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Os estudos sobre violência nas instituições que teria por função educar, especialmente as escolas, assinalam que os atos violentos tendem a ser traumáticos pois produzem sequelas não somente nos que sofrem, mas também em quem pratica e em quem testemunha. Além disso, o lugar simbólico de formação humana, socialização tende a ser destituído pela ocorrência desses atos. Sendo assim, o fenômeno da violência no espaço escolar tem se tornado cada vez mais preocupante. Sobre o tema da violência nas escolas, marque a alternativa correta.
Para Bernard Charlot, a violência escolar pode ser classificada em três níveis: violência, incivilidades e violência simbólica ou institucional.
Atualmente, a maioria dos estudiosos concorda que o enfrentamento à violência deve estar circunscrito aos casos da violência física.
Um dos consensos entre os estudiosos do tema é que se deve em qualquer ocasião buscar suprimir os atos violentos, pois expressam sempre o desprezo pelas regras e pelo outro.
Desde o início dos estudos nesse campo até hoje, manteve-se constante a ênfase na análise da violência do sistema escolar, principalmente por parte dos professores contra os alunos (como punições e castigos corporais).
A dificuldade no enfrentamento da violência, segundo os estudiosos, é por sua origem ser sempre externa à escola, fazendo com que aumento da violência na comunidade resulte diretamente no aumento da violência nas escolas aí localizadas.
Quando um grupo se estabelece, uma série de fenômenos passa a atuar sobre as pessoas individualmente e, consequentemente, sobre o grupo. É o chamado processo grupal. Sobre os fenômenos do processo grupal definimos padrões grupais como:
Resultado da aderência do indivíduo ao grupo, a fidelidade aos seus objetivos e a unidade nas suas ações. Todo grupo só consegue sobreviver se mantiver uma atração entre seus membros, assim, faz-se necessário certa pressão entre os membros para que nele permaneçam.
As expectativas de comportamentos partilhados por parte dos membros do grupo. Essas normas de comportamento são estabelecidas com a especificação de atitudes ou comportamentos desejáveis por parte dos membros.
Os elementos que estão relacionados com a escolha que cada indivíduo faz quando decide participar de um grupo e são importantes para garantir a adesão.
A habilidade do líder para motivar e influenciar o grupo produz efeitos na atmosfera deste.
Sobre o risco na infância, abordado por Martins (2008), é correto afirmar:
A inadaptação precoce constitui condição fundamental de vulnerabilidade na vida adulta, ou seja, crianças com problemas de adaptação em fases precoces da vida registram perturbações na vida adulta.
Os modelos mediacionais das influências ambientais contribuíram para a integração das perspectivas sociológica e psicológica dos problemas de comportamento, por relacionarem os indicadores de risco mais globais com as influencias psicológicas e sociais mais próximas do funcionamento da criança.
Ao considerar a cultura como um recurso para tratar o risco, a autora propõe que a família seja tomada como um alvo secundário de transmissão cultural, uma vez que existe uma constante inadequação cultural entre os serviços providenciados e os seus clientes.
Na perspectiva do modelo transacional, o risco é considerado resultante de apenas um fator, gerado em consequência de alguma transação desfavorável entre a criança e o seu entorno, no âmbito da qual as crianças assumem um papel de vítimas do meio.
Focalizando o processo de organização e funcionamento grupal, tal qual abordado por autores, como Lane e Martín-Baró, é INCORRETO afirmar que
um grupo não é redutível às características pessoais dos seus membros.
os vínculos grupais visam à satisfação das necessidades individuais e/ou interesses coletivos.
o grupo tem uma identidade que o caracteriza e o diferencia de outros grupos.
as relações de poder, positivas ou negativas, são constitutivas do processo grupal.
um grupo, considerado seu grau de coesão, pode ou não depender do contexto histórico.
A observação dos processos grupais, segundo autores, como Lane, precisa ser contextualizada historicamente. Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que todo grupo precisa ser enfocado segundo o(a)
conjunto das influências dadas pelas condições econômicas, institucionais e ideológicas.
intersecção da história dos seus membros com a da sociedade a que pertencem.
resgate da consciência histórica à qual os seus membros estão alienados.
desvalorização das relações de poder enquanto fator intrínseco ao processo grupal.
valorização dialética das vivências subjetivas e das experiências concretas dos indivíduos.
“Todo e qualquer grupo exerce uma função histórica de manter ou transformar as relações sociais desenvolvidas em decorrência das relações de produção e, sob este aspecto, o grupo, tanto na sua forma de organização como nas suas ações reproduz ideologia, que, sem um enfoque histórico, não é captada.” (LANE, pag. 78-98, 1984).
Sobre os processos grupais é INCORRETO afirmar que:
Não é suficiente afirmar que o grupo se baseia apenas em reunir pessoas que compartilham normas e objetivos comuns.
É necessário compreender o grupo quanto às relações e aos vínculos criados entre pessoas com necessidades individuais e/ou interesses coletivos, que se expressam no cotidiano da prática social.
O grupo é uma estrutura social, uma realidade total, um conjunto que não pode ser reduzido à soma de seus membros.
A história de vida de cada membro do grupo não influencia o desenrolar do processo grupal, uma vez que a identidade do grupo se encerra nele mesmo, independentemente de seus membros.
Um religioso professa o seguinte discurso:
“Não permitamos que os homossexuais adotem uma criança, pois estaremos colocando sua vida sobre o risco da pedofilia, da promiscuidade e do adoecimento. Grandes são as chances que ela absorva esses males”.
Analisando esse discurso, diremos que é extremamente preconceituoso, estando, como tal, fundamentado em crenças denominadas de
falsas.
dissonantes.
delirantes.
estereotipadas.
religiosas.
Segundo LANE (2007, pag. 78-98), “Entender o movimento de consciência dos indivíduos, que se dá em relação às atividades que eles desenvolvem em interação com outros indivíduos, conhecer os processos grupais que produzem as identidades pessoais e ao mesmo tempo produzem um sentido de “nós”, através da cooperação e da compreensão de determinantes histórico-sociais – é a tarefa que compete à psicologia, tornando as suas práxis em um movimento de conscientização social e de atividades transformadoras da sociedade”.
A expressão práxis, no trecho, pode ser substituída, sem que haja alteração do sentido empregado pela autora, pela palavra:
Identidade.
Prática.
Descoberta.
Coerência.
O tema da violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros, grupo conhecido como LGBTs, ainda é relativamente novo, tanto no mundo acadêmico, quanto na esfera das políticas públicas no Brasil. O conceito de Gênero baliza discussões acerca dos direitos humanos para a população LGBT e pode ser entendido como:
imagem fixa e preconcebida acerca do sexo de alguém cujo fundamento são crenças e preconceitos.
a atração que um indivíduo sente por outro indivíduo, sendo heterossexual aquele que orienta seu desejo para pessoas do sexo oposto ou homossexual para pessoas do mesmo sexo.
situado no plano biológico, na diferenciação cromossômica entre indivíduos, sendo a junção dos cromossomos sexuais “X” e “Y” resulta em um indivíduo do gênero masculino e a constituição genética “XX" em um indivíduo do gênero feminino.
percepção do indivíduo sobre seu sexo.
relações estabelecidas a partir da percepção social das diferenças biológicas entre os sexos.
Sobre a família e sua importância para a constituição psíquica do sujeito, segundo sua singularidade, liberdade e autonomia, é INCORRETO afirmar que a família deva
reproduzir a cultura de uma dada sociedade e, assim, exercer o processo de influência pelo qual o indivíduo é levado a conformar sua identidade e subjetividade às crenças socialmente estabelecidas.
propiciar o afeto, veiculado à satisfação e à frustração, o qual é fundamental para garantir a sobrevivência emocional do indivíduo e, também, prevenir futuros transtornos de qualquer tipo.
servir de suporte e continência para as ansiedades existenciais dos seres humanos durante o seu desenvolvimento, auxiliando estes na superação das “crises” inerentes ao transcorrer do ciclo vital.
criar um ambiente adequado à aprendizagem empírica, que estimula e dá sustentação ao processo de desenvolvimento cognitivo dos seres humanos, especialmente de crianças e adolescentes.
constituir um ambiente no qual o indivíduo, durante o ciclo evolutivo, vivencie tanto os eventos críticos previsíveis como aqueles críticos imprevisíveis, que podem ou não ser disfuncionais.
Kurt Lewin é uma importante referência nos estudos sobre grupos. Nesse campo teórico pode-se entender grupo como:
um conjunto de pessoas que decidem se reunir e assumem as responsabilidades pelos efeitos dessa reunião.
a soma de seus membros.
um todo dinâmico em que a mudança no estado de qualquer subparte modifica o estado do grupo como um todo.
a reunião de um número de pessoas homogêneas voltadas a desempenhar uma determinada tarefa.
uma reunião de membros heterogêneos que são selecionados a partir de critérios pré-estabelecidos de inteligência e praticidade.
“O Indivíduo sujeito da história é constituído de suas relações sociais e é, ao mesmo tempo, passivo e ativo, ou seja, determinado e determinante. Ser mais ou menos atuante como sujeito da história depende do grau de autonomia e de iniciativa que esse sujeito alcança.”
(Sílvia T. M. Lane & Wanderley Codo (orgs.) pág. 40.)
Considerando a informação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O homem é sujeito de sua história na medida em que se insere e se define no conjunto de suas relações sociais, desempenhando atividades transformadoras destas relações.
( ) O indivíduo consciente de si, necessariamente, tem consciência de sua pertinência a uma classe social; enquanto indivíduo, esta consciência se processa transformando as suas próprias ações.
( ) O homem como ser ativo e inteligente se insere historicamente em um grupo social através da aquisição da linguagem, condição determinante para a comunicação e o desenvolvimento de suas relações sociais e, consequentemente, de sua própria individualidade.
( ) O homem age produzindo e transformando o seu ambiente e para tanto ele pensa, planeja sua ação e, depois de executada, ela é pensada e avaliada, determinando ações subsequentes; este pensar se dá através dos significados transmitidos pela linguagem aprendida.
A sequência está correta em
V, V, F, V.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
F, V, F, F.
De acordo com Tassara e Damergian (2007) em Para um novo humanismo: contribuições da Psicologia Social, “o quadro mundial contemporâneo vem se caracterizando, de um lado, pela disseminação de informações chamada pós-moderna e pela pretensa descentralização democratizadora; de outro, pelo crescimento das formas mais concentradas de acumulação de poder e centralização transnacional da cultura, que a humanidade conheceu”.
Nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
(_) A Psicologia Social traduz o desejo das minorias, que, manipuladas pelos que “detêm o poder”, buscam formas de participação e inserção social por meio de consciência de grupo, impedindo o processo de lavagem cerebral que a mídia promove.
(_) Dentro do quadro recessivo mundial e, particularmente, dentro do quadro brasileiro, o que se produz é uma concentração cada vez maior de grandes segmentos da população em pequenas áreas, postos na periferia do sistema, uma vez que poucos conseguem usufruir dos benefícios que o sistema alardeia a muitos.
(_) A Psicologia Social é inscrita no debate filosófico contemporâneo, apresentando-se como elemento heurístico na geração de ideias para uma crítica de relações entre “ética, política e simbolismo”.
(_) A disseminação de informações tem favorecido a criação de um novo modelo de humanização, por propiciar a inclusão social de grupos que até então não tinham acesso e se viam alijados do processo de democratização.
Assinale a sequência CORRETA.
V F V F
F V F V
V F F V
F V V F
O paradigma da complexidade questiona o paradigma “clássico”, trazendo a ideia de complexificação das relações. Assinale a opção que descreve seus princípios.
Os princípios de explicação “clássicos” de redução, separação e simplificação unificam o que é múltiplo, quantificam o que é qualificável, simplificam o que é complexo.
O pensamento redutor atribui a ‘verdadeira’ realidade às totalidades.
Os princípios de complexidade reduzem, separam e simplificam para tornarem o objeto de estudo compreensível por leigos.
O pensamento complexo separa e associa, reduz e complexifica, se opondo assim ao “princípio dialógico”.
O pensamento complexo reduz as unidades simplificadas ou as totalidades generalizadas.
“O volume de críticas endereçadas à metodologia experimental e a compreensão de que psicólogos sociais deveriam considerar mais direta e sistematicamente, em suas pesquisas, a influência de variáveis culturais, históricas e sociais no comportamento humano, incentivaram a busca de métodos alternativos. (...) substitutivos válidos para a metodologia experimental.”
(Krüger, 1989, p. 24.)
Considerando o fragmento a respeito dos fundamentos teóricos e metodológicos da psicologia social acerca da pesquisa-ação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É compatível com o ideário de correntes políticas e sociais de cunho democrático e, até mesmo libertário, em processo de difusão em sociedades contemporâneas.
( ) Trata-se de um método que tende a ser mais valorizado por pesquisadores mais dispostos a se engajar ativamente em projetos de mudança do homem e da sociedade.
( ) Nesse método, pesquisador e pesquisado se restringem das relações sociais que são reprodutoras e transformadoras das condições sociais nas quais eles estão inseridos, pois tal método visa a mudança efetiva.
( ) É uma pesquisa que implica intervenção, ação de uns sobre os outros, uma prática social na qual pesquisador e pesquisados se apresentam enquanto subjetividades materializadas nas relações desenvolvidas, sendo ambos objetos de análise e descritos empiricamente.
A sequência está correta em
V, F, V, F.
F, F, V, F.
F, V, F, V.
V, V, F, V.
“O termo ‘condição feminina’ remete-nos à indagação: o que é ser mulher e que implicações decorrem desse fato. O que se pretende problematizar quando falamos de condição feminina é a complexidade do ser mulher em diversos contextos sócio-históricos, em distintas culturas, em que a apropriação de diferentes significados identitários e de papéis sociais parece invalidar a existência de uma única vivência feminina.”
(Almeida, 2006, p. 215.)
De acordo com a afirmativa anterior, pensar em “diversidade” neste contexto significa:
Implica em pensar em um único lugar para a mulher no mundo, esquecendo que apesar da diversidade, as experiências femininas têm algo em comum, ou seja, são construídas e significadas socialmente em relação ao sexo oposto.
Implica em questionar que a mulher é sempre pensada em relação a um outro, que é o tipo humano absoluto, ou seja, o masculino. A mulher não se vê, portanto, como sujeito de si. O modelo patriarcal impõe a ela a condição de objeto.
Implica em refletir que o sexo diz respeito às características fisiológicas e de reprodução. Essa diversidade é uma forma simbolizada de identificar, agrupar e compreender o conjunto normativo de ações e papéis atribuídos aos homens e às mulheres em uma dada sociedade.
Implica questionar o que é ser mulher ocidental ou oriental, pobre e asiática, pobre e brasileira, rica e americana, deficiente e negra etc. Ficando claro que a situação econômica, geográfica, o contexto sócio-histórico, político e cultural, a raça, a etnia, a afiliação religiosa e a idade são dimensões fundamentais para compreender o ser mulher.
Em 1964, uma jovem chamada Kitty Genovese estava voltando do trabalho a pé para casa, em uma área relativamente segura da cidade de Nova York. Um assaltante a atacou selvagemente e a espancou durante 30 minutos até ela morrer. Testemunharam o crime 38 pessoas observando-o de suas janelas. Ninguém interveio ou chamou a polícia. O acontecimento causou revolta pelo fato de as pessoas ficarem assistindo ao assassinato brutal sem interferir.
Sobre o caso considere as afirmativas abaixo;
I- Este acontecimento foi considerado sensacionalista e um erro de avaliação midiática pelos observadores da época, já que numa situação dessas as pesquisas comprovam que quanto mais pessoas disponíveis para ajudar é mais provável que o indivíduo seja ajudado.
II- Entre as concepções da Psicologia Social, está a ideia de que é menos provável para uma pessoa ajudar se houver outros espectadores em volta. Neste cenário, ocorre a difusão de responsabilidade em que as pessoas esperam que outras que também estão em volta ofereçam ajuda.
III- O evento é denominado de efeito de intervenção do espectador, onde as pessoas temem cometer erros sociais em uma situação ambígua.
IV- As pessoas tendem menos a ajudar quando não são identificáveis. Existe também uma troca de custo benefício que envolve quanto prejuízo as pessoas se arriscam a ter ao ajudar, ou que benefício elas teriam de esquecer se parassem para ajudar.
É correto afirmar que:
Todas as afirmativas são corretas.
Apenas as afirmativas I, III e IV são corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV são corretas.
Apenas as afirmativas III e IV são corretas.
Apenas as afirmativas II e IV são corretas.
O indivíduo constrói a sua história, como um ser individualizado e, ao mesmo tempo, social. Esse processo de transformação pode trazer angústia, dúvidas, o que pode gerar uma crise de identidade diante da contradição que o indivíduo vive entre a necessidade de se padronizar para ser aceito em um grupo e a necessidade de se destacar como único (Sawaia, 2006). Pichon-Rivière debruçouse em estudos voltados às questões grupais e sua prática deveu-se à atividade clínica e à sua atividade docente. Também teve grande destaque na Psicologia Social com a obra “Del Psicoanalisis a la Psicologia Social”. Baseado nos escritos de Pichon–Rivièri, voltados à Psicologia Social, assinale a questão que NÃO está de acordo com estes escritos:
Para Rivièri, a mudança social e o controle social são termos indissociáveis. É só conseguindo derrubar a resistência à mudança social que se pode melhor chegar à compreensão de seus mecanismos e processos. A única maneira de experimentar a mudança social é de dentro, planificando-a e controlando-a.
De acordo com Pichon-Rivière, o primeiro passo a ser tomado pelos membros de um grupo é descobrir quais necessidades e interesses os levaram a nele ingressar. Em um grupo de tarefa, é importante saber para que o grupo foi formado, como a tarefa será conduzida e o porquê de ser feita desse modo.
O Grupo Operativo foi a maior contribuição de Pichon, é uma técnica grupal que se caracteriza por estar de forma explícita numa tarefa, que pode ser de aprendizagem, cura, diagnóstico de uma situação de trabalho, criação, etc. A técnica é utilizada com o objetivo de esclarecer os obstáculos que se apresentam na tarefa proposta, procurando uma maior eficácia na resolução da mesma.
Para Pichon-Riviére, o grupo é um conjunto restrito de pessoas ligadas entre si por constantes de tempo e espaço, articuladas por sua mútua representação interna, que se propõe de forma explícita ou implícita à realização de uma tarefa, a qual constitui sua finalidade, interatuando através de complexos mecanismos de atribuição e assunção de papéis (Riviére, 1980).
A propósito da influência social, assinale Falso (F) ou Verdadeiro (V).
I. A sociedade e a cultura em que fomos criados influenciam-nos desde o momento de nosso nascimento até a morte.
II. A conformidade implica atender a um comando, geralmente de alguém em posição de autoridade.
III. A conformidade é a mudança no comportamento de alguém como resultado da pressão real ou imaginária do grupo.
IV. Os grupos realizam um completo levantamento dos riscos aos quais podem estar sujeitos.
V. Os grupos apoiam mais facilmente decisões arriscadas do aquelas tomadas individualmente.
A sequência correta
F F V V F.
V V V F F.
V F V F V.
F F F V V.
As diferenças individuais referem-se às diferenças entre as pessoas em relação a qualquer característica, tal como um traço de personalidade, através do qual um indivíduo poderia ser distinguido dos demais. Em conjunto, a ____________ inclui a mistura de muitas dimensões que torna as pessoas únicas e diferentes umas das outras. O conceito que preenche a frase é:
Habilidade.
Atitude.
Personalidade.
Diversidade.
Afetividade.