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O termo Currículo é polissêmico e tem sido empregado para determinar um número muito grande de conceituações. A palavra currículo tem sido também utilizada, para indicar efeitos alcançados na escola, que não estão explicitados nos planos e nas propostas, não sendo sempre, por isso, claramente percebidos pela comunidade escolar.
Esse termo é representado pelo:
Currículo oculto, que envolve, dominantemente, atitudes e valores transmitidos, subliminarmente, pelas relações sociais e pelas rotinas do cotidiano escolar.
Currículo padrão, relacionado ao avanço da tendência tradicional e conteudista e transposto na supervalorização da norma culta derivada da alta cultura.
Currículo hermenêutico, caracterizado pela opção preferencial pelo planejamento científico erigido sobre bases teóricas derivadas da teoria da administração pública.
Currículo em ação, que alia planejamento de aula a estudos acerca da influência da ideologia de classes no desenvolvimento das bases da diferença social e econômica presentes na sociedade.
Currículo prescrito, caracterizado por todas as imposições do sistema de ensino, como as orientações advindas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e dos Planos Nacionais de Educação.
O currículo da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal tem como pressupostos as teorias crítica e pós‐crítica.
Certo
Errado
Em 1930 o ensino religioso voltou ao currículo escolar, algo muito crítico pelos integrantes do movimento denominado de Escola Nova. Embora suas críticas fossem ouvidas pelo governo, os escolanovistas tiveram uma grande perda com a constituição de 1934 promulgada por Getúlio Vargas. Essa constituição demonstrou-se dúbia e, quanto à questão do ensino religioso, acabou propagando que:
A escola era laica, porém poderiam ser ministradas aulas de ensino religioso caso os alunos assim o quisessem.
O ensino religioso deveria atender a orientação religiosa dos estudantes.
A constituição de 1934 voltou atrás quanto ao que foi promulgado em 1930, e o ensino religioso se viu banido.
A religião católica foi definida como a religião oficial do Brasil, e o ensino religioso deveria trabalhar com elementos dessa religião.
O ensino religioso deveria atender todas as religiões presentes no território nacional, inclusive aquelas de matriz africana.
Moreira (2007) apresenta elementos para reflexão sobre questões consideradas significativas no desenvolvimento do currículo nas escolas. A construção do conhecimento escolar como característica da escola democrática que reconhece a multiculturalidade e a diversidade como elementos constitutivos do processo ensino-aprendizagem é um desses elementos. Nessa perspectiva, o conhecimento escolar se apresenta como:
descontextualizado dos saberes e das práticas, que costuma fazer com que o conhecimento escolar dê a impressão de “pronto”, “acabado”, impermeável a críticas e discussões.
um processo de revisão e de questionamento que marca os conhecimentos e os saberes em muitos de seus contextos originais, dispensáveis para a construção dos currículos que se materializam nas escolas e nas salas de aula.
um dos elementos centrais do currículo, e sua aprendizagem constitui condição indispensável para que os conhecimentos socialmente produzidos possam ser apreendidos, criticados e reconstruídos por todos(as) os(as) estudantes do país.
saberes aparentemente “puros” e que perdem suas inevitáveis conexões com o mundo social em que são construídos e funcionam, e desfavorecem, assim, um ensino mais reflexivo e uma aprendizagem mais significativa.
saberes e práticas que se distanciam das questões de identidade social, interesses, relações de poder e conflitos interpessoais.
Ao discutir questões relativas à diversidade, os professores devem evitar abordar as diferenças de orientação sexual.
Certo
Errado
A palavra currículo tem sido também utilizada para indicar efeitos alcançados na escola, que não estão explicitados nos planos e nas propostas, não sendo sempre, por isso, claramente percebidos pela comunidade escolar. Eles envolvem, predominantemente, atitudes e valores transmitidos, subliminarmente, pelas relações sociais e pelas rotinas do cotidiano escolar.
Trata-se do chamado currículo
A teoria crítica de currículo, nos anos de 1980, no Brasil, compreende duas vertentes que caracterizam a produção pedagógica brasileira da época, quais sejam:
Educação Popular e Abordagens de Cunho Tecnicista.
Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos e Educação Popular.
Neo-marxismo e Teorias da Reprodução.
Teorias da Reprodução e Marxismo Culturalista.
Dadas as afirmativas sobre o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,
I. Está organizado em três volumes.
II. Faz uma reflexão sobre creches e pré-escolas no Brasil.
III. Discute os processos de construção da identidade e autonomia das crianças.
IV. Contém seis documentos referentes aos eixos de trabalho orientados para a construção das diferentes linguagens pelas crianças.
verifica-se que estão corretas

A partir do texto precedente, é correto afirmar que