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A maior contribuição da psicologia comunitária para o campo da promoção da saúde, a partir das questões e perspectivas apresentadas pela Silvia Lane e Bader Sawaia é:
O gerenciamento de conflitos e mudanças de atitudes, visando a melhoria da qualidade de vida
A capacitação da comunidade e a individualização da responsabilidade sobre a saúde, promovendo a adoção de estilos de vida saudáveis
A reflexão coletiva e engajamento moral, a partir da comunicação livre e unidade consensual
A transformação do indivíduo em sujeito e o trabalho com relações grupais, fortalecendo o vínculo essencial entre o indivíduo e a sociedade
Considerando os objetivos e as atribuições do Sistema Único de Saúde – SUS, está assegurada a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. Nesse âmbito estão previstas a execução de ações de:
I. Vigilância sanitária. II. Vigilância epidemiológica.
III. Saúde do trabalhador.
IV. Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas I, II e III.
I, II, III e IV.
Assinale a alternativa INCORRETA, tendo como referência a obra "Promoção de saúde: a negação da negação", de Fernando Lefevre e Ana Maria C. Lefevre:
Promoção de Saúde não é sinônimo de prevenção de doenças.
A partir da formulação de Lewel e Clark, Promoção de Saúde vem sendo entendida como um nível mais básico, abrangente e inespecífico de prevenção.
Condutas individuais tais como alimentar-se bem, fazer exercícios e não fumar são exemplos de Promoção de Saúde.
Ações de governo ou de Estado como implantação de redes de saneamento básico, construção de escolas, melhoria de transportes coletivos também podem ser entendidos como Promoção da Saúde.
A Promoção de Saúde nos permite entender que a doença é uma fatalidade.
Sobre o trabalho de orientação sexual nas escolas, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Aponta que praticamente todas as escolas trabalham o aparelho reprodutivo em Ciências Naturais. Geralmente o fazem por meio da discussão sobre a reprodução humana, com informações ou noções relativas à anatomia e fisiologia do corpo humano. Essa abordagem normalmente não abarca as ansiedades e curiosidades das crianças, nem o interesse dos adolescentes, pois enfoca apenas o corpo biológico e não inclui a dimensão da sexualidade.
II. Articula-se, também, com a promoção da saúde das crianças, dos adolescentes e dos jovens. A existência desse trabalho possibilita a realização de ações preventivas das doenças sexualmente transmissíveis de forma mais eficaz.
III. Devido ao tempo de permanência dos jovens na escola e às oportunidades de trocas, convívio social e relacionamentos amorosos, a escola constitui-se em local privilegiado para a abordagem da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, não podendo se omitir diante da relevância dessas questões.
IV. A discussão de questões polêmicas e delicadas como masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia devem ser feitas exclusivamente pela família.
Apenas II, III e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas III e IV.
Apenas II e IV.
I, II, III e IV.
A prevenção em Psicologia dar-se-á em três níveis (Sanford,1965):
melhor qualidade de vida; exames rotineiros; acompanhamento
primária; secundária; terciária
prevenção; acompanhamento; tratamento
social; emocional; educacional
avaliação; prevenção; tratamento
Se Mariana estiver de fato preocupada com sua exposição ao risco de contaminação, é correto afirmar, de acordo com o Modelo de Crenças em Saúde, que a barreira imposta pelo possível desagrado do namorado é maior do que o benefício percebido no uso do preservativo.
De acordo com o modelo de Crenças em Saúde, a história de Mariana sugere que sua percepção de suscetibilidade à contração do vírus HIV é baixa.
Tem-se verificado a tendência de juvenilização da epidemia de HIV/Aids, marcada pelo aumento do número de casos envolvendo pessoas com menos de 25 anos de idade. Esse aspecto reforça a prioridade, no Brasil, do trabalho do psicólogo na prevenção de DSTs/Aids junto a adolescentes.
Aintervençãodeumpsicólogonacorretacriação dascrianças ou na preparação de jovenspara a vida sexual ou afetivapertenceaocampodepsicoigiene. Segundo Bleger, estecampoestávinculadoà quinta etapadodesenvolvimentohistóricodahigienemental. Está-sefalandode:
reabilitaçãopsicológica;
diagnósticoprecoce;
prevençãopresuntiva;
promoçãodesaúde;
planoassistencial.
Sensibilização para o uso de preservativos, auto-exame da mama e controle da alimentação para pessoas saudáveis são exemplos de intervenções secundárias em saúde, que podem ser feitas em grupo e no ambiente de trabalho.
Programas preventivos baseados em teorias de aprendizagem social que incluem metas comportamentais claras descrevem práticas sexuais mais e menos seguras, estimulam a negociação do sexo seguro e a franqueza nas comunicações entre parceiros, mas têm a desvantagem de estimular o aumento de atividades sexuais precoces.
Entre os cuidadores na família, a mãe é a pessoa que mais freqüentemente acompanha os pacientes em internação e em atendimentos ambulatoriais. Essa prevalência da participação materna nos cuidados primários é observada em diferentes países.
Segundo José Bleger, o psicólogo deve voltar sua prática à
participação em instituições específicas de saúde mental, como hospitais-dia, unidades psiquiátricas e outros, podendo intervir em quadros psicopatológicos, tanto individual como grupalmente, auxiliando no diagnóstico e esquema terapêutico proposto em equipe.
implementação de programas, a fim de desenvolver habilidades básicas para aquisição de conhecimento e o desenvolvimento humano, bem como validar e utilizar instrumentos e testes psicológicos adequados e fidedignos, que forneçam subsídios com vistas ao replanejamento e formulação do plano escolar, ajustes e orientação à equipe da escola e, ainda, à avaliação da eficiência dos programas educacionais.
participação em programas e ou atividades na área da saúde e segurança do trabalho, subsidiando-os quanto aos aspectos psicossociais, para proporcionar melhores condições ao trabalhador.
participação em equipes multiprofissionais no planejamento e realização das políticas de segurança para o trânsito.
psico-higiene da família, da instituição e da comunidade, agindo como assessor ou consultor em instituições públicas ou privadas, atuando em trabalho preventivo e de promoção de saúde.
De acordo com o texto, o comportamento sexual de Mariana sempre teve claras respostas preventivas com relação a doenças sexualmente transmissíveis.
Foi John Davis um dos primeiros estudiosos a reconhecer alterações psicológicas no pós-cirúrgico de pacientes. Sobre esse tipo de reação, assinale a alternativa correta.
Reações de alívio, euforia e exaltação de humor, com sintomas de insônia e preocupação excessiva com o tema da morte.
Atitudes de exigência e perfeccionismo, seguida de distúrbios do sono, como sonilóquio e sonambulismo de pós-operatório.
Angústia de morte e depressão crônica, acompanhada por quadros recorrentes de ansiedade.
Reações somáticas, quadro de ansiedade mórbida de pós-operatório e depressão crônica.
Reações transitórias de ansiedade, apreensão ou depressão.
No que se refere ao trabalho do psicólogo durante o período pós-cirúrgico, é correto afirmar que:
reações de pós-operatório dificilmente poderão ser previstas, não cabendo ao psicólogo detectar quais as reações consideradas "normais".
dentre as reações de pós-operatório vividas por um paciente, o psicólogo pode encontrar situações como crise de ansiedade, sentimento de despersonalização.
cabe ao psicólogo uma noção crítica sobre o paciente, no plano pré-cirúrgico, cabendo-lhe ainda responsabilidade bem maior do que apenas o planejamento da psicoterapia do pós-cirúrgico.
o psicólogo deve estar atento para a ocorrência de descompensações do paciente no período pós-operatório, só quando então se fará necessário acompanhamento psicológico.
a psicoterapia prévia pode preparar o paciente para enfrentar um pós-operatório com melhores resultados, mas apenas se aplicada àqueles habituados ao método introspectivo.
Sobre o registro de informações em prontuário de paciente, assinale a alternativa correta.
Não deve ser feito pelo psicólogo, pois ele deve manter o sigilo das informações recebidas.
Não pode ser lido pelo paciente sob qualquer hipótese, por conter informações sobre seu estado.
Só deve ser feito caso o paciente solicite por escrito ao psicólogo e autorize que este registre as informações.
Deve ser realizado pelo psicólogo com minúcias sobre a vida mental, familiar e social do paciente.
Deve ser elaborado pelo psicólogo, de forma sucinta e clara, para que a equipe possa se utilizar dele em prol da promoção da saúde do paciente.