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Segundo Bomtempo (in: Kishimoto, 2009) quando uma criança dá banho em uma boneca em uma água imaginária ou quando ela utiliza um pedaço de pau e um bloco como sabão e termômetro para a boneca, é correto afirmar que do ponto de vista do desenvolvimento infantil,
essas habilidades podem ser desenvolvidas na criança por meio do ensino formal e teriam o mesmo significado se a água, o termômetro e o sabão fossem reais.
a criança vê o objeto como ele realmente é, sem colocar nele a intenção de como gostaria que fosse, sem conferir-lhe novo significado.
constata-se que a criança pensa como um bebê, e que brincar preenche necessidades que permanecem inalteradas, independente da idade.
a criança demonstra separar a ação/objeto, pois reproduz ações na qual o objeto está ausente, e também representa papéis da vida dos adultos, como brincar de médico.
a criança demonstra que o que importa é a similaridade do objeto com a coisa imaginada, sendo que o objeto é mais importante que o seu significado.
Ao final do século XVIII e início do século XIX, havia na Inglaterra um grande número de crianças que não tinha oportunidade de obter educação elementar. As despesas para isso eram muito grandes e também não havia professores qualificados em número suficiente. Desta forma, procurou-se solucionar a situação e foi Joseph Lancaster que criou um método chamado de ensino mútuo ou método lancaster que foi amplamente difundido em toda América, inclusive no Brasil. O ensino mútuo ou método Lancaster consistia em:
( ) O professor ensinar a lição a um grupo de meninos mais amadurecidos e inteligentes.
( ) O grande grupo de alunos dividia-se em pequenos grupos.
( ) Os alunos mais inteligentes ensinavam os colegas a partir do que o mestre havia ensinado.
( ) O professor trabalhava a partir de experiências e materiais manipuláveis.
Julgue as assertivas acima em (V) para verdadeiro e (F) para falso e assinale a alternativa correta:
V, V, F, F.
F, V, V, F.
V, F, V, V.
V, V, V, F.
F, F, V, V.
Fernando Hernández (1998) vem discutindo o tema e define os projetos de trabalho não como uma metodologia, mas como uma concepção de ensino, que contempla:
a centralidade na transmissão de conhecimentos prontos.
a sequenciação rígida de conteúdos das disciplinas.
o acúmulo de fatos e informações isoladas.
a criação de situações problematizadoras.
Para Antunes (2013), NÃO corresponde a uma das funções da avaliação do rendimento escolar:
Valorizar os pontos fortes e fracos nos programas curriculares, para que ambos possam ser enaltecidos como conquistas de aprendizagens.
Favorecer os alunos no sentido de aprenderem a autoavaliar, de maneira independente, seus próprios resultados da aprendizagem.
Informar aos alunos e às suas famílias os diagnósticos colhidos, transformando-os em agentes do sentido de seu aperfeiçoamento.
Identificar necessidades e capacidades dos alunos quanto às suas competências e inteligências, visando uma orientação individual.
Fornecer base para que a equipe docente localize deficiências na estrutura do ensino e tome decisões no sentido de aperfeiçoamento do trabalho.
Zabala (1998) discorre sobre um ensino que se propõe a formar o estudante de modo integral. Nessa direção, escreve a respeito dos princípios psicopedagógicos da concepção construtivista e de algumas de suas implicações para a prática pedagógica, nos processos de ensinar e de aprender. Segundo o autor, para que ocorra uma aprendizagem significativa nessa perspectiva, é necessário que
o estudante se encontre diante do conteúdo a ser aprendido, sendo que o termo “conteúdo” estaria circunscrito aos conteúdos conceituais das disciplinas clássicas, como Português e Ciências.
cada área de conhecimento tenha uma metodologia própria, admitindo-se que alguns conhecimentos se constroem e outros não, devido a estes serem procedimentais ou factuais.
a proposta para ensino dos conteúdos cognitivos adote metodologia uniformizadora, com prevalência da reflexão crítica pelo estudante, garantindo assim igualdade e neutralidade durante o processo de avaliação dos alunos.
o ensino ajude a estabelecer vínculos essenciais e não-arbitrários entre os novos conteúdos e os conhecimentos prévios do estudante; para que o aluno seja ativo nesse processo, se desenvolva integralmente e interaja com diferentes tipos de conteúdos e pessoas.
se promova o ensino propedêutico, no qual os conteúdos prioritários têm caráter conceitual e a organização desses conteúdos permita superar desafios, atuando junto a zona de desenvolvimento proximal dos educandos.