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Criança de 4 anos engoliu, há 1 hora, uma bateria de um brinquedo.
A melhor opção é
a retirada cirúrgica, independente da localização.
monitorar a localização da bateria e só retirá-la por endoscopia, caso ela não seja eliminada espontaneamente.
a retirada endoscópica, se a bateria estiver no esôfago, para evitar a possibilidade de formação de fístula.
a retirada cirúrgica, se a bateria estiver no intestino delgado, independente do tempo de ingestão.
Um paciente com colelitíase é internado com quadro agudo de cólica biliar. Considerando a possibilidade de coledocolitíase associada, avalie as afirmativas e assinale conduta correta, fundamentando-se na relação custo-benefício.
Independente dos exames laboratoriais e dos dados do US, realizar logo a colecistectomia, deixando a via biliar drenada, se houver cálculo coledociano.
Realizar CPRE de imediato, se houver pancreatite aguda biliar associada.
Sempre realizar primeiro colangiografia por ressonância magnética, independente dos achados clínicos e laboratoriais.
Realizar CPRE pré-operatória, se houver dilatação da via biliar ao US, aumento das aminotransferases e bilirrubina direta.
Analise as afirmativas abaixo em relação à conduta na lesão esofagiana após a ingestão de substância cáustica e assinale a resposta correta.
A avaliação endoscópica inicial não deverá ser realizada nas primeiras 48 horas, uma vez que não haverá tempo necessário para o desenvolvimento das lesões.
O procedimento de dilatação está contraindicado até um mês após, uma vez que está associado a grande risco de perfuração.
Na fase aguda dos casos graves, está contraindicada a passagem de cateter gástrico, uma vez que o risco de perfuração é maior que o benefício.
Após reavaliação endoscópica, a dilatação cuidadosa pode ser iniciada na segunda semana.
Um paciente é submetido a uma endoscopia digestiva que demonstra úlcera duodenal.
Analise as afirmativas abaixo e marque a opção correta.
I. Independente do resultado histopatológico, devemos erradicar o Helicobacter pylori por ser este o único fator associado à úlcera duodenal.
II. No exame histológico, a presença de atividade intensa, representada pelo infiltrado polimorfonuclear, é altamente indicativa da existência da bactéria.
III. Se o paciente tiver feito uso recente de AINH e apresentar alterações estruturais representadas pela deformidade duodenal, a bactéria deve ser pesquisada e erradicada, se presente.
IV. Para o tratamento, mesmo que o teste de urease seja positivo, devemos aguardar o resultado do estudo histopatológico, considerando o percentual elevado de teste falso positivo.
A endoscopia é excelente instrumento na avaliação de um paciente submetido à fundoplicatura para o tratamento da doença do refluxo.
Assinale a alternativa correta.
A presença de estase líquida ou mesmo de grande volume de saliva no corpo esofagiano deve ser valorizada, especialmente se houver disfagia.
A presença de disfagia, um mês após o procedimento, determinará a realização de dilatação, independente dos achados endoscópicos.
A presença de resistência ao ultrapassarmos a junção esofagogástrica, o “rolamento da mucosa” com a mobilização do aparelho, visualizado em manobra em “U”, indicam uma fundoplicatura competente.
A visualização de segmento de mucosa gástrica acima da junção esofagogástrica indica que houve deslizamento da fundoplicatura ou esta foi realizada sobre o estômago, devendo-se indicar nova cirurgia, independente dos sintomas.
É contraindicação para o uso da cápsula endoscópica:
Em relação aos saneantes utilizados no processamento de aparelhos, marque a resposta correta.
Tanto o glutaraldeído, quanto o ácido peracético e o orthophtalaldeído produzem dano no meio ambiente.
O ácido peracético tem a vantagem sobre o glutaraldeído por não fixar proteínas.
Tanto o ácido peracético quanto o glutaraldeído não precisam ser inativados antes de serem desprezados no meio ambiente.
O ácido peracético e o orthophtalaldeído, assim como o glutaraldeído, requerem sistema de exaustão.
Paciente do sexo masculino, 62 anos, evoluiu após transplante renal com parada de eliminação de gazes e fezes e distensão abdominal.
A melhor conduta para esse caso é
conduta conservadora, corrigindo a doença de base.
conduta cirúrgica, a partir de 48h de distensão abdominal.
descompressão colônica por colonoscopia, independente do diâmetro do ceco.
descompressão colônica por colonoscopia, se o diâmetro do ceco for maior do que 12cm.
O melhor tratamento endoscópico para a proctite actínica com sangramento recorrente é
Têm indicação de ressecção endoscópica os seguintes tumores gástricos precoces:
carcinoma intramucoso menor que 1.0cm associado à cicatriz de úlcera.
lesão do tipo IIa, menor do que 2.0cm, restrita à mucosa, sem ulceração, independente do grau de diferenciação histológica.
lesão do tipo IIc, maior do que 1.0cm, restrita à mucosa, sem ulceração.
lesão do tipo IIa ou IIb, menor do que 2.0cm, restrita à mucosa, sem ulceração e bem diferenciada.
Um paciente estava sendo submetido a uma colonoscopia sob sedoanalgesia com petidina e midazolam quando, após nova infusão de midazolam, apresentou esforço respiratório, sinal de obstrução de vias aéreas superiores e redução da saturação de O2 para 85%.
Qual a conduta médica adequada?
Reverter imediatamente o midazolam, utilizando flumazenil, uma vez que o fato ocorreu logo após a sua infusão.
Reverter não somente o benzodiazepínico como também o opioide, utilizando naloxone, uma vez que eles apresentam ação sinérgica.
Realizar intubação orotraqueal imediatamente.
Tracionar a mandíbula e suplementar oxigênio, revertendo o benzodiazepínico apenas se essas medidas não forem suficientes.
Um paciente com bom estado geral, em sua 5ª década de vida, com diagnóstico de megaesôfago grau II por acalasia idiopática, é submetido à cardiomiotomia com fundoplicatura frouxa, sem resultado efetivo.
Nesse caso:
I. A endoscopia deve ser realizada para afastar estenose na miotomia ou fundoplicatura apertada.
II. A manometria esofagiana estará indicada para avaliação da pressão do esfíncter, se não houver alteração endoscópica que justifique a clínica.
III. A dilatação pneumática está proscrita uma vez que envolve grande risco de perfuração após a miotomia.
IV. A aplicação de toxina botulínica tem excelente resultado, uma vez que há ação sinérgica com a cirurgia.
Assinale a opção correta.
Assinale a associação em que a profilaxia antibiótica NÃO deve ser realizada.
Paciente com prolapso de válvula mitral com regurgitação, submetido à endoscopia digestiva alta ou colonoscopia diagnóstica.
Paciente cirrótico admitido com hemorragia digestiva alta varicosa, submetido a tratamento endoscópico pela técnica de escleroterapia.
Paciente com endocardite bacteriana prévia e estenose esofagiana, submetido à dilatação endoscópica.
Paciente com obstrução do ducto biliar que será submetido a tratamento endoscópico.
Relacione os achados endoscópicos com as respectivas cirurgias e, em seguida, marque a opção correta.
1. Cirurgia de Fobi-Capella.
2. Derivação gastrojejunal com anastomose em Y de Roux.
3. Operação de Scopinaro.
4. Derivação biliopancreática com Switch duodenal.
( ) Gastrectomia vertical com preservação do piloro, observando-se anastomose duodenojejunal.
( ) Pequeno reservatório gástrico com anastomose gastrojejunal com diâmetro entre 10 e 15 mm.
( ) Pequeno reservatório gástrico com área de estreitamento anelar, representado pelo anel e pela anastomose gastrojejunal.
( ) Gastrectomia distal com gastroenteroanastomose.
Avalie as afirmativas abaixo em relação ao processamento de aparelhos e marque a opção correta.
I. A limpeza é a etapa mais importante uma vez que pode reduzir em até 6,2 log o número de micro-organismos, assim como o material orgânico.
II. A importância das micobactérias se dá pelos relatos de transmissão por endoscopia digestiva e a sua elevada prevalência em nosso meio.
III. A erradicação das micobactérias só não é mais difícil que os esporos, por isso é utilizada como marcador de erradicação de todos os micro-organismos de interesse clínico, exceto o Prion.
IV. Devemos realizar uma anamnese dirigida com objetivo de identificar pacientes portadores de HIV, HBV e HCV, realizando um tratamento especial no aparelho após o exame.
Na hemorragia digestiva alta não varicosa, podemos afirmar que
a retirada do coágulo sobre a lesão deve ser realizada rotineiramente para avaliar a presença de vaso visível.
não se deve retirar o coágulo sobre a lesão antes de injetar adrenalina.
se deve deixar o coágulo sobre a lesão porque ele não precisa de tratamento endoscópico e pela chance de ressangramento após a sua retirada.
se deve retirar o coágulo sobre a lesão apenas se houver sangramento tipo “lençol” na base da úlcera.
Paciente do sexo feminino, 54 anos, realizou uma endoscopia digestiva alta por síndrome dispéptica.
O exame revelou inúmeros pólipos de glândulas fúndicas.
A recomendação ao paciente deve ser a seguinte:
revisão endoscópica bianual, apesar de pólipos hiperplásicos, pelo risco aumentado de tumor carcinoide.
não precisa de acompanhamento por se tratar de pólipos hiperplásicos.
retirada de todos os pólipos antes do acompanhamento endoscópico.
revisão endoscópica anual pela sua associação com a FAP (polipose adenomatosa familiar).
Para paciente com enterorragia e com repercussão hemodinâmica, o primeiro exame diagnóstico deve ser
Na colonoscopia com magnificação e aplicação de corantes, podemos visualizar o padrão das criptas e classificar as lesões polipoides.
Segundo a classificação de Kudo, os adenomas vilosos correspondem a lesões do tipo: