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A BNCC – Base Nacional Comum Curricular, cita competências gerais que orientam a formação dos estudantes para o exercício da cidadania, para o trabalho e a vida em sociedade. Entre elas, destacam-se o pensamento científico, crítico e criativo, o repertório cultural, o autoconhecimento e a cultura digital. Tais competências promovem integração entre conhecimentos e desenvolvimento de habilidades. Dessa forma, qual das alternativas indica a forma CORRETA de proceder quanto ao termo competência?
Competência de padronização metodológica, ou seja, depende a aprendizagem somente das formas com que se trabalham os conteúdos, desvinculando as condições dos(as) alunos(as).
Competência em relação às potencialidades individuais, de agir pessoal bem como coletivamente, com autonomia, responsabilidade e empatia.
O termo Competência se refere exclusivamente ao processo de memorização disciplinar.
Competência indica a capacidade de priorizar apenas conteúdos sistematizados, deixando de lado a formação humana.
Competência nesse caso se refere ao processo necessário de competição escolar.
Uma prática pedagógica que estimula resolução de problemas está alinhada ao desenvolvimento de:
Memorização
Competências
Conteúdos isolados
Repetição
A Educação 4.0 está intimamente ligada à automação e à inteligência artificial da Indústria 4.0. Por outro lado, a Educação 5.0 traz como principal evolução:
A priorização de competências técnicas e produtivas voltadas às demandas imediatas do mercado de trabalho.
O foco no desenvolvimento integral do estudante, articulando competências socioemocionais, pensamento crítico e uso ético da tecnologia.
O retorno ao modelo tradicional de ensino centrado na memorização de conteúdos, como forma de reduzir a dependência tecnológica.
A utilização das tecnologias digitais apenas como ferramentas de transmissão de conteúdos previamente definidos pelo professor.
Difundida no Brasil especialmente a partir da LDB (Lei nº 9.394/1996) e dos PCNs (1998), a pedagogia das competências propõe uma reorganização do ensino em torno da mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações-problema. No entanto, essa abordagem tem sido alvo de críticas fundamentadas em diferentes matrizes teóricas. Tomando como parâmetro o debate sobre os limites e alcances dessa concepção pedagógica, assinale a única proposição compatível:
A pedagogia das competências supera definitivamente o ensino conteudista tradicional ao substituir conteúdos disciplinares por situações concretas, eliminando a necessidade de domínio conceitual prévio.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) rompe com a abordagem por competências, optando por estruturar o currículo exclusivamente em torno de objetivos comportamentais mensuráveis, fundamentados na psicologia tecnicista e na mensuração de desempenhos imediatos.
Críticos da perspectiva neopragmatista argumentam que essa pedagogia reduz a educação à lógica da empregabilidade e do capital humano, enfraquecendo a formação para a cidadania crítica e para o saber desinteressado.
Em oposição ao modelo de escola tradicional, a organização curricular baseada em competências desobriga o sistema de ensino de processos formais de avaliação, visto que a aprendizagem se manifesta apenas em dimensões subjetivas e não mensuráveis do cotidiano.
O referencial teórico da pedagogia das competências fundamenta-se exclusivamente na psicogênese de Henri Wallon, rejeitando as contribuições de John Dewey ou as proposições de Philippe Perrenoud.
A Competência Geral 4 da BNCC trata da Comunicação. No trabalho de Apoio Pedagógico, garantir que o aluno desenvolva essa competência significa:
utilizar diferentes linguagens para expressar e partilhar informações, sentimentos e ideias em diversos contextos.
ensinar o aluno a falar apenas em situações formais, utilizando exclusivamente a norma culta erudita.
restringir a comunicação ao uso de textos escritos, ignorando as linguagens artísticas e digitais.
focar apenas na gramática normativa, desconsiderando a função social e comunicativa da língua.
obrigar o aluno a se comunicar apenas através de silêncios, visando a disciplina absoluta em sala de aula.


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Na educação contemporânea, a integração da tecnologia não se resume ao uso instrumental de dispositivos, mas visa desenvolver novas formas de raciocínio. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) destaca uma competência específica que envolve a capacidade de resolver problemas complexos baseando-se em quatro pilares fundamentais: decomposição (dividir o problema), reconhecimento de padrões, abstração (focar no essencial) e algoritmos (criar passos lógicos). Essa competência estruturante é denominada:
letramento digital.
pensamento computacional.
cultura Maker.
gamificação.
robótica educacional.
Qual é o principal objetivo do processo de ensino-aprendizagem, segundo os fundamentos da educação?
Transmitir conhecimentos de forma unidirecional.
Desenvolver habilidades e competências nos alunos.
Avaliar o desempenho dos alunos.
Estabelecer regras e normas na sala de aula.
A criação das trilhas de aprendizagem foi estruturada com base na abordagem por competências.
Certo
Errado
Segundo DELORS, no relatório denominado “Educação: um tesouro a descobrir”, afirma a exigência de educação ao longo de toda a vida para responder “ao desafio de um mundo em rápida transformação”.
Esse entendimento reafirma o lema do “aprender a aprender”, ideário pedagógico que desloca o eixo do processo educativo.
Assinale a alternativa correta:
Da flexibilidade curricular para o desenvolvimento de competências.
Do aprender para o ensinar.
Do aspecto lógico para o psicológico.
Do gosto e do prazer de aprender para a transmissão.
De acordo com a BNCC, os resultados das aprendizagens precisam se expressar e se apresentar como sendo a possibilidade de utilizar o conhecimento em situações que requerem aplicá-lo para tomar decisões pertinentes. A esse conhecimento se dá o nome de:
Habilidade
Perícia
Especialidade
Competência


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Determinada pedagoga coordena um planejamento docente e observa que os instrumentos de avaliação estão focados apenas na reprodução de conteúdo. Ela precisa orientar a equipe a alinhar as avaliações às Competências Gerais da BNCC. Qual ação reflete a atuação correta da pedagoga nesse cenário?
Orientar a separação entre a avaliação de conteúdos cognitivos e a avaliação de competências socioemocionais, garantindo que essas últimas não interfiram na composição da nota bimestral.
Implementar critérios avaliativos que permitam observar a mobilização integrada de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para a resolução de demandas complexas da vida cotidiana.
Sugerir que as competências gerais sejam avaliadas qualitativamente nos componentes da “Parte Diversificada”, mantendo o foco quantitativo tradicional nos componentes da BNCC.
Orientar que os professores substituam as rubricas de desempenho por relatórios descritivos focados nas dificuldades de aprendizagem, para simplificar o processo de recuperação paralela.
Recomendar que os instrumentos deem destaque às “aprendizagens essenciais” entendidas como um rol de conteúdos mínimos que devem ser consolidados mecanicamente antes do desenvolvimento de habilidades.
Lidar com a heterogeneidade cognitiva em sala de aula exige que o Supervisor Pedagógico oriente os professores a transcenderem o ensino padronizado. No desenvolvimento de estratégias que promovam o desenvolvimento de competências metacognitivas e a autonomia dos estudantes, qual prática deve ser adotada?
Aplicar avaliações classificatórias padronizadas para definir o nível de aprendizagem médio de cada turma.
Implementar atividades com níveis de complexidade gradual, feedback constante e apoio à autorregulação.
Priorizar o método de aulas expositivas de longa duração para assegurar a transmissão de todo o conteúdo.
Utilizar os indicadores de aprovação e reprovação como única base para a elaboração de planos de reforço.
Reduzir o nível de exigência dos conteúdos curriculares para os estudantes que apresentam maiores lacunas.
No contexto da educação empreendedora, a frase Educar é empreender vidas sugere que o papel do docente vai além da mera transmissão de conteúdos técnicos. Nesse sentido, para ter foco empreendedor e socioemocional, a educação empreendedora deve
visar à substituição das disciplinas tradicionais por práticas estritamente comportamentais, uma vez que as máquinas e tecnologias atuais já executam todas as funções lógicas.
focar primordialmente a criação de novos negócios e a gestão financeira, garantindo que o aluno saiba converter conhecimentos técnicos em lucros imediatos para enfrentar a obsolescência da informação.
priorizar o acúmulo de informações variadas, visto que a rapidez com que os dados se tornam obsoletos exige que o aluno detenha o maior volume possível de conhecimento teórico.
buscar a formação de indivíduos resilientes e adaptáveis, que utilizem competências como colaboração e resolução de conflitos para lidar com cenários de incerteza e gerar valor social ou pessoal.
O conceito de competência passou a ocupar posição central como referencial para a organização de processos educacionais e formativos.
Assinale a opção que explicita adequadamente uma competência.
Mobilizar regras gramaticais para revisar um texto, adequando ao contexto e ao objetivo comunicativo.
Conhecer regras gramaticais e identificar seus usos corretos em diferentes gêneros textuais trabalhados em sala.
Participar de atividades de leitura e escrita, demonstrando interesse e atenção às orientações do professor.
Desenvolver habilidades de escrita por meio de exercícios sistemáticos de aplicação de normas gramaticais.
Reconhecer a importância da gramática para a produção de textos adequados em diferentes situações comunicativas.
Zabalza e Arnau (2010) concebem competências como integração dinâmica de conhecimentos, habilidades e atitudes mobilizados em situações reais e complexas, superando a lógica fragmentada de conteúdos isolados. Ao planejar sequência didática para crianças de 6 anos que envolvia cuidar da horta escolar mediante observação, registro, colaboração e resolução de problemas práticos, a professora de EMEI articulou intencionalmente diferentes saberes em contexto autêntico e funcional. Essa proposta pedagógica que integra saberes em situação real e significativa para o educando fundamenta-se no ensino por:
Competências integradas.
Memorização de procedimentos.
Avaliação somativa classificatória.
Conteúdos disciplinares sequenciados.


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Ao planejar o ensino, o professor considera conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essa abordagem está alinhada ao conceito de:
Conteúdo mínimo
Competência
Disciplina
Avaliação somativa
Em uma escola, os alunos desenvolvem suas aprendizagens por meio de diferentes estratégias, como aulas expositivas, uso de tecnologias e atividades voltadas ao desenvolvimento de competências socioemocionais, ética digital e colaboração. Essa abordagem está alinhada ao conceito de:
Ensino tradicional.
Ensino 5.0.
Ensino tecnicista.
Ensino 3.0.
Um professor recém-contratado afirma não compreender a articulação entre as competências gerais previstas nas Diretrizes Curriculares e os objetivos específicos da disciplina que ministrará. Nesse contexto, o pedagogo deve
sugerir que o docente utilize o plano de ensino anterior como referência central, realizando ajustes pontuais conforme sua interpretação.
indicar participação em atividades externas de formação, para que o professor possa integrar as competências ao planejamento da disciplina.
realizar orientação pedagógica que articule competências, objetivos da disciplina e formas de avaliação.
recomendar que o professor elabore nova versão do plano de ensino a partir de suas concepções metodológicas, priorizando autonomia docente no processo.
orientar que o docente adote bibliografia estruturante como base principal, incorporando as competências de forma complementar ao planejamento.
Na Educação Musical Básica, conforme orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a prática instrumental no ensino médio deve contribuir para o desenvolvimento de competências que envolvem a experiência estética, a reflexão crítica e a produção musical em diferentes contextos. Nesse sentido, o professor organiza atividades instrumentais que dialogam com repertórios diversos e com processos de aprendizagem progressivos.
Considerando-se os pressupostos da BNCC aplicados à prática pedagógica da Educação Musical com ênfase em prática instrumental, verifica-se que a(o)
prática instrumental deve concentrar-se no desenvolvimento de habilidades técnicas específicas, entendidas como condição necessária para a posterior ampliação da escuta, da análise e da criação musical.
prática instrumental deve enfatizar experiências musicais livres, evitando sequências didáticas estruturadas que possam limitar a autonomia criativa dos estudantes.
prática instrumental deve priorizar a fruição estética e a expressividade individual, sendo a sistematização de conhecimentos musicais incorporada apenas como apoio complementar.
ensino instrumental escolar deve orientar-se principalmente pela reprodução de repertórios representativos, assegurando a consolidação de competências performáticas previstas no currículo.
trabalho instrumental pode constituir eixo estruturante do ensino musical ao articular processos de criação, apreciação e performance, promovendo a mobilização de conhecimentos musicais em práticas contextualizadas e significativas.
A consolidação de habilidades e competências pessoais e sociais para o ingresso e permanência no mundo do trabalho envolve práticas que articulam autogestão, interação coletiva e compreensão crítica das dinâmicas laborais. Nesse contexto, a escola é chamada a propor experiências formativas que ampliem a capacidade do estudante de atuar de modo responsável. Considerando esses princípios, assinale a abordagem que se alinha de forma CORRETA e mais consistente às diretrizes educacionais contemporâneas.
Estratégias que integrem a resolução colaborativa de desafios e a reflexão sobre escolhas profissionais, favorecendo a autonomia responsável em processos de tomada de decisão.
Adoção de rotinas instrucionais centradas na execução padronizada de tarefas, condicionando os estudantes a consolidarem hábitos funcionais aplicáveis a cenários previsíveis.
Organização de práticas isoladas de socialização que priorizem interações pontuais, estimulando a convivência sem aprofundar o planejamento de trajetórias profissionais.
Ênfase em atividades que estimulem a adaptação a regras previamente definidas, com foco na manutenção de comportamentos operacionais em ambientes organizacionais estáveis.


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