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A maioria dos professores foi formada segundo concepções tradicionais de ensino, tanto na sua formação básica quanto na sua formação inicial para o exercício da profissão. Mudar esta formação pode suscitar medo, sentimento de inferioridade, resistências, etc. Sobre a ação do Supervisor Educacional nessa mudança, avalie as afirmativas a seguir:
I. Reconhecer, no grupo de professores, os sentimentos que surgem na comunicação inter-pessoal.
II. Levar ao conhecimento da direção da escola o nome dos professores que se mostram resistentes à mudança.
III. Utilizar o falar e o ouvir, trocando valores como solidariedade, cooperação e respeito, fortalecendo a segurança
.IV. Desconsiderar os medos e as resistências, estabelecendo que a mudança da prática pedagógica tem um momento para acontecer.
Assinale as afirmativas corretas:
I e II;
II e IV;
I e IV;
II e III;
I e III.
As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para a avaliação do desenvolvimento das crianças. Qual das alternativas abaixo NÃO condiz com estes procedimentos?
A observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.
Utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns, etc.).
Documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil.
A não retenção das crianças na Educação Infantil.
A continuidade dos processos de aprendizagem, por meio da avaliação formal quantitativa aos diferentes momentos de transição vividos pela criança (transição creche/pré-escola e transição pré-escola/Ensino Fundamental).
O conceito de democratização do acesso e permanência do aluno na escola, com sucesso, corresponde ao número de alunos matriculados regularmente.
A violência urbana é uma realidade que atinge de maneira perversa a todo cidadão e cidadã e, em especial, à criança e ao jovem. Para a escola enfrentar a cultura da violência, faz-se necessário promover uma educação em direitos humanos, que se realiza, segundo Candau (2001), quando
a questão é tratada nas aulas destinadas ao estudo dos temas transversais.
a segurança passa a ser o foco das soluções propostas para a violência escolar
os alunos são capacitados para se tornarem vigilantes uns dos outros no cotidiano escolar.
se oferece aos professores formação em direitos humanos por meio de técnicas didáticas e dinâmicas de grupo.
se transforma em uma postura que penetra as diversas dimensões da ação educativa.
A "educação para todos", numa escola capaz de ensinar todos, sem exclusões, ainda não é realidade para a maioria das crianças, adolescentes, e jovens negros. Há situações expressas nos livros didáticos e surgidas em sala de aula que explicitam a discriminação no espaço escolar. A Constituição de 1988 determina a igualdade perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (...) e determina que a prática do racismo constitui:
crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei,
crime fiançável e suscetível de graça ou anistia.
crime inafiançável e hediondo, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.
ato de segregação moral e humano.
ato imoral e desumano.
A Declaração Mundial sobre a Educação para Todos, realizada em Salamanca, em 1994, explicita que a organização educacional deve considerar como alunado, "crianças deficientes e super-dotadas, crianças de rua e que trabalham, crianças de origem remota ou de população nômade, crianças pertencentes a minorias lingüísticas, étnicas ou culturais, e crianças de outros grupos desavantajados ou marginalizados".
Portanto, esta Declaração
prioriza o atendimento escolar às crianças e jovens com necessidades especiais.
prioriza o atendimento à criança ou jovem vivendo em desamparo social.
demonstra que, infelizmente, nem todos podem ter acesso à educação escolar.
reafirma o direito social à educação, como direito de todos.
garante o direito ao ensino fundamental público às populações em conflito étnico.