metaforiza os significados dos substantivos abstratos mágoa, raiva, angústia e amor.
a personagem faz uma reflexão dos sentimentos conturbados em relação à vida moderna.
há uma crítica densa em relação aos sentimentos.
ocorre a impossibilidade de um bichinho de jardim explicar o que são os sentimentos.
No texto II, a linguagem verbal
é dispensável, pois a linguagem não verbal produz os sentidos necessários.
complementa a linguagem não verbal na produção de sentidos.
contradiz a linguagem não verbal, dificultando a leitura.
instaura o equívoco responsável pelo humor.
Qual é a classificação da palavra "se", presente no terceiro quadrinho?
Partícula integrante do verbo.
Conjunção adverbial condicional.
Índice de indeterminação do sujeito.
Conjunção subordinativa integrante.
Partícula apassivadora.
O que explica o humor da tirinha abaixo? Assinale a alternativa correta.

O fato de o cachorro estar dormindo da cama com o Franjinha.
A mãe de Franjinha não aceitar o cachorro dormir na cama com o filho.
Franjinha colocar a cama do lado de fora da casa para o cachorro dormir.
O cachorro ir dormir do lado de fora do quarto.
No texto 2, há o emprego informal da língua, como a ausência do pronome oblíquo em “nunca iremos alcançar”. De acordo com a Norma Culta, a forma correta para esse trecho seria:
Nunca iremos alcançá-la.
Nunca iremos a alcançar.
Nunca a iremos alcançar.
Nunca iremo-la alcançar.
Nunca iremos alcançar ela.
Leia a tirinha

A tira tem vários enunciados, qual dos transcritos abaixo NÃO constitui uma oração?
" Que tal?"
"Não sei. .. "
"Veja ... bolei algumas frases."
"Já pensou ganhar dinheiro para fazer isso?"
"Estou treinando para ser redator de publicidade."
A frase — Esse já está viajando! — foi empregada pela personagem em sentido
próprio, indicando que o cliente está interessado em fazer, pela primeira vez, uma viagem de navio.
próprio, indicando que o cliente crê na possibilidade de viajar de navio com a quantia de que dispõe.
figurado, indicando que o cliente deseja fazer uma viagem internacional, embora não queira gastar muito.
figurado, indicando que o cliente não está a par dos valores que são cobrados para um turista fazer um cruzeiro.
figurado, indicando que o cliente recorreu a essa agência por ela ser especializada em viagens marítimas.