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Homem, 68 anos, dá entrada no pronto-socorro com fraqueza muscular progressiva há 24 horas. É portador de Doença Renal Crônica (DRC) estágio 5, em tratamento conservador. Ao exame físico: PA= 110×70 mmHg, FC = 58 bpm. ECG mostra ondas T apiculadas e alargamento progressivo do QRS.
Exames laboratoriais revelam: potássio sérico = 7,2 mEq/L, creatinina = 6,1 mg/dL, pH arterial = 7,32.
É CORRETO afirmar que a conduta inicial mais adequada no atendimento desse paciente é:
administração imediata de gluconato de cálcio intravenoso, seguida de medidas para redistribuição e remoção do potássio.
administração imediata de furosemida intravenosa e restrição hídrica, visando à eliminação renal do potássio.
infusão intravenosa de glicose hipertônica associada à insulina regular, seguida de resina trocadora de potássio por via oral.
solicitação de hemodiálise de urgência como primeira medida terapêutica, independentemente de outras intervenções.
administração de bicarbonato de sódio intravenoso como única medida inicial, considerando a presença de acidose metabólica leve.
Mulher, 22 anos, previamente hígida, procura a emergência com febre alta, mal-estar geral e lesões dolorosas na pele há 2 dias. Refere início recente de lamotrigina há 12 dias, prescrita para tratamento de epilepsia. Relata ardor ocular, odinofagia e dificuldade para ingerir alimentos. Ao exame físico:
- Temperatura: 38,9° C;
- Múltiplas lesões máculo-eritematosas, algumas com centro violáceo, em face e tronco;
- Descolamento epidérmico positivo ao sinal de Nikolsky;
- Erosões em mucosa oral e conjuntival;
- Área de descolamento cutâneo estimada em 8% da superfície corporal.
Laboratório inicial sem alterações específicas.
Diante do quadro, assinale a alternativa que MELHOR representa o diagnóstico e a conduta inicial adequada.
Necrólise epidérmica tóxica; iniciar antibiótico empírico e aguardar biópsia.
Eritema multiforme maior; manter a medicação e iniciar corticoide tópico.
Síndrome de Stevens-Johnson; suspender imediatamente o fármaco desencadeante e internar em unidade de terapia intensiva ou unidade de queimados
Reação alérgica medicamentosa simples; prescrever anti-histamínico e liberar.
Pênfigo vulgar; iniciar corticoide sistêmico em altas doses.
Na diferenciação entre pancreatite autoimune do tipo 1 e adenocarcinoma pancreático, qual conjunto favorece a doença relacionada à imunoglobulina G4?
Massa focal hipoatenuante, interrupção abrupta do ducto, dilatação acentuada a montante, atrofia distal, perda ponderal e ausência de manifestações extrapancreáticas.
Calcificações intraductais, dilatação irregular do ducto principal, pseudocistos, esteatorreia, insuficiência exócrina, diabetes e histórico prolongado de exposição alcoólica.
Lesão na cabeça pancreática, espessamento duodenal, pequenas formações císticas parietais, fibrose do sulco pancreatoduodenal e consumo crônico de álcool.
Aumento difuso pancreático, halo periférico, estreitamento ductal longo com pouca dilatação a montante, imunoglobulina G4 elevada e acometimento extrapancreático.
Pancreatite recorrente, associação com doença inflamatória intestinal, imunoglobulina G4 preservada, lesão epitelial granulocítica e pouca frequência de outros órgãos envolvidos.
Homem de 38 anos é encontrado desacordado por familiares em sua residência e levado ao pronto atendimento pelo serviço de emergência. Segundo relato, foi visto pela última vez em condições habituais cerca de duas horas antes. Ao exame físico, apresenta escore de Glasgow 8, frequência respiratória de 6 incursões por minuto, saturação de oxigênio de 82% em ar ambiente, frequência cardíaca de 54 bpm e pupilas bilateralmente puntiformes e fotorreagentes. Não há sinais de trauma cranioencefálico ao exame inicial.
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, qual intervenção possui maior potencial de modificar rapidamente a evolução clínica do paciente?
Administração de naloxona associada às medidas de suporte ventilatório, visando reverter rapidamente a depressão respiratória e os demais efeitos tóxicos relacionados à exposição a opioides.
Administração de flumazenil, diante da suspeita de intoxicação por depressores do sistema nervoso central, manifestada por rebaixamento do nível de consciência e depressão respiratória.
Infusão de bicarbonato de sódio, devido à possibilidade de intoxicação por antidepressivos tricíclicos em fase inicial, mesmo na ausência de alterações eletrocardiográficas descritas.
Administração imediata de atropina, considerando a possibilidade de síndrome colinérgica aguda associada ao quadro de rebaixamento do nível de consciência.
Indução de diurese forçada para acelerar a eliminação sistêmica do agente tóxico presumivelmente envolvido no quadro clínico.
Homem de 52 anos é levado à unidade de pronto atendimento por familiares devido à agitação psicomotora, tremores intensos e sudorese profusa. Relatam histórico de uso crônico e intenso de bebidas alcoólicas, interrompido abruptamente há aproximadamente 48 horas. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 170/100 mmHg, desorientação temporal e visualização de insetos caminhando pelas paredes.
Quanto ao manejo inicial desse paciente, é CORRETO afirmar que:
a administração de glicose intravenosa deve preceder obrigatoriamente qualquer reposição vitamínica, independentemente da suspeita de deficiência nutricional associada ao etilismo crônico.
antipsicóticos devem ser utilizados como monoterapia de primeira linha, uma vez que apresentam maior eficácia que os benzodiazepínicos na prevenção de convulsões e delírium tremens associados à abstinência alcoólica.
a presença de alucinações visuais durante o quadro clínico afasta síndrome de abstinência alcoólica e sugere prioritariamente transtorno psicótico primário ou doença psiquiátrica prévia.
benzodiazepínicos constituem a base do tratamento da síndrome de abstinência alcoólica grave, devendo-se ainda considerar reposição de tiamina para prevenção de complicações neurológicas relacionadas à deficiência vitamínica.
o risco de complicações graves torna-se pouco significativo após 48 horas da interrupção do consumo de álcool, permitindo manejo ambulatorial na maioria dos casos.
Homem de 64 anos com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doença renal crônica em estágio 3 dá entrada no pronto-socorro de um centro sem capacidade para realizar cateterismo cardíaco, apresentando dor torácica anginosa típica e eletrocardiograma com elevação do segmento ST em parede inferior. Os sinais vitais são estáveis e não há congestão pulmonar, turgência venosa jugular ou arritmias. O paciente é tratado com aspirina, clopidogrel e heparina intravenosa e evolui sem intercorrências. O centro mais próximo com capacidade para realizar intervenção coronariana percutânea (ICP) fica a 40 minutos de distância de ambulância.
Nesse momento, a melhor medida a ser tomada no manejo desse paciente é
administrar metade da dose de fibrinolítico e transferir com urgência para centro com ICP.
administrar metade da dose de fibrinolítico e transferir dentro de 6 horas para centro com ICP.
administrar dose total de fibrinolítico e transferir com urgência para centro com ICP.
administrar dose total de fibrinolítico e transferir dentro de 6 horas para centro com ICP.
transferir imediatamente para realização de ICP primária.
Ao avaliar um paciente com quadro de tosse produtiva e febre alta, o examinador encontra achados típicos de consolidação lobar.
Assinale a alternativa que descreve corretamente essa propedêutica.
Frêmito toracovocal aumentado, macicez à percussão, sopro brônquico, estertores crepitantes e pectorilóquia afônica.
Frêmito toracovocal abolido, submacicez, murmúrio abolido e sopro anfórico.
Frêmito toracovocal diminuído, timpanismo, murmúrio abolido e sibilos.
Frêmito toracovocal diminuído, macicez à percussão, murmúrio vesicular reduzido e egofonia no limite superior do achado
Frêmito toracovocal abolido, macicez, murmúrio abolido e estridor.
Na hora de instituir a terapia antimicrobiana empírica, o médico deve ponderar o mecanismo de ação e o perfil de toxicidade de cada fármaco.
Assinale a alternativa correta sobre esse tema.
Cefalosporinas inibem DNA-girase e, por esse mecanismo, estão classicamente associadas a tendinopatia e ruptura tendínea.
Aminoglicosídeos, como a amicacina, ligam-se irreversivelmente à subunidade 30S ribossomal, inibem a síntese proteica e podem causar ototoxicidade e nefrotoxicidade.
Macrolídeos atuam na subunidade 50S, mas seu principal efeito adverso limitante é nefrotoxicidade dose-dependente semelhante à dos aminoglicosídeos.
Fluoroquinolonas inibem a síntese da parede celular e, por isso, compartilham o mesmo perfil de hipersensibilidade imediata das penicilinas.
Lincosamidas, como a clindamicina, são preferidas quando se deseja ação bactericida rápida sobre bacilos Gram-negativos aeróbios, sem risco relevante de colite associada a antibióticos.
Paciente do sexo feminino, 35 anos, queixa de astenia e dispneia aos moderados esforços. Nega metrorragia. Solicitado hemograma, o qual mostrou os seguintes índices hematimétricos - Hemoglobina 8, VCM 55, HCM 20, CHCM 28, RDW 12%. Qual dos exames abaixo melhor auxiliará no diagnóstico mais provável?
Ferritina.
Ferro sérico.
Eletroforese de hemoglobina.
Dosagem de cianocobalamina.
Dosagem de ceruloplasmina.
Paciente de 45 anos, sexo feminino, procura a UBS relatando há 3 semanas humor deprimido na maior parte do dia, perda de interesse em atividades antes prazerosas, fadiga intensa, insônia, sentimentos de culpa excessiva e dificuldade de concentração, com prejuízo significativo no trabalho e cuidados com os filhos. Ao exame, PHQ-9 pontua 18/27. Nega plano suicida, mas refere pensamentos recorrentes de que “seria melhor não existir”. Qual a conduta inicial mais adequada na UBS?
Encaminhamento imediato ao serviço de emergência psiquiátrico.
Prescrição inicial de benzodiazepínico para insônia e ansiedade.
Avaliação de risco suicida, educação à paciente e familiares, e início de ISRS em dose terapêutica (ex.: sertralina 50 mg/dia).
Solicitação de TSH e hemograma antes de qualquer tratamento farmacológico.
Indicação exclusiva de psicoterapia | cognitivo-comportamental sem medicação.
Mulher de 65 anos apresenta edema bilateral de membros inferiores, de instalação crônica, com pele espessada, textura endurecida e sem cacifo, acometendo inclusive os dedos dos pés. Não há sinais de insuficiência cardíaca, renal ou hepática. A hipótese diagnóstica e as características semiológicas que fundamentam essa conclusão são, CORRETA e respectivamente:
Linfedema; envolvimento dos dedos, ausência de cacifo.
Mixedema; elasticidade presente e edema depressível.
Insuficiência venosa crônica; edema duro por trombose venosa profunda prévia e pele lisa.
Edema idiopático; textura enrugada indicando reabsorção e cacifo positivo.
Síndrome nefrótica; edema facial predominante e proteinúria acentuada.
Um paciente de 42 anos, diabético insulinodependente, apresenta otalgia intensa e progressiva há 5 dias, com piora significativa nas últimas 24 horas. Refere prurido auricular e otorreia prévia, que iniciaram após banho de piscina. Ao exame, encontra-se febril (39,2°C), com edema e hiperemia intensos do conduto auditivo externo direito, otorreia purulenta e tecido de granulação no assoalho do conduto. Há celulite do pavilhão auricular ipsilateral. Conforme o caso, o diagnóstico provável e o agente etiológico principal são, CORRETA e respectivamente:
Otomicose; Aspergillus niger.
Otite externa maligna; Pseudomonas aeruginosa.
Otite média aguda supurada; Streptococcus pneumoniae.
Furúnculo de conduto auditivo; Staphylococcus aureus.
Pericondrite auricular; estreptococos do grupo A.
Um homem de 45 anos apresenta linfonodomegalia cervical direita, endurecida, aderida a planos profundos, medindo 2,0 cm, sem causa aparente identificada após anamnese e exame físico detalhados. Considerando a abordagem diagnóstica adequada, o procedimento CORRETO deve ser:
Punção aspirativa por agulha fina do linfonodo.
Biópsia excisional do linfonodo.
Hemograma completo com sorologias para síndrome mono-like.
Tomografia computadorizada de pescoço com contraste.
Radiografia de tórax e prova tuberculínica.
Homem de 25 anos, previamente hígido, apresenta adenomegalia cervical bilateral com linfonodos de 1,4 cm, móveis, fibroelásticos, sem dor. Nega febre, perda de peso ou sudorese noturna. Não há uso de medicações, viagens recentes ou comportamento de risco. Conforme o enunciado, a conduta CORRETA deve ser:
Biópsia excisional imediata do linfonodo de maior tamanho.
Solicitação de hemograma, radiografia de tórax e sorologias para síndrome mono-like.
Punção aspirativa por agulha fina bilateral.
Observação clínica por 3-4 semanas e reavaliação.
Investigação com PPD e biópsia para exclusão de tuberculose ganglionar.
Durante o surto nacional de intoxicação por metanol presente em bebidas alcoólicas clandestinas, um homem de 46 anos é admitido no pronto-socorro após ingerir uma “cachaça caseira” comprada em feira local. Inicia, após 18 horas, com cefaleia intensa, dor retro-orbitária, vômitos e visão turva. Ao exame: Glasgow 12, FR 26 irpm, SatO₂ 91%, PA 135/90 mmHg. A gasometria mostra pH 7,12, HCO₃⁻ 14 mEq/L, ânion gap 28, gap osmolar 32. Creatinina 2,2 mg/dL. O diagnóstico presuntivo é confirmado após contato com o CIATox, conforme fluxograma do Ministério da Saúde (03/10/25).
I. O tratamento específico deve incluir fomepizol 15 mg/kg IV (ataque) seguido de 10 mg/kg a cada 12h, associado a bicarbonato de sódio 1–3 mEq/kg IV para correção da acidose, ácido fólico 50 mg IV a cada 4h e hemodiálise imediata se pH ≤ 7,15 ou metanol > 70 mg/dL.
II. O uso de etanol IV a 10%, embora citado no protocolo nacional, é contraindicado em casos de depressão do SNC, por potencializar a toxicidade hepática e ocular do metanol, devendo ser reservado apenas a pacientes não candidatos à diálise.
Considerando as assertivas acima, analise-as e assinale a alternativa correta.
As duas assertivas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
As duas assertivas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
A primeira assertiva é verdadeira e a segunda é falsa.
A primeira assertiva é falsa e a segunda é verdadeira.
Ambas são falsas
Homem de 38 anos apresenta oligoartrite aguda simétrica acometendo punhos e articulações metacarpofalangianas, com sinovite evidente ao exame físico. Refere exantema cutâneo há 10 dias e nega uso de medicações. Para a investigação inicial do caso clínico, os exames adequados são:
Hemograma, enzimas hepáticas e sorologias para hepatites B e C e parvovírus
Fator reumatoide, anti-CCP e velocidade de hemossedimentação.
HLA-B27, radiografia de sacroilíacas e enzimas hepáticas.
Hemoculturas, ecocardiograma e proteína C-reativa.
Ácido úrico sérico, pesquisa de cristais e função renal.
Homem de 56 anos, pedreiro, tabagista, com história de pai que infartou aos 52 anos, procura a UBS para rastreio de rotina. Refere uso irregular de dieta, sedentarismo e ausência de comorbidades conhecidas. Ao exame, em duas consultas diferentes, com técnica adequada e aparelho automático validado, apresenta pressão arterial em consultório de 152/96 mmHg em ambas as ocasiões. Não há sintomas, exame físico sem sinais de lesão de órgão-alvo evidentes e exames básicos mostram glicemia de jejum normal, creatinina normal, ausência de proteinúria e perfil lipídico com LDL-colesterol limítrofe. Calculado o escore PREVENT, o paciente apresenta risco cardiovascular alto. Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial — 2025, a conduta MAIS adequada na UBS é:
Manter apenas medidas não medicamentosas por 6 a 12 meses, pois se trata de hipertensão estágio 1 e o risco alto não modifica a indicação de tratamento.
Introduzir tratamento farmacológico imediato, preferencialmente com associação de dois fármacos (comprimido único contendo TECA ou BRA + bloqueador de canal de cálcio ou diurético tiazídico/similar), além de medidas não medicamentosas, visando meta pressórica <130/80 mmHg.
Solicitar monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) apenas se a pressão em consultório estiver >160/100 mmHg, adiando qualquer decisão terapêutica até esse limiar.
Iniciar betabloqueador em monoterapia como primeira escolha na maioria dos pacientes hipertensos, independentemente do risco e de outras comorbidades, visando meta pressórica <140/90 mmHg.
Postergar o início de fármacos até que haja documentação de lesão de órgão-alvo (ex.: hipertrofia ventricular esquerda, microalbuminúria), pois o risco alto por escore isolado não indica tratamento medicamentoso.
A interpretação correta de testes diagnósticos é fundamental para a prática clínica baseada em evidências, especialmente em cenários cirúrgicos onde decisões de intervenção dependem da probabilidade pré-teste. Considerando os conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre a prevalência da doença e o Valor Preditivo Positivo (VPP) de um teste.
A Razão de Verossimilhança (Likelihood Ratio) positiva é dependente da prevalência, alterando-se substancialmente quando o teste é aplicado em diferentes cenários clínicos, o que invalida seu uso para cálculo de probabilidade pós-teste em populações heterogêneas.
A sensibilidade e a especificidade são parâmetros intrínsecos ao teste diagnóstico e, portanto, variam linearmente com a prevalência da doença, aumentando sua acurácia em populações de alto risco e diminuindo em populações de baixo risco.
O Valor Preditivo Positivo (VPP) é diretamente proporcional à prevalência da doença na população testada; ou seja, quanto maior a prevalência da condição em um determinado grupo, maior será a probabilidade de um resultado positivo ser verdadeiro, mesmo mantendo-se a sensibilidade e especificidade do teste constantes.
O Valor Preditivo Negativo (VPN) aumenta significativamente à medida que a prevalência da doença aumenta, tornando o teste mais útil para exclusão de diagnósticos em populações onde a patologia é muito frequente.
Paciente com tosse há 4 semanas, febre vespertina, sudorese noturna e perda de peso deve levantar suspeita inicial de:
Tuberculose pulmonar.
Rinossinusite crônica.
Bronquite alérgica.
Asma persistente.
Temperaturas mais baixas provocam vasoconstrição e, redução da pressão arterial e da coagulabilidade, o que favorece a ocorrência de infartos e de acidente vascular cerebral.
Certo
Errado