Questões de Concurso sobre Clínica Geral

 
 
Disciplina 1
Assunto 2
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
28.221 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Paciente com 30 anos apresenta febre há 3 meses acompanhada de perda ponderal e hepatosplenomegalia. Os exames que podem corroborar o diagnóstico de doença linfoproliferativa são:


A

VHS de 30 mmHg e PCR de 50 mg/dL.


B

Aumento do DHL e beta-2 microglobulina.


C

Ferritina baixa e saturação de transferrina normal.


D

Hematúria com dismorfirmo eritrocitário e creatinina normal.


E

Corpúsculos de Howell-Jolly e esquizócitos periféricos.

O uso racional de medicamentos pressupõe que os pacientes recebam fármacos apropriados às suas necessidades clínicas, em doses adequadas. Acerca da prescrição médica, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A prescrição médica deve ser legível, conter o nome genérico do fármaco e as orientações claras de posologia e duração do tratamento.

(__)As interações medicamentosas podem alterar o efeito terapêutico de um fármaco, podendo resultar em toxicidade ou falha no controle da patologia.

(__)As reações adversas a medicamentos são efeitos nocivos e não intencionais que ocorrem com doses normalmente utilizadas para profilaxia ou tratamento.

(__)O médico no Sistema Único de Saúde deve prescrever medicamentos fora da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais para garantir o lucro das farmácias comerciais locais.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

V, F, V, F.


B

F, V, F, V.


C

V, V, F, F.


D

V, V, V, F.

Em um paciente com síndrome de Marfan que desenvolveu sinusopatia maxilar aguda, deve ser evitado o uso de


A

cefuroxima.


B

amoxacilina/clavulanato.


C

quinolonas respiratórias.


D

claritromicina.


E

sulfametoxazol/trimetoprim.

Leia o caso a seguir.


Homem, 54 anos, em situação de rua, apresenta placas eritemato-descamativas pelo corpo em áreas fotoexpostas, diarreia crônica sanguinolenta, alucinações, delírios, ansiedade e desorientação em tempo e espaço. Testes rápidos de IST todos não reagentes.


Qual o diagnóstico desse paciente?


A

Encefalopatia de Wernicke.


B

Pelagra.


C

Escorbuto.


D

Deficiência de vitamina B12.

Leia o caso a seguir.


Homem, 21 anos, sem comorbidades, com febre alta há 2 dias, mialgia, astenia, cefaleia e dor retro-orbitária, sem sinais de alarme ou outras queixas. É realizada prova do laço, que vem positiva. PA: 115 x 72 mmHg. Hemograma mostra hematócrito normal e plaquetas de 90.000.


Qual a conduta indicada, além de dipirona ou paracetamol?


A

Reposição volêmica intravenosa com 10 mL/kg de soro fisiológico 0,9% na primeira hora e retorno em 24h para reavaliação.


B

60 mL/kg/dia de volume de hidratação oral, sendo 1/3 de sais de reidratação oral e o restante de água e outros líquidos, necessitando retornar apenas se surgirem sinais de alarme.


C

Internação, reposição volêmica intravenosa com 10 mL/kg de soro fisiológico 0,9% na primeira hora; repetir hemograma diariamente.


D

60 mL/kg/dia de volume de hidratação oral, sendo 1/3 de sais de reidratação oral e o restante de água e outros líquidos e retornar diariamente para realização de hemograma.

Leia o caso a seguir.


Homem, 22 anos, sabidamente portador de Anemia Falciforme (Genótipo SS), é admitido na emergência com quadro de febre (38,5°C), dor torácica intensa e tosse produtiva há 12 horas. Ao exame físico: taquipneico (FR: 28 irpm), SatO2: 89% em ar ambiente, e presença de estertores crepitantes em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado alveolar no lobo inferior direito.


Além de oxigenioterapia e analgesia, qual é a conduta imediata adequada para o tratamento desse quadro de síndrome torácica aguda?


A

Iniciar macrolídeo e cefalosporina de 3ª geração e considerar exsanguíneotransfusão.


B

Iniciar macrolídeo e hidratação venosa vigorosa para evitar nova crise vaso-oclusiva.


C

Prescrever broncodilatadores e solicitar tomografia de tórax para investigar tromboembolismo pulmonar.


D

Prescrever vancomicina e aguardar resultados de hemoculturas para escalonar tratamento.

Leia o caso a seguir.


Homem, 45 anos, em tratamento para tuberculose pulmonar há 15 dias com o esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol). Retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de náuseas leves e dor epigástrica ocasional. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, anictérico, com discreta dor à palpação de epigástrio. Exames laboratoriais coletados no dia anterior mostram Transaminases (TGO e TGP) com valores 2 vezes acima do limite superior da normalidade.


Qual é a conduta indicada?


A

Suspender imediatamente o esquema RIPE e encaminhar ao hepatologista.


B

Suspender a pirazinamida, manter rifampicina, isoniazida e etambutol e monitorar.


C

Manter o esquema RIPE, prescrever sintomáticos para os efeitos gastrointestinais e orientar o uso das medicações duas horas após as refeições.


D

Manter o esquema RIPE, prescrever sintomáticos e repetir exames laboratoriais em uma semana, orientando tomar a medicação em jejum.

Paciente de 56 anos apresenta fadiga crônica, intolerância ao frio e ganho ponderal progressivo. Ao exame físico, não há bócio. Exames laboratoriais mostram:TSH: 0,8 mUI/L (valor de referência: 0,4–4,5) E T4 livre: 0,5 ng/dL (valor de referência: 0,8–1,8)


Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais, a interpretação diagnóstica mais adequada e o próximo passo na investigação são, respectivamente,


A

hipotireoidismo primário subclínico; dosar anticorpos antitireoidianos.


B

eutireoidismo; repetir TSH em 6 meses.


C

hipotireoidismo central (secundário); investigar função hipofisária e realizar imagem da sela túrcica.


D

hipotireoidismo primário manifesto; iniciar levotiroxina com ajuste baseado no TSH.

Homem de 52 anos, etilista crônico, dá entrada na unidade de emergência com agitação psicomotora, tremores, sudorese, taquicardia e ansiedade intensa, iniciados cerca de 24 horas, após a última ingestão de álcool.


Apresenta glicemia capilar de 130 mg/dL, sem evidência clínica de traumatismo cranioencefálico. Durante a avaliação, familiares referem episódio sugestivo de crise convulsiva nas últimas horas.


Considerando o quadro clínico apresentado, qual é a conduta farmacológica mais adequada na fase aguda?


A

Iniciar haloperidol intramuscular, para controle da agitação psicomotora.


B

Iniciar benzodiazepínico de meia-vida longa, como diazepam, para tratamento da síndrome de abstinência alcoólica.


C

Administrar fenitoína intravenosa, para prevenção de novas crises convulsivas.


D

Prescrever benzodiazepínico de curta duração por via oral, como clonazepam, para controle da ansiedade.

Sobre o reconhecimento, condutas e manejo diante de sinais, sintomas e resultados de exames complementares de pacientes com nódulos, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A punção aspirativa com agulha fina (PAAF) é um procedimento que auxilia no diagnóstico diferencial de lesões sólidas e císticas da mama.

( ) Em pacientes com nódulos de tireoide, os achados de crescimento rápido do nódulo, história de radiação da região cervical, presença de adenomegalias cervicais e rouquidão aumentam a chance de malignidade.

( ) Em pacientes com história prévia de infecção de orofaringe causada pelo Streptococcus pyogenes, a presença de nódulos subcutâneos doloridos, em superfícies flexoras de articulações, é critério menor sugestivo de febre reumática.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – V – V.


B

V – F – F.


C

V – V – F.


D

F – V – V.


E

F – F – F.

Uma menina de 8 anos é levada ao atendimento médico com história de febre alta há 2 dias e aparecimento de exantema maculopapular que iniciou no tronco e evoluiu para os membros. A criança queixa-se de prurido leve e odinofagia. Ao exame físico, o médico percebe hiperemia conjuntival discreta, linfonodos cervicais dolorosos e lesões punctiformes em palato mole. Está estável hemodinamicamente, sem sinais neurológicos alterados ou alteração do estado mental. O cartão vacinal mostra atraso. Considerando esse quadro, assinale a alternativa que apresenta a principal hipótese diagnóstica.


A

Considerar rubéola como hipótese mais provável e solicitar sorologia para confirmação laboratorial inicial.


B

Avaliar suspeita de escarlatina e iniciar antibiótico oral por 10 dias, observando resposta clínica precoce.


C

Suspeitar de dengue e solicitar hemograma seriado, com atenção à possível queda progressiva de plaquetas.


D

Atentar-se para hipótese de sarampo e notificar imediatamente, orientando coleta de amostra laboratorial oficial.


E

Priorizar diagnóstico de varicela e acompanhar evolução das lesões para definir necessidade terapêutica.

Mulher de 55 anos, obesa (IMC 32 kg/m²), diabética tipo 2, hipertensa e dislipidêmica, faz uso de metformina, glibenclamida, losartana e sinvastatina de maneira regular desde o seu diagnóstico. Nos exames de controle, apresentou uma HbA1c de 8,9%. O médico observou que o controle glicêmico está inadequado e a paciente apresenta alto risco cardiovascular. Diante do exposto, a melhor opção é


A

adicionar um inibidor do cotransportador sódio glicose 2 (iSGLT2).


B

aumentar a dose da glibenclamida para atingir dose máxima.


C

iniciar insulinoterapia basal (NPH) e insulina regular.


D

substituir a glibenclamida por glimepirida.


E

focar exclusivamente mudança do estilo de vida.

Um paciente de 32 anos comparece ao ambulatório com resultados de exames de rotina. Seu leucograma revela os seguintes valores:


• leucócitos totais: 6500/mm3 ;

• segmentados: 3000/mm3 ;

• linfócitos: 1257/mm3 ;

• eosinófilos: 2200/mm3 ;

• basófilos: 0/mm3 ;

• monócitos: 43/mm3 .


Assinale a alternativa que apresenta a conduta a ser tomada e a interpretação correta do exame, considerando que o paciente está assintomático.


A

Necessidade de admissão, pois o paciente está apresentando hipereosinofilia com provável lesão de órgão-alvo.


B

Não é necessária conduta médica, pois se trata de eosinofilia incidental, comum em populações de origem asiática e povos originários brasileiros.


C

Deve-se repetir o exame em dois meses para confirmar o valor, pois se trata de eosinofilia leve e provavelmente transitória, uma vez que valores até 2500 são comuns na população.


D

Deve-se repetir o exame em uma a duas semanas, pois se define como hiperosinofilia no sangue duas medidas ≥ 1500.


E

Deve-se solicitar sorologias para HIV e hepatites, pois se trata de linfopenia provavelmente induzida por infecção viral crônica.

A Portaria nº 529, de 1 de abril de 2013, institui o Programa Nacional de Segurança ao Paciente, que tem por objetivo geral contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Essa portaria institui, no âmbito do Ministério da Saúde, o Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (CIPNSP), instância colegiada, de caráter consultivo, que tem a finalidade de promover ações que visem à melhoria da segurança do cuidado em saúde através de processo de construção consensual entre os diversos atores que dele participam. Compete ao CIPNSP promover e validar protocolos, guias e manuais voltados à segurança do paciente nas seguintes áreas, EXCETO


A

comunicação no ambiente dos serviços de saúde.


B

infecções relacionadas à assistência à saúde.


C

procedimentos cirúrgicos e de anestesiologia.


D

prescrição, transcrição, dispensação e administração de medicamentos, sangue e hemoderivados.


E

prevenção ao suicídio.

A dor é um dos sintomas cardinais da medicina e o principal motivo da maior parte das consultas médicas no Brasil. A respeito desse sintoma e de sua interpretação semiológica, assinale a alternativa correta.


A

No diagnóstico das causas de dor abdominal, raramente é relevante a temporalidade da dor e a velocidade de instalação do sintoma.


B

A dor neuropática é resultado de dano a fibras nervosas periféricas, dano esse que provoca, paradoxalmente, estímulo álgico.


C

A presença de cefaleia holocraniana em aperto é considerada uma dor com sinal de alarme em pessoas abaixo dos 40 anos.


D

A dor trigeminal é considerada uma dor de difícil tratamento, frequentemente respondendo ao tratamento cirúrgico.


E

A dor torácica irradiada, presente frequentemente nas síndromes coronarianas, é considerada marcador de desfecho nos quadros isquêmicos agudos.

Homem 58a, DM2, em metformina + iSGLT2. Chega com náuseas, dor abdominal e taquipneia após jejum prolongado e infecção recente. Glicemia 168 mg/dL, pH 7,18, bicarbonato 10, cetonas elevadas. Diagnóstico e conduta inicial mais adequada?


A

Cetoacidose euglicêmica associada a iSGLT2; suspender iSGLT2, hidratação, insulina EV com dextrose e correção eletrolítica.


B

Gastroenterite; hidratação oral e antiemético.


C

Acidose láctica por metformina; suspender metformina e não usar insulina.


D

Hipoglicemia grave; administrar glicose e alta.

Estomas de alto débito podem gerar grandes repercussões clínicas para os pacientes, como desidratação e insuficiência renal. Um dos medicamentos utilizados no controle do débito é a loperamida, sendo que muitas vezes deve-se utilizar a dose máxima para melhor efeito. Qual é a dose máxima de loperamida, em miligramas, por dia?


A

4.


B

8.


C

12.


D

16.


E

32.

Em relação à monitorização terapêutica de drogas, é correto afirmar que


A

uma droga recém-administrada não atinge, de imediato, o nível sérico desejado. A partir da quarta ou quinta meia-vida é atingido o equilíbrio estacionário (steady-state na língua inglesa).


B

a meia-vida de uma droga corresponde ao tempo necessário para que sua concentração atinja o nível tóxico, momento em que a droga deve ser suspensa.


C

a monitorização terapêutica de drogas é aplicável somente para as drogas anticonvulsivantes, pois estes medicamentos apresentam elevado grau de toxicidade renal.


D

a concentração de equilíbrio estacionário (steady-state na língua inglesa) é atingida quando o paciente apresenta efeitos colaterais induzidos pelo medicamento. Níveis tóxicos indicam que o medicamento está dentro do intervalo terapêutico.


E

a biodisponibilidade se refere a uma fração da droga inativada pelo fígado.

Homem, 52 anos, com sarcoidose sistêmica confirmada há cinco anos (biópsia ganglionar com granulomas não caseosos), previamente tratado com prednisona por 12 meses, atualmente sem imunossupressão. Evolui nos últimos três meses com dispneia progressiva aos médios esforços e dois episódios de pré-síncope.


• Exame físico: PA: 100/64 mmHg; FC: 96 bpm; FR: 20 irpm; SatO₂: 96% em ar ambiente; Turgência jugular: +/4; Estertores bibasais discretos; Edema maleolar: +/4.

• ECG: BAV de 1º grau (PR 280 ms); Bloqueio de ramo direito; Extrassístoles ventriculares frequentes.

• Holter 24h: Taquicardia ventricular não sustentada (TVNS) – seis episódios, até 12 batimentos.

• Ecocardiograma: FEVE: 38%; Disfunção leve de VD; Hipocinesia septal basal.

• Ressonância magnética cardíaca: Realce tardio transmural e mesomiocárdico em septo basal e parede lateral; Extensão de LGE estimada em 18% da massa ventricular.

• PET-FDG: Captação focal intensa nas mesmas regiões resultante de atividade inflamatória ativa.

• Estudo eletrofisiológico (EEF): Indução de TV monomórfica sustentada com instabilidade hemodinâmica.

• Creatinina normal. Troponina discretamente elevada. BNP elevado.


Assinale a conduta mais apropriada.


A

Iniciar corticoterapia isolada e reavaliar função ventricular após três meses antes de indicar dispositivo.


B

Implante de marcapasso definitivo devido ao distúrbio de condução e manter vigilância arrítmica.


C

Implante de cardioversor-desfibrilador implantável e reinício imediato de imunossupressão sistêmica; considerar terapia adicional poupadora de esteroide.


D

Realizar apenas ablação por radiofrequência da TV induzida e evitar CDI neste momento.


E

Iniciar betabloqueador em dose plena e amiodarona, postergando decisão sobre dispositivo.

Homem, 67 anos, ex-tabagista (60 maços-ano), diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica estágio muito grave, múltiplas internações prévias, uso domiciliar de oxigênio noturno e broncodilatadores de longa ação. Chega ao pronto-socorro com 48 horas de piora progressiva da dispneia, aumento do volume e purulência do escarro, sonolência intermitente e redução da tolerância ao esforço.


• Frequência respiratória 32 irpm;

• Frequência cardíaca 118 bpm; • Pressão arterial 138/84 mmHg;

• Saturação periférica 82% em ar ambiente;

• Uso intenso de musculatura acessória;

• Tiragem intercostal;

• Sibilos difusos e murmúrio vesicular globalmente diminuído;

• Escala de Glasgow 14;

• Gasometria arterial em ar ambiente: pH 7,27; Pressão parcial de dióxido de carbono 68 mmHg; Pressão parcial de oxigênio 48 mmHg; Bicarbonato 31 mEq/L; Lactato normal;

• Radiografia de tórax sem consolidação lobar evidente.


A conduta ventilatória inicial mais apropriada é


A

ventilação não invasiva com pressão positiva, titulando oxigênio para manter saturação entre 88% e 92%, associada a broncodilatadores inalatórios e corticoide sistêmico.


B

oxigênio em alto fluxo com fração inspirada elevada, visando saturação maior que 98%.


C

intubação orotraqueal imediata devido à presença de hipercapnia e acidose.


D

administração de bicarbonato intravenoso para correção da acidose respiratória antes de considerar suporte ventilatório.


E

evitar ventilação não invasiva devido ao risco aumentado de pneumotórax em doença pulmonar obstrutiva crônica avançada.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado