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O desenvolvimento de ações em Educação Alimentar e Nutricional (EAN) envolve a etapa de planejamento, com definição de projeto educativo a ser executado. Sobre as etapas de planejamento das ações educativas, assinale a alternativa correta:
A etapa de planejamento envolve o diagnóstico adequado sobre as condições alimentares da população trabalhada. Os dados mais importantes nesse momento são os objetivos, como o resultado da avaliação nutricional do público-alvo.
Muitas vezes, observa-se desinteresse do público-alvo pelo tema da atividade educativa. Mesmo assim, a seleção dos conteúdos de ensino deve considerar a necessidade avaliada pelo educador, cuja função é motivar e despertar o interesse dos participantes.
A avaliação das ações de Educação Alimentar e Nutricional deve sempre ser realizada no final, para que todas as etapas sejam contempladas.
A escolha adequada do método de ensino é fundamental para o sucesso da prática educativa, sendo que no método expositivo a figura central é o professor/educador, exigindo elevada competência técnica específica, como falar em público e atrair atenção.
A avaliação a posteriori é realizada na conclusão ou pouco antes do encerramento do programa educativo, e tem como o objetivo representar um sumário dos resultados obtidos.
O Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é um documento normativo, fruto de uma construção coletiva e participativa de atores de diferentes setores da sociedade brasileira. O conceito de EAN trazido pelo documento afirma que sua prática deve fazer uso de abordagens e recursos educacionais:
problematizadores e ativos que favoreçam o diálogo com indivíduos e grupos populacionais.
tradicionais e ativos que favoreçam o diálogo com indivíduos e grupos populacionais.
problematizadores e passivos que favoreçam o desenvolvimento de estratégias para uma (re)educação alimentar e nutricional.
tradicionais e passivos que favoreçam o desenvolvimento de estratégias para uma (re)educação alimentar e nutricional.
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) ocupa posição estratégica para a prevenção e o controle dos problemas alimentares e nutricionais atuais e para a promoção da alimentação adequada e saudável. Nesse contexto, um avanço fundamental e balizador das ações de EAN no âmbito das políticas públicas no Brasil foi a elaboração, em 2012, do Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional. O Marco de Referência de EAN para as políticas públicas apresenta nove princípios que norteiam essas ações em diversos setores e cenários. Nesse contexto, a apresentação do Livro de Receitas dos Agricultores de Itanhaém – Feiras Gourmet, resultado de uma experiência da compilação de receitas daquela comunidade, por meio da estratégia de roda de conversa com a população é exemplo de qual princípio ou conjunto de princípios para ação em EAN?
Sistema Alimentar e suas múltiplas dimensões a partir da noção de sustentabilidade.
Educar para o autocuidado, de maneira permanente, gerando autonomia, participação crítica e consciente.
A comida, o alimento e a culinária como elementos de referência e valorização dos diferentes saberes e culturas.
Sustentabilidade social, ambiental e econômica.
Segundo o documento “Instrutivo: metodologia de trabalho em grupos para ações de alimentação e nutrição na atenção básica”, as estratégias de alimentação e nutrição, no contexto da realização do direito humano à alimentação adequada e da garantia da segurança alimentar e nutricional, constituem um campo de conhecimento amplo e deverão obedecer aos princípios organizativos e doutrinários do campo no qual estão inseridas. Entre os princípios do marco da educação alimentar e nutricional (EAN) está a:
abordagem do sistema alimentar de forma fragmentada
valorização da cultura alimentar loca
sustentabilidade emocional dos participantes
teoria de nos alimentarmos de nutrientes e não de alimentos e preparações culinárias
Lançado em 2012, o Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as políticas públicas foi lançado com o objetivo de apoiar os diferentes setores públicos em suas ações educativas. Segundo o documento, o planejamento é imprescindível para a eficácia e a efetividade das iniciativas e a sustentabilidade das ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). Sobre o planejamento das ações de EAN, assinale a alternativa correta:
A EAN deve acontecer através de projetos.
O planejamento das ações em EAN deve considerar como os sujeitos do território estão estabelecidos, quais são suas condições econômicas, sociais, culturais, bem como as inter-relações dessas condições com a situação de Segurança Alimentar e Nutricional planejados para serem desenvolvidos e implementados a médio e a longo prazos.
Os interesses prévios do público-alvo não são decisivos para a escolha dos conteúdos de ensino, visto que é função do educador motivar e despertar o interesse dos envolvidos na ação educativa.
Na etapa de diagnóstico, as informações sobre o público que devem ser coletadas são objetivas, como idade, gênero, origem, escolaridade, renda, tipo de moradia, trabalho e estado de saúde.
O desenvolvimento das ações educativas envolve a etapa de avaliação. Recomenda-se a utilização de recursos formais de avaliação, como questionários, de forma a documentar a satisfação dos participantes para futuras intervenções.
Em uma unidade básica de saúde, foi realizada uma ação de educação alimentar e nutricional com o objetivo de aumentar a prevalência de aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida da criança. A ação foi pautada em estratégias para transmissão de informações sobre o tema, considerando o pressuposto de que a aquisição de conhecimentos sobre os benefícios do aleitamento materno pelas gestantes e nutrizes é suficiente para a mãe oferecer exclusivamente leite materno a seu filho por seis meses.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta a tendência pedagógica observada na situação hipotética descrita.
Pedagogia tecnicista
Pedagogia dialógica
Pedagogia crítico-social
Pedagogia renovada
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) tem como propósito promover e proteger a alimentação adequada e saudável. Sobre as ações de EAN, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Devem considerar todas as etapas do sistema alimentar.
( ) Devem enfatizar a transmissão de informações sobre as funções dos nutrientes no organismo.
( ) Devem valorizar a cultura alimentar local e as diferentes opiniões e saberes.
( ) Devem ter caráter permanente e promover a autonomia dos sujeitos.
Assinale a sequência correta.
F, V, V, F
V, F, F, F
F, V, V, V
V, F, V, V
Segundo o livro Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para Políticas Públicas, adota-se o termo de Educação Alimentar e Nutricional para contemplar algumas ações. A respeito deste assunto, assinale a alternativa correta.
Relacionadas ao consumo de água, ao processo de saneamento, abastecimento e controle
Relacionadas ao consumo de alimentos, ao desperdício, abastecimento e transporte de alimentos
Relacionadas ao alimento e alimentação, ao processo de produção, abastecimento e transformação aos aspectos nutricionais
Relacionadas ao acesso ao alimento in natura, ao processo de higienização, fabricação de alimentos e aspectos visuais
A educação alimentar e nutricional tem como objetivo estimular a adoção voluntária de práticas e escolhas alimentares saudáveis que colaborem para a aprendizagem, a boa saúde do escolar e a qualidade de vida do indivíduo. Sobre este assunto, escolha a alternativa INCORRETA.
Uma articulação dialogada entre o saber profissional e o conhecimento popular pode conduzir a um novo saber, levando ao sucesso na educação alimentar e nutricional.
Caso não sejam considerados os hábitos alimentares dos alunos, os conhecimentos envolvidos na ação educativa, tanto do profissional como dos alunos, bem como as reais condições de mudança de atitude a partir da aquisição de conhecimentos técnicos, não alcançarão efeitos duradouros.
A insegurança alimentar e nutricional, que atualmente se manifesta de forma mais expressiva no fenômeno do sobrepeso e da obesidade, trata-se de um problema complexo cuja solução só pode ocorrer a partir do conhecimento e do trabalho de um único especialista, o nutricionista, pois o enfrentamento requer sua compreensão enquanto um fenômeno complexo e específico, sem articulação com outras disciplinas.
A ausência de relações dialógicas entre profissionais - professores, educadores, nutricionistas, outros atores sociais - e a população constitui um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de predisposições tanto para mudanças sociais mais amplas quanto para o enfrentamento de problemáticas específicas, como a insegurança alimentar e nutricional.
Adota‐se o termo Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e não o termo Educação Nutricional ou o termo Educação Alimentar para que as ações educativas em alimentação e nutrição abranjam desde os aspectos relacionados ao alimento e à alimentação, aos processos de produção, abastecimento e transformação até os aspectos nutricionais. Sobre a EAN, assinale a alternativa correta:
A EAN é um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente,transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional.
A EAN visa a promover a prática orientada e direcionada de hábitos alimentares saudáveis.
A prática da EAN deve fazer uso de abordagens e recursos de modelos tradicionais de educação, pois assim facilita e estimula a participação dos envolvidos no processo educacional.
Nas ações de EAN, não é necessário estimular as práticas culinárias.
O desenvolvimento de ações e estratégias educacionais de alimentação e nutrição adequadas ao cenário de prática é opcional.
Sobre o histórico da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) no Brasil, podemos afirmar que:
Na década de 1930, as estratégias de EAN eram dirigidas aos trabalhadores e suas famílias, baseadas em uma abordagem atualmente avaliada como inovadora para o período, pois pretendiam ensiná-los a se alimentar corretamente segundo um parâmetro biológico, baseado em evidências científicas e com foco voltado para as camadas de menor renda.
Nas décadas de 1970 e 1980, com a expansão do cultivo de soja, houve um estímulo ao consumo deste produto e seus derivados. No entanto, apesar de ótimos resultados obtidos por essa abordagem, avaliou-se que estas ações não valorizavam a dimensão nutricional dos alimentos, e estavam centradas apenas nos aspectos culturais e sensoriais.
Até a década de 1990, evidencia-se uma valorização da EAN enquanto prática do nutricionista, em especial, quando são consideradas as possibilidades de uso político dessa ferramenta e de seu emprego em interesses econômicos nacionais, tendo em vista a necessidade, à época, de escoar excedente de produção agrícola, por exemplo.
Já no final dos anos 1990, é possível notar uma tendência nos documentos oficiais brasileiros de inclusão da discussão sobre “promoção de práticas alimentares saudáveis”, no sentido de compreender que a EAN não poderia estar pautada numa prática prescritiva, limitada a aspectos científico-biológicos, sem o reconhecimento de outros aspectos que influenciam o comportamento alimentar.
O Guia Alimentar para a População Brasileira tem como base os direitos à saúde e à alimentação adequada e saudável e leva em conta os determinantes das práticas alimentares, bem como a complexidade dos sistemas alimentares contemporâneos. Além disso, apresenta-se como um documento oficial de amparo às ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e em diversos outros setores nos quais EAN possa acontecer.
Certo
Errado
O Marco de Referência em Educação Alimentar e Nutricional (EAN) para as Políticas Públicas institucionaliza a orientação aos diversos setores, ao processo de produção, distribuição, abastecimento e consumo de alimentos adequados e saudáveis.
Sobre essa temática, assinale a alternativa INCORRETA.
A valorização da culinária enquanto prática emancipatória é um dos princípios da EAN.
É importante que as ações de EAN despertem o olhar para si, proporcionando ao indivíduo escolher as melhores formas de cuidar de si mesmo, constituindo-se assim um agente ativo no processo de aprendizagem a respeito das escolhas alimentares.
EAN pressupõe uma abordagem integrada, multiprofissional, transdisciplinar e intersetorial.
A intersetorialidade é um dos princípios estruturantes da EAN e pode ser entendido como uma articulação e integração dentro do setor saúde, de forma que este se responsabilize pela garantia da alimentação adequada e saudável
A EAN deve ser concebida a partir de um referencial metodológico, que preveja um processo de planejamento participativo, monitoramento e avaliação.
Os princípios que orientaram a elaboração do Guia Alimentar para a População Brasileira são nortes para uma compreensão da alimentação e da nutrição em sua complexidade, considerando suas interfaces com outros saberes. O segundo princípio do guia afirma que as recomendações sobre alimentação devem estar em sintonia com seu tempo, considerando a situação paradoxal decorrente do desenvolvimento econômico de países como o Brasil, que apresenta um cenário de decréscimo na indústria alimentícia, acompanhado de uma valorização de produtos in natura, livre de agrotóxicos, os chamados orgânicos.
Certo
Errado
Em 2012, foi publicado o “Marco de Referência em Educação Alimentar e Nutricional (EAN) para as políticas públicas” com a finalidade de apoiar as ações de EAN nos diversos setores públicos, de modo a integrar estratégias mais amplas para a promoção da qualidade de vida da população e promover um campo comum de reflexões e práticas. Neste documento, encontra-se:
I. O princípio de que a EAN, no contexto da realização do Direito Humano à Alimentação Adequada e da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional, é um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente, transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional que visa promover a prática autônoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis.
II. A prerrogativa de que as ações de EAN devem fazer uso de abordagens e recursos educacionais problematizadores e ativos que favoreçam o diálogo junto a indivíduos e grupos populacionais, considerando todas as fases do curso da vida, etapas do sistema alimentar e as interações e significados que compõem o comportamento alimentar.
III. A afirmação de que processo de EAN deve permanece o mais próximo do modelo biomédico tradicional, pautado na transmissão de informações, com a hegemonia de ações e estratégias voltadas para a lógica da prevenção e da recuperação da saúde.
IV. A determinação de que a EAN deve considerar o sujeito coletivo, por incluir indivíduos em diferentes fases do curso da vida, núcleos familiares ou outras formas variadas de organização social.
Acerca dessas afirmativas estão CORRETAS
I, III e IV, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II e IV, apenas
É o principal objetivo da Educação Alimentar e Nutricional:
Conhecer os indicadores nutricionais.
Promover a segurança pedagógica em alimentação e nutrição.
Compreender as competências e habilidades do nutricionista na atenção dietética.
Promover práticas alimentares saudáveis.
O Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas reflete em um momento singular de valorização dessas ações, traduzido, por exemplo, no Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e no Plano Plurianual. É correto afirmar que Educação Alimentar e Nutricional, no contexto da realização do Direito Humano à Alimentação Adequada e da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional, é
um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente, transdisciplinar autônoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis.
o uso de abordagens e recursos educacionais problematizadores e não ativos que desfavoreçam o diálogo junto a indivíduos e grupos populacionais, considerando todas as fases do curso da vida.
a promoção da alimentação saudável a qual se refere à satisfação das necessidades alimentares dos indivíduos e populações, no curto e no longo prazo, que implique o sacrifício dos recursos naturais renováveis e não renováveis.
o uso de temas e estratégias relacionadas a todas as dimensões alimentares, de maneira a contribuir para que os indivíduos e grupos façam escolhas conscientes, mas que essas escolhas possam, por sua vez, não interferir nas etapas anteriores do sistema alimentar.
o uso de abordagens e recursos educacionais problematizadores e ativos, mas sem considerar a legitimidade dos saberes oriundos da cultura, religião e ciência.
O marco de referência de educação alimentar e nutricional (EAN) para as políticas públicas afirma que as ações de EAN podem ocorrer em diversos setores e devem observar os princípios organizativos e doutrinários do campo no qual está inserido — por exemplo, se as ações ocorrerem na esfera da saúde, os princípios a observar serão os do Sistema Único de Saúde; ou, se na esfera da educação, os princípios serão os do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A esses princípios estruturantes soma-se o princípio
de sustentabilidade ambiental, que engloba o conceito de ecologia integral e limita-se à dimensão ambiental em todas as esferas do sistema alimentar.
da mobilização social, que propõe ser estabelecido um calendário de campanhas informativas para estruturar a participação social nas ações de EAN.
da valorização da culinária vista como prática emancipatória, destacando tal prática a necessidade de reflexão com os indivíduos sobre o valor da culinária como recurso da alimentação saudável.
do autocuidado e da autonomia, cujo principal foco é reforçar o conhecimento e as habilidades de profissionais de saúde, visando instrumentá-los para as ações coletivas de promoção de saúde que realizam.
da unicidade dos cenários da prática, que preconiza dever o desenvolvimento de estratégias adaptar-se às especificidades de cada cenário.
Segundo o Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as políticas públicas, fazer uso do conceito Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e não dos termos Educação Nutricional ou Educação Alimentar, representa:
Uma afirmação importante, pois ratifica a adoção de um conceito em que o escopo de ações abranja desde os aspectos relacionados ao alimento e alimentação, os processos de produção, abastecimento e transformação aos aspectos nutricionais.
Uma escolha do profissional, que vai depender do campo de atuação e da área de abrangência das ações a serem desenvolvidas, além de outros aspectos técnicos e pedagógicos a serem considerados pelo nutricionista.
Um retrocesso, pois desconsidera aspectos que contemplam a evolução histórica e política da educação nutricional no Brasil, no contexto da realização do Direito Humano à Alimentação Adequada e da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional.
Um equívoco, pois o termo educação nutricional, forjado historicamente na profissão do nutricionista, é mais adequado, já tem reconhecimento social e já se apresenta como importante ferramenta da profissão, reforçando essa atividade como restritiva do nutricionista.
No Brasil, apesar de se observarem intervenções de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) as quais são sinalizadoras de mudanças, por adotarem estratégias que se caracterizam pela tentativa de romper com o paradigma tradicional de ensino, muitas ações de EAN no bojo das políticas públicas e daquelas desenvolvidas a nível local ainda se pautam na transmissão verticalizada de conceitos, com suporte de uma pedagogia diretiva, com a preeminência de estratégias alicerçadas na recuperação da saúde. Em contraponto, princípios e diretrizes do Marco de Referência de EAN para as Políticas Públicas orientam que as ações de EAN sejam
um processo que favoreça, permanentemente, romper crenças, valores, atitudes, práticas e representações sociais que se estabelecem em torno da alimentação e que permita transmitir informações atualizadas acerca das recomendações do novo Guia Alimentar para a População Brasileira (2014).
um campo de conhecimento e de práticas individualizadas, pautadas em evidências científicas de uma disciplina da área em que será conduzida, para garantir especificidade e individualidade; setorizada; planejada e conduzida por um nutricionista, pois ações de EAN é uma atividade privativa deste profissional.
configuradas no encontro entre pessoas, voltadas para o desenvolvimento da autonomia dos indivíduos na adoção de uma alimentação adequada e saudável e direcionadas para a promoção da saúde e da segurança alimentar e nutricional (SAN).
conduzidas para a criação de novos sentidos e ressignificação de práticas que levem ao desenvolvimento orientado de práticas alimentares saudáveis, sendo tais práticas informativas e prescritivas, guiadas pela racionalidade científica e aportadas na objetividade dos indivíduos.