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Uma das indicações mais frequentes de endoscopia pediátrica é a suspeita de
esofagite.
h. pylori.
tumor gástrico primário.
gastrite nervosa.
No que concerne à ingestão de cáusticos, analise as assertivas abaixo.
I. Podem causar perfuração do esôfago.
II. Um dos sintomas iniciais são as constrições.
III. Carvão ativado e esvaziamento gástrico estão indicados.
É correto o que se apresenta em
I, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A ressecção endoscópica de tumores gástricos deve ser realizada
em casos de obstrução, sangramento e perfuração.
nos tumores T1a, não ulcerados e bem diferenciados.
nos tumores T1 a T2, ulcerados ou não e bem diferenciados.
no adenocarcinoma bem diferenciado, limitado à mucosa e menor que 3 cm de diâmetro.
Paciente masculino de 18 anos vem em consulta médica referindo dois episódios de impactação alimentar após refeição habitual. Mãe conta que filho demora muito para se alimentar, com mastigação excessiva dos alimentos e com ingesta frequente de líquidos durante a refeição. Traz endoscopia digestiva alta normal, com biópsias de corpo médio esofágico evidenciando hiperplasia de zona basal e 24 eosinófilos por campo de grande aumento. É correto afirmar:
Endoscopia digestiva alta normal afasta o diagnóstico de esofagite eosinofílica neste contexto.
Inibidor de bomba de prótons não faz parte do arsenal terapêutico nesta fase da doença.
Apesar de eficácia semelhante ao uso oral, corticoides tópicos são os recomendados neste caso.
Para o diagnóstico de esofagite eosinofílica é necessário ≥ 30 eosinófilos por campo de grande aumento.
Com relação à hemorragia digestiva alta por úlcera péptica, é correto afirmar:
em úlceras hemorrágicas com estigmas de alto risco, que foram submetidas à terapia endoscópica bem-sucedida, o uso de IBP via oral em dose dupla é o tratamento de escolha.
em pacientes com úlceras hemorrágicas que requerem o uso de AINES, a associação com bloqueadores dos receptores de histamina reduz o risco de recorrência de úlceras.
pacientes com úlceras pépticas sangrantes devem ser testados para H. pylori durante internação.
endoscopia second-look de rotina é recomendada.
terapia pré-endoscópica com IBP não reduz o estágio da lesão endoscópica e não diminui a necessidade de intervenção endoscópica.
O sintoma mais comum de úlcera duodenal é
a dificuldade em digerir comidas com alto teor de gordura.
o refluxo gastroesofágico.
o aumento dos gases.
a dor abdominal.
O objetivo dos tratamentos clínicos da doença inflamatória idiopática tem sido a cicatrização completa da mucosa.
-
Esse tratamento caracteriza-se pelo(a)
Desaparecimento do infiltrado inflamatório na lâmina própria.
Regressão completa de toda a expressão endoscópica da doença.
Regressão completa de toda a expressão endoscópica da doença associada à normalização dos achados da enteroressonância, em pacientes com Doença de Crohn ileocolônica.
Regressão completa (endoscópica e histológica induzida por terapia com medicamento anti fator de necrose tumoral.
Pontuação de 0 a 3 calculada pelo SES-CD.
Homem, 54 anos de idade, previamente hígido, tendo feito consulta e exames de sangue de rotina há um mês, não sendo identificadas alterações clínicas ou laboratoriais. Deu entrada no pronto-socorro com história de enterorragia há 1 hora. Ao exame físico, apresenta-se pálido, sudoreico, com pressão arterial de 100 x 50 mmHG, pulso 98 bpm. Após estabilização hemodinâmica com 500 mL de SF 0,9%. Entre as alternativas a seguir, qual deve ser realizada, para elucidação diagnóstica?
Cintilografia.
Colonoscopia após o preparo de limpeza intestinal.
Retossigmoidoscopia flexível após limpeza com fleet enema.
Colonoscopia imediata.
Anuscopia.
Sobre os critérios absolutos e expandidos para ressecção endoscópica do câncer gástrico, assinale a afirmativa correta.
Lesão intramucosa, bem diferenciada, sem ulceração, com até 2cm de diâmetro, constituem os critérios absolutos.
Lesão intramucosa, indiferenciada, com ou sem ulceração, com até 2cm, constitui um critério expandido.
Lesão intramucosa, indiferenciada, sem ulceração, com até 3 cm de diâmetro, constitui um critério expandido.
Lesão com invasão submucosa de até 1000 micrômetros, bem diferenciada, sem ulceração, com até 2cm de diâmetro, constitui um critério expandido.
Lesão com invasão submucosa de até 500 micrômetros, indiferenciada, sem ulceração, sem limitação de tamanho, constitui um critério expandido.
No que concerne às esofagites erosivas, conforme a classificação de Los Angeles, uma (ou mais) solução de continuidade da mucosa confinada às pregas mucosas, não maiores que 5 mm cada configuram esofagite de grau
1.
2.
3.
4.
O fluxo da bile pode ser bloqueado por uma das seguintes causas.
I. hepatomegalia.
II. cálculos biliares.
III. distúrbios pancreáticos.
É correto o que se apresenta em
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Das alternativas a seguir, qual faz parte dos critérios de ROMA IV para diagnóstico de constipação funcional:
Fezes tipo 6 ou 7 na escala de Bristol em pelo menos 25% das defecações.
Sintomas iniciados há pelo menos 12 meses, estando presente nos últimos 6 meses.
Fezes moles raramente estão presentes sem o uso de laxantes.
Dor abdominal predominante, associada à alteração na frequência ou aspecto das fezes.
Homem, 55 anos de idade dá entrada na emergência com quadro de 1 dia de febre, urina cor de coca-cola e dor no hipocôndrio direito e epigástro. Achados no exame físico dignos de nota: orientado e cooperativo, T = 38,9 ºC, PA = 130 x 75 mmHg, icterícia em escleras, dor à palpação em quadrante superior direito.
Exames laboratoriais: hemoglobina = 13,5 g/dL, hematócrito = 34%, leucócitos = 15200/µL, com neutrofilia e desvio à esquerda, plaquetas = 430000 mm3 , bilirrubina total = 5,5 U/L (direta = 4,2 mg/dL, indireta = 1,3 mg/dL), ureia = 40 mg/dL, creatinina = 1,2 mg/dL, amilase = 10 U/L, lipase = 80 U/L, AST = 140 U/L, ALT = 88 U/L amilase = 150 mU/L,
US de abdômen mostra um cálculo no colédoco e dilatação biliar intra-hepática. Vesícula biliar com vários cálculos. Com base no caso clínico, após início de antibioticotepia, qual das alternativas a seguir é a próxima etapa mais apropriada a ser tomada?
Colangiopancreatografia por ressonância magnética.
Colecistostomia trans-hepática percutânea.
Tratamento de suporte até melhora com antibioticoterapia.
Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
Colecistectomia com colangiografia intraoperatória.
São fatores que aumentam o risco para o câncer gástrico, entre outros:
I. consumo excessivo de sal.
II. uso excessivo de hormônios sintéticos, como anticoncepcional.
III. tabagismo.
É correto o que se apresenta em
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Seu colega cardiologista entra em contato, pois um paciente apresentou tromboembolismo pulmonar, sem fator etiológico, há dois meses. Está em uso de rivaroxabana na dose de 20mg. Iniciou investigação etiológica. Tem indicação de realização de colonoscopia para avaliação de síndrome paraneoplásica. O cardiologista considera a paciente de alto risco para novos eventos trombóticos ou embólicos. Assinale a alternativa INCORRETA:
A colonoscopia virtual é uma opção para avaliação de lesões intraluminais, porém incapaz de realizar efetivamente o diagnóstico de lesões pela ausência de biópsias.
A colonoscopia com ou sem biópsia é considerada um procedimento de baixo risco de sangramento, podendo a medicação ser suspensa 24h antes do exame.
O paciente não é considerado de alto risco para eventos tromboembólicos pois o evento já ocorreu há mais de 3 semanas.
A transição de rivaroxabana para anticoagulação parenteral (ex: heparina) pode ser considerada, devendo a administração do anticoagulante parenteral ser iniciada no momento em que seria o uso de rivaroxabana.
___Um paciente de 72 anos de idade, em acompanhamento no ambulatório da hepatologia por esquistossomose, apresentou dois episódios de hematêmese franca. Após estabilização inicial, optou-se pela endoscopia digestiva alta, com tentativa de ligadura.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a melhor conduta para o paciente será um(a)
nova endoscopia em 72 horas, para nova tentativa de ligadura.
transjugular intrahepatic portosystemic shunt.
transecção esofágica com grampeadores.
derivação porto-cava calibrada.
desconexão ázigo-portal com esplenectomia.
Assinale a alternativa correta com relação ao esôfago de Barrett.
EDA a cada 2 anos é indicada no seguimento no esôfago de Barrett curto, não displásico.
O esôfago de Barrett curto tem extensão menor que 2 cm e o longo, superior a 2 cm.
2 a 5% dos indivíduos com sintomas crônicos de refluxo que são submetidos a EDA apresentam esôfago de Barrett.
O ácido acético apresenta taxas de sensibilidade e especificidade na detecção de neoplasias no esôfago de Barrett acima de 90%.
EDA anual é indicada para esôfago de Barrett longo sem displasia.
O protocolo OLGA foi criado para tentar estratificar o risco de câncer gástrico. Assinale a alternativa correta com relação a este protocolo.
OLGA VI indica atrofia intensa de todas as regiões e associado a metaplasia intestinal.
São realizadas 6 biópsias: fundo gástrico, parede anterior e posterior de corpo distal, incisura, pequena e grande curvatura de antro poximal.
São realizadas 4 biópsias: fundo, parede anterior e posterior de corpo proximal e antro proximal.
São realizadas 5 biópsias: parede anterior e posterior de corpo proximal, incisura, pequena e grande curvatura de antro distal.
Quando há achados sugestivos de metaplasia, as biópsias só precisam ser realizadas neste local.
O grau da seguinte lesão ulcerada péptica gastroduodenal, segundo a classificação de Sakita, é:
Úlcera gástrica com depósito de fibrina clara e limpa. Margem pouco edemaciada e hiperemiada. Discreta regeneração epitelial ou convergência de pregas.
H1.
A2.
H2.
S1.
A1.
Pólipos gástricos são lesões relativamente frequentes que usualmente são achados incidentais em pacientes submetidos a EDA. Assinale a alternativa correta a respeito dessas lesões.
Os pólipos de glândulas fúndicas são mais frequentes em usuários de inibidores de bomba de prótons.
Os pólipos de glândulas fúndicas estão associados à infecção por H. pylori, metaplasia intestinal e gastrite crônica atrófica.
Os pólipos hiperplásicos apresentam potencial maligno e cerca de 5 a 20% apresentam malignidade.
Adenomas geralmente são múltiplos, com predomínio em corpo gástrico.
Os pólipos hiperplásicos são geralmente únicos com predomínio em fundo gástrico.